Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 VI Domingo de Páscoa


05 de maio de 2013



   

«Se alguém me ama, guardará minha palavra, meu Pai o amará, nós viremos a ele e nele estabeleceremos nossa morada. Quem não me ama não cumpre minhas palavras. Estais ouvindo não minha palavra, mas a do Pai que me enviou. Eu vos tenho dito estas coisas enquanto permaneço convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai vos enviará em meu nome ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar o que eu vos disse. Eu vos deixo a paz; dou-vos minha paz. Eu vo-la dou, não como a dá o mundo. Não se perturbe, nem desfaleça o vosso coração. Ouvistes o que eu vos disse: vou e volto a vós. Se me amásseis, vos alegraríeis de que eu vá ao Pai, porque o Pai é maior do que eu. Digo isto agora, antes que aconteça, para que acrediteis, quando acontecer.» (Jo. 14,23-29)

 


 

Progressivamente, a liturgia dominical continua introduzindo-nos na nova dimensão com a qual Jesus, Ressuscitado, estaria no mundo: a sua comunidade, os fiéis que permanecem, como nos diz a segunda leitura de hoje, na Nova Jerusalém que tem os Doze apóstolos como «seu alicerce». Toda a preocupação de Jesus é evidente principalmente nos últimos encontros que Ele teve para com a sua comunidade reunida; são encontros dos quais o Evangelista João nos transmite palavras que deveriam permanecer como um tesouro para todos os que decidissem empreender o caminho cristão. O texto de hoje se coloca nessa ótica. O sentimento geral que aparece é como que um delicado e firme cuidado de Jesus para que os seus tenham a coragem de acreditar em algo inimaginável que Deus realizaria. De fato, a ressurreição não se restringe ao fato de Jesus, uma vez morto, voltar a viver, mas é um evento que penetra toda a criação, em si mesma e em suas relações com Deus. Com o evento da Ressurreição, o «Espírito que ressuscitou Jesus dos mortos» (Rm. 8,11) envolveria novamente a criação inteira, como o foi no início, gerando realidades novas e relações novas.

 

«Não tenham medo... não se perturbe o vosso coração...», as palavras que Jesus dizia aos seus, parecem ser as palavras de que tanto precisamos hoje, em dias em que a incerteza e o relativismo generalizado são frequentemente as fontes da angustia que caracteriza o homem contemporâneo. É uma angustia que induz a buscar a “paz” a qualquer custo, algo que aquiete o coração; contudo, é nessa busca desesperada que os caminhos escolhidos nem sempre são os mais oportunos. As pessoas às vezes se iludem confundindo “paz” com sossego, estabilidade, segurança de que nada possa atingir, força e assim por diante. É uma “paz” procurada conforme os modelos e os meios que cada sociedade oferece. Mas é também a paz que Jesus não quer e nem pode dar, porque esta idéia de “paz” deixa o homem prisioneiro de limites que ele mesmo se impõe. É uma jaula de ouro, é como uma casa tão bonita, tão rica que deve ser protegida, cercada por muros sempre mais altos... e que ninguém pode apreciar. Uma régia que não pode abrir as portas para que alguém traga algo novo, colorindo tudo de vida. É como um coração onde o outro é um intruso e não é um hospede! Não é isso que Jesus quer deixar para o homem, pois esta é a verdadeira morte, é o que Paulo chama de “anti-Cristo” isto é, o oposto daquilo que Jesus foi e que, Ressuscitado, continua sendo. Caberá à comunidade de Jesus mostrar em primeiro lugar que a “paz” que Jesus oferece é possível e não coincide com as garantias que os sistemas oferecem;  a comunidade cristã poderá sempre oferecer-se como uma autentica alternativa para que a paz do coração possa ser de fato encontrada.

 

«Não vos dou a paz como a dá o mundo...» dizia; Jesus não somente não identificava a sua paz com aquela que pode ser achada nos modelos oferecidos, mas diferenciava também a maneira e os caminhos pelos quais este profundo desejo poderia encontrar realização. Detendo-nos um pouco sobre quanto disse, é possível que compreendamos melhor o que Jesus quis deixar-nos.

 

Creio que três elementos representem o núcleo do discurso de Jesus que acabamos de ler: Palavra, Espírito, Amor. Os três são consequentes e interagem para que se evidencie em nós o milagre da “nova criação” realizada pela Ressurreição.

 

Para melhor entender o peso destas expressões é útil saber que na antiguidade a palavra ocupava um lugar de extremo relevo, bem maior do que as imagens, muito mais do que a escrita. De fato, tanto a escrita quanto a representação gráfica de algo permaneciam sempre como elementos exteriores ao homem, ou seja instrumentos com os quais ele se comunicava, representava, lembrava. Mais do que tudo isto, a palavra tinha uma força própria pois ela, ainda hoje, não somente serve para indicar algo,  não somente transmite conceitos, mas parece trazer dentro do ouvinte a pessoa que fala. Desta maneira, quem escuta, não capta só os pensamentos, mas recebe o “eu” do outro. Um “eu” feito de sentimentos, história, cultura, decepções, objetivos etc. Enfim, a palavra gera uma relação viva entre duas pessoas as quais não comunicam o que pensam, mas comunicam a si mesmas. Nesse sentido, os conceitos expressos nas palavras são importantes, sim, mas são instrumentos relativamente importantes, pois a finalidade de uma palavra é  maior: gerar um na vida do outro. O uso da palavra faz com que o outro passe a existir no meu mundo, faz com que ele “seja”, “exista”, quando “não existia”, quando não fazia parte de mim! A palavra acaba “criando” em mim algo que não existia antes. Sendo assim entende-se perfeitamente porque, para expressar a grande ação criadora de Deus, o livro do Gênesis, usa repetidamente a expressão: «Deus disse...». De fato, se a palavra de qualquer homem é capaz de gerar uma relação entre duas pessoas que “não existiam” uma pela outra (mesmo com todos os limites que o homem possui), quanto mais a palavra de Deus, que é sem limites, transmite o “ser” Dele! É uma palavra não somente “capaz” de gerar, mas que de fato gera o que traz consigo toda vez que é pronunciada. A palavra de Deus não é apenas uma informação que Deus dá sobre algum assunto, não é só uma palavra que serve a consolar, assistir, educar... mas é a comunicação que Deus faz de si mesmo a quem estiver na disposição de ouvir. Sim, a grande novidade da nossa fé e da fé dos hebreus é simplesmente esta: Deus decidiu de falar! Decidiu não apenas mostrar algo de si, mas “dar a si mesmo” através da palavra, da sua auto-comunicação. Contudo, a fé dos cristãos foi além do previsível pelos hebreus, pois nunca alguém poderia imaginar que, como disse o Evangelista, um dia «o verbo se fez carne»(Jo. 1,14) e ainda, com o maior espanto: «Nós vimos... tocamos o Verbo da vida» (cfr. 1Jo.1,1).

