Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 V Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013



   

«Assim que ele (Judas) saiu, Jesus disse: “Agora foi glorificado o Filho do homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi glorificado nele, Deus também o glorificará em si mesmo e glorificará dentro em breve. Filhinhos, ainda estarei convosco por pouco tempo. Vós me procurareis, mas eu também vos digo agora como disse aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir!’ Eu vos dou um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros. Assim como eu vos tenho amado vós deveis também amar uns aos outros. É pelo fato de vos amardes uns aos outros que todos conhecerão que sois meus discípulos”.» (Jo. 13,31-35).

 


 

O que não se vê com olhos humanos que consideram a comunidade de Jesus como uma das tantas organizações religiosas, o Autor do livro de Apocalipse o entrevê como num “sonho”, quando a realidade se confunde com a percepção dela, sem que se possa delimitar o seu perfil. João, que sabia conhecer o seu Senhor pelo intuito mais do que por outros caminhos, naquela Ceia, quando Judas saiu, deu-se contas exatamente do que Jesus queria deixar ao mundo como a Sua grande herança: uma comunidade onde seria possível que o amor está no centro das atitudes, as rege e orienta. Jesus não quis deixar uma comunidade que “não existe”, ilusório, artificial, onde tudo está perfeitamente enquadrado, onde as tensões humanas são sufocadas de modo que pareçam não existir. Ele deixou uma comunidade com tantas tensões quantas as de qualquer número de pessoas que convivam, mas uma comunidade que deveria, justamente através disso, aprender a arte de amar “como” o Senhor foi capaz de amar. O amor que Jesus havia apenas indicado quando partiu o pão, quando lavou os pés dos Discípulos, não era uma forma de acomodar dificuldades, mas sim um amor de fidelidade justamente nas dificuldades, vivido de modo diretamente proporcional às dificuldades. 

 

O amor que temos para alguém sempre nos move a compreender o seu coração, a sua vontade. Analogamente, o amor que temos para com Jesus nos obriga a fazer todo esforço possível para compreender o que estava em Seu coração quando nos deixou a sua herança! Quando um pai está perto da sua morte, diz e deixa para os filhos apenas as coisas mais importantes, aquelas que verdadeiramente valem e que são resultado da sabedoria adquirida no decorrer de toda sua vida. Do mesmo modo, Jesus deixou aos discípulos a sua herança, que consiste acima de tudo na busca do verdadeiro amor, de um modo objetivo, conhecido e experimentado dentro da vida de comunhão. Sim, quanto mais estritos são os vínculos de uma convivência tanto mais as pessoas são estimuladas para perder a si mesmas, entrar no mundo do outro, esquecer os pequenos privilégios privados dos quais é fácil revestir-se. Quanto mais estritos forem os vínculos de uma comunidade, tanto mais ela será capaz de manifestar a sua consagração e a sua origem divina justamente pelos conflitos e dificuldades que se realizam proporcionalmente à intensidade de vida. É algo paradoxal, mas é assim que Deus age! Quanto mais se desce nas profundezas do homem, onde se encontram e veem as sua limitações e pecados, tanto mais se pode renovar uma opção para o amor de modo autêntico, profundo, real... não fictício nem mascarado por um “bem-estar” coletivo. O primeiro ato que o Espírito Santo produz numa vida interior e comunitária é sempre aquele de “conduzir-nos à verdade” (...); à verdade sobre nós mesmos, sobre o que somos e que nem sempre corresponde a o que imaginamos de ser, isso tanto em nível pessoal quanto comunitário. Mas é justamente em aceitar e amar a verdade sobre nós, a verdade que o Senhor nos mostra, que podemos começar a encontrar a verdadeira liberdade (cfr. Jo. 8,32: «a verdade vos tornará livres»), a única que permitirá a Deus de agir plenamente na nossa vida. Qual grande caminho interior deve ter conduzido São Paulo a dizer uma dia: «Não sou mais eu quem vive, é Cristo que vive em mim; pois eu fui crucificado com Ele» (Gal. 2,20)!

 

A comunidade de Jesus não será nunca reconhecida como lugar da presença de Deus pelas coisas que faz, pelas técnicas que usa, pelas posições que assume em conformidade ou não com a mentalidade comum de cada época. Embora possuindo em si capacidade e força para mudar os contextos sociais em que a Igreja se coloca, todavia ela não se confunde com um movimento social, político, reivindicativo etc. pois ela é o lugar onde, em cada contexto, mesmo de exploração e de injustiça, se pode aprender a viver o amor “como Jesus” o viveu. É esse desafio que indicará sempre ao mundo a transcendência que a Igreja carrega em si mesma, indicará o Mistério que a constitui e que remete todos os homens a Deus. 

