Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XVI Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013



   

«Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. Sua irmã, chamada Maria, sentou-se junto do Senhor, aos pés, e escutava sua palavra. Marta, porém, estava distraída pelo volume do serviço. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!”. O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu é ansiosa e preocupas  pelas coisas, que são muitas. Porém, o que é único é necessário. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”.»  (Lc 10,38-42)

 


 

O trecho que hoje o Evangelho nos oferece para a reflexão, trata de um episódio que não teve relevo público como tantos outros; é um fato que se encaixa perfeitamente na simplicidade da vida quotidiana, naquele dia a dia que revela a nós mesmos quem somos e no quê realmente acreditamos. De fato, é na vida comum, nas tarefas quotidianas, na maneira de receber as pessoas, que se manifesta e se distingue claramente tudo quanto é apenas um princípio no qual acreditamos com a nossa mente, e tudo quanto já está encarnado na nossa maneira de viver, de sentir e de relacionarmo-nos com as pessoas.

 

A cena de hoje é familiar, um fato próprio do cotidiano, justamente a situação onde nos sentimos mais à vontade. O nosso dia a dia é feito de atos repetidos mecanicamente, palavras ditas sem fazer o esforço de pensar, é feito de gestos espontâneos que revelam a nós mesmos quem somos, principalmente quando alguém nos ajuda a enxergar o que por nós mesmos não podemos ver. O “outro” é realmente o grande presente que Deus nos dá para podermos ver a verdade como ela é, para que a nossa vida não esmoreça na convicção de sermos o que não somos. É apenas o “outro” que nos desafia até o mais íntimo de nós mesmos para que possamos sempre manter viva a força que dá a alegria de viver, a força que é o incentivo impelente da auto-superação até... o Infinito. A nossa “morte” começa quando nos bastamos a nós mesmos, quando o desafio do “diferente” é esquivado como se fosse o pior inimigo. Trata-se de uma perigosa armadilha na qual é fácil cair porque nos dá uma imediata aparente segurança, mas aos poucos esvazia a nossa vontade de ir sempre além...

 

Foi assim que Jesus se ofereceu às duas irmãs, se ofereceu como o “outro”, como aquele Alguém que nos diz quem somos e como somos feitos. Jesus estava convencido de que a autêntica liberdade não consiste em fazer o que se deseja fazer, mas em ser realmente aquilo que somos com tudo o que isso comporta; quem não lembra a Sua expressão: «a verdade fará de vocês pessoas livres?» (Jo. 8,32). Naquela pequena casa de Betânia,  Jesus ajudou as duas irmãs a refletir sobre a orientação que haviam dado às suas vidas. Recordou a cada uma delas que a vida é uma só, e seu sentido somente pode ser atingido quando somos capazes de colocar cada coisa no seu devido lugar.

 

Era uma pequena casa na qual podemos ver a representação do nosso modo de viver, ansioso, frenético, que corre, corre.

 

Entremos com Jesus naquela casa.

 

Jesus e os seus estavam dirigindo-se para Jerusalém. Na estrada que vai de Jericó a Jerusalém, a uns três quilômetros da Cidade Santa, antes do monte das Oliveiras, ali na aldeia de Betânia –que em hebraico significa “casa dos pobres”- Jesus se deteve na casa de Marta, irmã de Maria e de Lázaro, seu «amigo» (Jo. 11,11). Estranhamente o Evangelista destaca que a casa “era de Marta”; ora, isto era incomum, pois uma casa pertencia ao homem. Seja qual fosse a motivação, certo é que tal definição coloca Marta numa posição toda especial, uma posição de relevo. Por costume de hospitalidade, cabia ao homem a incumbência de desempenhar um dos principais deveres no Médio oriente e em toda a área Mediterrânea: a “sagrada hospitalidade”. Se o Autor diz que a casa é “de Marta”, isto significa que a ela cabia toda a responsabilidade de dar ao hospede a maior das atenções possíveis já que um hospede era considerado como alguém enviado por Deus. Um exemplo dessa convicção o encontramos nas palavras do autor da Carta aos Hebreus, o qual assim recomenda: «Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos» (Hebr. 13,2). Se nos livrarmos um pouco daquele falso estereótipo que simplifica o episódio de hoje estigmatizando Marta como uma mulher de “ação” e Maria como uma mulher de “oração”, talvez será mais fácil compreendermos os sentimentos dessa mulher que viu-se, de repente, envolvida por uma situação maior do que ela. Afinal, quem estava diante dela era o «amigo» do seu irmão e alguém tido por todos como o Messias esperado. O que mais podia fazer? Com certeza dar o melhor de si mesma, pois ela, e somente ela, era a responsável última pela hospitalidade. Nem Lázaro, Nem Maria!

 

Bem diferente e, evidentemente, mais fácil era a condição de Maria, a qual estava ali numa posição híbrida entre hospede e familiar. O texto nos dá uma indicação: «sentou-se junto do Senhor, aos pés», indicando assim a fisionomia que ela quis assumir naquela casa, Maria se identificou com um hospede que “senta junto” com outro, mesmo que a posição «aos pés» significasse o ato de querer aprender. Simplesmente esqueceu que era “familiar”. Provavelmente isso tudo deve ter irritado Marta a qual enxergava sua irmã por outro prisma: “ela não é hospede, é minha irmã! E deve comportar-se por aquilo que é...”. Marta sentiu-se por um momento sozinha, ela também teria gostado de estar na posição de Maria, mas os deveres da sagrada hospitalidade não lhe permitiam um tal “luxo”. Parecia-lhe estar perdendo algo importante, perder momentos únicos, mas o que poderia fazer? Obviamente essa sua condição, como diríamos nós “entre e cruz e a espada” deve ter feito aumentar a sua «ânsia pelas coisas, que são muitas» (essa deve ser considerada a tradução mais próxima do texto, e não a outra: “muitas coisas”, que é usada mais comumente).

