Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 São Pedro e São Paulo


30 de junho de 2013



   

«Tendo chegado à região de Cesaréia de Felipe, Jesus perguntou aos discípulos: “Quem dizem por aí as pessoas que é o Filho do homem?”. Responderam: “Umas dizem que é João Batista: outras que é Elias; outras, enfim, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então lhes perguntou: “E vós mesmos, quem dizeis que eu sou?”. Simão Pedro interveio e respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus retomou a palavra e disse: “Bom por ti, Simão filho de Jona, pois não foram a carne e o sangue que te revelaram isso, mas meu Pai que está nos céus! Pois, eu também te digo: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as forças diabólicas não poderão vencê-la. Eu te darei as chaves do reino dos céus: Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus; e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”» (Mt. 16,13-19).

 


 

A festa de hoje é a celebração da unidade na diversidade. Pedro e Paulo, dois personagens, duas histórias completamente diferentes, dois encontros com Jesus redondamente diversos que terminaram do mesmo modo, em Roma, cada um dando a própria vida para Aquele que lhes fez sentir o Seu amor de um modo único.

 

O que uniu duas pessoas tão distantes por cultura, história, convicções? O que foi que os conduziu a fazer as mesmas escolhas de vida? Por que, pontos de vista tão desiguais não se transformaram em competição, em afirmação da própria posição, em “incompatibilidade” ?

 

Não creio que venha aqui o caso de relembrar as histórias de Pedro e Paulo, bem conhecidas por todos. No entanto permito-me pousar a atenção sobre alguns pormenores de suas vidas.

 

Pedro era cidadão da Galileia, região bastante suspeita para o regime religioso–político da época. Seu tecido étnico era heterogêneo, com tendências separatistas que não se integravam com o sistema. Pedro fazia parte deste povo; era um cidadão comum, com sua família, sua estabilidade econômica, sua pequena vida de aldeia à margem do lago de Genezaré. Como muitos conterrâneos, provavelmente Pedro também seguiu Jesus vislumbrando nele o “esperado”, o líder que restauraria Israel. Qual fosse o limite entre a dimensão religiosa e política não está claro, mas certo é que no coração do todo Galileu estava presente a expectativa de ver em Jesus o libertador poderoso, o profeta sob o comando do qual definitivamente Israel poderia afirmar sua independência.

 

Sem pedir permissão, um dia Jesus entrou a fazer parte da vida desse homem. Era um dia como tantos outros. Naquele dia Jesus rompia os limites da vida de Pedro e o projetava num mundo infinitamente mais amplo do que os horizontes daquelas colinas da Galileia.  Os Evangelhos nos recordam frequentemente a atitude de Pedro que decorreu da decisão que um dia tomou, a decisão de aderir sem condições ao apelo de Jesus. Foi uma decisão que acompanharia Pedro  durante toda a sua vida. Foi uma decisão que precisou ser repetida e renovada várias vezes ao longo da convivência com Jesus, especialmente quando se verificavam fatos e situações desafiadoras diante das quais se apresentava como sempre atual a possibilidade de largar tudo e voltar à vida de antes, ao seu barco. Alguns destes momentos dramáticos nos são lembrados pelo apóstolo João, como quando uma grande parte dos discípulos preferiu afastar-se de Jesus para não ficar comprometida com o modo de agir do Senhor. É nestes termos que o Discípulo João nos recorda o que aconteceu: «À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com Ele. Então, Jesus perguntou aos doze: “Porventura, quereis também vós retirar-vos?” Respondeu-lhe Simão Pedro: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna”» (Jo. 6,68).  O Evangelho de hoje também nos traz o eco de um destes momentos extremamente delicados na convivência entre Jesus e os doze. O Evangelho não conta o que está por trás do fato de que Jesus, pela primeira e única vez, tivesse interpelado os que o acompanhavam, questionando sobre o que eles sentissem. 

