Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXIX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012



   

«Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir”. Ele perguntou: “O que quereis que eu vos faça?” Eles responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!”. Jesus então lhes disse: “Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que estou sendo batizado?”. Eles responderam: “Podemos”. E ele lhes disse: “Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado”. Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas, entre vós, não deve ser assim; quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”.»  (Mc. 10,35-45).

 


 

            O episódio que hoje o Evangelista nos narra é, sem dúvida, uma grande ocasião para podermos refletir sobre o sentido que Jesus deu ao inteiro caminho espiritual que percorreu com a sua comunidade. O que veremos hoje não é tão pouco a narração de um acontecimento que se deu num dia, mas sim um indício que esclarece a lógica que deverá acompanhar para sempre a Igreja e cada um de seus filhos. Não é por acaso que Jesus menciona o “cálice”, o “lugar de julgamento” e o “Batismo”. Três símbolos de um caminho que conduz apenas a uma única meta.

 

O fato narrado se deu enquanto Jesus se dirigia para Jerusalém, (como vimos no Evangelho do Domingo passado). Jerusalém era uma meta mais simbólica do que física para um hebreu o qual, pelo menos uma vez ao ano, devia dirigir-se à Cidade Santa. Ele fazia isso vivendo-o como sendo o sinal mais apropriado que lhe recordava que toda a vida é um caminho que conduz ao encontro com Deus. Os cânticos e aclamações que alegravam as peregrinações rumo a Jerusalém, para Jesus não tinham sabor de exultação como para os seus discípulos. Todos sabiam, e Jesus mais do que os outros, que Jerusalém também seria o lugar onde a verdade que está dentro do homem se manifestaria claramente, Jerusalém, lugar simbólico do conflito ou da adesão ao projeto de Deus seria o contexto no qual o homem poderia ver realmente o que está dentro de si. Para o profeta Joel (Jl. 4; 3,2 -seguindo também os outros profetas-) Jerusalém é o lugar do julgamento, onde o mundo dos homens será manifestado diante de Deus e vice-versa. Jerusalém é imaginado como o lugar do julgamento, que indica o que está realmente no coração de cada pessoa.

 

Esse caráter de julgamento em base à verdade, nos dá a compreensão inicial desse episódio; ou seja, não obstante que Jesus tivesse falado repetidamente que a Sua missão não se realizaria através do poder e do sucesso usados como instrumentos esmagadores da liberdade de crer, os discípulos não podiam imaginar outra coisa a não ser que Ele, o Messias reconhecido popularmente, sentaria sobre o “trono do julgamento” para exercer em nome de Deus o juízo definitivo. Era isto que os discípulos esperavam para Jesus e também para si, já que o Senhor lhes havia dito pouco antes que “aqueles que O seguiriam receberiam cem vezes em casas etc.”. Pois bem,  era isso que estavam de algum modo esperando. Eis então que Tiago e João, discípulos aos quais Jesus havia dispensado cuidados especiais, se aproximaram disfarçadamente de Jesus (mais adiante o Evangelho nos dirá que os outros discípulos ficaram indignados com os dois) e aproveitaram para dizer, bem no fundo, o que eles esperavam de toda aquela história vivida até então com Jesus. E, assim como fora no início da pregação de Jesus, quando o demônio tentou o Senhor para que tomasse o caminho do poder, do mesmo modo estava acontecendo com os dois Apóstolos; pois é, é quando “podemos” que revelamos quem somos nós e o que realmente queremos. A tentação dos dois foi, e será, a tentação de todo cristão.

 

Por outro lado, mesmo nessa atitude imatura, podemos perceber algo de grande valor, ou seja, a ousadia de pedir a Jesus é realmente sinal de comunhão, de amizade, de reciprocidade, pois não pedimos nada para alguém no qual não confiamos.

