Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013



   

«Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”. Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”. Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros. Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho bom até agora!”. Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele. » (Jo. 2,1-11)

 

 


 

            É o tempo da revelação; ouvimos no domingo passado a voz de Deus que dizia a Jesus: «Tu és o meu filho amado no qual deposito a minha complacência». Deus que se encontra no Filho. O Batismo de Jesus nos remeteu a nosso Batismo, ao dom admirável e gratuito que Deus nos faz quando nos põe a caminho para que possamos ouvir as mesmas palavras que Jesus ouviu: “tu és meu filho, eu deposito em você a minha complacência”. É o admirável proceder de Deus, que escolhe bem a nós, nós mesmos, com tudo o que somos. Sim, pois é isto que acontece quando se ama. É isso que se experimenta no amor autêntico, que é aceitação total, é acolhimento sem restrições do amado. É o “matrimônio de amor”: o matrimônio que supera as regras, os contratos, as precauções que infelizmente poluem (hoje como nunca) a relação verdadeira. “Tu és o meu filho amado” pode dizer um pai para o filho; “tu és a minha amada, o meu amado”, pode dizer um coração apaixonado, “tu és a alegria da minha vida” pode dizer um esposo para a sua esposa. Acolhida, amada, sem restrições, sem “mas”, sem “até aqui”...

 

É toda esta dimensão que subjaz à narração do Evangelho das bodas de Caná, onde a beleza e o encanto do significado superam grandemente o milagre da mudança da água para o vinho. Afinal, se o valor do trecho que acabamos de ler estivesse na mudança da água para vinho seria incompreensível entender porque João narrou um milagre que ninguém viu a não ser alguns servos os quais, segundo a legislação da época, não poderiam dar testemunho, pois o seu testemunho era considerado inválido!

 

O sentido disso tem antigas raízes simbólicas que, a partir do profeta Oseias (780 a.C.), retratam a relação entre Deus e Israel com a imagem do esposo e da esposa. Alguns anos mais tarde, o Cântico dos Cânticos entretecia liricamente e com alto teor poético a busca do amado e da amada, suas sensações, seus anelos, a expectativa da amada para o encontro com o amado. Pois bem, é nessa ótica que se compreende a motivação pela qual o início da manifestação de Jesus acontece justamente durante uma festa de matrimônio: é o Amado que se encontra e se faz conhecer à sua amada.

 

Procuraremos percorrer as pegadas que o Evangelista nos propõe para podermos também conhecer o Noivo que realiza a festa tão esperada. Para fazer isso precisamos ver o fato com o olhar de João, caso contrário, não poderíamos entender porque ele deu tão grande significado a um “milagre” que sequer pode ser comparado às curas de cegos, coxos, à ressurreição de defuntos ou à expulsão de demônios etc. Logo, a chave de compreensão deve estar em outro lugar.

 

É um dado já apurado há umas dezenas de anos que João não era (como alguns pensavam) aquele pobre “pescador” da alta Galileia, que sobrevivia do seu trabalho. Era uma pessoa de alta cultura, ligada ao Templo e à aristocracia religiosa.  A sua vida se desenvolvia não na Galileia (ali tinha uma empresa de pesca em sociedade com a família), mas sim em Jerusalém onde tinha livre acesso até ao palácio do Sumo Sacerdote (Jo. 18,15). A cultura religiosa dele aponta então para um longo passado da vida de Israel, com todo o seu simbolismo religioso. É a partir de um desses simbolismos que daremos o primeiro passo.

