Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXX Domingo de Tempo Comum


28 de outubro de 2012



   

«Chegaram em Jericó. Jesus estava saindo de Jericó, junto com seus discípulos e uma grande multidão. O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho. Quando ouviu dizer que Jesus, o Nazareno, estava passando, começou a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!”. Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”. Então Jesus parou e disse: “Chamai-o”. Eles o chamaram e disseram: “Coragem, recolhe as tuas forças, Jesus te chama!”. O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. Então Jesus lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?” O cego respondeu: “Mestre, que eu veja!”. Jesus disse: “Vai, a tua fé te curou”. No mesmo instante ele viu e seguia Jesus pelo caminho.» (Mc. 10,46-52)

 


 

            Estamos continuando a leitura da trajetória ideal que conduz Jesus e os seus da Galileia até Jerusalém. Nos domingos passados lembramos os elementos que compõem este caminho: o chamado, as pregações e curas iniciais, a intenção educativa de Jesus para com os seus discípulos, as incertezas e mal-entendidos... É, esse, o retrato do percurso da fé, o retrato daquilo que acontece com quem segue Jesus. O Evangelista vê no caminhar de Jesus de Nazaré com os discípulos a imagem do caminhar de Cristo Ressuscitado com a sua Igreja. Nessa ótica, o trecho que hoje estamos lendo é um episódio-simbolo, através do qual se entrevê a realidade do Batismo, que é um processo, um itinerário percorrido com Cristo ressuscitado, vivo na sua comunidade. Às vezes, quando falamos de “símbolo” usamos a expressão quase que como sinônimo de “fantasioso”. Evidentemente não é isto, descobrir um significado “simbólico” num evento, palavra ou objeto, nada tira da realidade do mesmo ou de sua historicidade. Um episódio ou objeto se torna símbolo quando é carregado de um significado maior, ao qual reconduz. No cego Bartimeu   descobriremos mais que um mendigo de Jericó, descobriremos um pouco de cada um de nós.

 

Toda a narração tem como centro o mistério de um encontro. É a imagem do encontro com Jesus, é a imagem da mudança profunda de vida que nasce quando se descobre a fé. É o encontro de um “alguém” descrito de um modo bem apropriado como um alguém insignificante;  podemos notar, por exemplo, que ele não tem nome próprio pois Bar-Timeu significa “filho de Timeu”. É cego e isso, bem o sabemos, fazia supor que fosse um homem punido por Deus por alguma motivação. É enxotado assim como se faz com um cão...! Mas ele consegue ver além daquilo que os olhos podem ver. Essa é a fé!

 

            Vamos acompanhar o texto.

 

            O episódio se deu em Jericó; cidade localizada a 16 km. de Jerusalém, considerada desde sempre uma fortaleza inexpugnável; provavelmente, nos diz a arqueologia, foi a mais antiga cidade fortificada. Para os hebreus essa cidade se transformou em símbolo da impotência do homem e, contemporaneamente símbolo da potência de Deus. Porque? O livro de Josué (Jos. 6) narra, com traços épicos, a realização da promessa de Deus que, na época, foi entendida como uma “terra onde corre leite e mel”; embora a promessa de Deus não se limitasse a uma terra geográfica, essa promessa precisava de uma etapa para ser realizada e essa etapa precisava de um lugar físico para que Israel pudesse construir uma Nação, mas a terra não era o objetivo principal da Promessa; era apenas uma etapa intermediária. Contudo os Hebreus interpretaram a entrada na Palestina como o sinal da realização “definitiva” dessa promessa, não conseguiram ir além disso. De fato a narração do ingresso é narrado como uma conquista de Deus sobre todos os esforços humanos.  Este ingresso foi marcado pelo episódio da queda de Jericó. Jericó se tornou um “símbolo” que servirá para lembrar para sempre que, por um lado as expectativas de Israel foram realizadas mas que esta realização é resultado exclusivo da ação de Deus, não dos homens.

 

            Josué, ao atravessar o rio Jordão, defrontou-se imediatamente com a mais fortalecida das cidades da época e nada poderia expugnar aquela fortaleza a não ser a ação única e soberana força de Jahvé. Para indicar esta ideia teológica, ou seja da impotência do homem e da potência de Deus, a tomada de Jericó é apresentada como se fosse uma grande procissão litúrgica, onde a Arca e os sacerdotes são os principais personagens e o exercito é meramente acessório.

 

            O nosso trecho do Evangelho começa com estas palavras: «Jesus chegou a Jericó». É evidente a referência implícita do Evangelista a Josué que “chegou” à Terra prometida mas se deu conta das grandes barreiras que o projeto de Deus sempre encontra em seu caminho. Podemos notar um pormenor interessante: os nomes “Jesus” e “Josué” são análogos e possuem o mesmo significado: “Jahvé salva”. O episódio de hoje se coloca dentro dessa visão e é construído pelo Evangelista como um ato da soberania de Deus que vem para salvar, que “chega” naquilo que é aparentemente inexpugnável: o isolamento do homem.

