Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013



   

«Uns oito dias depois dessas palavras, Jesus subiu à montanha para rezar e levou consigo Pedro, João eTiago. E enquanto rezava, seu semblante mudou de aspecto e sua roupa estava branca e fulgurante. Eis que doishomens se puseram a falar com ele: Moisés e Elias; aparecendo envolvidos de glória, falavam de sua partida que eleia realizar em Jerusalém. Pedro e os seus companheiros estavam caindo de sono mas, despertando, viram a glória deJesus e os dois personagens que estavam de pé junto a ele. E, quando estes já iam desaparecendo, Pedro disse aJesus: “Mestre, como é bom estarmos aqui! Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e a terceirapara Elias”. Mas não sabia o que estava dizendo. Enquanto ele falava isso, apareceu uma nuvem que os envolveuna sua sombra; e, quando entraram na nuvem, os discípulos ficaram cheios de medo. Então se ouviu uma voz danuvem que dizia: “Este é o meu Filho, o meu eleito. Ouvi-o”. Apenas cessou aquela voz, Jesus estava sozinho. Osdiscípulos guardaram silêncio, não contando, naqueles dias, nada do que tinham visto.» (Lc. 9,28-36)

 


A liturgia quaresmal procede seu caminho introduzindo-nos sempre mais no mistério cristão, no ápice da promessa de Deus. Contemplar o que Deus fez é contemplaro que Ele faz. Eterna é a história de Deus escrita nos corações, nos eventos da nossa história particular, nos fatos da história da humanidade.

 

O evento narrado no Evangelho de hoje associa o dia do batismo de Jesus noJordão, com a antecipação da Páscoa, dia da manifestação plena do dom que Deuspreparou par ao homem. O evento narrado evidencia também quela ligação essencialentre o nosso Batismo celebrado um determinado dia e o Batismo existencial, vivido aolongo da existência quotidiana, através do qual a glória de ser filho de Deus poderesplandecer na vida do discípulo para o bem das pessoas em busca de um sentido paraa própria existência.

 

Toda a nossa vida, de modo especial revivida e celebrada nos momentos fortes daliturgia como a quaresma, se manifesta como a expressão de um longo processo peloqual aprendemos o que significa ser “filho de Deus”, aprendemos a viver o que já somos.É o que dirá a “voz” que interpreta para os discípulos o evento da Transfiguração deJesus: «Este é o meu filho, o eleito, escutai-O!». Com a capacidade de “ouvir” -inata no homem começa toda a história da salvação, com a capacidade de ouvir ela pode chegar à suarealização. A transfiguração de Jesus diante dos discípulos lhes servirá como garantiaantecipada de que a Palavra pronunciada por Deus em Jesus Cristo produzirá, semdúvida alguma, o seu efeito, exatamente como era a convicção de Isaías: «... Assim será apalavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas realizará aquilo para a qual a designei» (Is.55,11). Sim, é disso que o Profeta tinha certeza; mas quanto mais verdadeiras são agoraas suas profecias uma vez que a palavra de Deus não foi apenas pronunciada mas quese fez viva, visível, operante! ... Agora que a Palavra é Jesus que vive, se faz conhecer,age!

 

Segundo os Evangelistas, embora se trate de um dom oferecido a todos, pareceque a “filiação divina”, meta da ação de Deus para com o homem, não seja um “dado defato”, um “direito adquirido” pelo simples fato que Deus o oferece indistintamente. Parecetratar-se de um processo pelo qual o discípulo é conduzido pela ação de Deus a «tornarse» (como diz o Evangelho de João) existencialmente aquilo que já é essencialmente.Tanto o Evangelho de João, quanto o de Marcos veem a filiação como um movimento,como algo que dinamicamente acontece à medida em que o discípulo “mergulha” narealidade que Jesus oferece. Não se trata de um rótulo que define um grupo de pessoasdistinguindo-as de outros.

