Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013



   

«As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão. Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um”». (Jo 10,27-30)

 


 

 

            Em cada povo, por quanto os tempos forcem mudanças e às vezes sufoquem a identidade, sempre existem símbolos profundamente arraigados no inconsciente pessoal e coletivo que, de repente, fazem evocar toda uma história, um passado. São símbolos que permitem evocar as origens, redescobrir a própria identidade e assim poder enfrentar o desconhecido futuro. Se bem que a situação social na época de Jesus fosse bem distante de idealizar o pastor, em todo caso a imagem do pastor, entre os hebreus, era sempre a mais forte entre tantas outras;  era carregada de história, simbolismo e esperança. Desde os primeiros tempos até a época de Jesus, muitas coisas haviam mudado quanto à ideia de “pastor”. Esse personagem não era mais tido como um “herói” disposto a cuidar de seu rebanho, como era no início, no tempo das pequenas tribos que haviam formado o povo de Israel. Na época de Jesus a figura do o pastor já havia perdido o seu fascínio. Raramente o pastor possuía um “seu” rebanho, no máximo podia ter algumas ovelhas dentre uma grei maior que pertencia a outra pessoa. Na maioria dos casos o pastor era mal pago, existia uma forte discriminação em relação a eles; por exemplo, era proibido ao povo comprar diretamente lã e carne dos pastores e estes eram privados de seus direitos públicos e cívicos. Contudo, mesmo que certos grupos, que fazem a opinião, induzissem a menosprezar estas pessoas, um singelo hebreu não podia não sentir vibrar o seu coração quando se narravam histórias de pastores.

 

Talvez por analogia, já que o Senhor também fora privado de direitos púbicos uma vez que foi expulso da sinagoga... talvez porque Jesus sempre apelava mais ao coração do que às estruturas culturais, as quais mudam conforme os interesses do momento... -não sabemos o motivo-, certo é que Jesus gostava associar a Sua vida à vida do “verdadeiro pastor”. Certo é que Ele associava a Sua vida ao pastor vaticinado por Ezequiel, o Pastor que Deus enviaria nos últimos tempos, um Pastor que de algum modo, inexplicável para o Profeta, era identificado com o próprio Deus: «Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas» -dizia Ezequiel- «e as farei repousar, diz o Senhor Deus». Mas, como poderia o Altíssimo, cujo nome era impronunciável, tornar-se presente pessoalmente dentro de uma Israel renovado? É possível que Jesus, ao identificar-se com o Pastor esperado estivesse dizendo apenas uma coisa: os últimos tempos chegaram!

 

É fácil pensar que poucos ainda acreditassem que fosse possível encontrar um dia um “bom”, “verdadeiro” pastor, pois, como sempre acontece, quando mudam os valores mais singelos sempre os interesses tomam conta de um espaço que é deixado sem conteúdos. Como seria bom, por exemplo, encontrar hoje uma pessoa que não precisa fazer um contrato por escrito, uma pessoa que garante apenas com a sua palavra! Mas parece um sonho, uma “piada” da sociedade.... Pois bem, era bem esse o sentimento da época quando se falava de um “bom” pastor.  Agora, imaginemos a reação das pessoas quando Jesus falou de si como “bom pastor”...!

 

            Obviamente, o adjetivo “bom” não indica uma qualidade moral, não é sinônimo de “bondoso”. O sentido de tal expressão está mais próximo da palavra: “autêntico”, “confiável”, “disposto a tudo”. Com certeza o sentido que Jesus deu a esta expressão deriva justamente da missão do pastor autêntico. O pastor ao qual Jesus se identifica é “bom”. Ora, tendo já descartado o sinônimo de “bondoso”, podemos nos adentrar numa semântica que tem profundas origens religiosas e espirituais. Sabemos que “Bom” era a maneira de indicar o próprio Deus e tudo o que está ligado diretamente a Ele. Lembremos, por exemplo, o que Jesus disse uma dia  a um homem: “Bom só existe um” (Mt. 19,17).  Nesse sentido, o pastor é “bom” quando conduz Àquele que é Bom, quando ele mesmo está ligado pessoalmente a o que é “Bom”, Àquele que é “Bom”. Assim, Jesus não somente aplica a si mesmo o nome dado a Jahvé, mas também indica a sua relação com o “Jahvé” do Antigo Testamento, a Sua missão como Pastor e a missão de todo pastor que tenha direito a este nome.

