Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XVII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013



   

«Um dia, Jesus estava rezando em certo lugar. Quando acabou, um dos discípulos lhe pediu: “Senhor ensina-nos a rezar, como João ensinou aos seus discípulos”. Ele lhes respondeu: “Quando rezardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome venha o teu reino; dá-nos o pão necessário para cada dia; perdoa os nossos pecados, porque também nós perdoamos a quem é o nosso devedor, e não nos deixeis cair em tentação”.

Disse ainda: “Se um de vós tiver um amigo e for procurá-lo durante a noite para dizer: ‘Amigo, arranja-me três pães, porque outro meu amigo acabou de chegar de viagem lá em casa e não tenho nada para lhe oferecer’, e se ele responder de dentro: ‘Não me incomodes! a porta está fechada, eu e meus filhos estamos deitados. Não posso me levantar agora para te ajudar’, eu vos digo: embora não se levante para ajudá-lo por motivo da amizade, pelo menos por causa da importunação se levantará e lhe dará o que precisar.

Por isso, eu vos digo: pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei à porta e ela vos será aberta. Porque quem pede recebe; quem busca acha; e a quem bate a porta será aberta. Qual de vós é o pai que daria uma serpente a um filho que lhe pede peixe? ou um escorpião em vez de um ovo?  Portanto, se vós que sois maus sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai do céu dará o Espírito Santo aos que pedirem!”» (Lc. 11,1-13)

 


 

No domingo passado o Evangelho de Luca nos apresentou a figura de uma mulher, Maria, que ficava extasiada diante do Senhor; uma mulher que se deixava penetrar por suas palavras, pelos seus pequenos gestos, pelos detalhes da fisionomia do rosto, enfim, estava lá, diante do Senhor impregnando-se de sua presença. Desta vez o Evangelista nos apresenta o próprio Jesus na mesma atitude: Ele, o Senhor, é recolhido no grande silêncio que dispensa as palavras. Não se trata de uma simples ausência de barulhos, mas daquele silêncio carregado de presença que, delicada e firmemente, invade a alma quando nos perdemos na pessoa que completa a nossa vida, que lhe dá um brilho e significado novo. O ensejo do silêncio não-vazio é um tempo em que o tempo é suspenso; é um momento que supera a quantidade e se transforma em qualidade, supera o decorrer dos minutos e se perde no encanto da presença da pessoa amada. É assim que acontece  quando estamos apaixonados, envolvidos... É a paixão por Deus que dá sentido ao tempo da oração. É esse momento que Jesus estava vivendo quando os discípulos se aproximaram Dele. É uma situação em que o tempo não passa, pois não existe mais, o que existe é o encontro, é a fusão de duas presenças.

 

É esta a oração de Jesus, uma contemplação que dispensa muitas palavras «como fazem os pagãos»  (Mt. 6,7) É Jesus quem está em oração! Não é apenas um homem. É Deus que precisa de “Presença”, de Comunhão.

 

Poucos são os momentos de profunda intimidade de Jesus narrados pelos Evangelistas. Na grande parte estes momentos são associados às decisões importantes que Jesus devia tomar como, por exemplo, quando escolheu os discípulos ou quando esteve face a face com o momento mais crítico de sua vida, no horto das oliveiras. São estes os momentos em que tudo o que temos à disposição é tão insuficiente que nós mesmos nos sentimos insuficientes, pequenos. Sentimos que precisamos de algo maior, algo que nos seja simplesmente “dado”, gratuitamente.

 

A vida, as situações inesperadas e imprevistas frequentemente nos colocam em xeque e nos mostram o que de fato podemos e o que somos e que, muitas vezes, não corresponde a o que pensamos de poder e de ser. Quantas vezes imaginamos de sermos capazes de superar algumas situações e, quando nos encontramos face a face com elas, nem lágrimas temos para chorar!

 

É um pouco o que esta narração do Evangelho significa.

 

A vida é o que é, não o que pensamos que seja. Somos nós que estamos ligados a ela; não é o contrário, como nos fazem acreditar alguns sistemas de pensamento. Com quanto maior fideísmo (que é bem diferente da fé) seguiremos o mito da nossa autossuficiência, tanto maior será a nossa crise quando descobrirmos que fomos enganados por uma ilusão!

 

Quantas vezes temos a sensação que tudo desmorone diante de nós... Isso é próprio de toda pessoa humana, ora, diante dessa situação creio seja legítimo perguntarmo-nos quais são as respostas que o mita da autossuficiência nos dá. A resposta é visível em seu resultado: tais mitos nos deixaram sozinhos, iludindo-nos que seriamos capazes de tudo... e nos tiraram também Deus. Nem sequer o seu Nome temos mais a coragem de pronunciar, pois nos disseram muitas coisas sobre Deus e O eliminaram do nosso convívio. Não é essa a visão do ateísmo prático que relega Deus num segundo plano? Não é essa a perspectiva daquele ateísmo que “usa Deus” (e a religião em geral) para finalidades apenas egoístas?

 

Paradoxalmente, o profundo e trágico momento quando descobrimos que não temos mais nada, é o momento da máxima liberdade, porque estamos sozinhos conosco mesmos, face a face com a verdade... E, apenas a verdade torna um homem livre. É uma situação em que os eventos nos reconduzem ao absoluto silêncio das coisas, das pessoas, das convicções; nesta condição não precisamos mais obedecer a padrões de pensamento, já que muitas vezes estes nos traíram. Estamos face a face nós e o significado de nossa vida. Sós. Mas é aqui, no interior da escuridão da alma que pode ressurgir o homem novo. Pela primeira vez é possível pronunciar, apesar de tudo, lutando com o orgulho derrotado, a palavra: Deus, Pai. È possível dizer: “eu não tenho mais nada, ninguém, a não ser você; não sei ainda quem você é, mas mesmo assim eu te peço...”

