Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013



   

«Jesus começou a dizer aos que o ouviam: “Hoje se cumpriu esta palavra aos vossos ouvidos”.
Todos lhe davam testemunho e se admiravam das palavras de graça, que procediam da sua boca, e diziam: “Não é este o filho de José?”. Então lhes disse: “Sem dúvida me citareis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; todas as maravilhas que fizeste em Cafarnaum, segundo ouvimos dizer, faça-o também aqui na tua pátria. E acrescentou: Em verdade vos digo: nenhum profeta é bem aceito na sua pátria. Em verdade vos digo: muitas viúvas havia em Israel, no tempo de Elias, quando se fechou o céu por três anos e meio e houve grande fome por toda a terra; mas a nenhuma delas foi mandado Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. Igualmente havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu; mas nenhum deles foi limpo, senão o sírio Naamã”. A estas palavras, encheram-se todos de cólera na sinagoga. Levantaram-se e lançaram-no fora da cidade; e conduziram-no até o alto do monte sobre o qual estava construída a sua cidade, e queriam precipitá-lo dali abaixo. Ele, porém, passou por entre eles e retirou-se.» (Lc. 4,21-30).

 


 

 

O Evangelho de hoje é a continuação do episódio sobre o qual refletimos a semana passada quando, lá na Sinagoga de Nazaré, Jesus deu início ao seu ministério de anuncio do Reino de Deus. Jesus havia terminado de ler o trecho de Isaías e apresentava-se como sendo Aquele que Deus havia enviado para que todos pudessem conhecer o Seu verdadeiro rosto, em particular os mais fragilizados: cegos, coxos, pobres, enfim, aqueles que se achavam abandonados por Deus e pelos homens. O anúncio que Jesus fez naquela circunstância consistia fundamentalmente de dois elementos muito importantes mas que facilmente as pessoas esquecem, ou seja: o primeiro é que Deus está perto daqueles que, por razões diversas, chegam a dizer a si mesmos que Deus “se esqueceu” deles. O segundo tema do anúncio é «um ano de graça» para todos; com esta expressão comumente se deixava a entender o ano do “jubileu” do qual se trata amplamente no Livro do Levítico (cap. 25). Era um “ano” que tinha uma função de extremo valor porque reconduzia o homem à sua dignidade liberdade inicial, com a qual Deus o havia feito. Todos os vínculos eram soltos, as dívidas apagadas de modo que cada um estivesse diante de Deus “como” Deus o havia feito, livre de tantas angústias acumuladas por erros cometidos. Embora na prática dificilmente acontecia o que era proposto, se tratava realmente de um elevadíssimo instrumento para recuperar a dignidade das pessoas e a unidade de um povo diante de um único Deus. Pois então, era essa condição de re-novação diante do Pai que Jesus estava anunciando.

 

Jesus estava mostrando que os tempos da espera estavam encerrados e que agora se tratava de viver os tempos da presença de Deus a qual pode ser claramente reconhecida quando se percebem duas características: proximidade e graça. Esse é o Deus que Jesus anuncia. É um Deus que está perto quando ainda achamos que esteja longe, que nos tenha deixado, que tenha «escondido o seu rosto» (cfr. Sal. 69,17). É um Deus que se faz conhecer pela sua «graça», pela sua gratuidade que não cobra, ao contrário do que faz a “lei” (entendida apenas como instrumento para declarar-se “quites” diante de Deus por ter obedecido a todos os preceitos). O amor a Deus nasce assim, nasce quando se reconhece Nele a proximidade e a gratuidade; é isso que Jesus mostrará com a sua vida às pessoas que encontrará daquele momento em diante: é o Reino presente.

 

Todavia, diante dessa nova fisionomia coma qual o Pai é anunciado, o homem é solicitado a fazer uma escolha radical, uma escolha única, uma escolha existencial, num tempo sem tempo, no “hoje” em que tudo se decide, e que se repete constantemente em inúmeras circunstâncias da vida.

 

Era o Reino presente, era Jesus agindo, era o homem que podia ser livre por sentir-se amado, mesmo se cheio de problemas.  O «hoje se cumpriu» disse então Jesus.

 

O episódio é extremamente rico de ensinamentos e dicas para a nossa vida de fé, no entanto gostaria de pousar a nossa atenção apenas sobre dois elementos que compõem o texto isto é, o lugar onde se cumpre a Escritura e o efeito do anúncio.

 

O trecho de Isaías ao qual Jesus se referia aponta para o “ungido” de Deus, logo aponta para uma escolha, uma escolha que Deus faz em função de uma missão. A expressão e o gesto de unção, na Escritura são sempre ligados a estas duas dimensões. O fato de que Deus escolhe não é um privilégio pessoal que exclui ou separa alguém dos outros, mas sim é uma escolha própria para que Ele, Deus, possa chegar através do escolhido a outras pessoas, principalmente àquelas que menos têm as condições de sentir Deus perto. Ser “ungido” não é uma característica própria de um indivíduo (às vezes escutamos expressões como esta: “ele é realmente ungido....” para indicar alguém que tem algumas qualidades) a “unção” não é uma qualidade ou aptidão de uma pessoa, é uma escolha que Deus faz e, após a resposta positiva de quem é “convocado”, Deus dá os dons necessários para desenvolver a missão confiada a ele em função de outros. É isso, por exemplo, que nós manifestamos ritualmente no sacramento do Batismo, da Crisma e da Ordem: os três nos dão as condições –cada qual dentro de seu específico- de desenvolver a missão que Deus deseja nos confiar em função de outros; seguindo a linguagem de Jesus poderíamos dizer: “coxos, cegos, surdos”...