 

Nestas, como em outras situações, Pedro fez memória, isto é, reviveu o momento inicial de quando Jesus ingressou na sua vida. Reavivou o ímpeto instintivo de um  coração que não mede quando vê apenas Jesus como motivo central da própria vida. Era isso que Pedro carregava em si. Pedro, um homem que não é capaz de medir, tanto no erro quanto no impulso de amor, como todos os grandes homens. Um homem nada mediocre que chora e que recomeça sempre; capaz de aplicar em sua vida aquilo que tinha aprendido ao sair do limite de suas colinas e lagoas para deixar-se conduzir por Jesus sem condições até o último encontro com o Senhor quando o seu amado Jesus que lhe disse: «Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te há de atar o cinto e levar para onde não pensavas de ir» (Jo. 21,18). A memória daquele momento dará a Pedro a força de continuar, sempre, até o fim. 

 

A irreversibilidade de uma decisão, a firmeza na fidelidade eram um denominador comum entre Jesus e Pedro; foi nisso que os dois encontraram um profundo laço de entendimento e compreensão recíproca, que ia além da razão, além dos sentimentos primários, além dos erros...

 

O trecho que acabamos de ler é uma das imagens mais evidentes da relação entre Pedro e Jesus. Foi assim que, quando o Senhor questionou a todos sobre o que tinham entendido em relação aos primeiros anos de vida em comum, diante das respostas vagas e descomprometidas dos outros discípulos que se limitaram a relatar as opiniões de outros («alguns acham que... outros acham que...»), Pedro antecipou-se a todos, quase desejando impedir que fosse desfigurada a imagem do “seu” Senhor. O fez com palavras muito firmes, embora ele mesmo não tivesse ainda claro o significado pleno daquilo que estava dizendo: «Tu és o Cristo!». Foi um dos momentos mais fortes da vida de Pedro, a ponto de que recebeu um novo nome, bem como era costume fazer quando houvesse algum fato que mudaria para sempre uma pessoa e sua história. O nome que ele havia recebido dos pais era “Simão”, nome que vem do verbo hebraico “sh'ma” =(escutar); quando aplicado a um homem, por exemplo a um filho o a uma pessoa “especial” significava que tal pessoa era “dom de Deus, o qual escutou a oração”. Simão recebeu de Jesus um nome novo, o mesmo nome que era dado somente a Deus, pois apenas Jahvé era chamado: “rocha”, “pedra” (por exemplo: «Engrandecei o nosso Deus. Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas»; Dt. 32,4 etc.). A mudança de nome indica a qualidade do relacionamento entre Pedro e Jesus, uma confiança recíproca tão grande que, por absurdo que pareça a qualquer julgamento humano, o Maior “obedece” ao menor, sim foi bem isso que Jesus ousou fazer com Pedro: «O que você, Pedro, ligar na terra, eu -Jesus- vou ligar no “céu”...!». É realmente o mistério do agir divino! Mistério que nos faz vislumbrar a qualidade da relação entre os dois. E... sobre isso Jesus construiu a “sua” Igreja, bem diferente de outras formas associativas religiosas. A nossa fé não é nem será jamais uma ideologia, uma moral atrelada à mudança de culturas; a nossa fé nunca será um sentimento que acomuna pessoas que sentem o mundo do mesmo jeito, nem tampouco uma organização beneficente. A fé é uma relação estável, confiante e amoros com uma Pessoa e, de tal relação brota a capacidade de amoar as outras pessoas com uma intensidade que fala de Deus.

 

            Ao lado de Pedro encontramos Paulo. Um fariseu zeloso da Palavra de Jahvé, formado na melhor escola rabínica da época, a escola de Gamaliel. Toda a sua vida fora dada para a “Lei”, na qual tinha toda certeza de se encontrar com Deus. Era um homem erudito, que falava as línguas mais importantes da época e sentia-se à vontade com as culturas dominantes, seus costumes, poesias, técnicas de oratória etc.

 

Era um personagem seguro do caminho que estava trilhando para se encontrar com seu Deus...; afinal ele seguia com extrema fidelidade aquilo que Deus havia proposto na Torah...! Sim, foi assim até o dia em que foi Deus que quis se encontrar com ele. Então tudo mudou. Mudou o ponto de vista com  o qual compreendia a sua vida, mudou a perspectiva e a meta de sua existência. Como de repente, um encontro lhe fez entender que um homem não pode pretender de conquistar o interior de Deus, mesmo seguindo retamente os preceitos... e, assim sendo, Paulo decidiu deixar-se conquistar por Deus.

