Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Domingo de Pentecostes


19 de maio de 2013



   

«Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro depois do sábado, os discípulos estavam reunidos com portas fechadas, por medo dos judeus. Então Jesus entrou, ficou no meio deles, e disse: “A paz esteja convosco!”.  Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Quando os discípulos viram o Senhor, ficaram cheios de alegria. Então Jesus lhes disse de novo: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”. Depois destas palavras, soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; aqueles a quem retiverdes, serão retidos”» (Jo. 20,19-23).

 


 

A solenidade de hoje encerra o ciclo litúrgico do Tempo Pascal, é a festa pela qual revivemos os primeiros passos da Igreja que quer, em todo tempo, partilhar com o mundo o evento de Jesus Cristo, Deus-homem. São os primeiros passos de uma longa história; longa tanto quanto a história de cada homem e de toda a humanidade; uma história em que a oferta do evento Pascal será sempre atualizada na comunidade onde Jesus declarou estar presente até que alcance o último dos homens.

 

Como sabemos, as manifestações de Jesus depois da Páscoa, têm todas uma índole educativa para a nova realidade que os discípulos viveriam. Não é sem intenção que o Apóstolo Evangelista colocava o fato de hoje no «Primeiro dia depois do sábado». Tinha terminado o “sábado” dos Hebreus; esse, por quanta importância pudesse ter, de fato estava ligado ainda a algo antigo, apenas na ordem “natural”, poderíamos dizer. O shabat (sábado) recordava a todo hebreu que o encontro com Deus é essencial para que o homem não perda a sua identidade. Lembrar e viver de modo absoluto o último dia da “criação” (assim imaginada pelo livro de Gênese) projetando tudo em Deus era sem dúvida um ato de elevado sentimento espiritual e humano. Sim, porque recordar que tudo é orientado e tem como meta Deus, faz com que o homem sempre tenha diante de si a sua raiz e a sua meta, logo, lhe permite de viver intensamente o seu tempo e as situações que a vida oferece. Contudo, naquele dia narrado no Evangelho, algo de novo aconteceu, algo que apenas podia ser relacionado a um “novo dia”, um dia além de criação “natural” do homem. «Naquele mesmo dia», no mesmo dia em que Jesus se fez conhecer como criatura nova, não mais ligada à dimensão espaço-temporal que prende cada ser natural, o Senhor se fez presente no meio dos seus. Para usar uma expressão frequente em Atos dos Apóstolos, se poderia dizer que, com a Ressurreição de Jesus, Deus levou a cumprimento a “sua obra”. Toda a vida de Jesus indica como a intenção do Filho foi a de levar a cumprimento a obra do Pai; «A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.» dizia Ele (Jo. 4,34).

 

Uma obra acima de qualquer projeto humano estava preste a começar. Uma obra que, não obstante as inúmeras perseguições que sempre houve no decorrer das épocas, terá fim somente com o último dos homens ao qual também, Jesus, quer oferecer o conhecimento e a experiência de seu amor. A história nos mostra com dados perfeitamente verificáveis, como nenhuma religião, povo, cultura foi e é tão perseguida como a Igreja. É suficiente abrir os olhos sobre o que ainda acontece na África, na Ásia e na Indonésia pelas armas e pela negação dos direitos civis, enquanto no mundo ocidental se faz o mesmo com meios de comunicação atrelados a interesses escusos. Não obstante isso a Igreja experimenta em si uma vitalidade sempre nova e ressurge com mais força onde mais é perseguida. Porque?

 

O Solenidade do dom do Espírito que celebramos especialmente no dia de Pentecostes, nos remete a celebrar a festa da força propulsora que é capaz de impelir o homem além de suas condições: é a festa da “experiência da presença de Deus”.

 

O que isso significa podemos indicá-lo com uma analogia: uma coisa é saber de ser “filho” de alguém, outra é “sentir-se” filho de alguém; uma coisa é “saber” que somos filhos de Deus, outra é “sentir o que significa” ser filho de Deus. Uma coisa é “saber de ser amado”, outra é “sentir-se amado como apenas Deus ama”.

