Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Festa de todos os Santos


04 de novembro de 2012



   

XXXI Domingo do Tempo Comum

(Festa de todos os santos)

 

«Vendo as multidões, Jesus subiu ao monte. Quando sentou, os seus discípulos chegaram perto dele. Então tomou a palavra e ensinava-os assim: “Felizes os pobres em espírito, porque a eles pertence o reino dos céus. Felizes os aflitos, porque serão consolados. Felizes os mansos e humildes, porque herdarão a terra. Felizes os famintos e sedentos de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque serão tratados com misericórdia. Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. Felizes os que constroem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque a eles pertence o reino dos céus. Felizes sereis quando vos ofenderem, perseguirem e disserem todo tipo de calúnia contra vós por minha causa. Alegrai-vos, porque grande será vossa recompensa no céu.» (Mt. 5,1-12)

 

            A imagem com a qual o Evangelista emoldura esta admirável síntese da vida cristã que acabamos de ler, recorda a primitiva Lei de Israel, a lei dada no monte Sinai por meio de Moisés. A analogia é evidente já que, do mesmo modo que Moisés, Jesus proclamava as bem-aventuranças num “monte”. A Lei era o orgulho de Israel, o meio privilegiado para conhecer Deus e ter um relacionamento com Ele. Israel sentia-se um povo superior por causa por causa disso, «...e que grande nação há que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que eu hoje vos proponho?» (Dt. 4,8); inclusive porque os outros povos tinham as divindades como forças caprichosas, imprevisíveis e impossíveis a serem conhecidas. O Deus de Israel, ao contrário dos outros, tinha uma lógica expressa na “Lei”; esse Deus queria relacionar-se com os homens de modo livre e responsável, de um modo respeitoso da dignidade da pessoa humana. Todos nós conhecemos as vantagens e os limites de uma lei, de qualquer lei, contudo, dizer que Jesus veio trazer uma nova lei e identificar isto com as bem-aventuranças que deveriam substituir a Lei anterior, não parece ser o correto e nem respeitar plenamente todo o caminho de fé percorrido no Antigo Testamento, como se uma lei divina pudesse ser ab-rogada, pois se de fato brotou de Deus, por si própria possui algo de eterno.

 

Uma diferença logo aparece na confrontação entre as “dez palavras” (Ex. 34,28) gravadas na pedra e as palavras que Jesus pronunciou: os dez mandamentos são preceitos expressos em forma de “não”; ora, se as bem-aventuranças fossem algo que se coloca como uma contraposição ao Antigo Testamento, esperaríamos o contrário do “não”, ou seja, um preceito positivo. Ou seja, pedir que se “faça alguma coisa”. Contudo, percebemos que Jesus, nessa coletânea de proposições, não pede para fazermos nada,  não nos pede, por exemplo, de sermos perseguidos, caluniados, ou de chorar; nada disso é sinal de santidade; é como vivemos isso («bem-aventurados os que...») que é sinal de santidade ou não!

 

A segunda observação que logo se nos apresenta é o contexto que as bem-aventuranças pressupõem, isto é, o mundo que está por detrás delas, feito de homens fortes que se impõem porque “podem”; o mundo daqueles que sempre são apontados como pessoas realizadas porque conseguiram tudo na vida; é o mundo das pessoas que se consideram tão íntegras e justas que aplicam sua justiça com outra tanta fria objetividade que não deixa espaço à misericórdia... Ao lado desse mundo desejado e ufanado por muitos como meta onde se pode encontrar a felicidade tão procurada, se entrevê o mundo dos outros, feito de pessoas simples, comuns, pessoas das quais ninguém falará na história dos grandes; pessoas que não sabem como se colocar diante dos fortes, pessoas que sequer pensam de ter direitos; pessoas pelas quais a paz é mais importante do que o poder, pessoas que, quando falam, não levantam o olhar. Enfim, pessoas das quais ninguém dirá: “que sorte teve!”, como se faria com os primeiros. Dois mundos, duas mentalidades, dois objetivos de vida estão por detrás das Bem-aventuranças que Jesus anuncia.

