Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Domingo de Ramos


24 de março de 2013



   

«Eis que virão dias, diz o Senhor, em que farei surgir para Davi um Rei novo justo; e, como rei, reinará, e agirá sabiamente, e exercerá o juízo e a justiça na terra.» (Jer. 23, 5). Com estas palavras Jeremias dava voz aos desejos do Israel autêntico.

 

Era o sonho vivo, esperançoso, de um povo que sempre associou a dignidade da pessoa humana à sua liberdade. Talvez esta tenha sido uma das mais importantes intuições da história da humanidade. A relação entre dignidade da pessoa humana e a sua liberdade é um valor especificamente judeu-cristão que, com o tempo, se espalhou, tornando-se patrimônio da maioria dos povos. A liberdade e a dignidade da pessoa humana são axiomas essenciais afirmados desde o antigo livro do Gênese, que vê nestas duas características a “semelhança” que existe entre Deus e o homem. A maneira como se manifesta a dignidade da pessoa humana é chamada na Bíblia de «senhorio»; por exemplo, o nome que a Escritura dá ao homem, é “Adam” que significa ao mesmo tempo: “homem” e “senhor”. Isso deixa espaço a entender como o homem e a sua dignidade estão ligadas diretamente a esse estranho sentimento que foi chamado «senhorio». Deus é “O Senhor” por excelência, porque possui uma dignidade única; mas também o homem é “senhor”; é tanto mais “senhor” quanto mais é capaz de viver a sua relação com Aquele do qual provêm todo “domínio”. «Dominai sobre os peixes dos mares....», esta é a benção que Deus deixou ao homem. A palavra “dominus” (da qual vem “dominar”), na linguagem Bíblica não é sinônimo de despotismo, arbitrariedade, poder absoluto....; ao contrário, ela significa exercer o senhorio, a dignidade incomparável do ser humano, uma dignidade acima de qualquer outra coisa criada por Deus ou feita pelo homem. Distorcer o significado desta palavra é diabólico, como toda meia-verdade. Quando a pessoa é consciente de sua alta dignidade encontra dentro de si a força propulsora capaz de elevar o mundo, trilhando o caminho dos valores e não das ilusões. Assim, quando alguém descobre a sua dignidade, não se rebaixa a subterfúgios, roubos, violências, arbítrios... “Livre para ser digno e digno para ser livre”, este sempre foi o sonho de Israel, tão profundamente descrito no livro de Êxodo, nas liturgias, nos cantos memoriais, nas histórias contadas pelas mães de Israel às suas filhas enquanto, juntas, moíam o trigo na soleira de suas casas. Hoje a liturgia nos oferece a possibilidade de reavivar este sonho mais uma vez. Jesus é apresentado duas vezes somo “rei” que entra na Cidade, Jerusalém, e “rei” que sai da Cidade carregando em si contemporaneamente os conflitos e os dramas que estão ligados ao lento, incansável, sofrido caminho da dignidade e da liberdade.

 

O Evangelho hoje novamente nos propõe a antiga questão: será que os sistemas que o homem cria possibilitam a realização do grande sonho de liberdade e reconhecimento da dignidade da pessoa humana?

 

Veremos, contrapostos um ao outro, dois sistemas, dois critérios de julgamento, o parâmetro do homem e o parâmetro de Deus. Como numa imagem plástica, tudo o que é narrado no Evangelho, se desenvolve em três tempos: o julgamento do povo no ingresso em Jerusalém, o julgamento das autoridades e o julgamento como Deus. Sim, o critério como qual, segundo a nossa fé, será “julgado o mundo” é o que São Paulo define “o julgamento da cruz” (Cfr. 1Cor 1,8-3,4). O conflito que o Evangelho nos apresenta hoje gira em torna de uma única pergunta: qual dos dois parâmetros devolve ao homem a sua dignidade e o seu “senhorio”?

 

Sabemos que para Lucas, Evangelista de cultura grega, cosmopolita, aberto às instâncias inovadoras da sociedade da época, a questão da justiça era de primária importância. Tanto o mundo grego quanto o romano foram o berço do sistema judiciário que ainda rege a maioria dos nossos Países. A questão sobre o julgamento é posta em três momentos: o ingresso em Jerusalém, o processo a Jesus, o julgamento da cruz.

