Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 V Domingo de Quaresma


17 de março de 2013



   

«Jesus foi para o monte das Oliveiras. De madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a ensiná-los. Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Colocando-a no meio deles, disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. Moisés, na Lei, mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?”. Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de acusá-lo. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio do povo. Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles?” Ninguém te condenou?”. Ela respondeu: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”.» (Jo. 8,1-11).

 


 

À medida em que o Evangelho de João se tornava um ponto de referência para as comunidades cristãs da Ásia Menor, alguns episódios da vida de Jesus foram sendo acrescentados ao escrito inicial, para que se pudesse ver melhor a grande novidade que a fé cristã estava trazendo ao mundo. Aqui, no texto que acabamos de ler temos um exemplo da força da novidade da fé cristã. Ela é bem evidenciada e se apresenta de uma forma realmente incompreensível para as pessoas que estão acostumadas a se relacionarem com Deus em base a códigos de comportamento. Quantas injustiças são cumpridas em nome de um código de lei! Quantas pessoas foram mortas e ainda são sufocadas na sua busca de Deus  por pessoas sempre prontas a barricar-se atrás de uma “fidelidade à lei”. O trecho da pecadora é encaixado propositadamente dentro de uma série de capítulos nos quais Jesus se revela como Messias e como Filho de Deus; é colocado durante o último período que Jesus passou em Jerusalém. Foi nesse período que houve a mais clara revelação que Ele fez de si mesmo, mas também o período em que houve a mais ferrenha recusa por parte das autoridades religiosas, com o desfecho da morte de cruz. Jesus se revelava como “fonte de água”; como “luz do mundo”; como “Filho do homem”; como “bom pastor” e assim por diante; eram de uma série de imagens bem conhecidas pelos hebreus; isso não era tão impactante como se pode pressupor. Por outro lado, como poderia Jesus não mostrar o lado mais “escandaloso” de Deus que é a sua misericórdia? A “sua” justiça, bem diferente da justiça dos homens? Foi nessa ótica que Jesus agiu no episódio ralatado hoje pelo Evangelho; o objetivo principal não era apenas um ato de compreensão, de bondade, ou compaixão, mas sim a declaração da grande diferença que existe entre o mod de pensar do Pai e o modo de pensar das pessoas que julgam apenas pelos atos que as pessoas fazem.

 

Cada pessoa vale muito mais do que faça ou deixe de fazer...

 

Jesus costumava passar a noite fora de Jerusalém, no monte Oliveiras. Logo de manhã foi para o Templo, foi ali, dentro do pátio do Templo que se deu a cena descrita. Obviamente os primeiros cristãos que relembraram esta história e a consignaram no Evangelho de João captaram imediatamente a ligação do episódio com um trecho do Profeta Jeremias (que citaremos mais adiante) em que se declara o estupor que Deus provoca quando age de modo incompreensível para os homens que tudo buscam menos a santidade. Ali, no pátio, sentado, Jesus indicava aos ouvintes um rosto novo de Deus, mais humano; todavia, como sempre constatamos, tudo quanto está protegido por estruturas é bem mais frágil, sujeito a questionamentos nem sempre bem intencionados; ao contrário, toda vez que alguém intenta algo novo obviamente está em minoria de forças esmagadora. Temos então duas posições: uma bem estruturada, com um rígida tradição, codificada Eis que se apresentaram então os defensores da lei, eram os Escribas e Fariseus. Para eles o encontro com Deus se dá pelo cumprimento da vontade de Deus expressa em fórmulas, em ritos, em casos; para Jesus o encontro com Deus acontece de outro modo; se dá quando alguém sente Deus próximo do problema que ele carrega e do qual não consegue desvincular-se.

 

Pois bem, a situação era propícia para um confronto: Lei (Lv. 20,10; Dt. 22,22.24) era clara: uma mulher surpreendida em adultério deveria se apedrejada (o apedrejamento, ainda em uso no Médio Oriente e na religião Islâmica, é uma forma infamante de matar uma pessoa, é típico do gesto que se faz para um cão que é afastado). Morte e desprezo, orgulho de ter “feito justiça” e vingança, se misturavam naquele momento; o que faria aquele “Mestre”? Se tivesse dito: “apliquem a Lei” então teria demonstrado que não estava trazendo nada de novo e que, bem no fundo a dele era somente uma aparência. Se tivesse dito: “não apliquem a Lei”, então teria mostrado o seu desprezo pela Escritura, logo não poderia ser aquele que pretendia de ser. Era uma ótima armadilha!