 

Por nove vezes Jesus diz a estas pessoas aquilo que ninguém lhes diria: “Sorte sua!” (na língua do nosso Evangelista a palavras usada, makarioV, que traduzimos comumente com “bem-aventurado”, significa: “bom para você”). Mas como? O que têm pessoas nestas condições para se alegrar?

 

Podemos encontrar uma luz para entender tal posição de Jesus, num trecho do profeta Oseias. Neste trecho o Profeta reconhece a Deus um dos mais antigos atributos que conhecemos. Num imaginário processo entre Deus e o seu povo que «embora chamado a olhar para o alto, não quer levantar o olhar», Deus teria todas as razões para aplicar um castigo a Israel, no entanto assim continua o Profeta: «Como poderei te abandonar? Não executarei o furor da minha ira, porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti.» (Os. 11,9). Vemos aqui que a ideia de santidade, não é um atributo moral, quase sinônimo de perfeição, magnificência etc. Aqui indica, -por assim dizer- a “personalidade desse Deus” o fato de Ele não agir na maneira que seria a mais obvia, a maneira como todo homem “natural” agiria. Ser “santo” se manifesta no fato de “agir santamente” o que significa agir de um modo surpreendentemente diferente. Assim é Deus, é surpreendente, é inaudito..., e isto porque Deus é diferente, não é homem e não pensa como homem.

 

O agir é consequência do ser. É a maneira com a qual o ser se manifesta. Parece obvio que Deus não é homem no entanto isso é tão obvio que isto corre o risco de ficar um princípio teórico, abstrato; porém, de fato, na maioria dos casos nós pensamos que Deus precise agir com a nossa lógica e pretendemos que Ele aja como agiríamos nós, com os tempos que nós estabelecemos etc. O fato que o Profeta reafirme a Israel que “Deus é santo”, é como um recordar a todos que o critério humano não é o único e não é o parâmetro de todas as ações. Recordar que existe a santidade lembra ao homem que é «chamado a olhar para o alto». Assim como foi para o Profeta, recordar isso ao mundo é parte da missão que Deus nos confia, como claramente São Paulo afirma aos cristãos de Tessalônica: «esta é a vontade de Deus: a vossa santificação» (1Ts 4,3). É um desejo de Deus, para que o mundo possa sempre apontar para o alto, além de si mesmo, além do obvio, além dos limites. É preciso olhar para o alto para encontrar Deus. O mundo precisa de santos para que o homem redescubra a cada dia a sua vocação e a sua alta dignidade.

 

Nas Bem-aventuranças Jesus se dirige aos «pobres em espírito, aos aflitos, os mansos e humildes» e assim por diante, como a pessoas “de sorte” porque, não tendo dentro do coração como objetivo dominante aquilo que a maioria das pessoas secularizadas busca, então poderão mais facilmente encontrar-se com Deus, o qual «é Deus e não homem».

 

            Sim, as Bem-aventuranças nos dizem das condições que são mais favoráveis para um encontro com Deus. Contudo, é preciso sempre ter claro que as condições de sofrimento, injustiça etc. não são por si próprias sinônimo de santidade. A condição pode facilitar. Santo não é o pobre o injustiçado, o aflito. A maneira de viver isto pode, sim, indicar santidade.

 

Outro mal entendido se dá quando associamos a ideia de um homem “santo” a uma figura imaginária impecável, perfeita no sentido estoico e epicureu. O “santo” é um homem, não um semideus. Paulo se dirige a todos os cristãos que permanecem firmemente na sua profissão de fé e na condição que Deus escolheu para eles chamando-os “santos”. O que significa, então, ser “santo”?

 

            A ideia de “santidade” é expressa de várias maneiras na Bíblia; algumas são um tanto estranhas para nós, mas outras continuam tendo toda a sua força e se nos oferecem ainda como um desafio que é capaz de recordar ao homem que é chamado a superar a si mesmo, rumo ao infinito de Deus. Permito-me apresentar duas ideias de santidade.