 

O Evangelho diz que Jesus “ensinava”, ou seja, não estava fazendo milagres, fato este que lhe foi questionado mais tarde por alguns dos ouvintes. Como se explicava que Jesus não tivesse feito milagres dentro da própria Sinagoga como fez alhures? A desconfiança dos ouvintes é posterior à decisão de Jesus de não operar milagres; então o que Jesus estava dando a eles, se entre eles havia também cegos etc.? Era fácil imaginar a reação dos bem-pensantes que estavam ali para o culto: «... faça-o também aqui na tua pátria». Todos esperam algo que seja “bom” para si e, quanto mais cedo e ostensivamente isso acontecer, tanto melhor e tanto mais venerado será Aquele que o concedeu. É a “graça barata” da qual fala Dietrich Bonhoeffer (um teólogo luterano, que morreu no campo de prisão na Alemanha em 1945). É uma “trágica ilusão” sobre Deus, que pretende reduzi-lo aos nossos interesses privados e imediatos!

 

Jesus estava dando algo a mais, não tanto um comum milagre capaz de satisfizer a curiosidade e o bem-estar de alguns a pouco preço.

 

Creio que possamos considerar útil para a nossa vida de fé esse modo de agir de Jesus que, nem sempre entra em contato conosco com o milagre, mas nos dá sempre indicações, “ensina” o caminho do encontro. Também nesse caso o fez, através da expressão: «Hoje se cumpriu esta palavra aos vossos ouvidos». O que significa? O acento pode ser colocado na última parte: «... aos vossos ouvidos»; essa segunda parte da expressão se refere aos outros, a nós; enquanto a primeira parte se referia a Ele mesmo. O que se “cumpriu” não é somente Nele enquanto Ungido, mas também no próprio homem e exatamente “em seu ouvido”. Ou seja, é quando o homem aprende a ouvir que percebe também o chamado de Deus, a Sua escolha, o Seu Espírito, a “unção”... Quando o “hoje” encontra o seu “cumprimento” em nós sem delongas e sem “mas”, então o projeto de Deus também vai tomando forma sempre mais visível para os «coxos, cegos, surdos». Dizer que “se cumpriu” significa que se concretiza a possibilidade de um novo mundo a partir do “ouvido aberto”. Quando alguém sabe escutar se cumpre “em seu ouvido” o desejo de Deus Pai e nasce nele a força que transforma, que faz acontecer a promessa de um mundo onde há espaço para todos.

 

É essa é a condição do homem em relação a Deus ou seja, ele não é um eterno incapaz sujeito à necessidade de milagres para afirmar a sua adesão a Deus! É sim um homem responsável do futuro quanto a si mesmo e ao seu mundo, o qual pode e vai ser transformado “hoje”, com a sua decisão e com o efeito que a Palavra opera no seu ouvido aberto.  É uma Palavra que aumenta o bem, que já está presente no mundo, à medida em que responde ao mal com o bem, assim como Jesus tentará explicar através de imagens e palavras incisivas do tipo: «...não te digo até sete vezes, mas setenta vezes sete» (Mt. 18,22), ou: «Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem» (Mt. 5,44). Que uma pessoa chegue a isso, não é mais do que um milagre?

 

Quanto ao segundo aspecto que gostaria apontar para a reflexão, se evidencia na frase do Evangelista: «se admiravam das palavras de graça, que procediam da sua boca». Existem palavras e palavras; «palavras vãs» (Efá. 5,4) e palavras «cheias de graça».  Essas são as que nos interessam.

 

Jesus associou o seu anúncio à “graça” que o próprio anúncio traz consigo. Isso foi um dos temas fundamentais de toda a pregação de São Paulo pois foi exatamente o que ele sentiu em relação a Jesus. O que isso significa? Pois bem, anunciar com palavras, atitudes e escolhas de vida que Deus está perto, que vê, que liberta e cura o homem ferido, sem cobranças ou preceitos e regras a ser seguida para merecer um o outro milagre, enfim “gratuitamente”, isso gera um profundo sentimento de gratuidade, de “graça” também em quem recebe. Tal sentimento pode ficar frustrado ou ser cultivado; quando cultivado se transforma em livre vontade de devolver com a mesma intensidade com a qual se recebeu. Ora, isso é a salvação: um intercâmbio contínuo de amor gratuito que sempre supera a si mesmo, exatamente como acontece no coração do próprio Deus Trindade. A melhor imagem que temos disso nos vem do episódio dos dez leprosos: todos foram curados, apenas um foi “salvo”, aquele que devolveu a Jesus com a mesma intensidade com que havia recebido (o gesto de ajoelhar-se não era apenas “agradecimento” formal, significava colocar a própria inteira vida à disposição de Alguém!). Isso é o que salva, que faz entrar na dinâmica do amor. 

