Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011



   

«No dia seguinte, vendo Jesus que vinha a seu encontro, exclamou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Este é aquele de quem eu afirmei: Depois de mim vem um homem que me precedeu, porque existia antes de mim. Eu mesmo não o conhecia; mas, para que ele fosse manifestado a Israel, vim batizar com água”. João declarou ainda: “Vi o Espírito descer do céu, como uma pomba, e pousar sobre ele. Eu mesmo não o conhecia. Mas quem me enviou para batizar com água me disse: ‘Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, este é que batiza com o Espírito Santo’. Ora, eu vi isto, portanto dou testemunho de que ele é o Filho de Deus”». (Jo 1,29-34)

 

 

A festa do Batismo do Senhor, que deu início ao “tempo comum” no domingo passado, declarava para quem o quisesse escutar, que Deus havia decidido partilhar a vida dos homens em tudo ao tornar-se Ele mesmo um de nós. Jesus, homem-Deus, rompia definitivamente a antiga visão que, em Israel, via Deus como “totalmente outro”, completamente diferente, longe de qualquer possível definição. Se por um lado a absoluta transcendência de Deus permanece soberana, por outro lado em Jesus era também possível não somente ver, mas tocar –como dirá o São João- com as próprias mãos aquele Deus anterior a qualquer criatura. Assim, o que se via em Jesus era tudo o que podia ser visto do próprio Deus invisível.

 

Na ocasião do Batismo, a relação entre o Criador e Jesus, foi manifestada aos homens e definida como filiação. Todavia, o batismo de Jesus, ao qual a leitura do Evangelho de hoje reconduz, indica também a relação nova entre Deus e qualquer pessoa que decida se colocar no mesmo lugar de Jesus, que queira assumir a mesma posição que Ele tem perante o Pai. Enfim, a qualquer pessoa que escolha para si uma relação análoga àquela que Jesus tem com o Pai é gratuitamente oferecida a condição de ser “filho de Deus”. Este é o conteúdo essencial da “Boa Nova”. Mas como, por quais caminhos, isto se realiza na vida quotidiana?

 

Entre as tantas riquezas das leituras de hoje, gostaria evidenciar os dois momentos que, creio, nos sejam indicados como essenciais para o nosso caminho de fé: comunhão e serviço. Dois caminhos que, com certeza, nos colocam na mesma posição de Jesus, em relação ao Pai e aos homens. Caminhos que nos permitem fazer experiência do que significa ser “filho de Deus”.

 

A questão não se coloca tanto no que somos, isto é superior à nossa possibilidade de compreensão, como diz a primeira carta de São João: “De fato, somos filhos de Deus.... agora, somos filhos de Deus e ainda não está manifesto o que seremos” (1Jo. 3,1-2); a questão fica na possibilidade de fazer experiência do que somos, do sentido desta “filiação”, do que significa poder viver e sentir em nosso próprio coração os sentimentos de Jesus, aqueles que o animavam a projetar-se plenamente e sem reservas fora de si mesmo, com uma mão ao Pai e uma aos irmãos.

 

Aos cristãos de Corinto, São Paulo escreve: “aos que foram santificados em Cristo Jesus”, e “chamados para serem santos”. Com estas palavras ele indica a dúplice dimensão na qual o cristão se encontra: por um lado ele é “santificado” isto é, é gratuitamente posto na condição de Jesus, ao lado d’Ele, junto a Ele. Por outro lado o cristão é “chamado” a fazer experiência do que isto significa. Jesus é reconhecido como “filho”, nós também somos constituídos “filhos”, mas nós ainda não sabemos o que isto significa. Assim sendo, a vida do cristão é o tempo oferecido para “se dar conta” disso, para que ele tome consciência desta nova realidade instaurada no mundo e da qual ele é participe em primeira pessoa.

 

Paulo nos diz ainda que o cristão é “chamado”, ou seja é lógica conseqüência gozar da beleza que significa a nova condição oferecida. O caminho de fé não pode ser visto então como obrigação, nem comparado a um esforço desmedido para alcançar o inalcançável. A vida do cristão é o tempo próprio para conhecer, fazer experiência da beleza da condição de “filho de Deus”, condição que afugenta o medo e a solidão, as quais são a mais evidente manifestação do “pecado do mundo”. É, este, o pecado fonte de todos os outros, o pecado que “dá origem” aquele que se faz presente no mundo dos homens quando buscam qualquer artifício para disfarçar a consciência de seu limite invés que entregar-se confiantes num Deus que sabe mais amar do que julgar. Adão, Eva, imagem do homem que não tem receio de ser “nus”, quando escolheram fazer do “próprio jeito”, acabaram envergonhando-se, escondendo-se e acusando-se reciprocamente. Este é o Pecado que o Cordeiro veio destruir em sua raiz. Vivendo e indicando o caminho da entrega confiante no amor até às últimas conseqüências, sabendo que somente o amor vence. O cristão é, como Jesus, um homem que decide, com todos os seus problemas e contradições, para ser em sua existência o que já é em sua essência: aprender dia após dia a entregar-se com atitude de filho que sabe de ser amado. Sendo assim, a fé nunca é nem será um puro sentimentalismo, idealismo, opinião sobre coisas abstratas e muito menos uma crença aliciante usada para desviar ou controlar as aspirações profundas das pessoas. Pelo contrário, é a força que transforma o quotidiano, movida pelo desejo de “fazer” experiência do que significa ser filho de Deus. É explosão de alegria de ser amado como filho que contagia e se manifesta em missão, impulso mais forte dos receio, para comunicar a outro a beleza de se sentir amado sem medida. 