 

Vejamos a primeira narração.

 

Jesus tem exata consciência de seus atos que são cumpridos de modo simbólico, significante, quase ritual. Atos expressivos que qualquer homem conhecedor da Escritura poderia facilmente entender. Ele desceu do Monte das Oliveiras, no lado oriental da cidade de Jerusalém, atravessou o vale do Cédron e se dirigiu à “Cidade Santa” pela Porta Dourada. Narrado assim, o acontecido não parece significar nada, por outro lado precisamos nos colocar na mente de todo piedoso hebreu que “esperava o Messias vindo do oriente” como vaticinado pelos antigos profetas. O próprio Simeão, quando recebeu o Menino Jesus abençoou a Deus porque a sua velhice havia tocado o “sol nascente que vinha ficar com seu povo” (Lc. 1,68ss). Segundo o profeta Joel (3,2.12) o Vale do Cédron, que Jesus atravessou,  representava simbolicamente o lugar do julgamento final, onde seria decidida a sorte do justo e do ímpio. Na explicação dos mestres Judeus, a Porta Áurea, pela qual entrou a “procissão” formada por Jesus, seus discípulos e a multidão que O seguia, seria a porta pela qual passariam os primeiros justos a serem acolhidos na eternidade (é interessante saber que ainda hoje o mundo islâmico pensa assim).

 

Evidentemente os gestos de Jesus foram perfeitamente entendidos pelo povo de Jerusalém: Ele era o rei tão esperado que devolveria a liberdade e zelaria pela dignidade não apenas de um povo, mas de todos os que O seguiriam. Mas… alguma coisa era estranha ao olhar de todos: Jesus não havia escolhido a montaria própria de um rei. Qual fosse o sentido não era tão claro mas, afinal, isto pouco importava para o povo, o qual continuou agindo como se nada significasse o gesto de Jesus de substituir ao cavalo um simples burrinho.

 

Quando alguém possui uma ideia em mente, muito dificilmente está atento e disposto a entender outra mensagem que não seja aquela que já decidiu dentro de si. Era assim que realizava-se o primeiro “julgamento”. As pessoas precisavam de alguma coisa, precisavam de uma imagem, de um líder. E quando alguém sente a necessidade de um ídolo a seguir, pouco importa a pessoa, o que ela sinta, pouco importa quem ela seja de fato. O que importa é o que é para mim, para nós... Idealizar uma pessoa, idolatrar uma pessoa é um profundo ato de egoismo, é usar uma pessoa, a sua identidade, a sua história para as finalidades das quais “eu” preciso! Nenhuma pessoa é um ideal, cada pessoa é apenas uma pessoa com um mistério que carrega em si. Mantos, palmeiras, aparente festa, bem no fundo foram o espetáculo exterior gerado por outros, mas que encobria uma grande tristeza no coração de Jesus, resultado de um profundo mal-entendido. Ele nunca se sentiu nem definiu “rei” assim como o entendia o povo subjugado pelo poder romano. Mas, podia Jesus recusar essa manifestação popular?

 

Mais uma vez, a massa procurava um ídolo mais que uma pessoa, pois qualquer ídolo possui mais poder do que uma pessoa: a pessoa pode ser calada e morta, um ídolo não. O cortejo era festivo, mas cobria uma dor de Jesus, uma dor profunda que o Evangelista João entendeu mais tarde e descreveu para os cristãos com estas palavras: «Aquele que não reconhece a Deus que vem na sua fragilidade, na “carne”, este é o anti-cristo» (Cfr.1Jo. 4,2). O povo acreditava no poder daquele novo rei, mas o próprio fato de acreditar no poder é característica específica do mundo do mal. É fortalecer aquilo que somente oprime pois, no máximo, o poder muda apenas o detentor do poder, e nada mais.

 

O Rei esperado para abrir uma porta ao sonho de Israel vinha na sua impotência, com seu jumento, mas ninguém acreditou, continuando a gritar “Hosana”. Era bem mais fácil continuar concebendo um Rei como detentor de poder superior ao dos outros, do que num Rei que oferece a possibilidade de unir dignidade e liberdade sem fazer uso de poder, conforme lhe havia proposto o demônio no início do Seu ministério. 

