Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 III Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013



   

«Muitos empreenderam compor uma história dos acontecimentos que se realizaram entre nós, como no-los transmitiram aqueles que foram desde o princípio testemunhas oculares e que se tornaram ministros da palavra. Também a mim me pareceu bem, depois de haver diligentemente investigado tudo desde o princípio, escrevê-los para ti segundo a ordem, excelentíssimo Teófilo, para que conheças a solidez daqueles ensinamentos que tens recebido. Jesus então, cheio da força do Espírito, voltou para a Galileia. E a sua fama divulgou-se por toda a região. Ele ensinava nas sinagogas e era aclamado por todos. Dirigiu-se a Nazaré, onde se havia criado. Entrou na sinagoga em dia de sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Desenrolando o livro, escolheu a passagem onde está escrito (61,1s.): “O Espírito do Senhor está sobre mim, por isso me ungiu; e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor.”. E enrolando o livro, deu-o ao ministro e sentou-se; todos quantos estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Ele começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu este oráculo que vós acabais de ouvir.».(Lc. 1,1-4; 4,14-21)

 


 

            É uma característica própria de Lucas dar um realce notável a toda a dimensão de oração, pois é justamente essa dimensão que nos permite de manter vivo o diálogo com Deus. A revelação do Pai que Jesus estava começando a oferecer aos homens é uma revelação de comunhão, logo, o lugar mais apropriado para começar a sua missão é justamente o lugar onde o homem e Deus se encontram face a face: na oração.

 

Se fizermos de uma simples comparação com os outros Evangelistas perceberemos imediatamente a sensibilidade de cada um deles e, com esta, a indicação que eles nos sugerem para o nosso caminho de fé ao encontro com o Senhor.

 

No domingo passado vimos que, para o Evangelista João, Jesus se faz presente na vida dos homens oferecendo uma alegria que nenhuma festa preparada só com meios humanos pode oferecer. O Evangelista Marcos nos mostra Jesus que liberta o homem dos seus medos e prisões. Para Mateus Jesus se encontra com os homens chamando-os e dando-lhes uma nova lei que é livre das regras mas que tem como regra o amor. Aqui estamos diante de uma outra dimensão do encontro com Jesus.

 

Percorramos os passos que Lucas nos sugere.

 

            O ambiente é a cidade de Nazaré. Jesus estava voltando depois de ter enfrentado, no deserto, as três grandes tentações às quais todo homem está sujeito, são as tentações que o demônio propõe como sendo os meios mais fáceis para alcançar os nossos objetivos, ou seja: o poder, a riqueza e o desafio à perspectiva que Deus sugere.

 

Jesus voltava como volta todo homem que enfrenta e supera uma grande tentação, é um homem que se sente esvaziado de todas as suas certezas... mas é bem nesse vazio que Deus pode infundir o Seu Espírito. O Evangelista aplica também a Jesus aquilo que acontece com cada homem que se deixa conduzir por Deus: «Jesus então, cheio da força do Espírito, voltou para a Galileia», diz o Evangelista. Quando fazemos experiência da fragilidade das nossas forças diante das tentações, contemporaneamente fazemos experiência da «da força do Espírito», como diz Lucas em relação a Jesus. É apenas a força do amor que resta, quando tudo cai! Como foi para Ele é para todo cristão: a força do Espírito se sente quando termina a força na qual confiam os homens. É uma força que possui firmes raízes porque afundam num profundo ato de confiança e entrega a Deus como sabe fazer apenas quem renuncia a si mesmo.

 

Nazaré é o primeiro lugar onde aconteceu o anúncio do Evangelho; nesse episódio temos também a indicação de como o Evangelho se espalha. Na Sinagoga vemos a missão de Jesus, mas também o espelho da nossa; é uma missão cuja força envolvente só é possível quando, dentro do nosso coração, já aconteceu a renúncia aos meios que as tentações sugerem. É preciso renunciar a tais meios, porque a missão é obra de Deus e deve ser desenvolvida com meios divinos. Ninguém pode anunciar a palavra de Deus se Deus não estiver no centro de sua vida, de suas decisões, dos afetos e da lógica do seu proceder. O risco que se corre, agindo de outro modo, é o de anunciar a si mesmo, até revestindo-se de uma veste religiosa.

 

As pessoas bem dispostas que estavam ouvindo Jesus respondiam com um profundo sentimento de admiração. Em outro contexto as pessoas que ouviam falar Jesus diziam: «Ele fala com autoridade, não como os escribas» (Mt. 7,29). Sim, porque apenas as palavras cheias da força do Espírito falam ao coração do homem sedento de Deus, tudo o mais são simplesmente palavras bonitas sim, mas incapazes de transformar, de libertar, de gerar aquela «graça» da qual o nosso trecho fala. Se é verdade que o Espírito Santo é um dom, é outro tanto verdade que Ele vem num terreno já lavrado, o terreno do homem aberto, disposto e, por isso, fecundo. O dom de Deus não é vinculado ao agir do homem, mas sem que ele ponha as condições oportunas o dom não produz o efeito para o qual é enviado.

