Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XII Domingo do Tempo Comum


23 de junho de 2013



   

«Estando ele orando à parte, achavam-se presentes os discípulos, a quem perguntou: Quem dizem as multidões que sou eu? Responderam eles: João Batista, mas outros, Elias; e ainda outros dizem que ressurgiu um dos antigos profetas. Mas vós, perguntou ele, quem dizeis que eu sou? Então, falou Pedro e disse: És o Cristo de Deus. Ele, porém, advertindo-os, mandou que a ninguém declarassem tal coisa, dizendo: É necessário que o Filho do Homem sofra muitas coisas, seja rejeitado pelos anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas; seja morto e, no terceiro dia, ressuscite. Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por mi, esse a salvará.» (Lc. 9,18-24)

 


 

Logo que abrimos esta página do Evangelho percebemos como que dois discursos distintos. O primeiro aponta a atenção sobre a identidade de Jesus: «Quem sou eu para vocês?» pergunta o Senhor; esta, e só esta, pode ser a motivação que justifica a segunda questão: como se segue e o que significa seguir. Enquanto não estiver claro quem é Jesus para nós não tem sentido qualquer atitude que nos relacione com Ele. Não se pode realmente amar nem seguir alguém que não conhecemos, caso contrário correremos sempre o risco de seguir uma imagem que criamos de Jesus, como referiram os próprios apóstolos quanto às opiniões comuns. Por outro lado, a ilusão à qual nos induz a cultura contemporânea é que, conhecendo alguma coisa, nós já a possuamos e, por isso, podemos geri-la como quisermos; podemos assim gerir também as relações, os sentimentos, prever as reações, o futuro e assim por diante. Conhecer é, deste modo, possuir pra poder administrar. Não deixa de ter parte de razão esta maneira de entender, mas é um grave engano aplicar tal modo de ver as coisas às pessoas e, mais ainda a Jesus. Quando agimos desse modo corremos o risco de perder a parte melhor das pessoas, perdemos a sua originalidade, a surpresa, o estímulo que continuamente nos dão para sair do nosso pequeno mundo. É justamente quando pensamos de conhecer alguém que começamos a perder ele; não é assim como muitos dos nossos relacionamentos?

 

Na primeira parte do nosso texto, Jesus se dirige diretamente aos Apóstolos porque eles puderam fazer uma experiência direta e continuada com o Senhor, puderam apreender além das palavras, puderam entender além da razão coisas que mais tarde compreenderão com a graça do Espírito. A eles caberia a incumbência de saber reconhecer e manter clara a identidade que Jesus quis revelar de si e do Pai.

 

Além do questionamento dirigido aos Apóstolos e que teve a sua resposta sintetizada no pronunciamento de Pedro, o nosso trecho se abre para uma segunda questão, algo que é dirigido  «a todos»; é com esta expressão que Jesus abre a segunda questão da leitura de hoje que pode ser resumida simplesmente assim: como se segue e o que significa seguir. Vejamos com um pouco de atenção deixando-nos guiar pelo Evangelho.

 

Jesus estava falando a pessoas que já eram discípulos, logo, a questão não está em “como” se tornar discípulos, mas como se “manter” discípulo. Sim, porque se não é tão fácil começar um caminho com Jesus é sem dúvida mais difícil continuá-lo, é mais difícil persistir, manter-se sempre no mesmo rumo. Durante o caminho, aos poucos entram em jogo vários fatores perigosos: perde-se o estímulo da novidade, o gosto da descoberta, o entusiasmo e, mais perigosa do que todos os obstáculos, nasce a convicção de “possuir” o caminho e a pessoa com a qual nos relacionamos. Isso acontece quando o tempo nos sugere a impressão de saber como são as coisas e as pessoas. Enfim, se assim acontecer, o ato de seguir se transforma num papel, numa figura que assumimos dentro de nós mesmos. Quando descobrimos que está acontecendo tal coisa  conosco  às vezes ficamos decepcionados pela tristeza da constatação, porque nos reconduz no íntimo de nós mesmos e nos faz descobrir que nem tudo está assim tão claro como parece. Por outro lado é justamente nessas circunstâncias que temos a melhor a mais sólida oportunidade de dizer “sim” ao outro, “sim” a Deus, de renovar a nossa adesão, de ter amor mais real. Entende-se, neste sentido, porque Jesus disse: «quem perder a vida por mi », ou seja, não por uma ideia. Seguir uma ideia, mesmo até a morte, não é cristão; qualquer pessoa que tenha uma visão integralista sabe e pode fazê-lo. Perder a vida por uma pessoa exige amor, porque somente a pessoa pode ser amada, (as coisas não podem ser amadas porque não geram relação viva) e o amor é o lugar onde nos encontramos com Deus, essência e fonte da vida. Morrer por uma ideia, quanto mais, pode mostrar desprendimento de si, coragem, audácia, enfim, tudo... menos amor.

