Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 V Domingo do Tempo Comum


10 de fevereiro de 2013



   

            «Um dia, Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.» (Lc. 5,1-11)

         


 

 

            O trecho do Evangelho anterior a esse narrava a reação dos habitantes de Nazaré às palavras de Jesus. O trecho encerra com uma informação de grande relevo: «Jesus foi expulso da Sinagoga». Ao nosso entender isso significa apenas que foi “mandado fora do lugar de culto”, mas o peso para um hebreu era bem maior.  Não se tratava de uma simples reação devida à rixa ou intolerância dos ouvintes; a expulsão se configurava como um um ato jurídico público com o qual a pessoa era declarada indigna de pertencer ao povo eleito, ao clã à própria família... que era a base e o fundamento da estrutura da sociedade patriarcal na qual vivia Jesus. Uma pessoa expulsa da Sinagoga perdia todo o apoio da família. Não só, ela não podia mais pleitear direitos de herança ou outros semelhantes; não podia gozar do apoio e testemunho em seu favor em caso de julgamento, enfim, se tornava um estranho, ou melhor “como um publicano ou pecador” (esta expressão a encontramos em Mt. 18,17 como reflexo dessa mentalidade). Jesus estava sozinho. Não podia mais contar com ninguém. Desse modo , aos poucos, ia delineando-se cada vez mais claramente sua posição diante do sistema religioso estabelecido, mas, contemporaneamente podia-se entrever nisso a maneira pela qual teria servido o seu Pai. 

 

Ele e o Pai. Unidos não somente pela origem, pela divindade em comum, mas agora também pelo modo de proceder na obra de salvação e na realização da promessa. Uma promessa feita a todos os homens começando com os que, desde Abrão, foram convidados a participar de tal obra. Definitivamente em Jesus se via aquilo que mais tarde João escreveu no prólogo do Evangelho: «Veio entre os seus e os seus não o acolheram». Ele e o Pai.

 

Não obstante os fatos de Nazaré, Jesus continuou pregando nas Sinagogas e  fazendo milagres; mas a reação das pessoas não passava de um mesquinho interesse particular. Laconicamente, alguns versículos antes da narração de hoje, Lucas nos dizia que «Todos queriam segurá-lo para que ficasse com eles». As curas, as expulsões de demônios, os milagres, afinal nada disto de fato envolve o homem por inteiro. Tocam, sem dúvida alguma, deixam estarrecidos, certamente, arrastam... mas será que este é o caminho melhor para ter um encontro profundo com Jesus? Às vezes, enquanto buscamos “as coisas de Deus”, é fácil que esqueçamos do próprio Deus !

 

É possível que tenham voltado à mente de Jesus as palavras de Isaías «O meu servo não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz» como interpretou o evangelista Mateus em outra ocasião (cfr. Mt. 12,19). De fato, não seria fazendo obras grandiosas que Jesus realizaria o desejo do Pai.

 

No amor ao homem e ao Pai, Jesus perderá tudo, e a expulsão da Sinagoga antecipava tudo isso. O episódio de hoje se coloca justamente como a oferta que Jesus faz a algumas pessoas para que sejam dispostas a seguir o mesmo caminho que Ele havia começado a percorrer. Nisso estava presente a dimensão mais profunda daquilo que comumente chamamos de “vocação”. Não se trata de um simples convite para acompanhar uma ideologia pregada por Jesus; a proposta é: «siga-me», e não “siga o que eu digo...”. A vocação à qual Deus convoca é a de seguir uma Pessoa, não ideias ou ritos ou costumes. Obviamente isso é muito mais exigente e comprometedor.

 

Mas, qual é o segredo da vocação? O que está por detrás de uma proposta? Porque Jesus convoca? O que distingue o chamado de Jesus de outros convites? Como reconhecer realmente se uma vocação é autêntica? O episódio de hoje nos dá muitos motivos para saber reconhecer a verdadeira ação de Deus em Jesus Cristo.

 

Começamos com um dado de fato antropológico, isto é, um elemento que está enraizado em todo homem independentemente do seu “creio”  e da sua cultura. Por paradoxal que pareça, o homem não ama tanto aquilo que lhe é dado, quanto aquilo que perde. A pessoa que recebe alguma coisa facilmente pode esquecer de quem recebeu tal coisa, mas dificilmente esquecerá o que perdeu por alguma pessoa! A capacidade de perder algo por alguém é exatamente a proporção e o termômetro do amor que temos para com esse “alguém”. Uma criança, por exemplo, não se sente amada porque recebe uma avalanche de presentes; sente-se amada quando o pai “perde tempo” com ela, brinca de cavalinho, quando o adulto perde o mundo de adulto cheio de “coisas para fazer” e entra no mundo do outro, da criança.

 

Nesse sentido a vocação, o apelo de Jesus é a proposta de “entrar no mundo” de um Outro; no Seu projeto, no Seu modo de ver as coisas que nos é manifestado com clareza no agir, no escolher, no sentir de Jesus.  Ora, nenhuma escolha desse tipo pode ser feita por outra razão a não ser o amor e a confiança que depositamos no outro, e isso vale mais ainda se esse “outro” é Deus. Sendo assim a verdadeira vocação apenas pode implicar na oferta de “perder” e não em ganhar, conquistar etc. Jesus sempre propunha o desafio de escolher “preder” porque apenas assim o homem consegue alcançar a mais profunda capacidade de amar que é o que a faz semelhante a Deus. «Quem quiser ganhar a sua vida vai perdê-la; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará» (Lc. 9,24) é o paradoxo ao qual Jesus convida; é o oposto da mentalidade do mundo que promete, que oferece e vende o “receber”, conseguir... Mas o “receber” não é capaz de gerar amor, apenas o “perder” consegue fazer isso. E, por incrível que pareça, o homem é feliz somente quando ama, não lhe é suficiente sentir-se amado. O homem é feliz quando ama. E o amor é envolvente, mexe com todas as suas fibras, tanto no consciente quanto no inconsciente; os milagres não... eles nos deixam ainda na esfera do “receber”. Podemos representar sem dúvida um passo importante, talvez o primeiro passo, mas o que Jesus oferece é a possibilidade de dar sem limites.  O gesto de Jesus, narrado no Evangelho de hoje segue esta lógica. Jesus não dá, pede. A pesca... sim, ela é só demonstrativa para os pescadores. Mas há algo de mais importante no núcleo deste texto. 