 

Quando o Evangelho nos oferece a possibilidade de refletir sobre o “bom pastor”, não somente nos fala sobre Jesus, mas também nos sugere aquela que será a missão da Igreja e daqueles que podem também ser “bons pastores”. O Evangelho nos sugere que é possível sim, encontrar o homem autêntico, confiável como um verdadeiro “pastor”. Não é devaneio, sonho, fantasia. É possível sim um homem novo, um pastor autêntico que conduz uma e uma grei que lhe pertence. É interessante que Jesus chame “suas” as ovelhas. Ora, gostaria apenas esclarecer que a palavra “pertencer” não é sinônimo de “possuir” (como pensamos nós, imbuídos por uma cultura da posse), mas indica a relação de reciprocidade na responsabilidade.

 

Vejamos como o Evangelista nos introduz nesta perspectiva de um “Bom Pastor”.

 

            Sabemos que a origem de Israel é nômade, a sua riqueza se baseava antigamente sobre o rebanho miúdo e o comércio. O pastor era o fulcro sobre o qual se apoiava a sobrevivência da inteira comunidade, por isso era tido em alta estima. Em terras pedregosas e em regiões tão pouco abundantes de chuva, o pastor devia saber intuir “onde” e “quando” iria chover e movimentar-se com todo o rebanho e as famílias do grupo em direção da chuva. Não era como acontece conosco, que ficamos esperando que a chuva venha a nós. Confiar-se ao intuito do pastor era questão vital e era sempre um risco...

 

            Nada podia dar garantias, somente a sua palavra poderia ser garantia a si mesma. Tratava-se de confiar ou não. Se alguém, por exemplo, perguntasse: “porque sair hoje e ir para....?” Provavelmente ele não saberia indicar causas objetivas. O homem antigo não sabia o porquê; sabia que... Seguir ou não o intuito do pastor seria resultado somente uma decisão baseada na sintonia com a vida e com as pessoas a ele confiadas! 

 

Com isso eis que já um pequeno elemento que nos pode ajudar a ler o trecho de hoje e nos dar um profundo ensinamento espiritual. Dirá Jesus: «as minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem »; é uma questão de entrega confiante, sem muitas razões. Se trata do intuito da pessoa singela que “sente” onde está a verdade, mesmo que não consiga entender o que gostaria entender. Esta pessoa singela é como o pastor: não sabe “porque”, sabe “que”. Esta é a fisionomia do rebanho que se associa a Jesus, uma característica que o torna único, uma característica incompreensível aos padrões comuns que norteiam os homens quando fazem suas escolhas. É por isso que o rebanho “é” de Jesus, lhe pertence: «minhas ovelhas». Ora, não se alude aqui a um sentido de posse, mas a uma relação de pertença-entrega, pois é isso que indica na linguagem bíblica a expressão: «conheço». Conhecer significa ter uma transparência vital, sem véus que escondam algo. Esta é a relação que Jesus consegue estabelecer com as pessoas quando elas se colocam na condição de fazer o que uma família nômade fazia quando escutava um pastor o qual, de repente, indicava que havia chegado o momento de partir. Tudo era posto de novo em discussão, as tendas eram desmontadas, as roupas eram embaladas... e começava de novo a longa viagem em direção a algo que somente o pastor “sentia” sem, contudo “saber”. Desse modo, o «escutar» ao qual se refere Jesus indicando o seu rebanho, é mais do que um ouvir a voz, é envolver-se com ela, mesmo desconhecendo garantias para o futuro. Escutar é, assim, colocar de novo tudo em discussão, deixar-se atrair pelo que a razão não explica mas que é sentido como autêntico por causa da sintonia de vida construída tão discretamente quanto discretamente cresce uma árvore centenária.

 

O “bom” pastor, sente realmente onde encontrará chuva e quando está na hora de partir! Com estas premissas, quanto mais rica de valores se torna a leitura do Sal. 23, (o bom pastor)! São os sentimentos do nômade que se deixa conduzir pelo pastor que busca as águas que fazem brotar o pasto no deserto, mesmo que tenha que passar pelos estreitos e angustos wadi da Palestina!