 

Não podemos pressupor que tudo isso tenha acontecido como por um passe de mágica; Deus não age assim. Deus prepara delicadamente e sutilmente as grandes ações que Ele cumpre. Com Paulo não foi diferente. Houve um dia em que algo começou a desestabilizar as suas convicções. Certamente isso não se deu apenas no episódio de Damasco que todos nós conhecemos, aliás, esse foi somente a consequência de ter aprendido a conhecer a linguagem de Deus através de um cristão que morreu como morreu Jesus. Sim, Lucas, companheiro de Paulo em suas viagens, discretamente nos deu uma indicação daquilo que começou a fazer desmoronar as certezas de Paulo: foi um homem que morria perdoando, do mesmo modo que fizera aquele Jesus de Nazaré que Paulo havia aprendido a combater. O autor de Atos dos Apóstolos testemunha o acontecido dizendo que «As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo» (At. 7,58) enquanto apedrejavam Estevão.

 

A inversão de valores operada por Jesus no coração de Paulo o levará também a ultrapassar os limites de suas convicções. Daquele dia em diante o seu coração aprendeu que a “lei”, a regra, o “mínimo suficiente” não salva ninguém. Ao contrário, Paulo é tão forte contra a mentalidade minimalista que a lei provoca naquele se prende à lei, a ponto de  adjetivá-la de “maldita” (Gal. 3,13). A Lei tem apenas o poder de indicar o certo e o errado, sem ter a capacidade de gerar em nós aquilo que realmente salva, que é o amor gratuito. 

 

Daquele dia em diante o intrépido e seguro fariseu, descobriu-se como aquele que está no «último lugar» (1Cor. 4,9), «indigno de ser chamado apóstolo» (1Cor 15,9). A presunção de se salvar com as próprias forças deu lugar àquele estado de ânimo que Paulo chamava «graça», isto é a atitude de gratidão por ter sido objeto de um amor não merecido, gratuito. A «graça», esta força movida pelo desejo de retribuir com amor ao amor recebido, será a força desse grande homem de Deus.

 

Daquele dia em diante a segurança que Paulo tinha em si mesmo, será substituída pela humildade; um humildade capaz de pedir permissão para pregar o Evangelho, e... pedir isso a um pescador, “ignorante” (Lucas usa uma expressão que sugere que não soubesse ler e escrever: agrammatoi -At. 4,13). Paulo quis recorrer a Pedro antes de se aventurar na pregação do Evangelho a fim de não correr o risco de ter trabalhado «em vão» (Gal. 2,2) isto é, por sua própria conta, sem a harmonia necessária ao anúncio do Evangelho. Paulo aprendeu a se gloriar de seus limites, de suas fraquezas para que fosse evidente a todos o tesouro que carregava em seu “vaso de barro” (2Cor. 4,7). Paulo se sentiu salvo, se sentiu objeto da gratuita misericórdia de Deus e que quis entregar sua vida a fim de que seus irmãos, judeus e estrangeiros, fizessem a mesma experiência de amor gratuito. Amor que não pode ser alcançado pelas regras, pelas normas e leis, porquanto justas que forem.

 

Eis: dois homens, duas histórias, o mesmo fim, uma mesma Igreja!

 

Um e outro foram capazes de olhar o mundo com os olhos de Deus; foram capazes de esquecer as diferentes opiniões sobre um assunto ou outro (o livro de Atos nos narra alguns destes momentos e a dinâmica com a qual foram vividos) porque em ambos, Jesus ocupava o centro do coração. Um e outro foram projetados fora do limite de seus exíguos mundos para serem parte de algo maior que eles mesmos desconheciam, mas que os fascinava.

 

O fato de sentirem-se chamados, a humildade oriunda da consciência da vocação, lhes deu a força de perder seu “eu”, naquela belíssima experiência que Paulo assim descreve: «Não sou mais eu que vivo. É Cristo que vive em mim!» (Gal. 2,20). 

 

 Quando olhamos somente a Jesus, assim como ele se apresenta e não filtrado pelos preconceitos que às vezes poluem a mente, então a unidade é gerada, como uma sintonia, uma afinidade que «não nasce da carne nem da vontade, mas de Deus»


...e sobre esta pedra Jesus edifica sempre a sua Igreja. 


Postado em: 28/06/2013 as 15:55:46





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