Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Festa do Batismo do Senhor


13 de janeiro de 2013



   

«O povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”. Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”» (Lc. 3,15-16.21-22).

 


 

Com a festa de hoje a liturgia encerra um dos cinco “tempos” litúrgicos através dos quais o cristão pode reviver e celebrar ao longo do ano, a história da salvação e, com ela, o mistério que faz do cristão uma criatura nova, diferente de tudo o que existe, acima da ordem natural das coisas. O cristão, unido a Cristo pelo batismo se torna uma pessoa revestida da presença santificante de Deus.

 

Quando falamos de “Tempos litúrgicos” não o fazemos apenas em sentido de duração, quanto em sentido de “qualidade”. O que isso significa? Na linguagem comum quando falamos de tempo nos referimos à duração das horas; o tempo que passa são as horas que marcamos no relógio e que correm à nossa frente. Por outro lado às vezes temos a sensação de que “o tempo não passa” ou que “o tempo passou rápido”, embora a duração tenha sido a mesma. Logo, o que faz do tempo algo vazio ou denso é o valor que lhe é aplicado, o sentido que tem para cada um de nós. Temos assim um tempo vazio e um tempo cheio; um tempo do qual somos expectadores e outro do qual somos artífices, a diferença está apenas quanto à medida em que mergulhamos nele. O Tempo que começa hoje é o tempo chamado “comum” ou seja, a condição que nos conduz a contemplar e desenvolver na vida “comum” quotidiana. É a dimensão vivencial daquele mistério que celebramos no Natal, o mistério que se realizou em dois níveis: “entre nós”, no sentido de poder experimentar a presença de Deus realmente vivo e transparente; e “em nós”, ou seja o fato de que Deus tenha permitido fundir o “divino” com o “humano”. É o que ainda hoje acontece a cada vez que escolhemos de existir no mundo como pessoas batizadas. Sim, pois é isto que o Batismo produz: une essencialmente, em nós, o humano e o divino.

 

O texto do Evangelho que acabamos de ler é extremamente rico e carregado de intenso significado para que possamos entender melhor o nosso próprio Batismo.  Representa um dos momentos mais expressivos da vida de Jesus, contudo será possível determo-nos apenas sobre um ou outro aspecto deste evento tão importante.

 

 

Vamos começar a leitura com uma observação que é de capital importância, é como se fosse a porta aberta para podermos penetrar aquilo que o Evangelista quis nos transmitir.

 

A narração se abre com a consideração: «o povo estava na expectativa». É capaz de entender e acolher, é capaz de reconhecer e aderir com alegria a um evento ou a uma pessoa apenas quem está na atitude de expectativa. Sim quem se coloca na atitude de expectativa é um homem fundamentalmente aberto, fundamentalmente consciente de não bastar a si mesmo. Quem está na expectativa sabe perceber aquilo que as pessoas demasiadamente atentas às próprias ocupações e preocupações não conseguem captar.   A atitude de expectativa revela uma disposição dinâmica do coração que é exatamente o terreno fértil onde se apoia a Palavra de Deus e a Sua ação. Ao contrário, a “dureza de coração” ou melhor, (para usar as próprias palavras de Jesus) a  “esclerose do coração” dificultam ou até impedem de deixar-se envolver por uma situação nova... e Deus sempre se faz presente de modo “novo”

 

O episódio narrado acontece dentro de um povo disposto a deixar algo, disposto a pôr-se a caminho. É o povo do “novo” Israel, tão vaticinado pelos profetas; é um povo que é “novo” não no sentido que de que é “outro”, quase a substituir o anterior, mas porque é capaz de se renovar, que é sempre disposto a...   é isso que o torna sempre “novo”. Tal disposição é a atitude fundamental que dá origem também ao nosso Batismo. Sabemos todos que o Batismo não se resume num ato ritual circunscrito a um dia e uma hora. É um longo processo que tem um início no desejo de conversão (no livro de Atos dos Apóstolos, o Batismo é sempre associado e pregado como consequência direta da conversão continuada); o Batismo tem um momento forte na celebração do rito onde a graça, a oferta de Deus, se torna real em nós. Num terceiro momento o Batismo se cumpre historicamente na vida do cristão que opta por aderir sempre a Deus deixando-se “transformar” pela ação do Espírito Santo.

 

            Jesus se compreendia como “alguém a caminho”, alguém sempre na expectativa, alguém “aberto” ao desejo do Pai e, por essa razão Ele, o Senhor, nisso, sentia-se solidário com todo aquele conjunto de pessoas que “estavam dispostas...”. Foi bem esse o significado que Jesus quis dar ao seu Batismo, o qual, evidentemente não tinha como centro o pedido de remissão dos pecados mas sim a solidariedade com todas as pessoas que se sentem necessitadas, que estão na expectativa, que não se sentem autossuficientes. 

 

            Como é bonita esta atitude de Jesus!

 

            Como seria bem mais sereno o nosso dia dia se compreendêssemos mais a fundo esse gesto de Jesus!

 

            Sim, inúmeras vezes nós acreditamos que, para agradar a Deus, para responder ao Seu amor, enfim, para ser “melhores” precisamos ser algo diferente daquilo que somos. Então começamos a procurar modelos aos quais conformarmo-nos. Modelos que, em todo caso, resultam sempre inadequados e, assim sendo, vivemos de frustração em frustração porque não conseguimos ser aquilo que gostaríamos de ser (mesmo com a santa intenção de agradar a Deus). Vivemos procurando continuamente algo de errado e, não raramente, dos nossos lábios saem expressões como: “gostaria ser diferente”. A presença de Jesus no meio dessas pessoas, animadas pelo mesmo sentimento de querer agradar a Deus, nos diz como realmente age Deus: Ele não quer pessoas diferentes daquilo que são; não quer pessoas “novas” no sentido que precise substituir o que já existe, mas pessoas capazes de se “renovar”, de se deixar projetar sempre além do imaginado.

