Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Festa de Cristo Rei


25 de novembro de 2012



   

«Pilatos chamou Jesus e perguntou-lhe: “Tu és o rei dos judeus?” Jesus respondeu: “Estás dizendo isto por ti mesmo, ou outros te disseram isto de mim?” Pilatos falou: “Por acaso sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?” Jesus respondeu: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”. Pilatos disse a Jesus: “Então tu és rei?” Jesus respondeu: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”. » (Jo. 18,33-37).

 

 


 

 

As inúmeras distorções que a história viveu sobre o conceito re “realeza”, geraram em nós quase um sentimento de rejeição ou, pelo menos de anacronismo. Falar de “reis” e “rainhas” é uma linguagem relegada ao mundo das fábulas ou de antigas instituições que se enfeitam com coreografia e bem pouco têm de valores autênticos. Enfim,  “reis e rainhas” não são mais de moda, então vale ainda a pena festejar um título tão antigo atribuído a Jesus? Tem ainda sentido dizer que Jesus é rei? Não é mais de efeito, por exemplo, dizer que Ele é um iluminado? Um guia? Um ilustre e genial homem que modificou as estruturas culturais de uma época? Um homem espiritualmente tão elevado que o próprio Deus podia manifestar-se Nele?

 

Opiniões... simplesmente opiniões! O que temos claro no Evangelho de hoje é que pela primeira vez, pessoalmente, Jesus se fez conhecer como “rei”. Sim, o fez apenas naquele momento, diante de Pilatos. Ele nunca aceitou esse título dado por um homem, especialmente se que vislumbrasse nele a esperança de poder. Jesus se declarou “rei” apenas quando toda possível perspectiva de sucesso que os outros haviam depositado Nele estava frustrada, presa, assim como estavam presas as suas mãos.

 

Por outro lado precisamos prestar um pouco de atenção nas atitudes de Jesus. Nesse momento Ele usou um jogo de palavras que contemporaneamente afirmava a Sua realeza e negava a realeza no sentido como a entendia Pilatos e o resto dos judeus. A pergunta de Pilatos era: «Você é o rei dos judeus?» entendendo assim uma contraposição poder de Jesus contra o poder romano ou judeu. A resposta de Jesus não foi uma afirmação nem uma declaração de realeza no sentido de Pilatos; nesse caso podemos dizer que “a boca fala daquilo que o coração está cheio” ou seja, Pilatos entendia de um modo que deixava a entender um poder terreno; por isso o Senhor lhe respondeu: “É você que está dizendo isso” …. (não eu); porque, se assim fosse, os meus guardas teriam lutado....”.

 

Porque Jesus não aproveitou da ocasião para declarar-se definitivamente o “messias-rei” esperado? O modo de proceder de Jesus parece até uma recusa firme a esse título que, no entanto foi um dos mais antigos títulos dados a Ele. O livro de Atos dos Apóstolos (At. 17,7) nos dá uma indicação do que estava acontecendo nas comunidades cristãs primitivas logo após a morte de Jesus; os cristãos de Tessalônica, por exemplo, foram perseguidos porque estavam declarado de reconhecer um outro “rei”, não o Imperador! Sabemos também o resultado disso: a comunidade de Tessalônica foi dizimada...

 

Se tratava apenas de uma questão de poder? De jurisdição? De obediência e tributos devidos?

 

 

Creio que o próprio Pilatos possa nos ajudar a compreender o sentido de tudo isso. Não deve ter sido fácil para um Procurador do Império, que era acostumado a entender as relações entre Rei e súdito como relações de poder e controle, reconhecer em Jesus uma realeza que nunca tinha visto. Não deve ter sido fácil dizer: «este é o Rei dos Judeus» e confirmar oficialmente com autoridade a escrita da cruz: «Este é o rei dos judeus... o que escrevi está escrito».

 

            Cada momento da narração do nosso trecho do Evangelho nos transmite uma tensão profunda no coração de Pilatos perceptível desde que Jesus disse: “Eu sou Rei”. Nunca antes daquele momento Jesus tinha feito tal afirmação sobre si mesmo, pelo contrário, os Evangelhos nos narram várias circunstâncias em que Jesus fugiu da multidão que queria fazer dele um rei. Mesmo ao entrar em Jerusalém, Jesus o fez seguindo as tradições dos antigos reis, montados sobre jumentos, animais do povo humilde, animais do trabalho necessário à sustentação e não montado em cavalos de guerra.