 

Jesus soube colher esse elemento positivo mesmo se envolvido por imaturidade de fé; assim sendo o Senhor agiu como sempre Deus faz: não rejeita o que nós somos, o que temos de “certo e errado”, medos e fraquezas... Deus nunca deixa cair no vazio nenhuma das coisas que fazem parte da nossa vida, porque ela é importante por si mesma e tem origem Nele. A questão, então, é outra e, creio, nos ensine como também nós precisamos agir diante das limitações nossas e dos outros: o Senhor se preocupou de purificar a atitude dos dois. Deus sempre utiliza o que é humano para nos conduzir no mundo divino. Assim Jesus fez com os dois; em primeiro lugar ensinou-lhes “como pedir”. Fez, de algum modo, o que Tiago escreveu na sua carta: «Nada tendes, porque não pedis; pedis e não recebeis, porque pedis mal» (Tg. 4,2-3). Pedir é essencial num relacionamento aberto e amoroso, mas saber pedir é fruto de sabedoria, sabedoria que afunda suas raízes no objetivo principal da nossa vida. O que pedimos é expressão daquilo que o nosso coração mais deseja e considera essencial. Quando se verificam essas duas condições é certo que Deus responde. Por outro lado, quando pedimos, é preciso também que nos deixemos questionar por Jesus: «O que você quer que eu faça para você?». Isso é fundamental para que possamos ver, bem no fundo, o que nós queremos pois, Deus nos leva a sério como fará Jesus com os dois.

 

Vamos acompanhar a beleza do modo de proceder de Jesus através do que se segue. Ele educa, desafia, purifica, eleva em qualidade o amor que os dois já têm para com Jesus.

 

            Tiago e João pediram um lugar de privilégio: «sentar à direita ou à esquerda» como se fazia ao lado de um rei. Os reis costumavam de fato exercer seus julgamentos tendo à direita e à esquerda as pessoas mais próximas; em muitos casos se tratava da rainha ou do conselheiro, mas em grande parte dos casos os reis convidavam para a maior posição de honra o próprio copeiro, como nos atesta o livro de Tobias (1,22): «No tempo de Senakerib, rei dos Assírios, Achikar era o copeiro-mor, ministro da justiça, administrador e superintendente dos bens...». Quem era esse “copeiro” tão prestigiado pelos reis? Era um homem comum que, a cada vez que o rei tomasse um cálice, punha em risco a sua própria vida para evitar que alguém envenenasse o seu senhor. Contrariamente a quanto se pode imaginar uma coisa precisa ser esclarecida: ele o fazia de sua própria vontade, com toda a liberdade e conhecimento do risco que assumia sentando ao lado do rei!

 

            Pois então, justamente por essa atitude que demonstra afeição e desapego, amor e ligação até colocar em risco tudo, uma pessoa que agisse assim teria toda a sabedoria necessária e a liberdade para saber o que o que dizer ao rei. Era ele, um homem disposto a arriscar a sua vida para o próprio rei e, por isso, podia falar com liberdade e sem interesses próprios.

 

            Eis então que estamos diante de um grande ensinamento com o qual Jesus quer purificar o pedido dos dois e de todos nós. É como se Jesus dissesse: “vocês saberão o que pedir quando tiverem decidido de colocar toda a vossa vida em risco por causa do reino; caso contrário, sempre terá algum interesse privado que não deixará vocês livres de sentir e pensar como o Senhor sente e pensa”. 

 

            Sendo assim, Jesus dirigindo-se aos dois perguntou: «podeis beber o cálice que eu vou beber? ». Jesus não desconsiderou o pedido de Tiago e João, mesmo que inconsciente e superficial, mas quis elevar e purificar tal ato propondo-lhes de transformá-lo uma atitude totalmente envolvente e comprometedora cujo movente único é o amor incondicional! Jesus quis transformar a desejo de “ter” numa atitude de amor que arrisca tudo, numa atitude de “dar”.

 

            A reposta dos dois correspondeu às expectativas de Jesus; foi cheia de generosidade e, embelezada daquela “loucura” própria de quem ama e aprende que não pode medir. Poucas palavras foram suficientes ao Evangelista para descrever a profunda mudança que ocorreu no íntimo de Tiago e João: «Eles responderam: “Podemos”», como fazemos nós quando desejamos ardentemente algo que é maior do que a nossa própria vida. Sem dúvida eles não podiam saber a o que iriam encontro, como também nós não o sabemos nem precisamos saber o que acontecerá depois de termos dado a Deus o nosso “sim incondicional”. O que interessa a Jesus é o impulso desprendido, pois é esse que revela amor desinteressado. Jesus saberá como conduzir essa generosidade. Quem possui isso, também sabe pedir