 

            O fato de escutar e deixar-se envolver produz uma atitude de íntima e profunda relação de reciprocidade, proporcional a quanto deixamos a voz ecoar em nossa vida. É uma reciprocidade de entrega que Jesus compara à Dele com o Pai: Eu e o Pai somos um». Ora, é bem isto que o Pastor está disposto a dar às pessoas que optam para escutar, que acreditam que é o tempo de levantar as tendas, que confiam numa voz. Esta relação de reciprocidade intensa é chamada «vida eterna». Evidentemente o adjetivo possui também um significado temporal, mas aqui o sentido é mais próximo de algo que podemos definir: uma “qualidade de vida nova”. “Eterna” porque “definitiva”, ou seja aquela que dispensa outras buscas, pondo fim ao principal dos anseios do homem: encontrar o sentido da própria existência, encontrar a verde campina capaz de satisfazer a fome de felicidade.

 

O sentimento de prontidão, confiança e paciente espera tornou-se próprio da dimensão de vida cristã desde os primeiros séculos. A arqueo-tanatologia (uma ciência que estuda a maneira de sepultar os defuntos) indica uma característica própria do sepultamento dos cristãos. Enquanto, por exemplo, os muçulmanos são sepultados deitados em direção do oriente, os hebreus em direção Norte (já que, segundo os profetas, o Messias viria do Norte), os cristãos sempre foram sepultados em ato de prontidão para levantar, olhando para o céu. Nos mais antigos túmulos, o cristão era deitado como se estivesse dormindo mas com o  olhar apontando diante de si, como quando se parte para uma viagem. Acima do lugar onde o defunto era deitado, era costume construir um arco (chamado arcosólio) que lembrava a volta celeste, como na figura aqui ao lado. Esta imagem se encontra nas catacumbas de Santa Priscila em Roma, é um afresco que retrata o Pastor verdadeiro, o Pastor confiável ao qual, com desprendimento e prontidão, podemos dizer: “sim, eu vou” !

 

 

Cada um que adere a Jesus e Nele encontra a sua motivação de vida, assim como os Apóstolos, torna-se lugar da Sua presença, instrumento vivo de Sua ação, voz de Suas palavras; sorriso, força amparo que fazem encontrar qualquer pessoa disponível com o próprio Ressuscitado, para que Este a conduza para as “verdes pastagens”, para a condição em que «será enxugada toda lágrima» do homem que sofre, que se sente sozinho.

 

Era esta a grande missão que se entreabria diante da Igreja nascente: serem portadores em sua vida da presença do Senhor Ressuscitado .

 

Quanto mais nos sabemos envolvidos por algo que nos é superior, tanto mais o sentimento autêntico de humildade toma forma em nosso coração e com ele também a consciência que não nos pertencemos mais, a convicção de que as nossas ações não começam e terminam em nós. Enraíza-se a persuasão de que destas não podemos mais ser contemporaneamente a regra e a avaliação. Saber que o Ressuscitado age em nós implica uma decisão radical de saber colocar-se no lugar certo, o lugar que Jesus havia recomendado, o lugar de quem segue, de quem “se deixa lavar os pés” como disse Jesus a Pedro e, de maneira mais explicita, acabamos de ler na leitura do Apocalipse. Os verdadeiros discípulos são, então, aqueles que aceitam como “um dom” a proposta de Jesus e deixam «alvejar suas vestes pelo sangue do Cordeiro». São pessoas que sabem que o mistério que as envolve é muito maior que sua compreensão e por isto renunciam a antepor suas opiniões privadas à ação do Pastor que, vivo, continua conduzindo suas ovelhas pelas mãos de alguns, frágeis, que Ele escolheu por pura liberdade. E assim todo discípulo, mas principalmente quem está incumbido da tarefa de conduzir com as mãos de Jesus, se encontra entre a condição da consciência de própria limitação e a incerteza do percurso a ser trilhado, pois é o Pastor quem vai à frente. Paradoxalmente, nesta dúplice insegurança, o discípulo verdadeiro, aprende a sublime arte de confiar, movido somente por uma tênue voz que, entre tantas, sabe reconhecer como autêntica. Neste caminhar o resultado nunca é importante, pois já está garantido, não compete a ninguém, já que ninguém tem o poder definitivo sobre o mal a não ser Quem derrotou a fonte do mal. É um caminho seguro, garantido pela palavra que Jesus, pastor, deu: «ninguém pode tirar as ovelhas de minha mão». A nós compete saborear o significado do grande mistério da Sua presença, deixarmo-nos envolver para que esse transborde em nós e se espalhe em todas as nações, assim como fizeram os Apóstolos, os Santos, os mártires e todos os que souberam confiar, permanecendo firmes em sua fé.

 

Um bom domingo do Bom Pastor!

 Pe. Carlo

 

 


Postado em: 19/04/2013 as 19:30:22





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