 

Quando a Escritura usa a expressão “Espírito de Deus” na grande parte dos casos indica alguns dos efeitos que se realizam no homem quando esse “sente” a presença de Deus em sua vida, uma presença segura mas inalcançável, leve e forte como “o vento”, “o respiro”; pois bem é exatamente esta a etimologia da qual vem a real e envolvente percepção de Deus à qual foi dado o nome de Espírito de Deus. Assim, por exemplo, o profeta “fala pelo espírito”,( isto é, pela profunda percepção da presença de Deus em sua vida); alguns chefes militares, como Josué e Jedeão, possuem o espírito de Deus para poder levar adiante a missão de proteger o seu povo; outros o possuem para “julgar corretamente”, outros para “ver” etc.

 

Creio que seja bastante redutivo quando falamos do Espírito do Senhor identificando-O com seus efeitos ou “dons” como costumamos chamar. É constrangedor também, escutar pessoas que falam do Espírito como algo “mágico”, quase repentino que invade os homens de tal modo que pareçam tomados por uma “força” estranha que os leve a agir numa ou outra maneira. A Escritura não nos apresenta a ação do Espírito sob este prisma porque se assim fosse, Deus estaria violentando a sua criatura e, nela, um dos aspectos que a fazem sua “imagem e semelhança”: a liberdade com a qual é capaz de “criar” situações e relações novas. Se é verdade que em alguns momentos do Antigo Testamento o Espírito foi compreendido desta forma -que era muito mais perto dos costumes pagãos do que à fé de Israel-, é verdade também que bem cedo, principalmente por obra dos profetas escritores, esta visão desapareceu quase que completamente porque amadurecida por outro conceito bem mais profundo.

 

Creio que possamos deter-nos um instante para considerar a mais detalhada experiência do Espírito que temos no Antigo Testamento; a encontramos em Isaias, foi um ponto de referência de Jesus e da tradição da Igreja quando indica os sete dons do Espírito Santo. Quando o Profeta fala do Emanuel descreve a sua relação com Deus nestes termos:«...Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor.» (Is. 11,2). É deste trecho que derivam os tradicionais “sete” dons do Espírito. Mas... será que são “sete”? É só contar!

 

Isaías apresenta três duplas de dons; os primeiros (sabedoria e entendimento) são dons tipicamente associados à “maturidade do homem”. É este o primeiro ato que o Espírito de Deus realiza: conduz o homem à sua “maturidade”; ora, o termo “maturidade”, significa “objetivo”, “meta”, “razão de ser”... um fruto é “maduro” quando alcança a sua perfeição, isto é o objetivo pelo qual existe. A segunda dupla (conselho e fortaleza) são dons próprios para quem deve conduzir, são específicos de um “líder” como Deus o deseja; um líder que precisa ter firmeza mas não arbitrariedade, precisa ter “autoridade” mas não “poder”. A terceira dupla de dons (conhecimento do Senhor e temor do Senhor) manifestam a correta dimensão espiritual que serve para poder conduzir as pessoas a Deus e santificá-las; para desempenhar essa missão precisam duas coisas fundamentais, ou seja, ter uma profunda experiência de Deus (conhecimento) e saber colocar Deus no seu lugar e o homem no seu lugar (esse é o “temor de Deus”).

 

Veja-se, então como o Espírito que Jesus dá aos Apóstolos não é uma prerrogativa pessoal, nem um privilégio exclusivo, é uma série de efeitos que decorrem de uma única experiência: sentir vivo e presente o Senhor Ressuscitado e saber conviver com isso para o bem e a santificação das pessoas que Deus coloca no caminho de um discípulo. Os dons do Espírito são para os outros, como recordará São Paulo aos cristão de Corinto várias vezes!

