Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 I Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012



   

«Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, com pavor do barulho do mar e das ondas. Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as forças do céu serão abaladas. Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima. Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem sobrecarregados em gula, embriaguez e preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós; pois esse dia cairá como uma armadilha sobre todos os habitantes de toda a terra. Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de terdes força para escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do Filho do Homem”» (Lc. 21,25-28.34-36).

 

 


 

Ano após ano, com um incansável ciclo que se repete como o circuito das águas que, sempre diferentes e sempre iguais se sucedem para dar vida ao mundo, a liturgia nos repropõe o mistério com o qual Deus levou a cumprimento a promessa messiânica que consistia na Sua presença estável e definitiva no meio de seu povo para santificá-lo.

 

 

O Advento que hoje começa, solicita os nossos corações para dispormo-nos quanto melhor possível a acolher a oferta que Deus, incansavelmente, faz e fará a todo e cada homem que vier a existir. È como se a cada ano, aquele ato admirável com o qual Deus quis fundir a existência humana com a vida divina há dois mil anos nos seja novamente proposto a fim de que, aquilo que se verificou para todos os homens naquele tempo, seja oferecido no hoje de cada homem, de forma nova e pessoal. Todo ano novas pessoas nascem, novas pessoas são convocadas para participarem e sentirem-se envolvidas pessoalmente com aquilo que já foi realizado um dia, para toda a humanidade; assim, cada ano cada pessoa pode dizer pela primeira vez ou então renovar a sua escolha: “sim, eu quero fazer parte dessa história”.

 

 

A renovação do mistério do Natal para o qual estamos nos encaminhando significa celebrar não apenas a lembrança de um acontecimento único, mas algo bem mais profundo. Ou seja: a encarnação de Deus tem sido um fato historicamente único, por outro lado esse não tocou apenas a dimensão exterior da vida humana, isto é a sua “existência”; aquilo que ficou mais envolvido foi o que o homem é, isto é, a sua “essência”. Sim, porque Deus, unindo-se a o que é humano, Ele fundiu (sem confusão) o que Lhe é próprio (a vida divina) com aquilo que é próprio do homem (a dimensão em que nós vivemos, aquilo que somos por natureza). Assim o que aconteceu em nível essencial para todo homem, é preciso que se torne uma dimensão existencial para cada pessoa, até o fim dos tempos. Essa é a principal missão da Igreja, e para isso a todo ano oferece aos seus filhos a possibilidade de refletir e preparar as melhores condições para acolher um dom tão grande.

 

 

È o mistério do Deus «que é, que era e que vem» (Ap. 1,8).

 

 

Com essa qualificação o livro de Apocalipse resume toda uma longa história de milênios durante os quais as pessoas descobriram que esse: “Vir a nós” é parte essencial da relação de Deus para conosco. O nosso é uma Deus que “vem”, dá o primeiro passo, pouco se importa com a condição e o lugar em que estejamos, como não importava a Jesus os problemas que Zaqueu teve, os problemas da Samaritana e de muitos outros; o que importa a Deus somos nós, um a um. Não é um “pastor” que espera a ovelha voltar, Ele sai de seu lugar para ir no lugar onde a mais fragilizada está. É a missionariedade ínsita no coração de Deus.

 

Por parte do homem, essencialmente aberto, a expectativa então, faz parte da própria experiência que Dele podemos fazer.

 

 

O que vivemos com o Advento, não é a simples lembrança da vinda de Jesus: é a proposta de verificar como está a nossa disposição de receber Deus assim como Ele vem a nós... e não como nós imaginamos que Ele deveria vir!

 

 

O texto que acabamos de ler usa toda a linguagem simbólica do estilo apocalíptico que deve ser lido com o cuidado de não cair em interpretações fantasiosas e pouco proveitosas para o caminho do espírito. Vejamos de nos introduzir nesta linguagem.

 

 

O estilo literário nos sugere de imediato um ensinamento: não é possível programar o momento e as condições do encontro com Deus. Na maioria dos casos, fazemos de tudo para podermos realizar os encontros que consideremos de grande relevo nas melhores condições possíveis, justamente para que estes encontros sejam proveitosos e valorizados; por outro lado este modo de proceder não é possível para com Deus. O Evangelho vem nos dizer que frequentemente Deus vem a nós justamente quando não estamos nas melhores condições. Os primeiros versículos do trecho de hoje nos mostram, por exemplo, uma situação de medo, de insegurança total que sobrevêm quando caem todas as «potências» que serviam como referência. Os astros, na cultura religiosa primitiva, eram o  símbolo da estabilidade. Esses eram regidos por potências divinas que garantiam a subsistência do ciclo da vida. Aos astros se recorria para conhecer o futuro, ou em caso de guerras, carestias ou outros males que porventura poderiam atingir o homem, uma vez que estas potências garantiam o círculo da vida na qual o homem era apenas uma “peça”. Quando o Evangelho fala de queda das estrelas, o faz dando uma clara indicação de que as potências em que o homem confia também caem e com elas cai todo e qualquer homem que se identificou com elas.

 

 

Eram os astros para os antigos; para nós são outras “potências”como os artifícios, as políticas, as meias verdades, o prestígio etc. para nós; mas também todas estas potências que ainda atraem o homem em última análise deixarão um vazio e com esse uma grande decepção.