 

Antes de tudo Jesus, recusado e mal interpretado, dá inicio a um “novo Israel”; se coloca bem na linha do Antigo Testamento no qual a história entre Deus e o homem passa por um individuo: Abrão. A ele é dirigida uma palavra, a palavra que Deus dá. Junto com esta palavra dada, Deus pede que Abrão “deixe” o seu mundo para se aventurar num mundo que receberá de Deus. Em Jesus descobrimos uma proposital analogia: um individuo, Pedro, com o seu mundo, o pequeno mundo de um empresário de pesca. Temos uma palavra: «lança as redes ao largo»; se tratava de uma palavra que punha em crise toda a sua experiência, adquirida com anos e anos de trabalho, aplicação, dedicação. Era uma palavra que colocava em discussão toda uma vida baseada sobre certezas e convicções reais, lógicas, corretas. Como se, de repente, tudo isto não valesse nada; Pedro podia perfeitamente recusar, afinal ele era experiente pescador, Jesus não. Na encruzilhada de escolha a ser feita existe apenas uma palavra, uma palavra dada sobre... nada! Sim,  enquanto a Abrão Deus havia oferecido uma perspectiva que de algum modo correspondia a o que ele desejava (uma terra e um povo) Jesus não faz nenhuma proposta de sucesso a Pedro, apenas “pede”, não “dá”. É assim que Deus age. É que isso fica um pouco difícil para a nossa maneira de imaginar Deus o qual, já que é bondoso, deveria sempre “dar” alguma coisa para nós! Mas esse é apenas o nosso modo de imaginar a relação com Deus. A Pedro Jesus apenas pede de arriscar sobre algo que não tinha fundamento nem segurança. Contudo, foi justamente a resposta de Pedro: «na tua palavra lançarei as redes», que deu início ao belíssimo relacionamento com Jesus que desembocará na plena confiança de Jesus em Pedro: «apascenta as minhas ovelhas!» (Jo. 21,16). «Na tua palavra lançarei as redes»... é como se ele dissesse: “Se não fosse por causa disso nem de longe pensaria de sair outra vez”. Era o que estava certo, o que estava plenamente em eu direito de fazer, afinal ele sabia bem como estavam as coisas. Mas é aqui que começa o amor, sem explicação a não ser algo de imperceptível colhido num olhar, numa sensação, em algo que liga duas pessoas além do imaginável.

 

O amor associa, é quase um reencontrar parte de si mesmo no outro.

 

Jesus prosseguiu, pediu, viu em Pedro que era possível pedir, que nele era possível lançar o amor até o limite do Infinito; nele não havia aquela péssima resposta que faz morrer todo amor: “até aqui, ...mas eu tenho também minha vida... dê um tempo!”. Isso é o início do fim do amor; uma resposta dessa faria definhar o amor, não envolveria Pedro mais do que um tanto. Desse modo ele não poderia representar para Jesus o início de um povo novo.

 

O amor faz mudar de vida. Atrai mas gera temor, provoca medo de perder a própria maneira de impostar o modo de viver, a própria autonomia. Sim, porque quando amamos sem meias medidas, nunca sabemos onde isto nos levará. A reação diante do amado sempre gera temor porque estamos à mercê de algo infinito enquanto nós nos experimentamos como “finitos, limitados”, ainda mais quando o nosso amado é o próprio Deus. Isaías, (do qual conhecemos a narração da sua vocação, um encontro atraente e terrível), Pedro, fizeram esta experiência, assim como a fazem todos os que Deus convida pessoalmente a se deixar envolver sem medidas. Quando isto acontecer então, somente então começará o autêntico processo de salvação pelo qual, ao dar sem medidas, o homem encontrará aquilo que não conhecia de si mesmo, encontrará aquela parte de si escondida que nunca fora lhe revelada. Dirá Jesus a Pedro: «Eu farei de ti...»; sim, “Farei aquilo que você não sabe de ser”. “Você acha de ser apenas um pescador, mas descobrirá que é pescador de homens”. Encontramos essa mesma lógica de Deus no evento do Êxodo, quando Deus chama “seu povo” um aglomerado de clãs semitas que viviam no Egito sem ter de longe a consciência de ser povo e, sequer, de ser “povo de Deus”.

 

Sim, Deus não vê o que somos, mas vê o que seremos!

 

 Paradoxo do amor! À medida em que cresce o amor também cresce o medo de perder e, por outro lado aflora sempre mais o desejo de se deixar levar, movidos pela paixão para com o amado, com a consciência de que isto dá felicidade. Vida e morte que se sobrepõem numa dança fascinante em direção ao Infinito.

 

«Não tenha medo» , nos repete continuamente Jesus.

 

«Não tenha medo» porque este amor não é uma aventura sem rumo, em balia de sensações emotivas, mas é caracterizado por uma mão forte e segura, a mão de Deus que é Senhor. Só por isto Paulo poderá dizer: «...Sei em quem acreditei!» (2Ti 1,12)

 

 


Postado em: 14/02/2013 as 21:07:17





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