 

            A ideia de “Rei” à qual Jesus se referia estava em continuidade com a ideia originária de Israel, a ideia mais singela forjada numo longa história. Enquanto todos os povos do Oriente cultuavam um rei como descendente de alguma divindade, em Israel apenas Jahvé era o Rei de Israel, nenhum homem teria condições de ocupar o lugar que apenas é de Jahvé, pois Ele havia libertado Israel, protegido cotra os inimigos, providenciado o alimento... A força dessa concepção de que Jahvé é o único Rei, é muito bem expressa no espanto de Isaías quando disse: «Coitado de mim, os meus olhos viram Jahvé, o Rei de Israel !» (Is. 6,5). Não podemos aqui reconstruir toda a história e as tensões em Israel entre aqueles que desejavam ter uma monarquia como todos os povos e aqueles que desejavam continuar reconhecendo apenas a soberania de Jahvé. Por outro lado ficava clara uma coisa: dizer que Jesus é “rei de Israel” significava afirmar, junto com a autoridade, também a sua dignidade divina.

 

            Aqui está o núcleo da pergunta de Pilatos. Afinal, para ele, que era pagão, não era tão difícil admitir a divindade de alguém, mas para os judeus não!

 

            Jahvé apenas era o “rei de Israel” porque, contrariamente à nossa visão de realeza, que está ligada mais ao poder, ao território etc. em Israel o Rei era uma “personalidade corporativa” ou seja, alguém que resumia em si os sentimentos do povo todo, desde os mais humildes até os de maior destaque. Para Isaías Deus é o “Emanuel”, ou seja Aquele que fica estavelmente entre os seus. Um rei autêntico não se abstraia do povo (a não ser em algumas circunstâncias religiosas)  mas se sentia “um dentre o povo”. Nesse sentido Jesus, ao definir-se rei diante de Pilatos e da multidão, levava a cumprimento o simbolismo do gesto realizado quando do seu Batismo. Naquela ocasião Ele, Deus, quis ser batizado junto com todos os pecadores, os frágeis, os simples: era “um entre tantos” não para se afastar mas para se unir. Esse era o seu reino. Um reino que não pertence a um mundo de opressão e violência mas de solidariedade e partilha.

 

            É muito bonito, para mim, lembrar que nós também fomos batizados e ungidos como “reis”, tanto quanto Jesus. Nós, pessoas que não fazem deste mundo o reino definitivo mas sim, pessoas profundamente mergulhados neste mundo e nunca desligados das vicissitudes humanas, todavia projetam-se além do limite do espaço e do tempo, apenas no limite do Infinito de Deus. Nós, pessoas frágeis que esperam o que o mundo não sabe mais esperar.

 

Ha, ainda um significado muito rico e útil para o nosso caminho de fé, nesse termo “rei” com o qual festejamos o Nosso Senhor.

 

A realeza não é uma característica pré-determinada, não é um “direito por descendência” (embora em muitos casos tenha sido interpretada desse modo; mas a Escritura nos mostra que nem sempre foi assim). Para ser rei precisava a aprovação de Deus independentemente da descendência. A ideia de “rei”, então, não é apenas estática, no sentido de que é uma prerrogativa com a qual se nasce, mas é dinâmica; ou seja, alguém se torna “rei”. Ao povo que voltava do exílio Isaías dizia: «O teu Deus se tornou rei» (Is. 52,7). Ora essa mensagem de Isaías foi dada ao povo que estava voltando do exílio, era uma mensagem que indicava o início de uma nova época. Nessa nova época, tudo teria o seu sentido se focalizado no “Rei”, Deus pois, como dissemos, o rei é uma personalidade corporativa na qual todos se encontram e podem realizar-se como pessoas e como povo. Sendo assim temos mais uma conclusão: a nova era é caracterizada pelo universalismo, isto é no fato de que todas as pessoas são atraídas definitivamente a Deus e poderão encontrar a si mesmas exatamente em Deus.

 

            Mais tarde, Jesus dirá aos fariseus: «quando eu for elevado da terra atrairei todos a Mim!». Reconhecer que Jesus é “rei” significa então reconhecer que é Nele que todos e cada um de nós pode se reconhecer e se reencontrar. O reconhecimento da realeza, como dissemos, vêm de outros; assim sendo, Jesus não se declarou “rei” para que nós proclamássemos que Ele é o nosso Rei, para que nós Lhe disséssemos: “sem você, Jesus, não sabemos mais quem somos!”

 

Realeza é mais do que domínio, é nobreza. È a nobreza de um coração bonito, embelezado pela capacidade de dar sem medir. Nobre é o coração que está acima, que está além, livre; por isso pode dar sem restrições. Nobre é quem não luta para o que é mesquinho, para meias medidas, para afirmar a si mesmo.  Ao dar a sua vida, como a última coisa a oferecer, Jesus o fez como um Rei, não como um homem derrotado; como um rei que acolhia em seu reino o último dos pecadores, um ladrão pendurado a seu lado que soube entrever aquilo que outros não viam. Um Rei é nobre na atitude que demonstra grandeza e superioridade, a única que mostra o verdadeiro poder: o perdão que justifica também quem não merece ser justificado.

 

 

Este é o nosso Rei. Esta também é a dignidade e nobreza do homem novo que tem Jesus como a riqueza de sua vida.

 

 

 

 


Postado em: 23/11/2012 as 16:23:11





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