Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XV Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013



   

«Um mestre da Lei se levantou e fez uma pergunta embaraçosa: “Mestre, que me falta fazer para herdar a vida eterna?”. Jesus lhe respondeu: “O que está escrito na Lei? E como o entendes?”. Ele replicou: “Amarás o Senhor com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças, com toda a tua inteligência; e a teu próximo como a ti mesmo”. Jesus então disse: “Respondeste bem! Faze isto e viverás”.

Mas, ele, querendo justificar-se da pergunta que fizera, fez uma outra: “E quem é o meu próximo?”. Jesus continuou: “Um homem descia de Jerusalém a Jericó e caiu nas mãos de assaltantes que, depois de o roubarem e de o espancarem, lá se foram deixando-o semimorto. Por acaso, um sacerdote descia pelo mesmo caminho. Ele o viu e seguiu adiante por outro lado. Um levita passou também pelo mesmo lugar, viu o homem e seguiu adiante por outro lado. Mas um samaritano, que estava viajando, quando o viu, ficou com muita pena. Aproximou-se dele, enfaixou as feridas derramando azeite e vinho. Depois, colocou-o na sua própria montaria, levou-o a um albergue onde continuou a cuidar dele. No dia seguinte, desembolsou duas moedas de prata e deu ao hospedeiro dizendo: ‘Toma cuidado dele e, o que gastares a mais, eu pagarei na volta’. Qual dos três parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos assaltantes?”. Ele respondeu: “O que teve compaixão dele”. E Jesus lhe disse: “Vai e faze o mesmo”.» (Lc 10, 25-37)

 


 

O episódio que hoje a liturgia nos propõe se coloca na grande perspectiva do Evangelho de Lucas que vê a vida de Jesus como uma longa viagem em direção a Jerusalém, a Cidade Santa na qual, segundo a visão messiânica dos Judeus, Deus deveria mostrar todo o seu poder e instaurar definitivamente sua soberania e assim sendo, proclamaria também que Israel foi como o povo Santo, o povo que  permanecera fiel à Lei dada por Moisés como está no livro do Levítico: «Observareis todas as minhas leis e meus preceitos, por meio dos quais, qualquer um que os praticar, viverá. Eu sou o Senhor» (Lev. 18,5). Segundo os mestres rabinos, seguir e cumprir a Lei depositada nos Escritos Sagrados tornaria Israel um povo santo e capaz de realizar a sua missão: «Vocês serão santos porque Eu, o Senhor sou Santo, vos separei dos outros povos para serem meus»  (Lv. 20,26) e assim Israel seria elevado acima de todos os outros povos.

 

Na visão de Lucas, indo para Jerusalém Jesus realizava o verdadeiro designo de Deus, mas não pelos caminhos que a religiosidade judia previa. Jerusalém, tanto nos escritos do Antigo Testamento, quanto nos Evangelhos, se tornou o lugar por antonomásia da definição da luta entre Deus e seu inimigo; Jerusalém seria o palco sobre o qual se digladiariam definitivamente o mundo do mal e o mundo de Deus; seria o palco onde seria manifestado abertamente o orgulho -fonte e origem do pecado- e a humilde disposição, que é a atitude de quem se sente servo de Deus.

 

É com esses pressupostos que podemos começar a entender a mentalidade que está por detrás do dialogo entre o doutor da Lei e Jesus; um que precisa de certezas e garantias, precisa saber quais são os passos para chegar a Deus, o Outro que propõe uma lógica que não passa por motivações escritas.

 

Vejamos quanto o Evangelista quer nos sugerir.

 

A pergunta do doutor da Lei é tendenciosa e feita em duas etapas; num primeiro momento ele quer garantir-se o beneplácito de Jesus que, -embora tendo restrições- considera “mestre”. Uma vez  estabelecido esse patamar de entendimento, ele se lança a formular a verdadeira questão que estava cultivando dentro de si. O doutor se aproximou pronunciando a frase clássica de todos os que queriam seguir um rabi ou um novo mestre da Lei que dava a sua opinião : «O que devo fazer para herdar a vida?». Com esta expressão formal o individuo se colocava à disposição do novo mestre para fazer quanto lhe seria proposto. Jesus não respondeu ao doutor da Lei dando uma fórmula, uma solução barata; nem um programa a ser cumprido porque, nisso, nenhuma pessoa se envolve plenamente, mas apenas se envolve parcialmente dentro do que está programado. A questão como é posta pelo doutro da Lei não se limita num simples: «O que devo fazer?», como se a salvação (que, na linguagem bíblica, significa felicidade, plena realização etc.) fosse objeto de uma conquista, para possuir a qual é preciso conhecer os meios mais eficientes ou fazer coisas específicas. Não é assim com Deus!

 

É verdade que encontramos a mesma pergunta: «o que devo fazer?» também no início do Evangelho, mas não podemos esquecer que é dirigida a João Batista, e ele dá uma resposta adequada ao momento, porque o Batista  ainda se encontra na dimensão do Antigo Testamento: antes de Jesus! Com Jesus as coisas mudam totalmente: a salvação decorre de um atitude que simplesmente brota do coração de quem adere sem colocar restrições, é uma atitude que tem como fontes por um lado o a generosidade e por outro a “opção fundamental” que delineia e norteia o nosso modo de existir.

 

Invés que dar uma solução “pronta”, Jesus colocou o doutor na condição de ser ele mesmo o parâmetro para saber o que significa “salvação”. Começou pedindo-lhe de “ler” ele mesmo a Lei, a mesma Lei que tanto prezava e que tanto servia. O Senhor pediu-lhe de “ler”, sim, mas tentar “ler” com outro ponto de vista, de penetrar além daquilo que a “Lei” diz. Pediu-lhe de superar os limites que toda lei carrega em si mesma; limites que Paulo chama “maldição da lei” (Gal. 3,13), já que nos indicam apenas até que ponto somos ou não obrigados a fazer algo ou não fazê-lo, desse modo, apresentando a solução mais fácil, as obrigações de uma lei sufocam a imprevisível criatividade de um coração que sabe amar.