 

O quadro era bem claro: uma mulher (não um homem! Note-se que a lei punia os dois, mas aqui apenas um é tido como réu...), envergonhada diante de uma situação que desvelava a todos aquilo que ela queria manter oculto; talvez um relacionamento no qual buscasse algo a mais daquilo que havia encontrado no homem com o qual estava casada. Uma ilusão? Um momento? Uma fuga? A busca de um tempo para si? Tudo isso... ou nada disso. Nunca poderemos saber o que conduz uma pessoa a errar desse modo. O erro é erro e não se compactua com ele, mas também o julgamento fácil está no mesmo nível. Eram em dois a se aproveitarem daquela mulher, do seu pecado, da sua busca no alvo errado: o seu companheiro e o grupo dos fariseus. Ambos a usaram, cada um pelo que lhe interessava. Ali estava ela, sozinha, decepcionada, deixada à mercê das acusações e sem apoio formal do homem com o qual havia vivido alguns momentos de intimidade, ele estava mais protegido pela lei do que ela.

 

Porque não aproveitar da situação? Haveria algo melhor para colocar Jesus na parede? Era disso que os fariseus precisavam; o que iria acontecer com a mulher era de relativa importância, assim como a aplicação da Lei... Mas a ocasião era única!

 

Usada, usada e deixada sozinha por causa do seu erro, por causa do seu pecado. A pergunta dos fariseus não via a mulher como pessoa, mas como “categoria” de pessoas: «... tais mulheres ». Para essa mentalidade a pessoa desaparecia diante do pecado que havia cometido; diante do que cometeu o seu valor como “imagem de Deus” era aniquilado, pois o que havia feito parecia ser superior a o que uma pessoa é.

 

Não parece ter sido assim o comportamento de Jesus durante a sua vida, para Jesus, repito, a pessoa vale muito mais do que ela faz, porque a pessoa foi feita por Deus e o mal que ela faz não vem de Deus.

 

Amar a pessoa é amar a obra de Deus, custe o que custar.

 

A reação de Jesus é incompreensível, parece não se pronunciar, como se não quisesse rebaixar o nível da revelação que Ele estava fazendo quanto ao amor de Deus. Não olhava para eles; é um gesto próprio de quem não quer conversa de palavras, não rebaixa o nível a diatribas. Contudo, Jesus não deixava de dar a sua resposta. O gesto que fez é um gesto estranho, compreensível somente a pessoas expertas na Escritura, como o eram fariseus e escribas. É inspirado a um trecho de Jeremias emoldurado no Templo de Jerusalém, e que diz assim: «Ó Senhor, esperança de Israel! Todos aqueles que te deixam serão envergonhados. O nome dos que se apartam de mim será escrito no chão. Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor. Eis que eles me dizem: Onde está a palavra do Senhor? Que se cumpra! Mas eu não me recusei a ser pastor» (Jer. 17,13ss). Aqui o Profeta vê Deus como “esperança de Israel”, justamente no Templo onde se encontrava um pecador. Sim o pecado “envergonha” –diz Jeremias- o pecado é pecado sim, mas este é diante de Deus como se fosse escrito “no chão”, na poeira que o dia seguinte o vento apaga. Por isso a esperança e o apelo daquele que errou podem brotar autênticos no coração do pecador: “Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo”. Por isso é que Deus é a esperança contra quem simplesmente diz: “Onde está a palavra do Senhor, que se aplique!”. Atitude infame de alguém que julga e aplica uma lei que não vê a pessoa, mas visa apenas preservar princípios, porquanto válidos.

 

            Eis a resposta que Deus dá a tais atitudes: “eu não me recusei a ser pastor” a resposta é a decisão de Jesus de ser “pastor”, um pastor que deseja acima de tudo conduzir as suas ovelhas para a vida e não para a morte. Também a ovelha que se perdeu, o pecador.

 

            Ora, são apenas a misericórdia e o perdão, encontrados inesperadamente no próprio caminho, quando não são merecidos nem podem ser reclamados, apenas a misericordia e o perdão são capazes de ver a pessoa acima do ato cumprido; são essa misericórdia e esse perdão que fazem nascer o amor, que é vida, que é a vida que está em Deus! Ambos se transformam em moento salvífico de encontro, mais autênticos porque tocam o mais íntimo do nosso ser.  

 

            Não creio que haja mais bonito comentário a este texto do que aquilo que Santo Agostinho escreveu no seu comentário ao Evangelho de João: “ficaram somente em dois, a miséria e a misericórdia” (Iohannes Ev. Tract. 33).

           

            E, nesse terreno, varrido pelo vento da misericórdia, Deus e o homem se encontram de verdade.

 

            A misericórdia permite a qualquer pecador de olhar para o futuro com coragem: «vai... não peques mais». Com esperança, com vida. O julgamento só faz olhar para o passado, o qual não pode ser modificado e não possui mais a vida.

 

 


Postado em: 14/03/2013 as 23:14:03





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