 

            O ambiente é uma Sinagoga, o lugar específico onde o judeu se encontrava com Deus nos momentos estabelecidos, especialmente no sábado. Jesus, diz o Evangelista, «entrou na sinagoga em dia de sábado, segundo o seu costume». A evangelização não é a imposição de uma doutrina nova que vem de fora e se estabelece violentando os meios que as pessoas escolhem na própria vida para se encontrarem com Deus. O autêntico anúncio do Reino não prescinde das escolhas que as pessoas fazem, simplesmente as potencia. A escolha de Jesus de participar do rito da Sinagoga, mesmo que Ele tivesse uma outra maneira de se relacionar com o Pai, é um sinal muito importante que nos indica como pensava Jesus; ou seja, não é preciso substituir a maneira própria que as pessoas têm para buscar a Deus, pois é Ele que vai no lugar onde as pessoas estão, e vai no momento em que as encontra reunidas e dispostas, humildes e atentas. Era assim que agia a maioria daquelas pessoas, que dedicavam o sábado a Deus.

 

A liturgia do sábado tinha o sentido –como para as nossas missas do domingo- de santificar o conjunto da semana. Significava oferecer todo o tempo transcorrido como ação de graças a Deus pelos bens recebidos, com o intuito de santificar aquilo que por si próprio era profano, comum. Em outras palavras, reconduzindo tudo a Deus num dia específico para Ele, consagrando a Ele o tempo vivido, esse mesmo “tempo” é santificado; não é mais apenas um “cronos”, um transcorrer de horas, mas um momento “propício” (kairos), isto é,  “cheio de graça”. O Sábado era o dia em que o humano se unia com o divino, conforme escrevia o Autor do livro de Gênese.

 

Jesus participou daquela liturgia como leitor. Sabe-se que quando alguém era convidado pelo Rabino para fazer a leitura, podia também comentar a leitura. Quando o leitor queria dar um peso significativo às suas palavras o fazia por meio de um gesto simbólico: sentar na frente de todos. Isto Jesus o fez, indicando assim que aquilo que estava prestes a dizer era carregado de autoridade, que não era uma explicação qualquer. O comento de Jesus não foi de índole didática: tudo apontou para uma palavra: “hoje”, “hoje se cumpriu”... e não disse mais nada!

 

Mas como terá ressoado aos ouvidos dos piedosos judeus essa expressão de Jesus? O que significava uma tal maneira estranha de comentar um trecho tão famoso e objeto de tantas especulações dos rabinos?

 

Arrisquemos em colocar-nos do ponto de vista deles, por etapas.

 

O sentido mais imediato parece ser o fato de que Jesus estivesse se apresentando e o fazia dizendo que, com a sua presença, todas as expectativas do profeta Isaías estavam sendo realizadas, que não haveria mais nada a esperar. Deus, o Emanuel prometido estava de fato no meio de seu povo, partilhando e vivendo aquilo que o seu povo vivia. O Messias, ungido do Senhor, estava ali para guiar definitivamente o seu povo rumo à plena realização de sua vocação e história.

 

Apontando implicitamente para si mesmo colocava os ouvintes numa posição que não teria escapatórias: confiar ou não. Dar crédito ou buscar qualquer motivação para não dá-lo. Afinal como era possível que, de repente, aquilo que somente existia na mente das pessoas projetado num futuro tão distante, quase evanescente, pudesse estar bem ao alcance de todos? È realmente delicada uma situação dessas pois, enquanto algo está relativamente distante de nós, é facílimo opinar, dar soluções, até sentirem-se capazes de gestos e atitudes desinteressadas, generosas etc. mas quando este “algo” está tão perto de nós que nos envolve diretamente... pois bem, a coisas mudam, e mudam bastante! Quando Deus se faz presente em nossa vida numa forma explicita a consequência imediata é que isso nos questiona e, assim, nos revela realmente quem somos nós antes de revelar-nos “quem” é Deus.

 

O primeiro gesto de Jesus é ensinar. A palavra ensinar não significa impor informações novas (como frequentemente se pensa); ensinar significa “sinalizar, indicar o caminho”. Mas é um caminho que todo homem deve percorrer sozinho porque assim fazendo se percebe como sendo autor vivo e responsável da sua própria vida. Um homem que é arrastado, conduzido, não é “ensinado”. É “ensinado” apenas um homem que aprende a escolher na liberdade e sabe, por isso, para onde conduzir a sua vida. É isso então que o Evangelista nos aponta como o primeiro gesto de Jesus para conosco. O primeiro gesto de libertação é aprender a enxergar um caminho novo, é deixar-se indicar perspectivas não imaginadas por nós mas claras na lógica de Deus. Ele não se impõe, mas sim, a partir do lugar onde estamos, indica o caminho que conduz àquilo que desejamos.