 

Infelizmente aquele fariseu, que conhecia tão bem a Lei, não teve coragem de responder nada mais do que a Lei dizia; de tão seguidor da Lei não teve coragem de ir além daquilo que lhe dava certezas! Com uma ponta de tristeza Jesus viu frustrada a sua oferta quando ouviu que os lábios daquele homem repetiam mecanicamente apenas as palavras escritas....

 

Para quem não tinha coragem de arriscar só podia haver uma, lacônica, resposta: «muito bem... faz isto e viverás». Jesus não tinha outra coisa a dizer, pois quem está seguro de si dificilmente está disposto a ouvir. É como se Jesus lhe dissesse: “se é nisto que você acha que consiste a Vida… pois então faça o que a Lei te diz e terá o que esta lei te oferece”. O doutor entendeu perfeitamente quanto Jesus lhe sugeria, por isso que quis «justificar-se da pergunta», como releva o Evangelho. É evidente que, não limitar-se ao “certo e errado”, a “o que devo fazer ou não fazer”, é bem mais difícil do que o contrário e viver cobertos pela garantia que nos oferece uma lei que diz: “você está certo”... Afinal das contas a lei não envolve, simplesmente nos coloca numa ou outra situação, mas não permite ao nosso coração de dar o melhor de si mesmo. A morte do coração é quando dizemos a nós mesmos: “a lei diz assim e é assim que eu fiz”. Isto é morte porque a vida é o amor e o amor não tem limites, o amor não mede, a norma sim! Jesus tentou ensinar ao doutor em que consiste a felicidade, a realização, a “vida”; para tanto utilizou a segunda pergunta do doutor da Lei: «quem é o meu próximo?».

 

Aparentemente a pergunta parece insignificante e banal, todavia esta adquire seu significado pleno se levarmos em consideração o conceito de “próximo” na mentalidade judia. Segundo esta o “próximo” é aquele que faz parte do meu grupo, da minha família, daqueles que pensam como eu etc. Esta visão, logo, induz a fracionar o mundo, a fazer distinções e até divisões; evidentemente o doutor não entendia a amplitude da ideia de “próximo” de Jesus, uma vez que Ele não fazia distinção nenhuma nem partidarismos. Ora, a pergunta tem um outro aspecto,  é o que interessa de verdade ao doutor e que, creio, nos induza a fazer um bom exame de consciência. Digamos que a mesma pergunta:«quem é o meu próximo?» (já que o contexto e a semântica o permitem) pode ser simplificada desta forma: “Afinal, quem está perto de mim? Quem vai ficar do meu lado?”.

 

A lei sempre garante a aprovação de um grupo; mas arriscar de ultrapassar a lei, arriscar de envolver-se pessoalmente, arriscar de não ter “ninguém”, nenhum apoio de amigos ricos ou de prestigio, arriscar em seguir uma lógica que prescinde de tudo isto que os “meus” me oferecem... é bem mais complicado. Assim se compreende melhor a preocupação do doutor da Lei. Jesus responde com uma história que não temos agora como analisar em seus belíssimos particulares; permito-me somente salientar alguns elementos.

 

A história ensina de antemão a posição de Jesus: não existe uma regra preestabelecida que funcione como fórmula. A solução se encontra eventualmente, isto é, nas situações imediatas que a vida oferece, pois é nelas que Deus fala. O sacerdote estava “voltando” de Jerusalém, onde havia oficiado o culto a Deus, mas... não havia se encontrado com Deus, estava cheio da “sua pureza”, paradoxalmente, uma pureza  aparentemente ...para Deus ! Uma “pureza” que era tanto “Para Deus” que se tornava “pureza para si”. Sim existem muitas coisas que são feitas para Deus e que bem no fundo são feitas para quem as cumpre... É esse o absurdo contra o qual se lançavam desde os tempos mais antigos os Profetas.

 

O Levita também, preso às normas de santidade ritual, não entrou em contato com o infeliz ensanguentado... sempre para Deus. Ambos escolheram a solução mais fácil: julgaram que aquele «semimorto» podia já estar morto ou que iria morrer logo, consequentemente não valeria a pena perder a pureza adquirida “para Deus”.

 

Somente um samaritano que «passava por acaso» agiu como agiria Deus. Pois é; é nas situações imprevistas, eventuais, que vem à tona o que está dentro do coração e é isto que nos dá a noção exata do que é ser “próximo” de alguém. Então é só escolher.

 

Àquele que perguntava a Jesus: “quem é o meu próximo” Ele respondia: “você saberá quem é teu próximo somente quando tiver sido o próximo de alguém”. Ser próximo é ter sentimentos de “com-paixão”, isto é, sofrer com o que o outro sofre, sentir o que o outro sente; não é estabelecer laços que garantem umas certezas. Aquele que terá estes sentimentos fará uma nova descoberta. E não é tão difícil saber qual. Vou dar uma pequena dica que podemos extrair do Evangelho de João (8,48) onde sabemos que, com ar de desprezo, Jesus era chamado pelos doutores da Lei com o epíteto de “samaritano”.

 

Sim, quem tiver com-paixão poderá descobrir que Jesus é seu “próximo”, é Aquele que fica sempre ao lado, curando as feridas do coração com óleo e vinho. Então, somente então não haverá mais necessidade de artificiosas seguranças.

 

Um bom domingo,

Pe. Carlo

 


Postado em: 13/07/2013 as 10:53:51





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