 

O que Marta sentiu dentro de si é um sentimento que com certeza também nós temos experimentado inúmeras vezes. Quantas vezes teríamos gostado de ter estado ao lado do Senhor numa certa maneira e, no entanto, a vida e as condições que escolhemos para demonstrar o nosso amor a Deus não no-lo permitiram... e, paradoxalmente, tudo isso por causa do amor a Ele!

 

Nessas condições, tomados por sentimentos conflitantes diante disso tudo, muitas são as reações possíveis: querer apressar as coisas; querer resolver tudo de modo que depois tenhamos tempo de...; envolver todos na mesma ânsia que toma conta de nós como num vórtice; não compreender como seja possível qualquer outra atitude e criticá-la justamente porque não a consideramos possível. Pode acontecer também algo pior: renunciar ao sentimento mais profundo que possuímos, o sentimento e o desejo de estar com o nosso Amado, e assumimos uma figura que não condiz com o que somos, dizendo: “tanto, isto não é para mim pois se eu não fizer o que precisa fazer quem vai fazê-lo..?”. Tentações e tentações que advêm quando perdemos de vista o centro que dá sentido ao tudo.

 

«Marta, Marta», não é uma crítica nem repreensão de Jesus, o Senhora alerta delicadamente Marta a que todas estas “coisas”, “não preocupem” o seu coração, isto é, não ocupem um espaço maior do que devem.

 

As «coisas que são muitas», de fato são muitas, e isso não muda, às vezes são “muitas” para uma pessoa que ficou “só”. E isso é verdade, é verdade que Maria não teve a atitude melhor em relação à irmã, mas no coração de Marta estava entrando um sentimento nada positivo, nada bom, a situação estava “tomando conta”, isto é «pré-ocupando», tomando, ocupando um lugar de poder, de controle, de domínio sobre Marta e a sua relação com Maria. 

 

A resposta de Jesus não visa criticar a maneira de agir de Marta nem o modo de demonstrar seu afeto, é um alerta para que ela não se deixe desviar por “coisas” que podem sufocar o seu mais singelo sentimento.

 

Vejamos com um pouco de atenção a resposta do Senhor.

 

O Evangelista nos transmite estas palavras de Jesus: «apenas o que é um é necessário» (la língua original: “enoς de, estin creia”). A tradução: “uma só coisa é necessária”, que frequentemente é escolhida por ser a mais fácil, traz uma série de consequências que não ajudam na leitura do texto pois, por exemplo, deixa em aberto a frase de Jesus sem uma resposta clara. Ao contrário, a tradução que preferimos, realmente explicita o que Jesus queria dizer, mesmo sendo de difícil leitura. Seu significado se encontra nas raízes mais profundas da identidade do povo de Israel como podemos ver a seguir.

 

A Escritura nos mostra o grande esforço que os hebreus fizeram para dar a Jahvé o atributo que O distinguiria de todos os deuses dos povos vizinhos: “Jahvé é o Único”, “Um”, “Um só”. Este axioma de fé era proclamado oficialmente e solenemente durante a liturgia que celebrava a grande festa da Páscoa judaica.  Também as grandes orações públicas de Israel começavam todas com a repetição do famoso texto do Deuteronômio: «Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus, é o “um”» (Dt.6,4). Ancorado nesses pressupostos não é difícil perceber que Jesus via em Maria, a imagem do verdadeiro Israel que “escuta” e que tem sempre no seu centro o “Um”: Jahvé.  Esta é a “escolha melhor” da qual Jesus fala. Assim sendo, para o Senhor não importa o que estejamos fazendo e a maneira com a qual as condições da vida nos colocam perto Dele, o «necessário» é que Deus, e somente Deus esteja no centro do nosso coração, do nosso agir, do nosso “estar com Jesus”, independentemente da condição em que a vida nos ponha diante do Senhor. Deus fala com palavras diretas e também através de situações indiretas, como as responsabilidades, as decisões a serem tomadas, os fatos da vida, o que entendemos e o que não entendemos... etc. Em todas as circunstancias, seja quais forem, podemos ou não “escutar”. Podemos ou não deixarmo-nos envolver e imbuir pela presença Daquele que é “Outro” por excelência. Isto é o que faz a diferença, isto é o “necessário”.

 

Não importa como, o importante é sentir-se sempre como alguém que está “à presença de Deus”!

 

Esse é o princípio e o fundamento de toda profunda experiência espiritual. É a porta da contemplação, é a percepção da mais profunda união com o Senhor que «nunca será tirada». Todas as coisas que ocupam um lugar que não lhes pertence antes ou depois irão cair, a vida nos tirará tudo isto, o que restará é ter aprendido a viver “na presença de Deus”.

 

Por fim, para fazer jus a Marta, à sua atitude de amor, mesmo que envolvida por um turbilhão de sentimentos que a preocupavam, é preciso dizer que Jesus não deixou perder sequer uma mínima parte do seu amor e da sua maneira de expressar o que sentia, pois é preciso lembrar que foi a fé de Marta que fez com que Jesus, mais tarde, ressuscitasse Lázaro! Naquela ocasião, enquanto Maria somente expressou sua dor a Jesus, Marta, além da dor entregou a sua fé ao Senhor, dando assim o substrato suficiente para o milagre.

 

Nada há que Deus não saiba valorizar, mesmo que Lhe ofereçamos sentimentos confusos! Com a única condição de que haja amor autêntico. 

 

Um bom domingo na graça de Deus.

Pe. Carlo


Postado em: 18/07/2013 as 10:17:02





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