 

Não estamos diante de nenhuma novidade, o que eles pensavam não está tão distante do nosso modo de pensar, especialmente quando confiamos na força e no sucesso!

 

O segundo momento das leituras de hoje, ou seja, o julgamento diante do Sinédrio e a situação de Herodes e Pilatos, é ainda mais paradoxal, é a apologia da incoerência da justiça mandada pelo poder. O poder, nesse ato público, é a própria lei manipulada para o fim que se deseja alcançar. É um poder arbitrário que se justifica a si mesmo pelas próprias leis que usa.

 

Sabemos que a reunião do Sinédrio, foi ilegal, foi convocada sem a presença de autoridades como Nicodemos e José de Arimateia (ambos favoráveis a Jesus). O julgamento do Sinédrio foi convocado de madrugada, às pressas, assim como se faz toda vez que a decisão está já tomada independentemente de qual possa ser o desenvolvimento de um processo. Mas ninguém se importou com esta “lei” que regulamentava o direito de um homem, não era relevante; a outra, a lei que condenava, era bem mais importante!

 

Durante o processo, cada uma das acusações apresentada contra Jesus possuía o mesmo aspecto que, na Bíblia, caracteriza o demônio: são meias-verdades. Isto é, fatos, palavras realmente pronunciadas, mas distorcidas, a ponto de que formalmente podem adquirir o significado que o juiz quiser dar. Jesus falou realmente sobre o Templo, falou realmente sobre um Reino que não é deste mundo, falou realmente sobre a sua relação com Deus e muitas outras coisas; isso era um fato evidente. Contudo, a sua leitura é maligna. Mesmo assim nenhum dos envolvidos no processo “considerou oportuno” declarar a verdade sobre o que estava acontecendo. É o jogo do sistema, o Sinédrio não toma decisão, Pilatos remete a Herodes, Herodes devolve para Pilatos, Pilatos precisa cobrir alguns problemas pessoais com o Imperador… então joga tudo para a “anônima multidão”. Essa nunca pode ser incriminada, é uma ótima escapatória para todos; é só criar uma “opinião comum” que desresponsabiliza quem deve decidir e, absurdamente, faz sentir digno de elogio um juiz que não julga; é m juiz “digno” porque fez o seu “dever” remetendo o julgamento à opinião mais comum.

 

Assim funcionava e ainda funciona o sistema que julga. Será um acaso, que a instituição mais desacreditada junto ao nosso povo é a justiça? Será que alguém já se “sentiu” protegido pela justiça? Será que esta soube devolver a dignidade a alguém?

 

Os poucos que poderiam se colocar ao lado de Jesus foram descartados “ex oficio” diríamos nós. Nicodemos... José de Arimateia... os grandes rabinos como Gamaliel...

 

Com extrema perspicácia o Evangelista releva outro aspecto desta “justiça”: «daquele dia em diante Herodes e Pilatos ficaram amigos», e nós conhecemos bem as desavenças, os conflitos que anteriormente existiam entre os dois, conflitos que chegaram até o Procônsul e o Imperador..., mas as tramoias que caracterizam certo modo de agir possuem um grande poder: vinculam as pessoas entre si, as prendem uma à outra, pois ambas são devedoras de favores e sujeitas a possíveis chantagens. É assim que funciona!

 

Temos, então, o terceiro ato da narração: o julgamento da cruz. Este é o julgamento que Deus profere sobre toda a humanidade. O que aconteceu lá no Calvário, quando da cruz de Jesus, corresponde ao julgamento eterno que Deus dá e dará sobre a humanidade e sobre cada um dos homens.

 

O texto diz que Herodes tinha dado a Jesus uma «veste pomposa»; tratava-se de um manto próprio para grandes celebrações e, propriamente, para o candidato a rei. Despido deste símbolo de candidatura, Jesus endossou a coroa, se tornou rei, sim, mas não da maneira esperada. A sua dignidade de rei será manifesta na decisão assumir até o último as consequências do seu amor aos homens e ao Pai, (bem o contrário do julgamento anterior). A dignidade de Jesus era a dignidade que se demonstra quando somos livres para “dar”;  que se evidencia na atitude própria de quem supera o medo de “perder”: «ninguém tira a minha vida, eu a dou...», dizia Jesus. Ele é um rei que conseguirá, no último respiro, devolver a dignidade às pessoas que se deixaram envolver e conduzir pelo coração: um malfeitor, um centurião algumas mulheres...

