Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 BATISMO DO SENHOR


09 de janeiro de 2011



   

«Naqueles dias, Jesus veio da Galiléia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele. Mas João protestou, dizendo: "Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?". Jesus, porém, respondeu-lhe: "Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!" E João concordou. Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água. Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo pousar sobre ele. E do céu veio uma voz que dizia: "Este é o meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado".» (Mt. 3,13-17)

 

 

            Mais que um episódio com o qual tem início o ministério público de Jesus, o Evangelista nos oferece hoje um quadro que, embora delineado no tempo, nos remite àquelas realidades que são desde sempre; remite-nos ao íntimo de Deus, à sua “justiça” e ao sentido da fé dos cristãos. É realmente uma jóia da fé cristã. Ela nos reconduz a contemplar a linha mestre que norteou o sentido da vida de Jesus, para que nós também não percamos a nossa. A narração aponta ao íntimo de Jesus, ao seu coração de Filho, de homem, de pastor, para que saibamos ainda escolher de sermos filhos, homens autênticos e responsáveis do caminho dos outros. O Batismo de Jesus é uma passagem aberta definitivamente, uma porta que mantém viva ainda a desafiadora proposta que, dia após dia, Deus nos faz a fim de que Ele possa dizer de cada um de nós: “Este é meu filho!”. É uma rica expressão que encontramos muito na boca das pessoas mais simples, um modo de dizer que manifesta o orgulho com o qual um pai declara, a si mesmo e a quem o quiser ouvir, a sua alegria de ver realizado em alguém tudo quanto sempre foi importante para si. Isto é ser filho. Não é apenas uma questão de ser, mas de existir como filho de modo que toda a nossa vida possa mostrar ao mundo de “Quem” somos filhos e assim manifestar os valores do pai. Ser filho de Deus e viver como filho de Deus é a maior prova de amor e de anúncio sobre Deus. É a própria vida que dirá, sem tantas palavras, quem é o Pai. É louvor vivo, glória real.   

            Coloquemo-nos, então, na atitude de escuta deste texto que é muito denso e, portanto, não é de fácil abordagem; contudo, com certeza o Espírito do Senhor nos conduzirá nesta caminhada dizendo a nós mesmos o que para cada um de nós é preciso.

            Com freqüência quando se lê este texto, se reduz o seu significado à declaração de que Jesus é Filho de Deus, como que se tratasse de uma comprovação quanto à essência divina de Jesus. Sem dúvida não podemos desconsiderar este aspecto, contudo é importante lembrar que não era muito interessante para os primeiros cristãos usar expressões como “filho de Deus”, no sentido de uma descendência como a de um pai natural para o filho natural. Isto porque o mundo antigo era cheio de personagens mitológicos fruto de relações entre deuses e homens. Evidentemente se tornava muito embaraçoso usar esta terminologia para Jesus, pois a ambigüidade de interpretação poderia equiparar Jesus a um dos inúmeros semideuses imaginários. Precisamos encontrar em outro lugar, então, o sentido das palavras que ouvimos: «Este é o meu Filho». Toda a narração conduz a esta definição sobre Jesus; sobre “quem” Ele é. Esta mesma expressão se repetirá no dia da Transfiguração do Senhor. «Este é o meu Filho» é o que Deus diz de Jesus. É o “nome” que Deus dá a Jesus. Para nós Jesus é o “Salvador” (é isto que significa o nome Yeshua, Jesus), mas para Deus, Jesus é “Filho”. Mas o que isto significa? Ora, sabemos que dar um nome significava três coisas: indicar uma relação, um auspício e uma missão. Creio, então que poderemos encontrar aqui, no “nome” que Deus dá a Jesus, um caminho aberto para que possamos entender o que significa que nós também recebemos de Deus este mesmo nome. Não é pouco! É como Deus nos vê! Sempre fico pasmo quando leio a carta aos Hebreus na qual o autor, embora o seu objetivo imediato seja Jesus, por outro lado também ressalta o é que cada um de nós quando associa a sua vida à de Jesus. O autor o faz com estas palavras: «... a qual dos anjos Deus disse jamais: “Tu és meu Filho, eu hoje te gerei?” » (Hebr.1,5). Se o Anjo é o que é, quanto mais um filho de Deus!?