 

Jesus havia prometido que nunca os discípulos se sentiriam sozinhos, que o “Senhor” agiria sempre com eles, que nunca desvincularia a sua presença da presença de dois ou três reunidos em seu nome. É justamente nesse contexto de unidade que Jesus dá o Espírito, num ambiente de unidade entre os discípulos que conseguiu superar as dificuldades dos eventos da Paixão, da tentação de afastar-se (como foi para os discípulos que foram para Emaús), das possíveis acusações recíprocas etc. É nesse contexto, no meio destes sentimentos, que Jesus dá um dom mais importante do que todos os “dons” então preconizados por Isaías; o faz com estas palavras: « Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; aqueles a quem retiverdes, serão retidos ». O que isso significa? Sem dúvida alguma há uma referência a tudo o que celebramos no sacramento da reconciliação (como viu o Concílio de Trento); mas aqui está presente também uma outra dimensão essencial para a fé. É o apelo de Jesus para que a comunidade seja um lugar onde se possa fazer “experiência” (Espírito) do Ressuscitado na dimensão do perdão recíproco,o que é um fato especificamente cristão. É como se o Senhor lhes dissesse: “a vocês dou a graça de sentir tão fortemente a minha presença que tudo o resto estará em segundo plano, que tudo em vós apontará para o meu amor e, assim envolvidos, o perdão brotará espontâneo em vossos corações. Por outro lado, se vocês não fizerem isso, quem vai fazê-lo? O pecado continuará presente”.

 

Um outro Evangelista, Lucas, nos apresenta o dom do Espírito em outro contexto, durante uma festa chamada “pentecostes”. Na época dos Apóstolos a festa de pentecostes, que era uma festa agrícola, começava a ser associada à celebração da renovação da Aliança, como testemunham alguns escritos encontrados em Qumrã. Naquela festa se recordava, “o dom da Lei” que o povo de Israel recebera de Moisés.

 

Mas naquele dia de Pentecostes algo mudou. Os Apóstolos estavam prestes a ver encarnada em si a promessa do Senhor que nunca os deixaria, que sentiriam sempre Sua presença. O dom da Lei de Moisés estava sendo substituído por outra “Lei”, outra lógica, a lógica de Jesus, o seu modo de ver, de agir; uma Lei que não vem de fora para dentro, mas vice-versa; bem como havia profetizado outrora Ezequiel: «Porei em vós o meu espírito e farei com que andeis conforme os meus estatutos» (Ez. 36,27). Uma lei nova que brotaria do coração, como resposta espontânea de quem se sente tão profundamente amado como o sentiram os discípulos. Uma lei onde não existe mais dever, pois não há obrigação no amor. Existe somente a profunda exigência de responder com outro tanto amor. Esta era a “nova e eterna Aliança” fundada sobre a oferta de Jesus até o sangue. Era um pacto estipulado sem leis, sem normas e, mesmo assim, mais envolvente e exigente do que qualquer regra, pois o amor nunca tem um limite, enquanto toda regra tem. O limite da regra é ela mesma; a regra sempre protege e resguarda dizendo-nos até que ponto... O amor não!

 

O Ressuscitado estava fazendo aos discípulos o dom de sentirem-se envolvidos cotidianamente nesta lógica de amor dado e retribuído sem limite. É evidente que, quanto mais uma pessoa se sente amada e ama, tanto mais é capaz de fazer coisas que normalmente não faria. Pois bem, foi e é ainda esta mesma força que é capaz de conduzir a comunidade cristã além de si mesma, seguindo aquela lógica que, “não é do mundo” como diria Jesus. É uma força que não tem limite porque baseada na certeza de ser amado sem limite. Era este o dom do Espírito, experimentado como um “fogo” que queima sem consumir, que respeita não aniquilando, assim como a sarça do Sinai, assim com qualquer experiência de amor verdadeiro. De algum modo os discípulos estavam sendo inseridos naquela mesma dinâmica que eternamente acontece no próprio Deus, que é comunhão, doação recíproca sem limites: Trindade.

 

 

Com a graça do Espírito Santo,  

Pe. Carlo


Postado em: 16/05/2013 as 10:02:43





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