Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV Domingo de Quaresma


10 de março de 2013



   

«Os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”. Então Jesus contou-lhes esta parábola: “Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra o Céu e diante de ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’. Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’. »

 


 

 

O texto de hoje, uma das mais comoventes páginas do Novo Testamento, nos ajuda a compreender o porquê, a razão de fundo que rege e motiva a conversão. Como bem o sabemos, a conversão ou “penitência” no âmbito cristão não tem o sentido de um simples esforço de superamento próprios limites, aperfeiçoamento ético ou algo semelhante. O Evangelista nos sugere uma motivação maior, a única capaz não somente de fazer com que o homem responda ao apelo a sair fora de seu mundo, mas lhe dá também a força para fazé-lo. “Saber que...” não é a mesma coisa que ter a “força para...”, e disto nós sempre fazemos experiência. O “imperativo categórico” (I.Kant: A metafísica da moral) pelo qual “querer é poder” nem sempre corresponde à nossa realidade quotidiana; pelo contrário, na maioria das vezes sabemos qual deveria ser o caminho a percorrer, no entanto, a experiência que fazemos é completamente outra. Parece um círculo vicioso que, com frases lapidárias, São Paulo confessa aos cristãos de Roma nestes termos: «Nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que quero e sim o que detesto!» (Rm. 7,15). De fato, quem de nós, porquanto tenha dito a si mesmo “isto não vou mais fazer”, antes ou depois não acaba repetindo o mesmo erro embora sob forma diferente? Contudo, existe alguma coisa, existe uma motivação tão forte que, uma vez que penetra no coração, é capaz de dar a força para a conversão, mesmo passando por caminhos estranhos e imprevistos. Em que tal força nos é sugerido hoje pelo Evangelista; vejamos como ele nos ajuda a descobrir tal sentimento; longe do nosso intuito pretensão de alcançar a amplidão do texto de hoje!

 

Sabemos que não estamos diante de uma alegoria ou uma metáfora sobre a necessidade da conversão. Jesus não inventou uma fábula; vários pequenos detalhes nos sugerem que Jesus tenha se inspirado a um fato ocorrido; um fato que Ele, como costumava fazer, enriqueceu com uma série de ensinamentos sobre o homem, sobre as suas reações, sobre o dinamismo daquele encantador processo que é um “perder para se reencontrar” como lemos no Cântico dos Cânticos.

 

Um detalhe significativo de que não se trate de uma história inventada isto é que a narração não identifica o pai dos jovens com Deus, pois assim lemos: «Pai, pequei contra o Céu e diante de ti»; logo percebemos que existe uma distinção entre o pai e Deus. É Jesus quem estabelece uma analogia: tal como é o pai dos dois, assim é Deus. Em jogo, nesta parábola, está o tipo de relação que estabelecemos com Deus, representada pelos dois jovens.

 

Ambos são filhos e possuem com o pai a mesma relação essencial. Ambos são filhos, mas possuem uma relação existencial diferente. Vivem essa mesma filiação em condições diferentes: um é o primogênito, a este, pelo direito da época, iam dois terços da herança, enquanto ao mais jovem cabia somente um terço. A transferência da herança podia ser efetuada também enquanto o pai ainda estava vivo; todavia o usufruto não podia ser administrado por nenhum dos herdeiros enquanto o pai estivesse vivo. Ora, na ótica dessa legislação e costumes, o mais jovem estava pedindo algo inusitado: pediu de usar algo que ainda não tinha à disposição. Ele, embora ele considere “sua” a parte de herança, esta não lhe pertence “de fato” mas somente “de direito”. Profundos conhecedores do ambiente oriental afirmam de não conhecer precedentes de situações como essa narrada por Jesus; ora, isto nos leva a pressupor que o próprio Jesus, elaborando esta história, quis nos dar uma indicação sobre o “seu” Pai. A primeira coisa que o Senhor nos dirá é que o Pai é um Pai que surpreende, como veremos mais adiante.