 

Se a coroa dos vencedores em Atenas e Roma era de louro, o símbolo da glória; se a coroa do Farão de Egito era ornada por uma cobra, símbolo do poder sobre a vida e a morte, a coroa de Jesus possuía os espinhos, símbolo do resultado do pecado de Adão: a mesma terra que era um jardim produz lágrimas, espinhos sofrimentos inúteis com o pecado do orgulho. Assim sendo, o rei de Israel não carregava a glória e o poder, mas o resultado das atitudes dos homens quando desacreditam em Deus e se colocam no lugar Dele. Carregava aquele sofrimento estúpido, que derrama lágrimas produzidas pela presunção dos mais fortes.

 

Aquela coroa era o seu patrimônio. Àquelas lágrimas eram as lágrimas dos dramas humanos, escondidas em cada espinho. Apenas o Rei poderia dar-lhes um sentido; apenas Ela poderia restituir a dignidade desrespeitada pelos que detêm o poder e o seu injusto instrumento, que é a lei manipulada.

 

A cada um dos que participa do evento da cruz, que sofre, mas sofre com Jesus, Ele responde com o seu julgamento. Não podemos deter-nos detalhadamente, mas creio que mesmo assim seja tão rico e encantador apontar pelo menos algumas de suas “sentenças”.

 

Os primeiros personagens são os que O crucificaram.

 

Enquanto acontecia o suplício quantas vezes os olhares de Jesus devem ter cruzado com os olhares daqueles que “estavam fazendo o seu dever”! Quais sentimentos inexpressos perpassavam de um para os outros! E o julgamento da cruz sobre eles não passou de uma vitória do “hesed” (esta palavra na Bíblia indica o sentimento instintivo, irracional, com o qual uma mãe defende a todo custo o seu filho, mesmo quando “sabe” que ele não é inocente): «Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem!». Como pode uma mãe acusar o próprio filho? Não cabe dentro dela, o seu “hesed” –amor instintivo- a conduz a afirmar o que bem sabe não ser verdade. Os algozes sabiam muito bem o que estavam fazendo..., mas o julgamento de Jesus, o julgamento da cruz não é capaz de ter uma leitura da lei tão obvia e tão fácil como o é para aqueles que administram a lei! O julgamento da cruz possui outra lei, uma lei divina.

 

Os segundos personagens são os malfeitores: nenhum deles é julgado pelo próprio crime, a resposta que eles deram diante de Jesus mostra o que eles eram bem lá no fundo de si mesmos: um não saiu da sua condição e proferiu o seu julgamento sobre si mesmo, outro saiu de si mesmo, viu o mundo com o olhar de Jesus; ele também pronunciou a sua sentença sobre si. Um se abriu e encontrou o amor, o outro se fechou e não encontrou nada.

 

Para Jesus o homem sobressai ao “pecador”. O homem sobressai ao “malfeitor”. Nenhum mal que o homem possa fazer é superior à sua dignidade, é a partir desse ponto de vista, da sua dignidade de homem, que o Rei olha o malfeitor. Assim sendo, ele redescobria a sua senhoria e com ela a liberdade de superar a raiva que o prendia ao próprio erro.

 

Por último o servo do poder, o centurião que descobria a verdadeira justiça, não aquela que ele havia servido por tantos anos. «Verdadeiramente este homem é justo» disse o centurião.

 

Justa é a nova lei, que está nas atitudes de Jesus, o qual dá a cada um não o que merece, mas aquilo que ele precisa para ser homem digno e livre.


Postado em: 21/03/2013 as 08:31:29





Leia também


01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





Pesquisar no Site


  • Newsletter

  • Paróquia São Pedro e São Paulo - Diocese de Ponta Grossa - Telêmaco Borba - Paraná
    Sociedade Beneficiente São Pedro - Fone: (42)3272 8557 / (42) 3272 8930 - pascom@pspsp.com.br
    Está obra de evangelização não possui fins lucrativos e é custeada através do dinheiro do dízimo
    Desenvolvido por Rinaldo M. Heil