Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013



   

«Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro depois do sábado, os discípulos estavam reunidos com portas fechadas, por medo dos judeus. Então Jesus entrou, ficou no meio deles, e disse: “Paz convosco!”. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Quando os discípulos viram o Senhor, ficaram cheios de alegria. Então Jesus lhes disse de novo: “Paz convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”. Depois destas palavras, soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; aqueles a quem não os perdoardes, não serão perdoados”. Tomé um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos lhe disseram: “Vimos o Senhor!” Mas ele respondeu: “Se não vir nas suas mãos as feridas dos pregos, se não puser nelas meu dedo e não colocar minha mão no seu lado, não acreditarei!”. Oito dias depois, os discípulos se achavam de novo na casa, e Tomé com eles. Jesus entrou, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e os cumprimentou: “Paz convosco!”. Depois, disse a Tomé: “Põe aqui teu dedo e olha minhas mãos; levanta tua mão, coloque-a no meu lado e crê, e não sejas mais incrédulo!”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”. Jesus lhe disse: “Porque me viste, Tomé, acreditaste. Bem-aventurados os que acreditam sem ter visto!” Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome»  (Jo. 20,19-31)

 


 

            A intensidade dos eventos da Semana Santa ainda ecoa em nossos corações renovando a força e a maravilha do Evento da Páscoa. Dias cheios de significados tão grandes em gestos, situações, sentimentos que nos deixam tão envolvidos a ponto de não sabermos mais aonde concentrar a nossa atenção. Não houve momento em que não nos tenhamos reconhecido nalguma das situações que a liturgia nos ofereceu. Nem sempre tivemos como refletir, mas com certeza vivemos, vivemos com Jesus e ao seu lado o segredo da salvação, feita de noite e luz, de injustiça e fidelidade, de amor confiante e de maravilha. O nosso espírito mergulhou na profundidade do testamento que o Senhor nos deixou na quinta-feira Santa; acompanhamos com o coração apertado, passo a passo, o incompreensível conflito entre o egoísmo que ostenta o seu poder e o amor, que nos conquista com a sua fragilidade. O silêncio tomou conta sobre as razões ao longo de “três” dias. Era o vazio de uma presença, representada pelos tabernáculos abertos e vazios em nossas igrejas, quase expressão do coração de Maria e dos Doze. Sabiam que não veriam mais Jesus de Nazaré, mas também não podiam acreditar que tudo tinha sido um sonho, uma ilusão. Em seus corações não podia haver espaço para aquela sensação de que Deus não é fiel ao Seu Filho, a Maria, a eles que, bem o mal, Lhe haviam consignado uma parte preciosa de suas vidas.

 

A tentação de desacreditar, o último recurso do demônio depois de ter mostrado a sua força esmagadora, era o que naqueles três dias pairava como um espectro sobre o grupo dos discípulos. Contudo, como não poderiam ressoar ainda para eles as últimas palavras confiantes de Jesus: «Pai...; entrego…»? E Deus, responderia? Três dias de escuridão na qual nenhuma pergunta tem sentido: são os dias que precedem qualquer ato de fé. Não há fé madura e autêntica sem “três dias” de silêncio. É o silêncio que se impõe pela insuficiência das perguntas e das respostas; é o silêncio que renuncia, por amor, a crer nas possibilidades que o homem conhece e controla para, como Jesus, «entregar» o último seu apego. Somente quando isto acontece de verdade então Deus pode agir livremente e renovar suas maravilhas. O silêncio, quando tudo cala diante das razões e das ações, é a mais profunda escola de fé, sim, é quando ficam face a face, a alma e Deus. Era bem essa a situação que Maria e os discípulos estavam vivendo naquela tarde quando Jesus se fez presente no meio deles.