 

«Por mi», disse Jesus; é aqui que a fé cristã se distingue de qualquer “creio” e aponta à autenticidade de uma relação. Quão maravilhoso é quando, de repente, surpresos, dizemos: «...Por mi?» ao descobrirmos que alguém fez algo que não esperávamos como gesto de amor! O amor é real e direcionado, não é vago e não identificado. «Por mi», é a decisão que posso tomar a cada momento, decisão que é capaz de renovar-me sempre, hoje, prescindindo do passado, dos erros, das imagens criadas, dos papéis definidos, de um futuro preordenado... «Por ti», Jesus, hoje decido que... «Por ti», meu amado, hoje vou recomeçar de novo a minha vida! Creio de não estar forçando o texto ao ver nas palavras de Jesus (a seguir) quase que o convite a este novo nascimento quotidiano que acontece quando dizemos: «Por ti». São palavras capazes de dar uma característica própria ao nosso caminhar com Jesus, característica específica, pessoal, viva e renovável.

 

Quando Jesus aqui indica “como” e “o que” significa ser discípulo, o faz com duas palavras diferentes: «vir após mi» e «seguir». A primeira é a principal e fundamenta a segunda. Não se trata de sinônimos, as duas expressões têm significados diferentes. Permito-me inverter a ordem para melhor entender o sentido. Quanto à segunda expressão de Jesus: «siga-me», ela vem nos sugerir que todos podem e têm o direito de procurar o próprio caminho para Deus, mas esse nada mais é do que é o caminho que cada um escolhe e, frequentemente, o faz em base àquilo que mais prefere ou –para usar um linguajar comum: “lhe faz bem”-. Ora, aquele que não trilhar o caminho da cruz no sentido que Jesus o viveu, poderá sem dúvida construir o próprio caminho, mas não é o caminho que Jesus abriu e, consequentemente, antes ou depois tal pessoa deixará de ser um discípulo, isto é, abandonará a atitude de “deixar-se ensinar”.

 

Mais necessária de atenção é a primeira expressão: «vir após mi». Essa, (do verbo grego erkomai) em seu significado semântico corresponde a: “vir à existência, nascer”; podia ser usada para indicar o parto de uma criança. A absoluta liberdade de Jesus, a total impossibilidade de rotular o relacionamento com Ele, o fato de que Ele sempre nos surpreenda conduzindo-nos no mais profundo de nós mesmos para renovarmos o nosso «Por ti», tudo isso faz de nós pessoas que renascem a cada renovada adesão de amor, a cada “sim”. Todo passo que Jesus dá representa para quem está decidido a segui-Lo, a grande possibilidade de perder algo, para “vir à existência” nova, própria de quem vive com Deus. Perder algo para ser tudo «Para Jesus», essa é a maior expressão do amor que faz de nós o que Jesus foi para o Pai.

 

A cruz não é importante nem salvífica por si própria; o mesmo se pode dizer por qualquer esforço, sacrifício, perda... a fé cristã não prega a perda;  a não ser que esta seja estritamente relacionada a um ato de amor e, esta estrita relação é determinante para a “salvação” da qual Jesus fala. A nossa “cruz” pode ter sentido somente enquanto for análoga a tudo quanto significou para Jesus a cruz, ou seja, ao Seu amor dado, oferecido. É um perder para dar amor, isto salva. A própria visão de São Paulo que, mais do que todos elaborou uma admirável teologia da “cruz”, associa o sacrifício ao amor, que salva porque projeta o homem no mesmo caminho que Jesus percorreu e une o discípulo com Ele. Para o Senhor a cruz não foi um “acidente” no caminho do anúncio do Reino, do mesmo modo a pregação do discípulo exige a pregação de «Cristo crucificado» (1Cor. 1,17) aquele que pregar outra coisa é simplesmente «inimigo da cruz» (Fil. 3,18) dirá Paulo. É quanto estamos dispostos a perder algo por alguém que sabemos “como” amamos uma pessoa.

 

Encontramos ainda um aspecto admirável na expressão de Jesus: «vir após mi»; o verbo é um modo grego chamado “médio”, ou seja, um modo que indica que o sujeito é passivo, ou seja, “recebe” algo. É como se traduzíssemos: “se deixa conduzir” “se deixa parir” (com a licença da interpretação); em todo caso, implica uma ação que tem reflexo sobre o sujeito que, nesse caso é o discípulo. Do quê se trata?

 

Pois bem, o fato de escolher e acolher a atitude que Jesus propõe produz uma modificação no discípulo; ele se torna uma nova criatura “gerada” e conduzida pela própria adesão a Jesus, não mais escrava dos próprios esforços para alcançar Deus ou agradar Ele de algum modo. O fato de permanecer perto de Jesus é o fator determinante que, por si próprio produz o efeito desejado.

 

Ainda, Jesus sugere ao discípulo de carregar «cada dia» a própria cruz. Assim como o “pão de cada dia” a “cruz de cada dia” é o dom que Jesus faz àqueles que atrai, que conduz e gera com a Sua presença. É a possibilidade de renovar o “sim” de amor, é a possibilidade de se encontrar com Deus naquilo que todo homem pode experimentar ou seja a dor e o sofrimento. Porque é ali, naquilo que é comum a todo homem, que Deus escolheu de encontrar-se com cada um. Aprender a carregar a cruz é, então, apreender a carregar sobre si, não apenas a dor, mas a dor enquanto lugar de encontro entre Deus e cada um dos homens e, ali, naquele lugar único, aprender a distribuir a todos a graça de um encontro de amor.

 

Que Deus nos conceda a graça de podermos dizer com São Paulo: «Carrego na minha carne os sofrimentos de Cristo em favor do seu corpo que é a Igreja» (Col. 2,24).  


Postado em: 21/06/2013 as 22:34:47





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