Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011



   

«Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los: "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus".»
  (Mt. 5,1-12a).

 

 

Entre os trechos mais conhecidos dos Evangelhos, com certeza o “discurso da montanha” (ou seja, a parte que vai do cap. 5 até o 7), ocupa um lugar de destaque. Sempre nos toca a extrema simplicidade com a qual Jesus atinge os pontos nevrálgicos da nossa vida de cristãos. Suas palavras nos questionam com impressionante precisão e nos colocam sempre mais diretamente diante de nós mesmos, como se estivéssemos em presença de um espelho, que é ótica do próprio Jesus. As “Bem-aventuranças”, que acabamos de ler, são parte de uma coletânea de ensinamentos de Jesus reunidos de modo artificioso como num único grande “discurso” no qual o Senhor fixa os princípios básicos da vida de um discípulo. Esta coletânea foi realizada no início das comunidades cristãs e servia como um pequeno compêndio que os missionários traziam consigo para manter vivo, no coração dos primeiros cristãos, o estilo inovador e a força alternativa que a fé cristã vinha propondo ao hebraísmo e ao mundo pagão. Dentro do nosso possível, tentaremos ler com um pouco de atenção este trecho, pedindo ao Espírito que nos conduza ao íntimo de Jesus através das suas palavras.

 

Os textos do Evangelho que precedem nos apresentaram os primeiros passos da vida pública de Jesus, o seu Batismo e o chamado dos primeiros quatro apóstolos. Um intervalo narrativo (Mt. 4,23-25) serve de introdução para que Mateus possa entrar num outro tema: a aurora do Reino que desperta no mundo dos homens. De imediato é significativo notar um aspecto que será a marca do Evangelista: Jesus não é um pregador isolado e tampouco o Evangelho é uma ideologia religiosa personalista, dirigida ao intimismo humano. Jesus não veio para ministrar um ensinamento de ordem sobrenatural através do qual as pessoas podem aperfeiçoar a si mesmas (era esta a antiga visão de uma doutrina herética chamada “docetismo”, que foi retomada por algumas teorias religiosas contemporâneas). A experiência do Evangelho, para o Mateus, é uma maneira de entender a vida, suas relações e suas perspectivas. Ora, isto é incompreensível a quem quer viver um caminho religioso prescindindo de uma comunidade de fé, de um povo. Não se dá a compreensão da fé sem uma comunidade de fiéis. Eis então que Mateus nos apresenta Jesus como se estivesse dando início a um novo povo, de modo análogo a o que Moisés fez.

 

O nosso trecho se abre com uma constatação: «Jesus viu as multidões», não podemos deixar de perceber certa alusão àquilo que Deus disse outrora a Moisés: «Eu vi a aflição do meu povo» (Ex. 3,7). Deus vê, Jesus vê tudo o que somos mas ele vê mais longe: vê aquilo que podemos ser. Aquele ajuntamento de semitas que estava no Egito para Deus já era o “seu povo” antes mesmo que eles tivessem consciência ou conhecessem a Deus. Deus nunca nos vê pelo que somos, mas pelo que seremos, e faz de tudo para que o sejamos. Deus conduziu aqueles hebreus, deserto adentro, até o monte Sinai e ali, naquela montanha, Moisés consignou a Israel a vontade de Deus gravada na pedra, para que eternamente ficasse nos corações deles como na pedra. Aquela Lei gravada em pedra parecia ser o caminho preferido por Deus até que uns profetas mostrassem uma nova perspectiva. Assim se pronunciou Ezequiel em nome de Deus: «Tomar-vos-ei de entre as nações, e vos reunirei... Dar-vos-ei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne.» (Ez. 36,24ss). O “coração” (isto é, o lugar onde se tomam as decisões) para ele não terá mais a “pedra” como ponto de referência, mas sim a “carne”. Ora, sabemos que com a palavra “carne” se entendia toda a fragilidade humana. Como não ver, então, neste trecho Jesus qual imagem do novo Moisés que dá início ao novo e definitivo povo de Deus? As «multidões» que estão em torno de Jesus são constituídas por gente frágil, de carne, exposta. Gente que se questiona sobre o sentido da vida, sobre Deus, sobre a injustiça, sobre as lágrimas... gente feita de carne. Não são pessoas em busca de um narcisismo espiritual ou de um aperfeiçoamento; são pessoas que se questionam sobre a vida. Assim, como Moisés, Jesus dará uma nova Lei, não mais feita de preceitos mas de certezas: certeza de que Deus está perto de “vós, que chorais, vós que sois vítimas,  vós que sois pequenos...”. Sim, o preceito como qual Deus pedia ao homem uma resposta é substituído por uma declaração de fidelidade: a declaração que Deus está perto, eu não deixa sozinho quem está disposto a escutar e seguir Jesus. “Felizes vós...” é apenas uma declaração de fidelidade de Deus que pede apenas para não deixar de confiar Nele, porque o Senhor da vida sabe transformar o que se apresenta como mal em bem. Pede apenas para confiar numa nova ordem de valores que o Reino trouxe e que necessariamente trará seus frutos.    

 

É preciso, porém, esclarecer algumas coisas, para não distorcer a leitura das Bem-aventuranças. É um profundo engano associar as nove proposições à “Lei” no sentido de que Jesus nos peça algumas atitudes como Moisés pedia aos seus. Jesus não pede, por exemplo, para sermos «aflitos», etc. Absolutamente errado é pensar este trecho como se fosse a lista de algumas virtudes que o discípulo deve viver para ter direito ao Reino. Não creio corresponda ao pensamento de Jesus o desejo que sejamos «perseguidos» e vivamos só na expectativa de uma recompensa futura, assim como pensam algumas pessoas que vivem um certo integralismo religioso. A hermenêutica, ou seja, a chave de compreensão somente pode ser outra.