 

Sempre na mesma carta, São Paulo, falando da vocação à santidade, que é proximidade com Deus, assim continua: “...com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. Para ele, então, é possível “fazer” a experiência da filiação divina apenas numa dimensão que supera o individualismo, ou seja: junto com outros que desejam trilhar o mesmo caminho.

 

A fé não é um fato particular, isto é um grosso engano. A fé projeta o cristão fora de si mesmo. Quanto mais tivermos a consciência de sermos filhos de Deus, quanto mais estiver em nosso coração o desejo de experimentar o que Jesus foi para como Pai, tanto mais criaremos ao nosso redor comunhão, comunidade. Do contrário, quanto menos comunhão formos capazes de gerar em torno de nós, tanto mais saberemos que a nossa experiência de filiação precisa ser aprimorada e aprofundada. O pecado é estritamente ligado à relação, quanto menos esta for intensa, tanto mais o pecado reina porque falta amor. Quando percebermos de ter afetado alguma relação, quando percebermos de ter ofuscado algo com a nossa comunidade, quando sentirmos que aos poucos começamos a fechar-nos em nós mesmos, então é preciso rever as nossas posições, pois assim se tornará cada vez mais difícil sentir os sentimentos de Jesus, que, restabelecendo as relações em base ao amor, tirou a força, o poder, os efeitos do pecado que está presente no mundo dos homens. Mundo interior e mundo exterior.

 

Para Moisés, que do alto do monte Nebo via de longe a Terra Prometida na qual nunca pôde entrar, o fato de entrar se tornava relativo uma vez que a Terra já estava em seu coração. Do mesmo modo, Deus oferece seu carinho especial e dons específicos que permitem sentir o que significa “ser filho” também para todas as pessoas que não podem usufruir praticamente dos benefícios de uma comunidade mas têm vivo o desejo de comunhão em seu coração.

 

A leitura de Isaias da liturgia de hoje, (Is. 49,3-6), nos ajuda a compreender melhor esta dimensão comunitária. O texto chama a ser “servo” um povo inteiro: Israel. Este servirá, como um todo, de instrumento do Senhor a fim de que as pessoas que o desejarem possam se encontrar com o verdadeiro rosto de Deus. Deus convoca um povo inteiro a seu serviço e a serviço das aspirações mais profundas da humanidade. È assim que o cristão pode conceber sua caminhada de fé: ele é um num todo, que é a Igreja. Nenhuma visão religiosa individualista é mais tolerável uma vez que Jesus se uniu à humanidade como um todo, uma vez que ofereceu indistintamente a possibilidade de fazer experiência do que isto significa.

 

O mesmo texto nos ajuda também a compreender a missão de Jesus e, com Ele, a missão dos que querem fazer experiência da filiação divina. Duas palavras, somente duas palavras para uma vida inteira: “reconduzir” os desorientados, “reunir” em torno do Pai os que estão isolados. Assim Jesus interpretou o seu “ser servo”. È este o “serviço” que agrada a Deus. Não se trata, sem dúvida alguma, de pragmatismo nem alguma forma de ativismo, como também não compete ao homem resolver todos os problemas que o homem tem, isto é muita presunção, mas o cristão pode mostrar que a vida tem sentido e, deste modo, resolver o problema que está no fundo do coração do homem e que gera todos os pecados, como nos ensina o Concílio: “…Na verdade os grandes desequilíbrios pelos quais sofre o mundo contemporâneo se reconduzem àquele mais profundo desequilíbrio que está no coração do homem” (GS 9).

 

O verdadeiro serviço, aquele que Jesus escolheu para si, é este: tirar o pecado do mundo. Muito bem o Batista, ao ver Jesus O declara para todos os presentes. Com uso muito apropriado e sagaz, pela boca do Batista, Jesus é chamado “cordeiro” que, na língua de João, significa também “servo” (a palavra grega usada aqui é amnoV, amnos, do hebraico “talya” –outro significado muito rico da palavra é “orvalho do céu” que nos recorda ainda Isaías).  Jesus é cordeiro-servo, o orvalho que vem do céu e que garante a vida das plantas lá no deserto de Judas, mesmo que não chova.

 

Jesus é “cordeiro-servo” que se coloca a “serviço de Deus”, para dar aos homens um mundo mais humano, e faz isto reunindo em torno de si um povo bem disposto, frágil sim, contraditório sim, mas bem disposto. Tirar o pecado do egoísmo presente no mundo; substituir a falsa segurança dada pelo poder com a força frágil do amor sem medidas... é isto que Jesus fez, é isto que ainda nos propõe e que é mais difícil do que agredir, impor-se, forçar… Ele é “cordeiro-servo” que derrota o mal em sua raiz quando oferece aos homens a maior coisa que alguém possa desejar: o dom da felicidade autêntica e que não se extingue nem evapora; felicidade que ninguém pode tirar porque fundada sobre o amor e o sangue dado por amor.

 

É o conjunto desta belíssima realidade o que recordamos toda vez que participamos da Celebração Eucarística; quando vemos o pão do amor e da comunhão. Quando dizemos de Jesus: “cordeiro”, “servo” e quanto a nós reforçamos a decisão de estar dispostos a trilhar o mesmo caminho: sendo “reconduzidos” e “reunidos” com a força do amor que vence o mal em sua raíz.  

 

Pe. Carlo


Postado em: 15/01/2011 as 15:19:41





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