 

Ao requerer a “herança que lhe cabe”, o jovem fez um pedido lógico mas absurdo e.... mesmo assim o pai atendeu! Mesmo quebrando as regras e costumes o pai transpôs as leis estabelecidas, deixando pasmos os familiares e os bem-pensantes (para os quais Lucas dirige esta parábola; cfr. Lc. 15,2). Assim fazendo, o pai renunciava ao seu direito em favor de um capricho -infundado- do filho. Assim é o Pai de Jesus, não é um rival do homem, não concorre com ele; o Seu amor não se deixa embrenhar pela teia do “certo e errado” que sufoca o amor espontâneo e livre. É um Deus capaz de arriscar no homem, apostar nele, mesmo sabendo que nem sempre esse é capaz de administrar hoje aquilo que lhe será confiado como valor definitivo mais tarde. Um homem que, no caso, “sabe” de ser filho de Deus, mas não sabe o que isto significa. É exatamente a imagem do filho que se afasta; sabe de ser filho mas não sabe o que isso significa e, portanto, busca a sua identidade com os próprios meios e conforme uma idéia pressuposta de si. É o que quase sempre nos conduz distantes de Deus: quando queremos ser aquilo que não sabemos, dar início a uma aventura sem meta sem indicação, sem uma mão que nos sustente no momento em que será necessário. Mesmo assim, o Pai de Jesus respeita o homem em sua liberdade, mesmo quando isto implique em sofrimento, um sofrimento que poderia ter sido dispensado.

 

O jovem achava que o seu relacionamento com o pai estivesse privo de liberdade, e buscou na independência a liberdade. Todavia, bem cedo descobrirá que liberdade não tem nada a ver com independência. A independência é fácil de alcançar, não é assim quanto à liberdade. Para obter a independência é só eliminar alguns obstáculos externos, mas a liberdade se conquista a partir do interior de nossa existência e isto é bem mais complicado. A independência está fora de nós, a liberdade está dentro. Foi assim, confundindo as duas coisas, que o jovem caiu na armadilha. Ele estava certo de que, tendo os recursos necessários, conseguiria alcançar a sua independência e, com esta, a felicidade.

 

De coração apertado, o pai permitiu ao jovem de trilhar o caminho que desejava.

 

Parece entrever, nesta história, a história de uma humanidade que optou por prescindir de Deus, que acredita estar em condições de resolver sozinha a própria vida e, por outro lado, parece ver a paciente espera de Deus, a sua tristeza quando alguém interpreta como falta de liberdade a relação com Ele. Paradoxalmente, para o jovem, a quebra de uma relação significava a felicidade; a fuga era interpretada como libertação e auto-realização. Interessante é que a primeira sensação depois que fugimos de um envolvimento comprometedor é sempre a sensação de estar mais “livres” soltos, leves para poder fazer o que desejamos...

 

Estamos aqui diante do primeiro ato do pecado: cultivar em nós um conceito de relação com Deus que não corresponde à realidade. Isto acontece quando nós nos colocamos como sendo o eixo sobre o qual tudo roda. Assim, ao invés de perguntarmo-nos “quem sou eu para Deus?” invertemos as posições: “quem é Deus para mim?”. Aqui, nos somos o centro, a medida e o fim de tudo, inclusive da relação com Deus. Que engano!!!

 

A parábola continua narrando o aparente sentido de liberdade que o jovem vivia: não precisava prestar contas a ninguém, árbitro de si mesmo e de seus desejos, livre de realizar o que quisesse... é a história de muitos. Mas aconteceu o imprevisto: a carestia. Algo superior ao querer ou não querer do homem. É assim. De fato a vida tem sempre um momento imprevisto que nos envolve em todas as nossas dimensões, mais forte de nós e superior a nós mesmos, porquanto o queiramos negar. O imprevisto sobrevém com toda a sua carga. É, então, nessas circunstâncias que nos descobrimos realmente por aquilo que somos; descobrimos se possuímos ou não um tesouro, se temos ou não os meios necessários para não sucumbir diante do inesperado. O jovem teve que descobrir que a sua era uma simples, presunçosa, ilusão. A vida é objetiva, não é uma fantasia.

 

A fome reconduziu o jovem ao essencial: «voltou em si mesmo». Apenas quando chegamos ao essencial da nossa vida, apenas quando permitimos à ação de Deus (inclusive através de eventos discutíveis, como a carestia, a fome...) de nos reconduzir ao essencial que começamos a sentir novemente o sentido da liberdade, sim a verdadeira liberdade não está na “fuga de si mesmo”, não se encontra “fora”, fazendo o que queremos, mas sim quando «voltamos em nós mesmos». Existe um “voltar em si” que é puro egoismo, e um voltar em si que é  humildade, é dar-se conta de ter agido “fora de si”, ou seja, sem levar em consideração “quem sou eu” diante de um pai que está disposto a renunciar aos próprios direitos, à propria imagem diante dos vizinhos e conhecidos...