 

Contudo, naquele silêncio que sempre prepara a Salvação em ato, Deus não deixa o fiel à mercê da tentação. Assim como hoje, também naquela ocasião, Deus ainda deixava a sua mão estendida para aquele pequeno grupo de pessoas fragilizadas pelas derrotas exteriores  e interiores: era Maria, imagem viva de uma porta sempre aberta. O olhar dela continuava sugerindo a todos as palavras que Ela mesma ouvira do Anjo: «nada é impossível a Deus». E, de repente, quando o último “porquê”  foi entregue –como fez Jesus na cruz-, aquilo que era impossível tornou-se real assim como intuiu Isaías: «até os reis fecharão a sua boca por causa dele; porque verão um fato nunca narrado» (Is. 52,15).

 

Depois do silêncio, sempre Deus faz ouvir a sua voz.

 

            A leitura de hoje, nos projeta além do fato da Ressurreição; evidentemente o que é narrado não se reduz a uma simples demonstração de que Jesus estava vivo. O Evangelista coloca o episódio de hoje «à tarde», ou seja, distinto do evento da manhã quando as mulheres, Pedro e João foram ao túmulo. É sugestivo pensar que, ao escrever, o Evangelista João estivesse vendo realizado o tão esperado “dia do Senhor” que, segundo o profeta Zacarias «Será um dia singular; não será nem dia nem noite, mas haverá luz à tarde» (Zc. 14,7). Assim, a narração do fato é, para João, a “luz” da tarde que Jesus traz após os três dias de escuridão, luz que ilumina o sentido da comunidade cristã após a Ressurreição. É algo que vai além do “dia e da noite”, ou seja, além do tempo, porque alcança todos os tempos e, além disso, o infinto da eternidade para a qual o homem e o cosmo são destinados. Não se compreende a Ressurreição de Jesus apenas como a constatação de que alguém morto tenha voltado a viver; isso não era uma novidade; não foia assim para o filho da viúva de Naim? Ou para Talita? Ou para Lázaro?

 

            Para indicar o primeiro efeito da Ressurreição de Jesus, o Evangelista, sempre atento aos detalhes e seus significados, pousa o seu olhar sobre as portas do lugar onde os discípulos estavam reunidos. As portas estavam fechadas. Obviamente não é por puro gosto da descrição que uma pessoa culta e versada nas Escrituras como João, faça essa observação. O fato de Jesus entrar com as portas fechadas pode ser explicado apenas em dois modos compreensíveis à nossa mente: ou se tratava de uma “visão” gerada pela fantasia, ou da materialização de um “fantasma” (hoje, alguns usariam a palavra “ectoplasma”). A primeira hipótese colocaria no ridículo tudo o que aconteceu e a própria fé sobre a qual se estruturou a comunidade de fé primitiva e se sustenta até hoje. Obviamente se fosse assim, seria extremamente difícil justificar como uma “fantasia imaginária” tenha se sustentado por tantos séculos sabendo que os cristãos foram, e até hoje são, as pessoas mais perseguidas e discriminadasas na maioria dos Países inclusive nos que se ostentam como os defensores da liberdade, (refiro-me ao recente caso da British Airways que demitiu uma funcionária apenas porque tinha um crucifixo ao pescoço -fonte da “Dress Code” de direitos humanos-) para não falar dos lugares onde a fé cristã é expressamente proibida enquanto são toleradas outras crenças.

 

A segunda hipótese possui um vício de fundo: divide a alma do corpo, o que não condiz com o ensinamento de toda a Escritura. O nosso “creio” também é extremamente explícito quando fala da “ressurreição da carne” e não do espírito, da alma... Se a ressurreição do Senhor fosse considerada de modo a prescindir da concretude do corpo de Jesus de Nazaré, a nossa fé não passaria de uma ideologia. Sim, é isso mesmo, pois uma ideologia é um conjunto de ideias entrelaçadas, ajustadas, organizadas... mas se trata sempre e apenas de ideias!

 

Existe apenas uma outra possibilidade, a mais inverossímil, a mais improvável, a mais incompreensível de imediato. Mas, afinal, não foi sempre assim que Jesus agiu? De modo surpreendente, de modo inesperado, com soluções inadmissíveis a uma mentalidade racionalista e pragmática. Não foi assim com os cinco pães e dois peixes? Com Lázaro que «já cheirava»?  