 

O fato se deu bem no momento em que Jesus estava saindo da Cidade. Assim como a conquista de Jericó, também esta “saída” de Jesus é descrita como uma procissão. Parece um cortejo ordenado conforme um critério de autoridade: Jesus, os discípulos, a multidão. Só que o lugar da antiga Arca da Aliança, (com todos os preceitos, normas, e ritos que representa) é ocupado definitivamente por Jesus. Ele é a Palavra viva que Deus oferece ao homem, inclusive ao homem que “não vê”.

 

Jesus estava saindo, deixando cidade para sempre. Dois domingos atrás pudemos refletir sobre um outro episódio análogo que se deu também quando Jesus estava saindo definitivamente de Cafarnaum; naquela ocasião um indivíduo se lançou aos pés de Jesus pedindo-Lhe de ser seu “mestre”.

 

Sabemos que a entrada e a saída de uma cidade, ou seja a sua “porta”, era o lugar onde geralmente eram realizados os julgamentos; associando os dois episódios à “saída de Jesus”, o Evangelista deseja representar que em Jesus -que se definiu “porta do redil”  se realiza o julgamento definitivo que Deus dá sobre o homem.

 

Diante Dele temos duas posições: a primeira é representada por aquela pessoa que se lançou aos pés de Jesus mas não foi capaz de renunciar àquilo que era supérfluo; a segunda é representada pelo cego de hoje: ele não se lançou aos pés de Jesus, mas sim respondeu ao chamado de Jesus o qual respondeu a um apelo que gritou do fundo do coração angustiado de um cego. Um apelo que não nasceu da razão nem das certezas, pois ele “não via”; nasceu da intuição de que aquela poderia ser a única e última possibilidade. Jesus responde sempre quando “gritamos a Ele”, mas nos responde com um chamado, é essa a Sua resposta. Ele chama quando “não vemos”. Chama quando “sentimos” que está acontecendo algo diferente, maior, quando Ele está passando... e precisa colher aquele momento com o único e irrepetível.

 

Em Jericó, um homem chamado por Jesus, possuiu a força de «deixar o manto», (o manto era o único direito de posse inalienável a um pobre -cfr. Dt. 24,11 etc.) e seguir a Jesus.

 

            Jesus estava saindo, a última esperança de um cego sentado há anos no mesmo lugar, podia também desaparecer. Era questão de um instante. Tudo ou nada. Num único instante a ser colhido em toda a sua dramaticidade e potencialidade. O que acontece num átimo pode ser definitivo para uma vida inteira. Um rico e um mendigo cego encontraram Jesus no mesmo contexto, isto é, saindo de suas vidas. Às vezes é assim que Deus passa pela nossa vida, é tudo ou nada num único átimo. Com certeza Deus não deixa de oferecer-nos muitas e muitas outras oportunidades para que nos encontremos com Ele numa maneira profunda, mas o que se perde na primeira vez somente muitas lágrimas às vezes poderão devolver, e isto o sabemos por experiência.

 

            Generosidade, coragem de arriscar, coragem de canalizar todas as forças para Jesus dão em troca uma profunda alegria de viver e a certeza própria de um pacto nunca expresso, mas sentido: o pacto da entrega recíproca, o pacto que chamamos “fé”. Outros caminhos poderão nos conduzir ainda rumo à mesma meta, mas com menos alegria porque, de algum modo, queiramos ou não, o reconheçamos ou não, houve um “não” na nossa vida... e isso tem um peso!

 

            O cortejo foi interrompido por um «grito». A Escritura apresenta várias vezes o “grito” como uma maneira com a qual o homem apela a Deus. Não é uma reivindicação, mas sim a última expressão do sofrimento confiante. É assim, por exemplo quanto à escravidão no Egito (Ex. 2,23) ou à entrega de Jesus na cruz (Mc. 15,37). É o último apelo do homem a Quem tudo pode. No grito de bar-Timeu está presente o grito de todo homem que quer “ver” em sua vida, que quer gozar plenamente da beleza de sua existência e não o pode. É o grito de um cego que só vivia do desgosto de sua existência. O mendigo é retratado em toda a sua humilhação: sentado, à margem do caminho dos outros homens, incapaz de sustentar a si mesmo; é verdade, não tem nome próprio, mas não é sem identidade (é o único cego de algum modo identificado pelos Evangelhos). Nele está a imagem do homem que ainda não “viu” o Senhor, fechado num mundo do qual é prisioneiro.