 

Esta é a grande recomendação de Jesus, aquela que deu por última aos seus.«Amem-se como eu vos amei»; é como se Jesus implorasse aos seus discípulos: “façam o que eu peço, tenham como parâmetro a minha maneira de amar, quanto ao resto não se preocupem, se fizerem isso, todos saberão quem sou eu”. Esta é a missão da Igreja: revelar o que significa o amor de Jesus e mostrar que um amor assim “é possível”.

 

Podemos nos perguntar sobre o que signifique amar, uma vez que cada pessoa tem uma “sua” maneira de amar e todas são maravilhosos indícios do Amor do qual atingem a própria origem. Se quisermos uma definição de amor estaríamos nesse mesmo momento rebaixando o Amor aos nossos limites, pretendendo que o amor seja o “nosso” modo de amar. Quando imaginamos de conhecer o amor, ele nos surpreende mais uma vez demonstrando-nos aspectos de si mesmos que nos seriam desconhecidos e que passam por caminhos inesperados. Podemos então arriscar de descobrir o que significa o amor “como” Jesus o mostrou, creio que alguns aspectos já possam ser identificados com as duas palavras que o Evangelista relata: «mandamento novo» e «uns aos outros».

 

Jesus fala da sua herança como um «mandamento»; evidentemente nisso se pode perceber a distância que o Senhor quer tomar quanto a um relacionamento feito de preceitos: “devo” ou “não devo”; “posso” ou “não posso”. Era o antigo modo de entender as relações entre as pessoas e destas com Deus. Não era errado; mas não era e nem é o espelho de “como” Deus ama. Deus nunca nos dá o que merecemos, nos dá o que precisamos. Nunca Jesus pediu a um pecador de merecer a Sua visita, primeiro o visitou em sua casa, como foi com Zaqueu, por exemplo. O amor de Jesus é o amor do Pai que busca, o amor da pessoa que supera a Lei, as suas “obrigações”; «...se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Os publicanos não fazem também o mesmo?»  (Mt. 5,46). É o amor de quem sabe entrar no mundo do “impuro”, de sentar com aqueles com os quais dificilmente alguém que tem como centro da sua vida a si mesmo sentaria para não perder a própria imagem...

 

O amor como qual Jesus amou é um amor que entra em sintonia com a outra pessoa, entra no seu coração antes do que em seus gestos, erros ou limites.

 

Jesus opõe o mandamento que vem da Lei ao mandamento que vem espontâneo do coração quando esse pensa como o coração de Deus, sente como sente o coração de Deus. É uma mandamento «sempre novo» porque o amor rompe os limites, nunca se repete, é criativo para alcançar os mais diversos lados da pessoa humana. É sempre novo» porque é verdadeiro e, quando assim for, realmente reflete o amor de Deus, que nunca se repete, nunca se cristaliza em esquemas. É um “mandamento de liberdade”, movido por uma escolha de amar acima de qualquer razão, é saber que o amor é e está acima de qualquer circunstância e, em qualquer circunstância, ele pode sobreviver e mais, se ele sobreviver a circunstância será mudada! É isso que a Igreja carrega em si como força transformadora da realidade.

 

O outro tema expresso é com uma locução que São Paulo assumirá com própria e comunicará a todas as suas comunidades: «uns aos outros» (Rm. 12,5-16; 14,19 etc.). Trata-se de um amor que não é de “mão única”, isto é, não é um amor que apenas vai em direção do outro, mas é um amor de “reciprocidade”, isto é, capaz de gerar reciprocidade. O que se entende com isso? O fato de amar alguém é maravilhoso; amar do modo “como” Jesus ama é manifestação do Amor; mas gerar a capacidade de amar é realmente “salvífico”! Sim, o homem não se realiza apenas quando se sente amado, isso é o primeiro passo, é fundamental, mas ainda é algo preso a “quem ama”, é um ato em “direção única”. O amadurecimento do amor se dá quando o modo como amamos a pessoa que Deus coloca ao nosso lado, gera nele a capacidade de amar também. Sim, é a «fonte de água que se transforma em fonte de água viva» (cfr. Jo. 4,14; 7,38) para outros. O homem é feliz quando sente que não apenas é objeto do amor, mas que também ele pode dar amor! O próprio Amor que dinamicamente anima a vida da Trindade é pura reciprocidade, é um dar e receber para dar mais ainda...

 

É por isso que a comunidade cristã poderá sempre indicar ao mundo “quem” é Jesus, “quem” é seu discípulo e, mais ainda “quem o homem”. É a missão que o Senhor deixou à sua Igreja, é “o Amor que ama em nós”!

 

 


Postado em: 26/04/2013 as 00:00:04





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