 

            O fato de Jesus superar os limites da física que conhecermos, entrando com as portas fechadas e contemporaneamente pedindo de ser tocado ou, em outros casos, até comer com os discípulos, são sinais de que o Evento modificou de algum modo a criação inteira a qual foi permeada pelo «mesmo espírito que ressuscitou Jesus dos mortos» (Rm. 8,11). A morte, o tempo, o espaço não são mais limites para aquilo que é destinado a permanecer com Deus para sempre. É à partir da Ressurreição que se compreende, por exemplo a possibilidade que a matéria do pão e do vinho seja modificada na Pessoa de Jesus que continua vivo além do espaço do tempo e da nossa física. O mesmo diga-se do Batismo: a nossa natureza humana é modificada e recebe a «natureza divina» própria de Jesus, (2Pd. 1,4) e isso se entende apenas à partir da Ressurreição.

 

Todavia, a Ressurreição de Jesus permaneceria um fato isolado em si mesmo, abstrato, exclusivo, se não tivesse o seu prolongamento na comunidade de fé. É, logo, a identidade e a missão da comunidade de fé que estão em jogo na narração do trecho de hoje. Ora, esta é comunidade é caracterizada como uma igreja que soube responder à derrota e ao silêncio, e isso também por meio da firmeza na coesão em torno da fé de Maria. Mesmo assim ainda é uma comunidade sujeita à tentação de olhar para a própria fraqueza e de sentir sempre forte o «medo dos judeus», isto é, da arrogância do poder.

 

Como foi para os discípulos, esta será também a condição na qual a Igreja viverá sempre a sua vocação de continuar no mundo o Evento da Páscoa.

 

Jesus, ressuscitado, se encontra com “esta” comunidade, não com outra ideal, idílica que existe somente nos sonhos. E mais, o Evangelista descreve o entrar de Jesus no “lugar onde eles estavam” como um «ficar no meio deles»; ora, essa expressão possui uma longa história espiritual e religiosa. O verbo usado -“istemi” (isthemi)- indica a atitude de quem continua “firme”, “de pé”, não é derrotado pelo mal e não se deixa abater por ele. A intenção de usar esse verbo servirá ao Evangelista para indicar que esta é a maneira com a qual Jesus estará sempre presente na sua comunidade (tanto que repetimos a mesma expressão no cânon II da Missa!). A convicção de estar “carregando” a presença viva e atuante de Jesus era muito forte em todas as comunidades cristãs; era chamada “mistério” da nossa fé (Col.1,27).  O Evangelista Lucas, na história dos discípulos de Emaús, usa a mesma expressão: «Jesus entrou para ficar», de modo estável e como sustento contra o medo que o poder impõe a uma comunidade de fé.

 

            Surpreendente e mais carregada de significado é a primeira palavra que Jesus dirige aos discípulos, expressão repetida três vezes no mesmo trecho. Ora, sabemos que repetir três vezes a mesma expressão era uma técnica que indicava ao leitor qual era o núcleo de um escrito. Pois bem, Jesus assim se dirige à comunidade: «Paz convosco» (Eirhnh umin); embora a tradução mais comum seja: “a paz esteja com vocês”, neste caso temos que descartá-la, pois é bem aqui que Jesus surpreende o grupo dando um sentido diferente a essa expressão.

            “Paz”, em seu sentido primitivo, indicava a condição de ausência de guerras; com o tempo foi adquirindo um sentido moral indicando o estado de ânimo da pessoa que está tranquila. A paz era, para os judeus, resultado da relação entre o homem que obedece a Deus e Deus que retribui com a sua benção. Mais tarde esta relação de “troca” resultou num conceito ambíguo pelo qual, se uma pessoa agisse corretamente com Deus, Ele o retribuiria com a mesma intensidade dando, em proporção, a sua benção. Esta “benção” era sentida como “bem-estar”. Era isto que um hebreu queria dizer quando pronunciava a palavra “Shalom”; desejar o Shalom para uma pessoa era desejar-lhe o bem-estar como manifestação da benevolência de Deus (um conceito que os Calvinistas retomaram e que hoje forma a base da pregação das seitas de inspiração cristã). Ora, às vezes usava-se como saudação a expressão: “sha’al be shalom” (= shalom esteja contigo), mas não era isto que Jesus estava desejando à sua comunidade; Jesus não estava prometendo nem augurando nenhum “bem-estar”!