O Evangelista nos ajuda a compreender o significado da “voz” associando a expressão “filho” àquela do livro de Isaias: «Eis aqui o meu servo, o meu escolhido, no qual eu pus o meu agrado; pus sobre ele o meu Espírito» (Is. 42,1). Note-se a afinidade entre as duas. Ser “filho” então, não é algo obvio, não é uma simples definição quanto à essência; o seu sentido é mais amplo: é uma opção existencial fundada sobre a “qualidade de uma relação”. Deus que escolhe alguém para ter com ele uma relação análoga à que existe com Jesus e, por outro lado, o homem que escolhe acolher esta proposta e viver a sua relação de um modo qualitativamente análogo ao modo com o qual Jesus manifestava e vivia a sua relação como Deus. É uma opção de reciprocidade de amor. Ser servo e ser filho são uma escolha de vida. O que faz de um filho um “filho” é a decisão radical de ser, na existência, aquilo que Deus nos fez na essência. Digamos, talvez numa linguagem aparentemente “provocatória” (o que não quer ser): nem todos são “filhos de Deus”, simplesmente por natureza, mas pelo fato de decidir de ser, na vida, aquela criatura como Deus a fez. O Evangelista João, é ainda mais claro: «... a todos quantos o receberam, (o Verbo de Deus, Jesus) deu-lhes o poder de se tornar filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome.» (Jo. 1,12). Alguém “se torna filho”, e isto quando ele decide de  receber em sua vida o Verbo de Deus. Se quisermos indicar com “filiação” o fato de que todos procedemos de Deus então o termo “filho” pode ser aplicado indiscriminadamente a tudo quanto existe, independentemente da relação. Mas não é o nosso caso, porque Deus é Relação. Ser “filho” é uma decisão com a qual se acolhe, sem reservas, a relação que Deus quer estabelecer conosco para que possamos ser aquilo que Ele fez de nós. Ser filho, então é caminhar rumo à imagem com a qual Deus vê cada um de nós.

            Caminhar como? Creio que aqui a imagem do “servo” em Isaías, possa nos ajudar a compreender -com todos os limites e sem alguma presunção- um aspecto de como Jesus sentiu e viveu a sua relação com Deus. O Profeta descreve o Servo como alguém que descreve a sua relação com Deus assim: «Ele desperta o meu ouvido todas as manhãs» (Is. 50,4)... «para que eu possa levar “justiça” (ou seja, o projeto de salvação) a todos os povos». Este é o servo, alguém sempre de ouvido atento a Deus que fala sempre. Alguém que não tem um projeto próprio, mas está plenamente disposto a envolver-se, sem restrições, com algo que não vem dele e que lhe é simplesmente proposto. Deste modo se torna mais clara a resposta que Jesus deu a João: «"Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!"»: Jesus renuncia a qualquer “projeto programático” para instaurar o Reino, e pede a João que faça o mesmo. Ele se entrega simplesmente àquilo que o Pai lhe mostrará dia após dia. Note-se que “justiça”, na linguagem bíblica não se refere apenas à distribuição équa de bens ou ao premio ou castigo; “justiça” significa fidelidade: Deus faz “jus” à palavra dada ao homem. Logo, Jesus se coloca como quem está apenas à disposição do Pai, sem limites, para que Ele mostre quanto é fiel à palavra dada de modo que o homem possa acreditar Nele e na Sua bondade. Ser filho é ser servo na liberdade e o amor de entrega. Deste modo, Jesus nos sugere a atitude correta para também podermos viver a vida de filhos de Deus: é a disposição, a abertura e capacidade de acolher a história e as condições que Deus nos apresente dia após dia e, nestas, renovarmos a nossa adesão incondicional, já que a adesão sem “mas” e “porém”, é o resultado e a manifestação do amor que temos para com Deus e os outros. Dia após dia somos batizados, dia após dia re-escolhemos mergulhar e morrer ao nosso “eu” para decidirmos em favor do amor, o único capaz de projetar-nos fora de nós mesmos e de nos conduzir passo a passo ao coração de Deus.

Não posso não lembrar que, quando Jesus fala do “seu” batismo, fala não como de um ato que aconteceu e ficou encerrado por aquilo que era lá no Jordão, mas como algo de dinâmico que estava “acontecendo” na sua vida. Como não perceber que a “voz” que proclama Jesus como “Filho”, não faz isto usando um verbo ao passado como, por exemplo: “a voz disse...”, mas sim: «uma voz que dizia...», dizia sempre, a cada passo, momento após momento dizia a Jesus desde aquele dia até o último dia: “tu és meu filho amado, em ti me encontro!”? Não será isto o que Deus gosta de dizer de nós?

