Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXXII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012



   

«No seu ensinamento, Jesus dizia: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com longas vestes, de ser cumprimentados nas praças públicas; gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”. Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre do tesouro, e observava como a multidão lançava suas moedas no cofre. Muitos ricos lançavam grandes quantias. Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada. Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros, que ofereceram esmolas. Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”» (Mc. 12,38-44).

 


 

Jesus estava em Jerusalém, meta da sua longa viagem e símbolo do ponto de chegada do homem que aprende a crer e seguir Jesus assim como os discípulos haviam feito desde a alta Galileia. No entender do judaísmo e da tradição do Antigo Testamento, Jerusalém era o lugar do julgamento, onde aconteceria a salvação ou a condenação definitiva; seria o lugar-símbolo da palavra que Deus diz sobre o homem. Segundo o ensinamento dos rabinos, pela “Porta Dourada” que dá no vale do Cédron, passariam as almas dos que seriam salvos no final dos tempos. Se Jerusalém era o lugar-símbolo do julgamento final de Deus, grande significado escatológico tem o episódio que hoje nos é oferecido para a reflexão pelo Evangelista, pois o fato se deu no coração do judaísmo: o interior do Templo. Aquilo que acabamos de ler, então, mais que uma narração é a revelação do critério último de julgamento com o qual Deus dirá a “sua” palavra sobre as palavras e as atitudes dos homens.

 

Jesus costumava frequentar o Templo como o fazia todo bom judeu e ali Ele costumava ensinar debaixo do “pórtico de Salomão”, parte de uma imensa estrutura, o Templo, que ocupava quase dois terços de Jerusalém na época de Jesus.

 

O trecho de hoje nos mostra Jesus precisamente no ato de ensinar. «Estava sentado», diz o Evangelista, ou seja, em posição típica de quem ensinava, bem como costumavam se por os “doutores da Lei” ( a Escritura era também chamada “Lei” no sentido de “lógica de Deus”, “vontade de Deus”; inicialmente se entendiam apenas dos primeiros cinco livros da Bíblia, mas em seguida a denominação foi ampliada).

 

Ao contrário da maioria dos rabinos que se limitavam a discutir sobre as possíveis interpretações da Escritura, Jesus “ensinava”; o que é bem diferente. “Ensinar” significa “indicar o caminho certo” e o caminho “certo” é pensar com a “lógica” do Pai... Ora, Jesus fazia isso  a partir de fatos quotidianos, de situações comuns como aquela narrada hoje. Jesus não interpretava, explicava e, explicando, ensinava! O fato de interpretar tem quase sempre um pressuposto subjetivo, depende de vários fatores que modificam a interpretação que uma pessoa o outra podem dar. A interpretação pode ser confiável apenas quando ultrapassa a subjetividade e se liga a uma tradição, a uma história objetiva e não a situações privadas ou particulares. Bem diferente é a “explicação”: ela é profundamente respeitosa do conteúdo, é humilde e se entende como um “serviço” oferecido a alguma pessoa que não consegue penetrar com a mesma intensidade um conteúdo no qual já crê. O conteúdo é sempre objetivo e está acima da pessoa que o explica. Os Evangelhos sempre dizem de Jesus que “explicava”, nunca que “interpretava”. O ensinamento de Jesus era um ensinamento dinâmico, que transmitia princípios de vida, não teorias. Provavelmente o ensinamento de hoje se deu enquanto ocorria uma cerimônia (não era um culto, nem uma celebração) se tratava da cerimônia da oferenda.

 

O significado é bastante complexo e não cabe aqui determo-nos nisso, todavia é útil saber que o ato de dar uma oferenda ao Templo nasceu como gesto espontâneo de participação.

 

Dar a oferta era um símbolo com o qual uma pessoa declarava de pertencer à única comunidade de Israel; era um contributo dado com alegria e orgulho de ser parte integrante de uma Nação única, cujo rei era um único Deus: Jahvé.. Dar a oferenda a Jahvé era um ato piedoso com o qual se reconhecia que somente Deus é o Senhor de Israel, a Ele Israel deve obediência. Comumente os súditos pagavam um tributo ao rei. Israel, -em tese- deveria ter somente um rei: Jahvé, mas a oferta não era um tributo, era um ato de participação e de comunhão. Porém a história se desenvolveu de modo diferente e aquilo que inicialmente era um gesto prazeroso e honrado, transformou-se num “imposto”...

 

Repetir o gesto da oferta deveria representar a atitude de confiança constante na providência de Deus, bem como a entrega a Ele. A cerimônia encontra sua origem no episódio narrado no Livro das Crônicas, quando o Rei Joás «...deu uma ordem e fizeram um cofre e o puseram do lado de fora da porta da Casa do Senhor. Publicou-se, em Judá e em Jerusalém, que trouxessem ao Senhor a oferta prevista... Então, todos os notáveis e todo o povo se alegraram, e trouxeram a oferta e a lançaram no cofre» (2Cron. 24,8s). Todavia, esta alegre e espontânea participação não durou por muito tempo!