 

Partimos da palavra «Bem-aventurados». Esta expressão é de origem Egípcia e significa o ato de felicitação por algo que já aconteceu ou que está acontecendo ou ainda que está preste a acontecer. Não significa tampouco um estado de “beatitude” celestial, pois nunca a Escritura usa esta expressão associada a Deus. “Beato” não é aquele indivíduo que ganhou um lugar privo de sofrimento, um estado superior de felicidade e tranqüilidade definitiva, a recompensa merecida porque foi capaz de seguir as regras definidas. É isto que, por exemplo, pensava o judaísmo, como nos testemunham o Livro –apócrifo- de Enoch, ou os escritos de Qumrã. Esta interpretação, que ainda está presente na nossa linguagem, não reflete o significado da expressão transmitido pela Escritura. “Beato” (ou “bem-aventurado”) é, na linguagem Bíblica, “aquele que goza da ação de Deus e sente seus efeitos em si”.

 

Muitíssimos são os exemplos disto, cito dois: «Bem-aventurado aquele que acode ao necessitado; o Senhor o livra no dia do mal, o protege, preserva-lhe a vida e o faz feliz na terra; não o entrega aos seus inimigos» (Sal. 41,1-2); e «Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Do trabalho de tuas mãos comerás, serás feliz e tudo irá bem para ti.» (Sal. 128,1). Note-se, contudo, que sempre está presente uma certa sensação de “recompensa”, própria do Antigo Testamento; ainda mais, é possível perceber que a recompensa é dada logo, e entendida como um “bem-estar”.

 

Não parece ser esta a ênfase que Jesus dá às suas palavras; por exemplo, os «pobres em espírito» e «os perseguidos pela justiça» já possuem o Reino, não precisam esperar o reino como recompensa. Em todas as proposições de Jesus existe um marco comum: «porque». Logo, a “pobreza em espírito”, “a pureza de coração”, a “aflição” etc. são as motivações da felicitação de Jesus, não uma regra a ser seguida. Jesus não está apresentando a perspectiva de um prêmio: das nove proposições, apenas uma sugere uma retribuição, e isto porque o Reino é uma realidade já presente, mas não ainda em sua plenitude. Jesus está proclamando “bem-aventurados” os que vivem nas condições descritas porque, contrariamente a tudo quanto se pensa no entender comum, justamente estas condições mais desfavoráveis, feitas da “carne” do homem, são as que lhe permitem de entender aquela “Lei” que as pedras não permitem entender e que é gravada «no coração». O homem que tocou a fragilidade sabe como lidar com a fragilidade dos outros e com a misericórdia de Deus. O homem que perdeu o que era de vital importância, sabe realmente “quanto” valem as coisas e o que resta no final do túnel. Este sabe escolher o que é transitório e o que é eterno, logo, sabe escolher com sabedoria.

 

A Bem-aventurança consiste no fato de que estas pessoas têm mais condições de perceber os “efeitos” da presença de Deus, de sentir o Senhor perto de si. Sendo assim, poderá brotar neles uma nova Lei: a Lei da gratidão, do amor percebido e retribuído por amor. Se de Lei quisermos falar, será somente nestes termos, isto é, de uma “Lei” que é a “lógica da resposta amorosa” a um ato percebido como gratuito. Uma “lei” dificilmente compreensível àqueles que visam objetivos diferentes aos de Jesus.

 

A bem-aventurança que Jesus declara sobre estas categorias de pessoas, não é apenas a constatação de uma riqueza que já existe, o seu significado supera o tempo e se projeta na dimensão escatológica, isto é, no critério último da história. Passando uma a uma as proposições de Jesus temos uma surpresa tecida de esperança; descobrimos em que consistem os critérios do julgamento escatológico, aquele que Deus dará sobre o mundo dos homens. Ou seja: as bem-aventuranças nos dizem que, no final da história pessoal e coletiva de todo homem, cada um encontrará aquilo que mais profundamente desejou. De conseqüência, as proposições nos indicam o que Deus está disposto a dar: consolo a quem está só, esvaziamento da força do poder aos que se sentem esmagados pela força do poder, realização da justiça aos que ainda acreditam na Justiça de Deus, misericórdia àqueles que sempre julgaram os outros com largura de visão, relação como a de um pai com o filho àqueles que vivem a vida espalhando paz e harmonia...

 

Ora, se estes que Jesus chamou “bem-aventurados”, a mentalidade comum chama de “fracos”, “iludidos”..., pois bem, então a felicitação de Jesus tem maior razão de ser, pois toda a vida deles acertou o alvo e o sentido último da existência que é a entrega da própria fragilidade ao Amor que completa: «Pai, em tuas mãos entrego...», foram as últimas palavras de Jesus, que davam sentido a toda a sua vida. Assim, como Jesus não foi decepcionado, também o “fraco” não o será. Olhando atrás de si descobrirá que tudo teve um razão de ser. Quanto mais rica é a vida, mesmo que carregada de sofrimento, quando esta possui um sentido! E, quanto é triste olhar para atrás de si e descobrir de ter errado o objetivo! Sim, se alguém buscou outra coisa em sua vida, infelizmente poderá ter uma grande decepção ao descobrir que Deus não tem como dar outra coisa a não ser tudo aquilo que Jesus proclama motivo de felicitação neste discurso.

 

Pe. Carlo


Postado em: 28/01/2011 as 22:11:23





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