 

Do agir de Jesus podemos deduzir mais uma indicação importante para a nossa vida, principalmente se estivermos envolvidos em alguma atividade pastoral. Jesus não interpretou  a sua ação como um projeto pessoal a ser realizado com meios próprios que independem de toda uma história. Jesus se refazia a todo o projeto do Pai, a toda a história passada a qual não pode simplesmente ser substituída, como arrogantemente alguns fazem pensando de assim oferecer coisas “novas”, mais “modernas”. O anúncio do Evangelho respeita toda a história percorrida, passo a passo, pois é esta história passada que dá fundamento ao «hoje» do qual fala o nosso trecho. É isso tudo que chamamos de “tradição”, é o conjunto do patrimônio de um longo caminho percorrido.

 

Disso tudo decorre um terceiro elemento: Jesus interpretou a sua missão como uma obediente resposta ao Pai: «por isso me ungiu; e enviou-me». Ao considerar o modo de ver de Jesus podemos deduzir mais um ensinamento para a nossa vida de fé. Enquanto tivermos viva a consciência de sermos enviados, estaremos sempre livres da grave tentação de sermos os “autores da salvação”, de sermos os últimos responsáveis de tudo e, pior, de apoderarmo-nos de algo que está acima de nós. Não sabemos nem saberemos jamais  quais são os caminhos que Deus escolhe para conduzir as pessoas a Si e nem o tempo que Ele precisa. Saber e recordar que somos enviados, exige intrinsecamente que aprendamos a escutar, exatamente como fizeram os ouvintes na sinagoga. A escuta é humilde, a presunção, ao contrário, se veste de autossuficiência, mesmo no uso das coisas que dizem respeito a Deus. Como pretendemos falar palavras de “graça” se não formos capazes de ouvir a Fonte da graça?

 

Me permito de identificar mais um quarto elemento. A missão de Jesus não é um simples anuncio, mas sim é um anúncio que visibiliza a efetiva capacidade de Deus de responder aos anseios mais profundos do homem. Deus pode! É isso que Jesus veio dizer. Deus pode e se você confia Ele o fará para ti. Gestos, palavras, atitudes, decisões da vida de Jesus serão o lugar onde será sempre possível ver a fidelidade de Deus às suas promessas, a fidelidade de Deus ao homem que tanto ama. É nessa ótica que o Senhor interpretou e aplicou a si mesmo as palavras de Isaías citadas na leitura daquele dia: «anunciar a boa nova aos pobres, sarar os contritos de coração, anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor». Estes não são tão somente atos de bondade e piedade para com os homens, são sinais de que Deus é capaz de cumprir, de levar até o fim a sua obra em favor dos homens e, tais gestos, são a antecipação: «hoje».

 

Se é possível “hoje” significa que de fato é possível até o fim dos tempos.

 

Aquela que Jesus pronunciava era uma palavra que estaria totalmente ligada à sua vida, não era fruto de ideias, sensações, fantasias... era a vida na vida do Senhor.

 

É assim que podemos eficazmente anunciar  o Evangelho; podemos fazê-lo com autoridade apenas quando a Palavra do Senhor tiver tomado as fibras mais íntimas da nossa vida e assim, cada gesto será simplesmente a visibilização, a atualização no hoje de cada tempo da “graça” que Deus oferece aos homens, mergulhando-os no Espírito que é a Sua presença

 

O “hoje” de Jesus, não tem somente um cunho temporal, como distinção do ontem e do amanhã. A expressão tem um cunho religioso e mistérico bem antigo; indica algo que se realiza “quando....” ou seja, o tempo profano, comum, se torna tempo “de Deus”  quando se realizam determinadas condições. É como quando nós dizemos: “é hoje...!”. Assim sendo, o tempo é visto mais na perspectiva da qualidade do que de quantidade, como passar de horas.  “Hoje” indica o tempo propicio de salvação, de pleno significado da existência e realização das expectativas santas. É um “hoje” eterno que faz experimentar a potência e a presença de Deus toda vez que se realiza aquilo que Jesus veio fazer: «anunciar aos pobres a boa nova, aos prisioneiros a libertação, aos cegos a vista, devolver a liberdade aos oprimidos, anunciar a gratuidade do Senhor».É um hoje que se cumpre nos corações daqueles que vivem o que Jesus se sentiu “enviado” a viver.

 

Nos surpreende mais um aspecto: a missão, o sentir-se enviado ao outro não apenas dá esperança a quem está sem esperança, mas possui um efeito de reciprocidade. Isto é, a salvação, o “hoje” que dá uma luz nova ao outro, acontece contemporaneamente em quem anuncia e se dá justamente enquanto ele “devolve a vista ao cego” que está bem ao seu lado e que pena porque sua vida se transforma em tediosa depressão enquanto não vê saída...

 

O “hoje”, o momento propício, podemos percebê-lo justamente enquanto anunciamos ao outro a gratuidade de Deus, um Deus que não cobra, não oprime, não quer se substituir a nós, mas apenas deseja ficar ao lado.  Tudo isto é tanto mais eficaz -parece dizer o Evangelho- quanto mais íntima e envolvente for a consagração a Deus, a “unção”, que indica contemporaneamente a escolha que Deus faz do homem e a disponibilidade dele a deixar-se  penetrar pelo Espírito, assim como o óleo penetra na pele tornando-a macia. Presença dócil e forte do Onipotente.

 

 

 


Postado em: 24/01/2013 as 09:06:11





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