Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012



   

«No décimo quinto ano do império de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe, tetrarca da Itureia e da Traconitide, e Lisânias, tetrarca de Abilene, enquanto Anás e Caifás eram sumos sacerdotes, a Palavra de Deus foi dirigida a João, o filho de Zacarias, no deserto. Ele percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías: “Voz de quem clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as veredas para ele. Todo vale será aterrado; toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas serão endireitadas, e os caminhos esburacados, aplanados. E todos verão a salvação que vem de Deus”. » (Lc. 3,1-6)

 

 


 

A pessoa amada está sempre diante do olhar de quem a ama e no coração de quem a espera. É como se fosse uma parte que precisa se recompor com a outra para dar vida a uma existência nova. A expressão que quotidianamente a Igreja eleva ao Pai: “Venha o teu reino”, assim como as palavras ansiosas da Igreja primitiva que ainda hoje ecoam como desejo dos justos: “Vem Senhor Jesus”, parecem permear a narração do evangelista Lucas que, cuidadosamente, prepara o ambiente no qual inserir a contemplação do grande mistério do Natal. Quando amamos muito uma pessoa e desejamos que outros a conheçam para terem sentimentos semelhantes, preparamos com extremo cuidado o ambiente, cuidando de cada detalhe, pois tudo deve remeter à pessoa amada. É isso que o Evangelista está fazendo, não se trata de uma simplória descrição de eventos históricos, nem de uma simples datação dos eventos; ele está contextualizando o que está prestes a narrar usando o estilo próprio dos “annales”. Em ambiente latino eram chamados “annales” os textos históricos que, bem mais do que descrições de eventos, eram escolhidos propositadamente para serem transformados em patrimônio para as gerações futuras; eram o conteúdo da identidade de um povo que nunca pode ser desligada da própria história, sob pena de que um povo ou uma pessoa não saiba mais quem é para poder saber para onde vai. Não é, logo, mera narração de fatos; o “Senhor que vem”, o Emanuel, não é tão somente um personagem histórico como também não é uma ideologia personificada (como conjeturaram alguns pensadores). A intervenção real da vida de Deus na vida dos homens, é um evento único que se insere na história da humanidade através de uma Pessoa real, de modo indelével e irreversível. Essa  Pessoa é a palavra definitiva que Deus diz ao homem de cada tempo.

 

Desde as primeiras cadências da narração do Evangelista, notamos um progresso espiritualmente intencional que se delineia como por um funil: a história universal converge toda num momento e num lugar. É como se o “tudo” se encontrasse num ponto, num momento. Ou, como diziam alguns: “ é o infinito num momento; isso é que é Deus!”

 

Além de ser um fato universal o “infinito num momento” é a imagem da nossa história pessoal onde não se consegue dar orientação ao todo se não a tivermos num ponto, num momento, numa circunstância objetiva. O contrário será uma cansativa busca de algo que existe apenas no imaginário da nossa fantasia, inclusive fantasia religiosa.

 

Partindo do Imperador -ponto de referência da história de toda a terra até então conhecida- o Evangelista vai progressivamente afunilando a identificação do evento até uma remota província do Império, até uma cidade, até uma família.

 

Tudo se dá em pouco. Tudo é possível se é possível o pouco. Não é uma família qualquer é, antes de tudo, uma família consagrada a Deus. Talvez, bem mais do que por causa da função de sacerdote que Zacarias desenvolvia no Templo, a consagração desta família encontrava suas raízes em algo de bem mais profundo. Deus havia agido nela numa forma inesperada, superando as expectativas humanas, respondendo à fé e ao anseio confiante de uma mulher, Isabel, envergonhada por não ter filhos. A família de Zacarias também, após algum tempo de dificuldade (Zacarias, ficou mudo por não acreditar na possível maternidade de Isabel) respondeu com plenitude àquele dom gratuito de Deus que era o filho, João. Assim sendo, com um gesto de enorme valor simbólico, entregou toda a sua história passada e futura a Deus. “Passada” porque, cumprindo aquele gesto simbólico de dar ao filho um nome que não estava na genealogia familiar Zacarias assumia que toda a história da sua família na verdade tinha sido algo preparado por Deus desde sempre e a Ele pertencia; foi por causa disso que apenas o Senhor tinha direito de indicar o nome que quisesse para aquele seu servo nascituro, João o Batista. Com o mesmo gesto Zacarias entregava, além do passado, o “futuro” da sua história. A expressão: «não beberá vinho nem bebidas fermentadas» que o anjo propôs  quando anunciou o nascimento de João, indicava um gesto simbólico. Com esse gesto se identificavam alguns personagens típicos da religiosidade de Israel, chamados nazireus; eram homens consagrados cuja figura, austera e desligada dos interesses comuns, recordava constantemente a Israel a sua vocação de povo consagrado, a fim de que esse povo não atolasse em perspectivas puramente terrenas.