 

Assistimos a um precipitar dos eventos. Um contra-senso: aquele que achava de não ser livre porque estava junto com um pai do qual havia construído uma imagem distorcida, de repente se via servo de porcos! Sim, animais impuros aos quais administrava o alimento, isto é, aquilo que a ele mesmo faltava. É a descrição da degradação à qual se submete qualquer pessoa que decida quebrar a relação natural com Deus colocando a si mesmo no lugar do Altíssimo. Todo dia o jovem era obrigado a fazer o que lhe causava repugnância, nojo. E mais, precisava comer escondido, roubar, agir contra seus princípios... tudo porque sobreveio a carestia que lhe mostrou a verdade. Quanto é bom, como é libertador quando Deus nos mostra a verdade sobre nós mesmos! Como não O agradecer? Mas, quantas vezes fazemos o contrário?

 

A volta, sofrida, revelou ao jovem também a verdade sobre o seu pai. Dos muitos aspectos do processo de retorno, descritos na parábola, sempre fiquei encantado com um detalhe com o qual Jesus enriqueceu a narração: «o pai correu». Mais uma vez o Pai de Jesus se revela capaz de surpreender o homem, e isto é tanto mais evidente quando constatamos que, na cultura médio-oriental nunca, repito, nunca um homem “corre” ao encontro de alguém; é um ato considerado impróprio, é uma desonra no ambiente oriental. Um homem sempre espera, principalmente se ele está na sua casa. Não creio que o gesto do pai precise de qualquer comentário o qual, simplesmente, empobreceria a riqueza da sua atitude. O pai «corre», o Pai «corre». O pai novamente surpreende a todos, como no início da narração, como fará com os dois irmãos e como faz conosco quando escolhemos a humildade, renunciamos à nossa mente e aderimos ao nosso coração. Corre, corre porque a felicidade Dele não lhe permite enxergar mais nada a não ser o filho. Uma felicidade prorrompente que desfaz todas as expectativas plausíveis. Toda pessoa vale pelo que é, não por aquilo que faz... e ele é “filho”!

 

Não importa qual tenha sido a vida do jovem, não importa por quais caminhos ele, dessa vez, se encontrou realmente com o pai, fato é que o filho mudou a sua visão sobre o pai e com esta o seu relacionamento.

 

Estamos aqui diante de uma boa motivação para a conversão: a felicidade do pai.

 

A conversão não é para nós, mas para a felicidade Daquele que tanto nos ama a ponto de não ver nada mais do que nós mesmos, não ver o passado nem os caminhos que trilhamos. Ele só vê a nós mesmos. Um filho, para um pai, é bem mais daquilo que este possa ter feito. O Pai de Jesus também olha para aquilo que somos, a sua alegria é tamanha que não vê nada mais do que o que deseja ver: um filho.

 

Assim, escolher para a conversão, é o reconhecimento do amor paciente do Pai que vê mais do que nos possamos ver em nós mesmos. Acreditar realmente que Deus não nos vê como nos vemos e assim projetarmo-nos na visão que Deus tem sobre nós mesmos. Ninguém escolhe a conversão somente por força de uma motivação ética ou de necessidade moral; mas a vontade de ver a pessoa que amamos feliz, esta sim pode nos dar a coragem e a força para adequar o nosso mundo ao mundo de Deus. Ver a realidade com o olhar de Deus é amor, é vontade de retribuir ao Pai, dando-Lhe a alegria de perceber que o filho se sente sempre filho. Somente o amor que gera alegria é capaz de fazer o homem transcender a si mesmo.

 

Que o nosso “sim” a Deus seja sempre movido pelo amor, um amor de reciprocidade que sabe que o nosso Pai nos acolhe sempre e em qualquer circunstância pouco se importando com o julgamento dos bem-pensantes. Quanto a nós o amor que podemos ter é um amor capaz de devolver felicidade ao Pai que, finalmente, consegue ter com o filho a relação que sempre desejou.

 


Postado em: 07/03/2013 as 21:05:19





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