 

O nosso trecho começa com estas palavras: «Três dias depois...»; se tivermos a paciência de conferir as páginas anteriores do seu Evangelho, perceberemos algo interessante: existe um “primeiro dia”, um “dia seguinte” e assim por mais duas vezes. Deste modo o episódio de Caná se dá no “sétimo” dia a partir de quando Jesus se fez presente publicamente e se fez conhecer. Ora, não precisa sequer dizer quanto o sétimo dia seja importante para um hebreu: ele representa o grande “repouso” depois da criação. Assim sendo, o nosso Evangelista viu no fato ocorrido em Caná a revelação e a realização do grande projeto de Deus manifestado no livro de Gênese quando, no sétimo dia, Deus repousou na sua criação que estava em profunda harmonia. Deus, o homem, o mundo. O matrimônio de Caná significou para João que, com a presença de Jesus no mundo, estava definitivamente realizando-se o do desejo de Deus. Em Jesus, Deus superava a fase de comunicar-se aos homens de um modo mediato (como dirá a carta aos Hebreus) mas entrará intimamente no homem assim como o esposo e a esposa superam a dimensão de um encontro externo para fundir duas vidas num só. Isso significa que Deus,  finalmente, repousa com o homem, na harmonia que sempre desejou e que é a única que pode dar ao homem a felicidade que tanto busca. Na harmonia consigo mesmo, com o mundo, com os outros e com o Criador, o homem consegue ser o que é. Sem esta harmonia o que rege a existência é a morte, o não-sentido, o isolamento.

 

Caná é o dia em que Deus que se encontra com o homem num apaixonado enlace de amor. Esta última afirmação encontra as suas raízes pelo costume rabínico segundo o qual o “terceiro dia” (o nosso trecho pode ser lido também assim) era o dia apropriado para o matrimônio; isto por uma interpretação de Gen. 1,9-13 onde se manifesta a fecundidade da criação. Assim sendo, este dia de Caná é, para João, o dia em que Deus, em Jesus, desposa definitivamente o homem, de modo que este possa ser fecundo e produzir em abundância.

 

O tema do matrimônio é um tema predileto pelo nosso Evangelista o qual também no livro do Apocalipse descreve a esposa que se encontra com o seu Esposo, o Cordeiro, após um longo percurso durante o qual a esposa é purificada, não pelas suas boas obras, mas pelo amor e pelo sangue do Cordeiro. Desse modo, purificada pelo sacrifício de Jesus,  ela é adornada de um diadema precioso, e assume a dignidade e o lugar que compete a uma rainha. Como vimos, tal simbolismo estava presente em Israel desde antiga época: Deus é o esposo, Israel é a esposa.

 

Em todo caso, mesmo percebendo estas analogias que nos falam do amor de Deus no Antigo Testamento, aqui notamos algo inusitado e, ainda mais surpreendente é o fato de que a novidade venha da boca de um homem ligado ao ambiente do Templo, como João. Pois bem, do quê se trata? Nunca, em lugar algum do Antigo Testamento, a Glória de Deus foi atribuída a alguém ou a algo que alguém tenha feito; ou seja, nada que qualquer homem possa ter feito até aquele momento é capaz de dizer ao homem quem é Deus de fato. Sabemos o significado da expressão “glória” que indica “manifestação sem véus”.

 

  Eis o que o Evangelista nos sugere: aquilo que aconteceu em Caná é o que podemos ver de Deus. Ou seja, tudo o que vemos de Jesus o vemos de Deus, de modo que não existe mais véu algum. Era convicção dos Hebreus que a “glória” de Jahvé estivesse presente no Templo, desse modo no Templo as pessoas poderiam encontrar-se com Ele. Ora, o nosso trecho encerra com estas palavras: «manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele», justamente para indicar que Jesus é o verdadeiro Templo, lugar onde de fato o homem e Deus podem encontrar-se tão profundamente assim como acontece no matrimônio.

 

Procedamos com a nossa leitura.