 

A oração é a resposta à tentação, o desafio do homem que se descobre necessitado e pobre. A resposta ao mito da autossuficiência é a coragem do homem que se dobra, atitude mais valiosa e rara do que qualquer esforço orgulhoso. O homem que sabe se ajoelhar é indiscutivelmente mais forte daquele que não consegue. “Grande -dizia Shakespeare em “Macabeth” – é o homem que sabe ajoelhar-se” (note-se que ele não professava a fé!).

 

A esse ponto, quando nos superamos, quando nos livramos do laço do orgulho e da presunção, o impulso mais imediato é o de pedir  alguma coisa que possa “resolver” a nossa situação; é o que precisamos imediatamente, pois não temos mais força alguma para sustentar algo que é mais forte de nós. Pedimos algo. E isto é ótimo, é maravilhoso. Jesus nos encoraja a pedir, com firmeza, com constância, até com desespero..., mas, pedir, não exigir. É preciso pedir, porque só pedimos para alguém que, sabemos, não somente “pode” nos dar o que precisamos, mas que, acima de tudo “quer” nos dar o que precisamos. Então, essa mesma atitude  Pedir e amar são mãos que se encontram para fortalecer o caminho. Exigir é o contrário, é a tentação de arrastar Deus ao nosso limite, mas Deus é Deus.

 

Quando aprendemos a arte de pedir, daí não teremos mais “ideias” sobre Deus; as conjeturas que criamos sobre Deus aparecem em toda a sua insignificância. A partir daí, de quando apreendemos a arte de “pedir”, começamos a conhecer e saber diretamente que somos amados, pessoalmente, unicamente, individualmente. Passamos a saber que, aquele Deus que alguns chamaram de “arquiteto”, força, energia etc. não é nada disso, é uma pessoa! Uma pessoa que dialoga conosco, dialoga comigo, que me conhece, que me quer bem. Sei que posso pedir. Sei que, se a Ele recorrer, Ele mesmo assumirá a responsabilidade para comigo, para a minha felicidade, para ter o que preciso a fim de realizar o que eu sou, realizar a mi mesmo conforme o que Deus pensou de mi.

 

A leitura do trecho do Evangelho, nos projeta mais adiante, nos ajuda a compreender também outros aspectos da oração.

 

Mesmo que de início a oração nasça como um pedido, às vezes desesperado, de fato pode transformar-se numa escola na qual aprendemos a nos relacionar com Deus, na qual aprendemos a conhecer Quem não conhecíamos. As duas parábolas nos dizem que a relação com Deus não é algo que pode ser reduzido aos nossos interesses; embora Ele não deixe sem respostas, todavia não se deixa reduzir aos nossos mecanismos. Com certeza Ele nos dará o que é de fato importante para nós, contudo, isto acontecerá na condição e no momento em que Ele, com extrema liberdade o entender. Deus quer uma relação madura, livre, entre duas pessoas que se respeitam. A relação com Deus nunca pode ser reduzida a uma magia.

 

A perseverança, a certeza da fidelidade de Deus à sua palavra, são as verdadeiras riquezas que descobrimos no nosso coração quando aprendemos a pedir; estas são mais valiosas do que o objeto do nosso pedido. Esse sem dúvida alguma virá, mas na hora em que para nós já se tornou secundário, pois pela dinâmica da oração aprendemos algo que é mais enriquecedor do que o objeto do nosso pedido; bem como Jesus quis dizer com estas palavras: “Qual de vós é o pai que daria uma serpente a um filho que lhe pede peixe? ou um escorpião em vez de um ovo?  Portanto, se vós que sois maus sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai do céu dará o Espírito Santo aos que pedirem!”

 

Quando descobrimos a beleza de tudo aquilo que se dá quando nos colocamos diante do Senhor, acontece uma transformação da oração: se antes havíamos pedido “coisas” a Deus para resolver o nosso problema, Ele não se limitará a nos dar “coisas”, mas sim aquilo que é o maior dom que Deus possa nos oferecer: o Espírito Santo.

 

Espírito é “sentir o respiro de Deus”, é “apalpar a Sua presença”, é como aquela sensação estável em nosso coração quando amamos alguém tão profundamente que, embora longe, nunca sai de nós mesmos.  Assim, Deus não nos dá, como diz o provérbio: “o peixe”, mas nos dá o “instrumento” para nunca ficar com fome. Sim, sentir a Sua presença constante em nossa vida não elimina os problemas, não nos deixa numa áurea protegida, mas nos dá a condição e a força para que em nosso coração se instaure aquela condição que nos permite fazer as escolhas mais oportunas, nas dificuldades que todos os homens vivem, como também as viveu Jesus. È aqui que a oração que pode iniciar como “pedido”, se transforma em contemplação. Isto é, a atitude permanente de quem fica extasiado, sentindo, enriquecendo-se da presença do Deus amado. É um estado de ânimo que não abstrai a pessoa do mundo, assim como também Jesus não se abstraiu do mundo circunstante. É uma condição que nos permite penetrar profundamente o mundo porque pode nos dar as condições de ver o mundo com o olhar Daquele que o fez e que melhor o conhece. A oração que se transforma em contemplação projeta o coração além do mundo para recordar continuamente ao mundo a sua vocação infinita, que não se prende só àquilo que, no momento, está diante dos olhos.

 

Que Deus nos abençoe com a presença do nosso Papa!

Pe. Carlo


Postado em: 25/07/2013 as 11:23:59





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