 

Muito significativa, nesse sentido, é a afirmação da Carta aos Efésios: «Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; para glória de Deus » (Ef. 2,8); não creio que tenhamos uma síntese melhor para indicar o que entende o Evangelista quando diz que as palavras de Jesus eram «cheias de graça».

 

Especialmente hoje, infelizmente o que conta é o merecimento. Tudo se mede e se avalia conforme um metro e, esse metro dita a lei quanto ao mérito de algo. Um agrado, um presente, um diploma, uma promoção... tudo é medido. Tal modo de encarar as relações com os outros e conosco mesmos não deixa de ter sentido; mas será que é tão inocente assim como parece essa visão das coisas? Não será que isso é o resultado da incapacidade de receber gratuitamente algo de alguém, uma vez que estamos sentindo-nos cada vem mais seguros em nosso isolamento? Sim, isto acontece também porque receber algo sem o merecer deixa um certo desconforto a quem não está mais acostumando a viver em relação com outros. Sim, porque tal gesto nos questiona até o mais íntimo de nós mesmos.

 

Questiona a escala de valores que assumimos como parâmetro da nossa vida.

 

Por que receber algo não merecido se toda a minha vida fui treinado para conquistar e merecer algo que consegui com as minhas mãos? E o que devo fazer com isso que ganhei? Um dom recebido de algum modo sempre me liga a alguém; isso não é confortável para quem está acostumado a assumir como um dogma já consolidado o mito da independência. A gratuidade é incomensurável, e por isso questiona.

 

Pois bem, é isso que Jesus anuncia: a absoluta gratuidade de Deus para com o homem. Anuncia Deus que se “inclina para olhar” (este é o significado da palavra “graça” na língua da Bíblia); são estas as palavras que Maria aplicou a si mesma e que Lhe deram a chave de compreensão de tudo o que Lhe estava acontecendo.

 

O mundo de quem aprende que não existe a “independência”, que não é preciso sempre viver com o “medo de dever” algo a alguém é um mundo mais humano. O mundo de quem aprende que existe também o Amor,  e que o amor é simplesmente é o que é e, então, se expressa em atos de amor, pois bem, esse mundo é um mundo mais humano!

 

É esse o dom que Jesus está pronto a dar com a sua vida, o dom de tornar a vida do homem mais humana. Um mundo mais feliz, não porque recebe, mas porque aprende a dar sem medida, uma vez que se sente envolvido por um amor que não conquistou, mereceu, comprou.

 

As palavras de Jesus são carregadas «de graça», cheias desta atitude de graça: dom dado que gera no coração de quem está disposto a receber, a capacidade de dar gratuitamente, como Jesus. Retomando a frase de Paulo: «...salvos, mediante a fé », com certeza descobrimos que uma vida vivida em ação de graças não é uma vida cômoda, apaziguante, não é uma “graça barata”, porque seus resultados serão alcançados mediante a fé, isto é, mediante toda uma vida vivida em fidelidade e confiança (é este o sentido etimológico da palavra fé; o que difere totalmente de um sentimentalismo aéreo). Quem se sente em estado de “graça”, amado imerecidamente, transforma a sua própria vida em “ação de graças” (faz “eucaristia”, como diriam os antigos) isto é, transforma em ação aquilo que tem no coração.

 

O fato de sentir-se “agraciado” provoca uma relação afetiva com Deus e isto faz com que a relação com Ele se torne pessoal e não formal, nem ritual, nem moralista. Quem se sente amado prescindindo do mérito, gera um laço de amizade e reciprocidade, com as pessoas que erram, que são «cegos, coxos, surdos», um laço autêntico porque quem é “agraciado” não julga, é «como o Pai que faz chover sobre os justos e os injustos...» (Mt. 5,45) porque o amor não mede.

 

É o caminho que nos faz sentir mais de perto em que consiste o amor “devolvido” por puro amor. É este o “estado de graça” do qual tanto ouvimos falar e que, deste modo, mostra como nada tem a ver com um perfeccionismo moral que somente estraga a relação com Deus. Estado de graça é estado de pura receptividade para poder devolver com outra tanta intensidade. O estado de graça nos faz mais homens e por isso “mais bonitos”, “mais amáveis” (outro sentido da palavra, da qual, por sinal vem a expressão “gracioso” ou, em francês, “charme”). A graça nos faz mais “pessoas para o outro”, como foi Jesus.


Postado em: 01/02/2013 as 08:32:28





Leia também


01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





Pesquisar no Site


  • Newsletter

  • Paróquia São Pedro e São Paulo - Diocese de Ponta Grossa - Telêmaco Borba - Paraná
    Sociedade Beneficiente São Pedro - Fone: (42)3272 8557 / (42) 3272 8930 - pascom@pspsp.com.br
    Está obra de evangelização não possui fins lucrativos e é custeada através do dinheiro do dízimo
    Desenvolvido por Rinaldo M. Heil