 

É nessa lógica, na dinâmica da filiação divina “já-e-não-ainda”, que se encaixa otexto de hoje. É uma etapa fundamental da vida de Jesus e da sua relação com osdiscípulos mais estritos, Pedro, Tiago, João. Seguindo essa lógica, a transfiguração deJesus antecipou aos três discípulos não apenas aquilo que o Senhor é, mas tambémaquilo que já existe no discípulo que sabe associar-se ao Senhor; ou seja, uma glóriasemelhante à Dele; glória que progressivamente vai se manifestando até desabrocharplenamente, se o discípulo se daixar envolver pela mesma nuvem que envolveu Jesus. Éo “novo Êxodo” do qual Moisés é sinal.

Mas, vamos tentar uma leitura um pouco mais próxima.

 

A gratuidade é apresentada imediatamente no inicio da história de Deus com ohomem; é a marca característica dessa relação. É uma gratuidade responsável eparticipativa. Ele dá ao homem a possibilidade de tornar-se “filho” mas Ele não constrói asua historia com o homem sem o homem. Poucas linhas antes do nosso trecho Jesusquestionou várias vezes os discípulos sobre o que pensassem Dele, sobre o que estariaminclines a fazer, se teriam ou não a disposição para carregar uma cruz, aliás, a própriacruz e não outra... Mas as respostas eram vagas, genéricas. No entanto, a viagem deJesus rumo a Jerusalém continuava e não podia parar esperando que os discípulosentendessem ou dessem uma resposta. Deus não depende da nossa resposta pararealizar o seu projeto, mas a nossa resposta pode associar-nos ao Seu projeto, tornar-nospartícipes, sujeitos ativos. Deus vê cada um de nós como participe deste grandiosoprojeto de felicidade; Abrão, por exemplo, é também figura de cada um de nós, e comonós é convidado a deixar seu pequeno mundo para aventurar-se num mundo queprogressivamente se revelaria ao seu olhar, o mundo da confiança na ação de Deus.

 

Assim sendo, seja que os discípulos entendessem ou não, Jesus continuava a suaviagem rumo à Cidade Santa.

 

O Evangelista nos deu uma indicação importante: o fato ocorreu «Uns oito dias depoisdessas palavras»; quais palavras? Porque “oito dias depois”? Certamente não se trata de umaindicação cronológica, é claramente um dado teológico e espiritual. As últimas palavras deJesus que o Evangelho relata, se referiam ao escândalo da cruz, à lógica do insucessohumano, à capacidade de seguir até o fim, entendendo ou não o curso dos fatos. O únicoque deu uma resposta, Pedro, não parecia muito condizente com uma lógica dessas.Beh, afinal, quem de nós aceitaria agradavelmente o insucesso e a perda? Para nós oresultado é o metro de avaliação dos nossos atos mas, porque para Deus não é sempreassim? Qual é o “metro” Dele? Porque num caminho que necessariamente levará àfelicidade devem existir dor e lágrimas?

 

A Transfiguração não é uma resposta a essas perguntas, mas o que sabemos queela está “dentro” desse caminho, e não acontece fora dele!

 

Também a citação do “oitavo dia” nos dá uma indicação importante percebida pelosdiscípulos e narrada no Evangelho. Ela nos remete diretamente ao segundo livro dosMacabeus cap. 2. Ali encontramos vários dos elementos presentes na Transfiguração deJesus: uma montanha, a “Lei” escondida, a glória, a citação de Moisés, a dimensãosacrifical... Todos esses elementos giram em torno de uma ideia: Jahvé está reunindo emtorno de si um novo povo, um povo disposto a ter a “Lei” como centro da sua vida, um“resto do povo”, um “resto” disposto a consagrar-se.