 

O que a vida de fé faz, não é substituir o que somos mas transformar aquilo que já somos. O Espírito que também envolveu Jesus, é capaz de realizar quanto gostaríamos de ser mas que não conseguimos apenas com as nossas forças. Ele é capaz de reconduzir o homem à sua essência, àquilo que ele é na sua raiz e, quando isso acontece, cada pessoa alcança aquilo que mais deseja com o resultado daquela harmonia que é fonte da alegria de viver.

 

Deus não substitui nada na nossa vida, simplesmente eleva ao máximo a sua potencialidade. A partir do momento em que estamos dispostos a trilhar o caminho da fé não importa mais o que somos, importa o que começamos a ser; não importa mais como nos vemos, mas sim como Deus nos vê. Esta disposição de fundo para o caminho permanente rumo a uma identidade sempre nova, chama-se: “conversão”.

 

Era a pessoas dispostas à conversão que João Batista dirigia a sua pregação. Indicava-lhes o caminho que ele conhecia, o caminho que, até o último dos profetas, tinha sido a resposta do homem à oferta de Deus. O caminho que João pregava era um caminho fundamentalmente de índole moral, voltado à retidão de costumes, à justiça, ao respeito dos mais fracos etc. Atitudes apreciáveis, com certeza, necessárias sem dúvida alguma, contudo, algo novo estava acontecendo e João o percebia. «Eu vos batizo com água» dizia ele, enquanto derramava água e mergulhava as pessoas naquele rio que significava tanto para todo hebreu. Um rio que era o símbolo de que a promessa de Deus sempre se realiza, como havia ocorrido tanto tempo antes quando Josué atravessara aquele mesmo rio colocando o seu calçado na Terra Prometida.

 

A origem do gesto do batismo não é muito clara, nem a forma com a qual era realizado. Eram possíveis tanto a forma de imersão (que será retomada pelos discípulos após a morte de Jesus tornando-se a mais comum para indicar a morte, sepultura e ressurreição do homem novo associado a Cristo ressuscitado) quanto a forma de derramar água sobre a cabeça da pessoa que decidia empreender o caminho da conversão. Uma coisa é certa: o batismo de João não era ligado às costumeiras práticas de purificação em uso entre os judeus, pois estas se repetiam continuamente, enquanto o batismo se apresentava como uma decisão única e não repetível. O rito de purificação que os judeus faziam continuamente expressava o sentimento de inadequação diante da santidade de Jahvé e o simbolismo da água do Jordão recordava os grandes gestos operados por Deus.    

 

Nos lábios de João Batista ouvimos ainda estas palavras «... No entanto». Ora, é como se João dissesse: “todo o esforço moral que estou oferecendo como sendo o caminho que eu conheço e que proponho a vocês agora, também esse é insuficiente, porque estamos com uma realidade nova entre nós”.

 

Acabamos de ler ainda: «vem após mim alguém...». Na opinião mais aceita hoje, a palavra “virá” (usada por alguma traduções) deve ser lida de outra maneira, ou seja: “vem depois de mim”, ou melhor ainda, “atrás de mim”. Sendo assim o sentido é: “com vocês que me seguem, bem no meio de vocês está alguém...”. Desse modo João apontava a presença escondida do Salvador, o qual realizaria o verdadeiro e definitivo encontro do homem com Deus, a criatura definitivamente e eternamente nova que o homem com seus meios não consegue ser.

 

Ouvindo as palavras de João, poderíamos justamente nos perguntar: afinal, se o próprio Batista diz que um caminho de aperfeiçoamento ético e moral é insuficiente, se os meios que a nossa mente, vontade, autocontrole forem insuficientes, como será possível trilhar o caminho que conduz a Deus? 

 

Aqui entramos no âmago do mistério cristão do Batismo. O Evangelista aponta dois meios pelos quais acontece a fusão essencial e existencial com Deus: o Espírito e o fogo.  Trata-se de conceitos bem conhecidos e de longa história bíblica. O Espírito é o “respiro de Deus”, é sentir a sua presença como sentimos o respiro de alguém que abraçamos: quanto mais demorado é o abraço tanto mais o respiro de um toma o ritmo do respiro do outro até os dois se fundirem numa só coisa, ser um único respiro. Ser batizado no Espírito é sentir a vida de Deus que pulsa consoante à nossa. Não é esforço ético; é permanecer no abraço de Alguém do qual percebemos o amor. É um “permanecer”, que transforma porque funde os corações, os funde no “um” de Deus.  Não é uma atitude passiva, ao contrário, é bem mais exigente do que se possa imaginar. É um caminho, caminho marcado pelo fogo; o mesmo fogo da sarça ardente de Moisés, fogo que arde, envolve, abrasa mas não queima, não aniquila a pessoa que se deixa envolver. É um desejo de união ao infinito, que não se esgota como acontece com qualquer coisa combustível; ao contrário, renova cada dia a alegria de existir. É fogo que nunca envelhece. È a realidade do Batismo: não um ato, mas um estilo de vida em comunhão com o Salvador.

 

 

 

 

 


Postado em: 12/01/2013 as 08:18:00





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