 

A festa de casamento é uma festa que nasce do amor natural de duas pessoas e suas famílias. É a beleza do convívio da alegria de viver à qual chega todo homem que se abre à vida. Isto é belíssimo, é uma meta maravilhosa, é a meta mais elevada à qual ele consegue chegar. Por outro lado parece que sobre esta festa paira, como um pesadelo: a limitação. De repente, quando menos se espera pode acontecer o imprevisto, pode acontecer algo que não está mais no alcance dos meios humanos. A falta de vinho poderia ser uma vergonha que marcaria para sempre as duas famílias. Provavelmente o número dos participantes foi maior do que o previsto (note-se que nas festas núpcias das aldeias não se colocava limite aos participantes, todos eram bem-vindos... bem, agora as coisas mudaram, hoje precisamos de convites... “numerados”!). Este “não-limite”, esta abundância entrevista nas portas sempre abertas a quem o desejasse, remete à amplidão do convite de Deus que se estende àqueles que sequer imaginamos. Eles também entram. Entram quando a porta fica aberta e veem reinar a alegria. As portas abertas co matrimônio onde também Jesus é convidado indicam a generosidade humana, maravilhosa em sua essência, mas que deixa o flanco descoberto, desprovido porque o número de pessoas pode ser sempre superior às condições que temos para dar a todos o que seria necessário dar.

 

Quando se fecham as portas para uma festa se evidencia claramente a tentação na qual cai toda pessoa que não crê em nada mais do que em si mesma; sim, ela calcula e age apenas conforme o que é previsível e, quando as coisas não andam conforme o previsto, o que sobressai é a atitude de limitar a generosidade, de fechar a porta! No nosso caso, o mestre sala e o noivo poderiam ter dado esta ordem, poderiam ter fechado as portas, como às vezes  nos sugere uma falsa “prudência”. Mas..., não obstante tudo a porta ficou aberta e, de fato o vinho começou a faltar. Eis aqui a fragilidade à qual se expõe toda pessoa que ainda continua crendo nos valores autênticos. Mas é aqui, no último momento que Deus intervém com a sua fidelidade, própria do matrimônio ao qual convida todo homem de boa disposição. Esse é o sentido do gesto de Jesus.

 

Não podemos, aqui, tocar na pessoa e na função de Maria nesta circunstância, gostaria somente lembrar o apelo Dela: «fazei tudo o que Ele vos disser». O que podemos considerar é o gesto de Jesus.

 

O Evangelista menciona 6 talhas que continham ao total em torno de 500 litros de água. Pois bem, Jesus não mudou qualquer água em vinho, mas exatamente aquela contida nas 6 talhas. O motivo é simples: a água servia para o culto, servia para se apresentar na cerimônia como pessoas purificadas, agradáveis a Deus. As seis talhas cheias de água simbolizavam o antigo modo de se achegar a Deus, ou seja através dos meios puramente humanos. Contudo, bem o sabemos, no número “6” João via a insuficiência (7 é plenitude) daquilo que o homem pode fazer para ser agradável a Deus além de sê-lo para os homens. Para “ver” a glória de Deus é preciso mais do que ser moralmente íntegros, abertos, generosos, é preciso mais do que fazer esforços para “agradar a Ele”. É necessário algo inimaginável para um religioso acostumado a disciplinar a si mesmo tendo como base a Lei de Deus. Diante dessa atitude João propõe algo a mais: beber daquilo que Jesus dá, mesmo que não sejamos conscientes de onde venha. Isso é sem dúvida alguma mais difícil do que dirigir com as próprias mãos a dimensão de fé. Toda vez que celebramos a Eucaristia o Sacerdote nos faz reviver as palavras convidativas de Jesus: “tomai, bebei, fazei isto...”. O que Jesus dá vem diretamente Dele, do seu coração, do Seu amor dado por nós até o sangue; é isso que encanta, cativa, fascina, geras amor de reciprocidade, gera graça e salvação!

 

O vinho é, na Escritura, um símbolo messiânico. É o dom que Deus dará, no final, aos que Lhe são fiéis. Sim, existirá um final, isto é fundamental para o homem que crê. Não é assim para quem não crê, pois saber que existe um “final” questiona, mostra o presente em toda a sua seriedade, não permite adiar indefinidamente as nossas escolhas... Pois bem, o final, segundo o episódio de Caná, é um vinho ainda “melhor” daquele que é servido numa festa realizada com abertura e generosidade sem media, por um homem. Assim a possível frustração se transformou em alegria por um vinho melhor.   

 

 


Postado em: 18/01/2013 as 08:29:00





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