 

Quantas coisas, nascidas com um belíssimo significado espiritual, quando se percebe que dão “resultado”, se transformam em fonte de renda da qual dificilmente estamos dispostos a renunciar! Assim foi também em Israel: bem cedo aquilo que era fruto de uma espontânea e generosa doação, feita com «alegria», acabou se transformando numa regra, numa tradição e, na época de Jesus, um verdadeiro “imposto” para o Templo (cfr. Mt. 17,24). Jesus, sentado, observava as treze caixas (chamadas gazofulakion, gazofilakion) que então constituíam o “cofre” do Templo e, com estas, observava também as atitudes das pessoas enquanto ali «lançavam» suas ofertas. O Evangelista usa a mesma expressão que encontramos no trecho de Crônicas: «lançavam» (não “depositavam”, como usam algumas traduções). O verbo é repetido bem sete vezes –conforme o simbolismo em uso entre os judeus- para indicar que fazer a oferta é uma atitude conforme a Lei de Deus, pois indica o despojo, o desprendimento, a certeza de que Deus providenciará o necessário quando houver confiança Nele. Todavia, à diferença do primeiro texto, no Evangelho falta a palavra «alegria», que era associada ao «lançar» a oferta. No lugar desta alegria Jesus percebia outras atitudes que eram frequentes durante a cerimônia. O verbo em questão não foi usado por acaso porque é um ótimo meio que o Evangelista encontrou para que pudéssemos estar presentes com Jesus e ouvir, com Ele, o barulho das moedas “lançadas” dentro das caixas.

 

A cerimônia tinha um ritual fixo e público: os oferentes faziam a fila diante das caixas, entregavam o dinheiro ao sacerdote o qual conferia a validade das moedas (não eram aceitas moedas pagãs, romanas, por exemplo), quantificava o seu valor total, anunciava em alta voz o valor depositado, o devolvia ao oferente o qual “lançava” as moedas no cofre para que todos pudessem ouvir o tinir destas e testemunhar o fato.

 

Jesus via tudo isso..... o que não via era a alegria.

 

Infelizmente, o que o Senhor via naquele gesto era o maligno verme que é o culto de si mesmo: o “ser protagonista”.

 

Jesus ensinava. Ensinava quanto ao «tomar cuidado» com o protagonismo, ensinava a se precaver, a olhar com horror o protagonismo, pois é o primeiro passo com o qual, aos poucos o nosso “eu” vai tomando conta da nossa alma. Jesus ensinava que é necessário aborrecer aquilo que é objeto do prezo comum, pois o julgamento definitivo que Deus dará não será sobre os atos, mas sim sobre as atitudes que estão por trás de cada ato. Até fazer uma esmola pode ser indício de uma atitude egoísta, até fazer obras de beneficência pode esconder o culto a si mesmo. O protagonismo é pérfido e se insinua em inúmeras situações as quais, aparentemente parecem até boas, mas de fato não o são.

 

Quando a atitude de oferta é autêntica, quando é expressão da generosidade do coração, ela é sempre alegre, pois não espera alguma retribuição e, consequentemente não conhece a decepção. Não está na expectativa de algum reconhecimento nem do aplauso de ninguém, pois encontra o seu valor em si mesma. A oferta que Jesus reconhece como tal é escondida e não faz ouvir o seu tinir no meio de tantos, que fazem questão de se deixar identificar. É despercebida.

 

A maneira como oferecemos revela o que estamos dispostos a oferecer; é isso que Jesus viu tanto nos mestres da Lei quanto na viúva. A oferta tem sempre uma relação com o que de fato somos, ela revela realmente “quem” somos.

 

Um detalhe do Evangelho, pode nos ajudar a entender a ligação que existe entre a oferta e a relação com Deus. O Evangelista escreve que Jesus percebeu as «longas vestes» (não “vistosas”, como alguns traduzem) que os oferentes de relevo trajavam, não é por acaso a nota. A veste longa era um símbolo. Por exemplo, no livro de Gênese, encontramos a história de José: ele ganhou uma «veste de mangas longas» em sinal de predileção por parte do pai Jacó (Gen. 37,3). Os fariseus e todos quantos se consideravam bons religiosos, costumavam usar vestes longas para declarar que se sentiam favoritos por Jahvé e isto por causa de própria fidelidade à Lei de Deus. Era um modo de se apresentar como exemplo a fim de estimular o povo menos devoto. Estas longas vestes eram cingidas por um cordão azul e uma série de franjas (como ainda hoje se usa entre os hassidim) para indicar com isso que “a fidelidade a Deus cingia seus rins (vida) na viagem em Sua direção”. É um tema comum nos Salmos.

 

Eis então o quadro que se apresenta aos olhos de Jesus: por um lado pessoas que emitiam um julgamento sobre si mesmas pressupondo que seria o mesmo julgamento que Deus daria. Eles, os fariseus, os ricos, os “exemplos viventes” tinham todos os elementos que lhes permitiam antecipar o julgamento que Deus daria, pois eram fiéis à Lei de Deus, faziam muitas esmolas, etc. enfim, podiam até se apresentar como modelos para quem quisesse trilhar o caminho de Deus. Por outro lado viu também uma viúva cujas moedas não fizeram algum barulho, eram poucas demais para serem ouvidas. Contudo, paradoxalmente, essa mesma mulher se demonstrava a verdadeira conhecedora da Lei pois, ao entregar tudo o que possuía, estava entregando si mesma a Deus. É exatamente isso que manifesta o verdadeiro amor que é, acima de tudo, acima das sensações e convicções privadas, uma entrega a alguém sem pressupor retornos, sem ter as costas protegidas, um caminho de saída sempre pronto para qualquer evento. O amor é um “Sim” de entrega que se baseia na certeza da fidelidade do amado.

 

Os outros, os doutores, além de dar um julgamento errado sobre si mesmos e presunçosos de saber interpretar até o pensamento de Deus, mantinham sempre uma parte para si, uma “reserva para qualquer eventualidade”. A viúva não! O tesouro dela era apenas a certeza da fidelidade de Deus a um ato objetivo, visível, concreto.

 

Onde não há espaço para a Providência, sequer há espaço para o amor a Deus. A entrega é consagração, amor de quem se entrega sem reservas; é o objetivo de toda a história da salvação: «Eu serei o vosso Deus e vocês serão o meu povo» (Lv. 26,12).

 


Postado em: 09/11/2012 as 11:09:59





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