 

A tal atitude positiva de abertura, Jahvé deveria corresponder dando um sinal:enviando uma nuvem que envolveria o seu novo povo, lugar da presença viva da SuaPalavra, assim como o era a arca ad Aliança no deserto (Ex. 40, 34ss). Sim, o novo povo,bem disposto, “resto” entre aqueles que conseguiram permanecer fieis não obstante aspressões da cultura adversa daquele momento; eles seriam o novo povo de Jahvé. Nessaótica se entende o significado que Jesus deu à Transfiguração. Não foi um gestoespetacular nem demonstrativo: foi um gesto significativo. Naquele momento seantecipava a resposta que Deus daria mais tarde ao próprio Filho, à sua colheita, ao frutoda Palavra por Ele pronunciada que estava ali, na pessoa de Pedro, João, Tiago, o novopovo reunido por Jesus, o “resto”, disposto a consagrar a sua vida ao Senhor.

 

No nosso trecho do Evangelho, a transfiguração é apresentada como obra do Pai;não encontramos a expressão da redação de Marcos: “se transfigurou”, mas sim: «o seurosto mudou de aspecto» e isso aconteceu enquanto Ele estava em profunda intimidade com oPai. Eis então indicado um caminho para a nossa fé: a profunda intimidade com Deus sedá não apenas enquanto “sentimos” algo prazeroso que nos atrai, mas quando decidimos,sim, quando decidimos estar no lugar que Deus nos confiou, permanecer até às últimasconsequências, assim como se faz com a pessoa amada. De fato alguns elementos danossa narração, como o “sono” dos discípulos; a solidão de Jesus diante do Pai (apenasnum segundo momento são apresentados Moisés e Elias), a proximidade da paixão...tudo nos recorda o drama do Getsêmani, do cálice aceito apenas por amor e decisão defidelidade.

 

Quando um discípulo acolhe e escolhe a via que Jesus traçou ele também éenvolvido pela mesma “nuvem” que cobria a Arca da Aliança, que indicava o “lugar dapresença”, que marcava o “ponto de encontro” entre Deus e o homem. Ora, é bem issoque foi oferecido aos três Apóstolos; de ser, analogamente a Jesus, lugar da Presença eponto de encontro. Algum tempo depois disso, com a Pentecostes, irá se realizarplenamente aquilo que Jesus antecipou como oferta à Igreja de Pedro, Tiago e João. Elaseria o lugar da Presença do Ressuscitado, nova “Lei” viva e eterna e ponto de encontro,sacerdócio, entre Deus e o homem.

 

Pedro, Tiago, João foram convidados a fazer experiência dessa nova realidade,pois eles seriam aquela Igreja à qual Jesus confiaria a missão de anunciar o mistério dafiliação divina. De fato, os sinais da voz, da nuvem, são os mesmos que se encontram nobatismo de Jesus; batismo que agora, Pedro, Tiago e João, deveriam oferecer ao mundointeiro, a homens que, ainda hoje, estão sem esperança, descrentes da vida, sozinhos edesconsiderados. Batismo que indica e realiza uma nova vida, a fim de que eles tambémsintam que Alguém os quer como filhos, filhos muito amados. Recordar o nosso batismo,vivido na família de Jesus nos dá muito animo e coragem nos momentos difíceis.

 

Uma coisa fica muito clara no sinal que Jesus quis dar com esse evento: há umaprofunda indissolubilidade entre paixão, glória e filiação divina.Ser filho é algo que se aprende, assim como se aprende a ser pai.

 

Ser filho éacreditar de ser amado apesar de tudo, acima dos próprios problemas e limites; pois bem,tudo isso se aprende durante o caminho, não antes! Viver como filho é descobrir e saberde ser acompanhado com um olhar discreto e atento em cada passo dado. É confiar queo resultado de nossa vida nunca será um desastre, uma derrota, um percurso tedioso semoutro desfecho que o vazio. Ser filho é sentir o que o pai sente e, assim como um filho é oreflexo daquilo que seu pai é, em cada discípulo autêntico será possível ver o reflexo, orosto brilhante, a veste cândida, a vida transfigurada: o homem novo.

 

Sobre todos vós que tendes disposição humilde em ouvir, invoco a benção de Arão:«O Senhor te abençoe e te guarde, faça resplandecer seu rosto sobre ti» (Nm. 6,25).

 

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 21/02/2013 as 09:05:19





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