 

            Era uma família inteira que se entregou a Deus, uma família que aprendeu a sentir a vida como dom gratuito de Deus, que deixou espaço para que Deus pudesse agir também através do próprio filho, único; um filho que não teria mais seguido a posição social nem a condição honrada do pai, que não seria um sacerdote daquele sacerdócio que se transmitia de pai para filho, formando quase que uma casta sócio religiosa.

 

            Sem dúvida deve ter custado para os pais não ver o filho seguir por aquele caminho, como custa para todas as mães ver um filho mudar completamente de perspectivas em sua vida e “enlouquecer” consagrando toda sua existência ao projeto de Deus. Contudo quando Deus se torna o centro de nossa vida, quando não pensamos mais somente com os critérios comuns, então se torna possível qualquer ato de amor que se transforma em algo sagrado e santifica a vida.

 

João, o Batista, é parte essencial do contexto que prepara a vinda do Messias esperado. È o símbolo vivo do homem que responde à sua vocação. É homem que aceita o desafio do “nazireado”, ou seja, tornar-se instrumento da palavra de Deus. Isto será o substrato que dará força e penetração ao seu anúncio.

 

O evangelista Lucas nos diz que: «veio a palavra do Senhor sobre João». Essa expressão é de grande valor religioso. A encontramos em momentos extremamente importantes da história do relacionamento entre Jahvé e o seu povo; por exemplo quando Deus, quis estabelecer a aliança com Abrão (Gen 15,1); com o profeta Natã, quando esta mesma aliança assume um significado mais profundo e se abre à perspectiva do “Emanuel” (2Sam 4), com o profeta Jeremias (Jer 1,2) e em muitos outros casos onde sempre indica uma intervenção direta de Deus que quer levar a cumprimento o seu projeto salvífico e, para tanto, interpela a colaboração do homem para que este também partilhe do resultado. Deus nunca age prescindindo do homem, nuca violenta sua liberdade. João deixou que a palavra de Deus tivesse efeito sobre ele, que a vontade de Deus se tornasse vida de sua vida, que se encarnasse na sua existência. João deixou que esta Palavra o consagrasse. 

 

Os símbolos de tal consagração nos são familiares: João vestia roupa de pobre (pelo de camelo), comia do que tinha à disposição em absoluta dependência da providência (os gafanhotos), vivia no deserto, que é o lugar propicio onde se pode experimentar e reconhecer o que de fato é essencial, sóbrio, e também o que é supérfluo, inútil. O deserto era o lugar onde se podia contemplar com liberdade a história do próprio povo e dos “atos maravilhosos” que Jahvé havia feito. Lugar também onde as forças do homem são levadas ao limite e se fica vulnerável. É bem aqui, então, quando somos mais vulneráveis, quando se defrontam face a face duas possibilidades opostas, que somos levados a tomar as decisões importantes para a nossa vida. Aqui se decide o que somos para Deus o que Deus é para nós. Aqui, quando as dificuldades se apresentam na nossa vida com a maior força temos a possibilidade de escolher o “nosso caminho” que, comumente, se apresenta como o mais fácil, e o “caminho do Senhor”, que é sempre mais lento e menos compreensível.

 

Cada um tem seu caminho, mas em que consiste o “caminho do Senhor”?

 

Creio que o profeta Ezequiel possa ser de grande ajuda nos capítulos 18 e 33. Ali se encontra uma situação interessante: estão um diante do outro Israel e Deus, como se intentassem um processo onde se confrontam dois pensamentos, duas maneiras de julgar a história e os eventos. Pois bem, naquele contexto o critério de Deus é chamado “caminho do Senhor”. Apenas o critério de Deus. È a absoluta liberdade, desvinculação dos critérios normalmente usados nas relações humanas, as propostas sempre alternativas os padrões culturais preestabelecidos. O apelo de João, então é uma súplica à conversão, à disposição essencial, enraizada dentro do coração, de deixar-se envolver e crer que são possíveis outros critérios e que estes poderão surtir efeitos. São os critérios de Deus. A conversão é a humildade de admitir que a própria maneira de ver as coisas não é necessariamente a melhor. Deixar espaço para a conversão é permitir a liberdade em nossa vida e na vida dos outros. Assim sendo, «Endireitai suas veredas, aterrai os vales, nivelai os montes...», em última análise pode significar: “não ponhais obstáculos, facilitai as coisas, não vos enrijecei... dessa forma todos poderão fazer experiência de sentirem-se salvos pelo Senhor que vem”. É o apelo forte e carinhoso que provêm daquele homem, João, que consagrou a sua vida ao Senhor e, assim sendo, pôde falar pela Sua voz.

 


Postado em: 06/12/2012 as 13:33:51





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