Ao pedido de dois discípulos que queriam partilhar com Jesus a própria vida, Ele respondeu: «Vocês podem beber o cálice que eu bebo e receber o batismo com o qual estou sendo batizado?» (Mc. 10,38).  A tradução “estou sendo batizado” é com certeza a mais pertinente, pois o verbo usado (baptzomai) é um tempo presente e passivo, ou seja algo que acontece continuamente mas não por próprias mãos, pelas mãos de Outro que continuamente age. Podemos dizer então que, analogamente a Jesus, o nosso Batismo é um processo com o qual Deus nos toma pela mão uma vez que acolhemos o seu projeto; nos conduz e nos transforma, passo a passo, naquilo que nós significamos para Ele. Gera em nós aquele tipo de relação -“filial”- única digna da criatura que Ele fez. Filho de Deus o homem não é, se torna, quando é capaz de acolher e viver aquilo que é importante para Deus. Foi assim que Jesus considerou o significado da sua existência no mundo; «o meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e levar a cumprimento a sua obra» dizia Ele (Jo. 4,34).

Por quanto surpreendente for, a analogia com Jesus não é inoportuna, é terrivelmente verdadeira. Paulo, refletindo sobre a vocação dos cristãos, diz que são chamados por Deus, «para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos» (Rm. 8,29).

Antes de tudo, ele diz, nós somos “chamados”, ou seja, o Batismo não é uma decisão exclusivamente horizontal, do homem (como infelizmente alguns argumentam para encobrir a incapacidade de acolher como dom um projeto que Outro oferece). A dimensão do Batismo é também vertical, é uma oferta de Deus, à qual se pode responder ou não. É a proposta de um caminho, a fim de que Deus possa agir em nós de tal modo a gerar uma relação análoga àquela que Ele tem com Jesus. Isto para que o mundo possa ver, na prática qual é a fisionomia do homem como Deus o criou. Trata-se de uma relação que não é intimista e sentimental, mas se abre à missão, ao anúncio implícito e existencial. É nisto que consiste o núcleo da nossa caminhada de fé. 

O Batismo, logo, é uma relação construída dia após dia num profundo “sim” da pessoa que responde e de Deus que conduz. É um “morrer” à imagem que nós temos de nós mesmos para que Deus possa criar em nós uma pessoa “nova”, sempre “nova”, continuamente “nova”. Isto é possível porque as relações nunca são predeterminadas, mas são “inventadas”, criadas a cada instante e no momento em que se dão. São infinitas como o infinito que está dentro de nós e que nada mais é do que a imagem do infinito que está em Deus. No plano da diferença das relações é compreensível como seja preservada a individualidade, a irrepetibilidade e a diferença entre todos e cada um dos “filhos” sem atingir em nada a relação que Deus Pai tem com o Filho.

João, o Batista, ainda interpretava a relação com Deus como um processo ético e moral de aproximação a Ele, por causa disto se deu a reação que o Evangelista indica dizendo: «protestou». O gesto de Jesus indicava a possibilidade aberta a todos de trilhar o seu mesmo caminho, Jesus entrava no meio do povo “bem disposto”, independentemente dos erros que porventura as pessoas podiam ter cometido em sua vida, independentemente da sua fragilidade e da possibilidade de errar novamente. Como então, ainda hoje Jesus se associa a todos os que, com a sua atitude de abertura, têm condições de se tornarem “filhos”, frágeis, contraditórios pecadores... mas “filhos”! Jesus está no meio destes, Filho para que tantos possam ser filhos. 

Por último, um delicado sinal nos indica a qualidade do caminho que Deus fará percorrer aos que se deixarem tomar pela mão. Um símbolo muito discutido, mas rico em seu significado. Jesus viu o “céu aberto”, prelúdio do resultado da sua vida e da sua cruz, o céu aberto definitivamente para os homens, e o Espírito descer “como uma pomba”. Como não lembrar a pomba que, finalmente, encontra um lugar onde “repousar” após o dilúvio na arca daquele Noé que havia acreditado em algo diferente da lógica comum? Era a mesma “pomba” que encontrava o seu “lugar” em Jesus, na sua resposta plena, incondicional, de confiante amor, sem muitos “mas... porém...”. Aqui, em Jesus, Deus repousou!

 

Deus te abençoe,

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 07/01/2011 as 15:01:00





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