 

            Aqui, na minha opinião, se opera um grande salto qualitativo na relação de Jesus com os dois (do mesmo modo que a relação nossa com Jesus muda quando a generosidade rompe os limites do interesse). Como é próprio do agir de Deus, Ele usa o que é natural para inserir o homem numa dimensão sobrenatural. A proposta do Senhor é então mais profunda do que “sentar” à direita ou à esquerda: é participar do mesmo mistério salvífico em favor de toda a humanidade. Passa-se aqui, de uma busca de poder para a possibilidade de uma escolha de serviço. Jesus lhes propões de associar-se a Ele, com esta expressão: «beber o mesmo cálice». Não podemos mostrar aqui como seja clara a referência que Jesus faz à Sua paixão e a o que significa na Escritura “beber o cálice”. Porém também não podemos deixar de recordar o simbolismo expresso na ultima ceia de Jesus, onde beber as quatro taças de vinho significava: aceitar a vida vivida com Deus como “agradecimento”, “fidelidade”, “aceitação – benção”, “louvor”; cada taça representando uma dessas atitude. Esta é a vida em Deus. E é isto que Jesus lhes propõe e nos propõe ainda a cada celebração da Eucaristia. Uma vez que o discípulo entende isto, o fato de “sentar” ou não ,é totalmente secundário; como não é objeto do interesse de Jesus assim não o será para o discípulo, pois o que é de maior valor sempre inclui o que é menor e, o fato de servir enriquece mais do que se enaltecer.

 

            A proposta de Jesus torna-se ainda mais intensa quando Ele indica também “como” e por qual processo tudo isto acontece. Surpreende-nos o uso que Jesus faz da palavra “batismo”. Todos nós lembramos quando, no Jordão, Jesus foi batizado por João. Porque, então o Senhor ainda fala de batismo que deve receber? E mais, o termo que Jesus usa é, em grego, (baptizomai) um tempo passivo que deve ser traduzido assim: “o batismo com o qual estou sendo batizado”; ou seja, um ato continuado e recebido. É realmente estranha esta linguagem; incompreensível para alguém que pense o Batismo, o nosso Batismo, como um ato, como um rito que começa e termina dentro de uma cerimônia. Jesus nos dá a verdadeira visão do Batismo como Ele o entende. É o batismo do “Espírito” que se prenunciava no rito celebrado por João Batista alguns anos antes. Obviamente não estamos falando de intervenções abruptas e imediatas do Espírito Santo, fenômenos nem sempre de claro entendimento eque precisam ser analisados com muita atenção.

 

Se trata de outra coisa. Para entender o que Jesus queria dizer é preciso recorrer às práticas litúrgicas e religiosas de Israel.

 

            Sabemos que batizar significa “mergulhar” e, secundariamente, “lavar”. Então, é preciso primeiro “mergulhar” para depois “ser lavado”. A linguagem se inspira à prática (atestada nos livros de Levítico e Deuteronômio) de mergulhar na água os objetos que seriam destinados ao culto. Eis, então, que se nos esclarece o que Jesus pedia aos dois e a cada um de nós: “permitam a Deus que mergulhe vocês na mesma realidade em que Eu estou sendo mergulhado por Ele! Permitam que o Espírito vos mergulhe no Seu grande projeto de amor para com a humanidade que sofre e que quer ser salva. Permitam que Deus envolva totalmente vocês assim como a água envolve totalmente o corpo de quem nela mergulha. Se vocês fizerem isto, o vosso coração será lavado, purificado de todos os interesses menores; vocês sentirão a Presença de Deus tão como o seu Respiro, o seu Espírito que vos envolverá como num abraço.

 

            Assim como os objetos mergulhados serão aptos para o culto a Deus, quanto mais a comunidade o será, uma vez que ela traz consigo o próprio Filho de Deus e dá louvor a Deus não mais com um cálice de vinho mas com um cálice de vida, dada por amor.

 

            Seria muito pretensioso invocar sobre a comunidade de fé as palavras de Pedro: «povo de propriedade exclusiva de Deus para proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz» 1Pd.(2,9)?

 

 

Um bom Domingo com a Bênção de Deus,
Pe. Carlo

 


Postado em: 18/10/2012 as 17:14:14





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