 

Assim como um homem, ao falar, transmite si mesmo mais do que seus conceitos, analogamente Deus transmite si mesmo quando fala; gera comunhão real com quem está disposto a escutar. Ora, não podemos esquecer uma profunda diferença entre a palavra que o homem diz e a palavra que Deus pronuncia; ou seja, a palavra de Deus não está ligada ao tempo e às contingências, não possui o limite próprio do tempo e da condição do homem, logo, a Sua palavra parte do “ser” do “ser eterno”, do “ser sem limites”, consequentemente ela torna real, “faz ser” o que diz. Com palavras belíssimas e carregadas de mistério, Jesus quis transmitir aos Apóstolos justamente essa profunda realidade, quando dizia: «Quem guarda as minhas palavras... eu e o Pai viremos a ele e nele faremos nossa morada».

 

O que de fato isso implique creio que seja muito atrevido tentar explicar, mas uma coisa é clara: muda completamente a relação entre o discípulo e Deus. Sem dúvida não é mais uma relação exterior, própria de quando agimos com Deus como para com Alguém distante, incompreensível, desconhecido e por isso tido com um certo receio. O nosso agir e viver com Deus parte do interior de nós mesmos. Eu diria que poderia apenas ser comparado à vida de uma mãe que espera o nascimento da sua criança; é um tesouro incrível, é uma "vida”, que ela carrega em si; assim, embora ela continue fazendo o que toda mulher faz, continua preocupada com as preocupações de todas... todavia nunca esquece que em si mesma traz um filho, mesmo que ele seja ainda imperceptível!

 

É essa a vida contemplativa. A vida de um discípulo em que a capacidade de olhar profundamente o mundo dos homens com todo o seu peso e dramas, nunca perde a consciência de “carregar” dentro de si uma dimensão divina, ou melhor, como dizia a carta de Pedro: «uma natureza divina» (2Pd. 1,4). O homem que ouve, que se deixa penetrar pela Palavra que Deus lhe dá, pode ser ainda comparado a um “tabernáculo”, uma “tenda” como aquela do deserto, que encobria a Arca da Aliança, onde estava gravada em pedra a palavra que Deus havia dito a Israel no Sinai. Há uma diferença, porém, sim, no discípulo se realiza a profecia de Jeremias para o qual um dos sinais do “último tempo”, isto é, da plenitude da revelação seria a “lei da Nova aliança gravada no coração” do homem capaz de ouvir (cfr. Jer. 31,33).

 

Com as palavras que Jesus dirigiu aos Apóstolos, parece quase que Ele queira antecipar o resultado final de toda a história humana, parece quase querer introduzir-nos no âmago da vida divina que é plena comunhão criadora, que é Trindade dinâmica.

 

Contudo, Deus permanece sempre o Altíssimo e de fato seria inalcançável apenas pela audição de sua palavra. De fato, quantas pessoas conhecem a Bíblia melhor do que tantos cristãos e, não obstante isto, permanecem indiferentes a Deus! Por parte do homem, para que a sua “palavra” penetre e se estabeleça com firmeza, Jesus requer uma única condição: amar, sim amar verdadeiramente Quem está falando. Apenas quando amamos uma pessoa, quando sabemos que ela nos ama de verdade é que «guardamos» como um tesouro o que ela comunica de si, o que ela nos diz! Pode não ser um amor plenamente maduro, pode ser carregado de incoerências e quedas, isso é relativo... mas deve ser autêntico. Somente quem ama “guarda” algo que lhe foi dado como dum dom, porque foi dado por uma pessoa querida, amada, apaixonada... Quando se verificar essa condição, então o Pai envolverá a pessoa com tal disposição, com aquele mesmo «Espírito que ressuscitou Jesus dos mortos» o qual será percebido por nós como uma presença “consoladora” (isto significa o atributo com o qual Jesus designa o Espírito). É uma presença que não permite ao fiel que se sinta sozinho. O Espírito é “Paráclito”, o que significa “aquele que está ao lado e clama em teu favor”, é a função típica do advogado que não deixa “sozinho” o seu assistido.

 

O Espírito que o Pai envia é uma presença percebida como misteriosa, sim, mas real, que dá vida e coragem porque re-harmoniza o homem ao devolver-lhe a autêntica relação com Deus, a relação às vezes perdida na busca de uma paz construída só com as próprias mãos. Isso é Paz!

 

Um bom domingo!

Pe. Carlo


Postado em: 02/05/2013 as 22:32:05





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