 

Qual é então o sentido da saudação? Pois bem: em primeiro lugar precisa ficar claro que não se trata de uma saudação. É uma “declaração”!. Sim, é a declaração quanto à identidade e à missão da comunidade. Com essa expressão Jesus indicava que “a Paz” está com eles  (note-se que, conforme antiga tradição da Escritura, o Príncipe da Paz é o próprio Emanuel”). Indicava também o que a Igreja pode ser para o mundo. Em seguida, em outras palavras, Jesus explicará “como” viver e realizar o que eles são: portadores da “Paz”.

 

Como sabemos isso? Pois bem, a expressão que Jesus usou se encontra (raramente) nos escritos rabínicos da época, e significa: “a salvação está contigo” e é atribuída ao Messias nos comentários que eles faziam a Is. 9,6 o qual fala do “príncipe da paz”. Sim: «A salvação está convosco», é isto que o Senhor declarava aos seus discípulos: “vocês são o lugar e o instrumento pelo qual poderá ser realizado o desejo do Pai. A salvação que os rabinos aplicam ao Messias está com vocês”. 

 

            Eis então, o mesmo espanto que se apossara um dia do coração de Maria, quando ouviu do Anjo a declaração: «a graça do Senhor (=presença do Senhor) está contigo», se fez presente novamente no coração de toda aquela fragilizada comunidade. Como era possível que a salvação estivesse “com” aquela comunidade cheia de medo e extremamente ínfima em relação ao extra-poder do mal e do egoísmo? Sim, a salvação do homem estaria com aquela pequena comunidade mesmo que os discípulos não acreditassem; Deus não entregava a salvação às suas qualidades, nem a o que fariam, mas à unidade entre eles, Maria e o Ressuscitado. Ali quem o quisesse encontraria a salvação.

 

Antecipando-se a quem pudesse perguntar: “como isto seria possível?” Jesus mostrou as mãos e o lado... em silêncio.

 

Esse seria o caminho: o amor dado além das forças comuns, a coragem de amar como Deus ama. Com um gesto simbólico tão forte Jesus associava definitivamente Si mesmo à comunidade dos que permaneceram fiéis.

 

Sabemos que todos os gestos proféticos eram acompanhados por palavras; não palavras explicativas, pois o símbolo fala por si próprio, mas palavras que a Escritura chama “eficazes”, isto é, que realizam o que significam, segundo célebre o ensinamento de Isaías: «Como chuva e a neve descem dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão, assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim sem ter realizado aquilo pelo qual a enviei» (Is. 55,10-11). Assim, depois de ter indicado o caminho, Jesus pronunciou a Sua palavra, a palavra do Senhor Ressuscitado, a palavra de Deus sobre aquela comunidade; a palavra é simples: «como...».

 

Desse modo Ele definia irrevogavelmente e para sempre a qualidade da Sua relação com a Igreja que Ele quis; naquele «como» estava presente uma relação nova, que o Concílio chamou: “sacramento da salvação do gênero humano” (SC I,1ss). É assim que ainda hoje a comunidade de fé mantém vivo o seu mistério: a Igreja não é uma organização, não é uma sociedade beneficente, não é uma fonte de opiniões nem ideologias: é o lugar onde a intensidade do amor de Jesus poderá sempre ser visível e alcançável a quem o desejar. É o lugar onde o aflito pode encontrar a sua Paz.

 

Um bom domingo da Misericórdia!

Pe. Carlo


Postado em: 05/04/2013 as 00:15:06





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