 

            Em alguns casos a Escritura usa a palavra “santo” (no termo osioV) para indicar algo que, na minha opinião, é realmente encantador; é o atributo próprio de quem “assume sobre si todas as consequências do relacionamento com Deus”, como fez o Servo de Jahvé descrito no livro de Isaías. Nesse sentido, por exemplo, Jesus é chamado «Santo de Deus» quando Pedro faz a sua profissão de fé (Jo. 6,68). É o termo usado na carta aos Hebreus para indicar a morte e o sacrifício de Jesus, que assumiu todas as consequências da sua intima união com o Pai (cfr. Hebr. 7,26; 10,10) e com os homens. Eis, então que temos nisto uma maravilhosa dica para nós. Ser santo não é um banal aperfeiçoamento ético ou moralista: santo é o homem todo, não somente um seu aspecto. É o homem que, tendo um coração desprendido das buscas pagãs, se refugia em Deus e assume até o fim o que isso implica; do mesmo modo que Jesus fez. Não se trata de uma simples imitação de Jesus (o que já é bom!) porque, se assim fosse, não estaria envolvida a parte mais íntima de nós mesmos, as escolhas responsáveis, os riscos assumidos com liberdade, as iniciativas capazes de sempre criar situações novas para viver até o fim o relacionamento com Deus...

 

Ser santo é uma decisão. É decidir o que Jesus decidiu e transformá-lo em vida com escolhas intermediárias capazes de visibilizar esta firmeza de relação com Deus.

 

Em outras circunstâncias a Escritura usa outra palavra (agioV), que podemos traduzir também com “separados”, mas isto é uma simples consequência de outro sentido bem mais importante. Santo, aqui, significa “além daquilo que compete ao homem”. Agir como um “santo” indica a capacidade de superar, de ir além do profano, do comum, do corriqueiro. Significa projetar-se naquilo que Deus é e deixar-se transformar por Aquele que é o único Santo na sua essência. Assim como nos rituais antigos da maioria das culturas religiosas tornava-se “santo” um objeto pelo simples contato com a divindade, do mesmo modo o homem de fé, isto é, que crê e permanece fiel, é transformado em algo “santo”, pela comunhão que quotidianamente realiza com Deus dentro da comunidade na qual Deus escolheu se fazer presente definitivamente em Jesus Cristo, a sua Igreja. Por isso Paulo escreve aos cristãos de Corinto dirigindo-se deste modo: «aos que são santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos» (1Cor, 1,1). Vê-se aqui a dinâmica do que significa santidade: por um lado é a condição que o cristão vive pelo fato de estar inserido em algo de sagrado, que é a Igreja uma vez que esta é o lugar preferencial onde Jesus escolheu estar presente, por outro lado a santidade “essencial” do cristão se transforma progressivamente em santidade “existencial”, isto é, em gestos, palavras, sentimentos etc. Tudo isso acontece à medida em que o cristão sabe de estar numa comunidade santa e se deixa conduzir pelo Espírito, pela presença Daquele que é Santo; desse modo, respirando o Espírito santificador, é ele mesmo transformado em pessoa que fala a linguagem de Deus, que recorda a presença de Deus, que age com as atitudes de Jesus. «Vós sereis santos, porque eu sou santo» (Lev. 11,45) dizia a Antiga Aliança; palavras que encontraram a sua plena expressão séculos e séculos mais tarde, com Jesus, Aquele que é o Santo no meio de nós, de modo real e permanente. A santidade é o resultado de uma comunhão, continuamente re-escolhida. De tal comunhão brota uma alegria que necessariamente transborda. A consciência de possuir um tão grande tesouro provoca a necessidade de que outras pessoas também sejam felizes.. é assim que da santidade nasce o apostolado, o anúncio, a missão. Ações santas são a transparência da realidade que se impõe dentro do coração de um homem que tem Deus no centro de sua vida.

 

Deus te abençoe!

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 01/11/2012 as 13:33:43





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