 

 

Obviamente é impensável projetar tudo isto só para um futuro indefinido. O discurso de Jesus é existencial, isto é: a qualquer momento da nossa existência isto pode verificar-se, tanto no decorrer dos nossos dias, quanto como realidade definitiva quando os dias tiverem terminado. Antes ou depois as coisas chegam a demonstrar o que são. É aqui que termina o “tempo dos homens” com seus meios e convicções (que em muitos casos desconsideram a Deus) e começa o “tempo de Deus”. Não estamos falando de “tempo” como “duração”, mas sim de um tempo como “qualidade”, ou seja, como uma maneira de existir. O homem que vive dependente dessas potências acaba aos poucos tornando-se preso a elas e, até, escravo delas. Entende-se então a conclusão do Evangelista: «levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima». É aquela verdade que liberta; a verdade que faz cair as falsas seguranças e nos diz quem somos nos dá  liberdade de aceitar e amar o que somos. Mas para que isso aconteça é  necessário que muitas coisas caiam. De fato, é quando estamos nessas condições que reencontramos os mais singelos e humanos sentimentos; é nessas situações, quando caem as “falsas potências” que somos capazes de compreender a verdade inteira e, então, nem mais julgar. Quando caem as coisas em que tínhamos depositado toda a confiança, às vezes redescobrimos aquele mundo belíssimo que é feito da fragilidade do homem.

 

Todavia, entre a queda dos astros e a nossa re-adesão a Deus se desenvolvem algumas dinâmicas muito bem apontadas no nosso trecho.

 

 «Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo»; o medo é o primeiro nosso inimigo, é ele que nos conduz naquela armadilha que é o fechamento em nós mesmos e que nos empurra para buscar substitutos que possam mascarar o fato que sabemos de sermos frágeis. O medo deixa a pessoa como que morta («desmaiada») antes mesmo de morrer. O medo é, para Jesus, fruto da incapacidade de confiar, como dizia inúmeras vezes aos seus discípulos.

 

 

O medo engana o homem também forjando a ilusão de que tudo pode ser adiado. É comum que, quando não nos sentimos em condição de enfrentar alguma coisa, simplesmente adiamos, adiamos, até... quem sabe! É a famosa frase: “preciso de  um tempo....” um tempo que nunca acontecerá. É a atitude da  desresponsabilização; atitude típica de quem não assume a situação que Deus lhe coloca diante porque lhe falta uma resposta e a confiança de que se Deus dá o frio, dá também o cobertor (como diz o ditado popular citado no livro dos Salmos). A queda dos nossos astros sempre nos coloca nesta condição, deixa-nos quase-mortos, incapazes de ver, e isto acontece principalmente quando somos incapazes de confiar. Jesus vem nos dizer que, queiramos ou não o definitivo existe; que nem tudo é descartável e passageiro, e é em base a este definitivo que podemos construir a vida, sem correr o risco de viver uma profunda frustração. A vida é uma só. Precisa saber confiar e esperar, porque o definitivo existe! Existe e corresponde àquilo que o Filho do Homem mostrou.

 

 

A busca ilusória do futuro pode se transformar numa alienação, mas o conhecimento do futuro, revelado por Alguém que deu a sua vida por isso, nos permite de viver com mais intensidade o presente e saber fazer as escolhas oportunas. O contrário, diz o Evangelista, pode “sobrecarregar o coração”: «Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem sobrecarregados». O peso de ter que escolher sem ter pontos de referência, acaba sufocando, gravando de modo tal que qualquer pessoa corre o risco de procurar refúgio na bebida, na dissolução ou qualquer outra coisa que possa dar a sensação de receber um resultado imediato, porque o peso do desfecho final é grande demais quando não se têm claro qual vai ser o critério definitivo que dará sentido ou não à nossa existência. É  a fuga mais comum, é a tentação à qual todos nós estamos sujeitos.

 

 

É difícil decidir quando não se acredita em algo definitivo.

 

 

Eis, então o contraposto oferecido pelo Evangelho: diante de tudo o que pode acontecer, seja o que for, Jesus afirma com toda a sua força a necessidade de continuar confiando, porque a Palavra Dele terá seu efeito: «vereis o Filho do homem»; vereis o resultado, vereis como Deus age e como o homem é de fato. A imagem do Filho do homem é muito frequente na linguagem de Jesus, por um lado pode recordar a figura do Enviado escatológico assim como é dada no livro de Daniel (Dan. 7,13ss), figura na qual Jesus se reconheceu em algumas circunstâncias, mas por outro lado não deixa de indicar o “filho do homem” verdadeiro, do homem como Deus o criou, uma homem que, como também diz Daniel, «tem suas raízes no céu» mas é profundamente homem com tudo o que isto implica. É o homem que Deus reconhece como seu filho («a nenhum dos anjos Deus disse: tu és meu filho» nos recorda o autor da Carta aos Hebreus 1,5) do mesmo modo que reconheceu Jesus como “seu Filho amado”.

 

 

E aqui chegamos ao ponto mais alto do nosso trecho do Evangelho, o qual usa esta expressão: « ficar em pé diante do Filho do Homem ». Pois bem, ficar de pé é o sinal da mais alta dignidade, a dignidade da realeza. Nunca gente qualquer podia ficar de pé diante do rei, mas somente pessoas de igual dignidade. Ficar de pé diante do Filho do Homem significa ter levado em séria consideração, como Jesus fez, a meta final da história, o projeto inteiro do Pai. É uma expressão tão rica que ainda hoje repetimos nas nossas celebrações eucarísticas. “Vos  agradecemos, o Deus, porque nos fizeste dignos de estar aqui, na vossa presença e vos servir” é esta a nossa versão, que no original diz de modo bem mais  explícito: “... nos fizeste dignos de estar de pé diante de Ti”, de pé com a dignidade de um filho que encontra a sua realeza na confiança e paciente espera.

 

 

 

Deus te abençoe nesse início de Advento!


Postado em: 30/11/2012 as 08:50:01





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