 

            Mesmo quando a multidão -aquela massa que acompanha Jesus mas não O “segue”- tenta abafar o grito de um insignificante mendigo, porque pouco condiz com o Messias dos sucessos, o filho de Timeu grita mais forte ainda. É a maneira correta de reagir diante do isolamento, que provoca a angustia. Apelar com maior força é a verdadeira saída, é robustecer a confiança e a força do apelo a Deus justamente quando bate a tentação de chorar sobre nós mesmos. É a maneira certa de responder, quando sentimos que uma cultura laicista tenta sufocar o que brota veemente do mais íntimo de nós mesmos. É a maneira certa de reagir quando a avalanche de propostas alienadoras tentam sufocar o grito que sai do profundo na nossa alma: “Quero ver! Quero ver com meus olhos, não com os olhos de outro!”. É aqui, no mais íntimo e singelo desejo humano que Jesus encontra o filho de Timeu. Nenhuma força coercitiva de qualquer multidão, por quanto forte e aguerrida que for, pode impedir a Jesus de encontrar-se com a pessoa que deseja ver a verdade e não se contenta com aquilo que outros lhe sugerem como sendo verdade.

 

            A voz de Jesus se sobressai ao barulho da multidão, se afirma pela boca dos seus discípulos, da sua comunidade de fé, da Igreja que ainda diz, como a Bar-timeu: «coragem», «recolhe as tuas forças».

 

            Sobre essas palavras continua o tema do nosso trecho do Evangelho, elas resumem tudo quanto é imprescindível a fim de que Jesus possa agir: «coragem» e «recolhe as tuas forças». Vamos refletir um pouco sobre o sentido delas.

 

            «Coragem», é um imperativo, é o estímulo necessário que às vezes nos falta para darmos aquele passo que resolverá a nossa vida. «Coragem», é a palavra que renova a esperança, que dá ânimo, que nos faz sentir a solidariedade de alguém que nos quer bem e deseja que façamos o esforço necessário a fim de que Deus possa agir em nós. «Coragem», é a palavra que nos direciona o amigo, o qual ainda acredita em nós, acredita naquilo em que, às vezes, nós mesmos deixamos de acreditar. «Coragem» é, ainda, a resposta necessária para dar os passos em direção a Jesus.

 

Associada a esta expressão encontramos a outra, (egeire) que às vezes é traduzida com “levanta-te” mas que, propriamente, significa: “acorda” ou “recolhe as tuas forças” -tradução que preferimos. Levantar-se é um simples gesto físico; “acordar” ou “recolher as forças” é uma atitude; significa sair de um estado de prostração que adormece e que amortece. É a mesma expressão usada com este sentido pelo Autor da carta aos Efésios: «Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará» (Ef. 5,14); ou quando Jesus trouxe de novo à vida a filha do chefe da Sinagoga (Lc. 8,54); ou quando Ele perdoou os pecados ao paralítico (Mc. 2,11)... enfim, é a palavra que devolve a vida ao homem inteiro, à sua alma e à sua existência.

 

Jesus pode nos dar isso, se o quisermos.

 

“Recolher as forças” indica também a postura que o homem deve assumir perante Jesus se quiser recuperar a vida e sair da “morte” de uma existência sem sentido. Significa canalizar e orientar todas as forças, mesmos as últimas, aquelas que só podem ser “recolhidas” porque são “resto”, em direção de Jesus. Quando isto acontece, é possível romper a monotonia de uma existência vivida à margem da vida, é possível dar o passo que mudará tudo.

 

            Dado o primeiro passo, o resto fica com Jesus.

 

Como tantas outras vezes o vimos nos Evangelhos, para Jesus esse primeiro passo é o suficiente. Assim sendo, Jesus se antecipou a “bar-Timeu”: «O que queres que eu te faça?». Magistralmente o Evangelista apresenta a contraposição entre os dois filhos de Zebedeu os quais, no Evangelho do domingo passado, pediam: «Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir». Duas atitudes diferentes. A de bar-Timeu, é própria da pessoa que recebe como dom aquilo que Jesus está disposto a dar, a segunda é própria da pessoa que “quer” de Jesus que Ele realize um projeto estabelecido com antecedência por ela mesma. Aos dois filhos de Zebedeu Jesus respondeu que não cabia a Ele resolver aquilo que eles tinham em mente, não veio para isto, não veio para satisfazer as vontades de ninguém. Ao filho de Timeu Jesus indicou realmente o que Ele pode dar: a possibilidade de sair da “morte” da alma e ver.

 

É isto que podemos sempre e com certeza pedir a Jesus; no decorrer de toda a nossa vida Ele nos abrirá os obscuros meandros do nosso mundo, da nossa alma feita de medos e sombras de dramas que vivemos e não sabemos como encarar, dramas que ficam escondidos e que pesam na nossa vida. Jesus nos ilumina sobre nós mesmos no mesmo momento que nos ilumina sobre si mesmo.

 

É preciso saber o que pedir a Jesus, para o cego foi imediato: «que eu veja».

 

O que o filho de Timeu pediu, podemos, devemos sempre pedi-lo a Jesus:

 

Que eu veja!  

 Que eu veja o que não sou,  

 para me aceitar por aquilo que sou,  

 Que eu veja, Senhor, o que me falta,  

 para saber sempre que você me ama assim;  

 ... que eu veja o mundo 

 com a visão que Tu me deste ”. Amém


Postado em: 24/10/2012 as 18:38:01





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