Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XIX Domingo do Tempo Comum


11 de agosto de 2013



   

«Deixai de lado este medo, pequeno rebanho, porque foi do agrado do Pai dar-vos o Reino. Vendei o que possuís e dai-o de esmola. Fazei para vós bolsas que não se gastam, um tesouro nos céus que não se esvaziará, do qual o ladrão não se aproxima e a traça nada destrói.; porque, onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração. Estai preparados: com a roupa bem presa na cintura e com as lâmpadas acesas.  Sede parecidos aos que esperam o seu patrão voltar do casamento para abrir-lhe a porta logo que ele chegar e bater. Felizes os servidores que o patrão encontrar acordados, quando chegar. Eu vos declaro que ele prenderá sua roupa na cintura, os colocará à mesa e ele mesmo passará entre eles para servi-los. Mesmo que chegue no meio da noite ou de madrugada, felizes deles se os encontrar ainda acordados. Compreendei bem isto: se o dono da casa tivesse sabido a que hora havia de vir o ladrão, não o teria deixado arrombar a porta da casa. Vós também estais preparados, porque na hora em que não pensais virá o Filho do homem”. Então Pedro disse: “Senhor, é para nós que ensinais esta parábola ou para os outros?”. O Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente, que o senhor porá à frente dos seus servidores para lhes distribuir o alimento no tempo devido? Feliz daquele servidor que o patrão encontrar agindo do mesmo modo, quando chegar!  Porque eu vos garanto: ele o fará administrador de todos os seus bens. Mas se aquele servidor ficasse pensando: ‘Meu patrão vai demorar em chegar’; e começasse a bater nos empregados e nas empregadas, a comer e beber até se embriagar, virá o patrão daquele servidor no dia em que ele menos o espera e na hora em que ele não sabe, irá então castigá-lo severamente e o colocará entre os infiéis. O servidor que, conhecendo a vontade do patrão, não tiver preparado nada, nem procedido conforme essa vontade, receberá muitas chicotadas, mas aquele que não a conhecer, e fizer algo que mereça castigo, receberá poucas chicotadas. A quem muito foi dado, muito será pedido. A quem muito se confiou, dele muito será exigido» (Lc. 12,32-48)

 


 

 

No domingo passado refletimos sobre o uso dos bens e sobre a ligação que podemos ter com eles; recebemos também uma recomendação sobre o fato de confundir os “bens” com o Bem ou, como diria São Paulo, o risco de «colocar a criatura no lugar do Criador» (Rm. 1,25). Se o trecho do domingo passado era dirigido a um homem anônimo, desta vez Jesus se dirige diretamente a nós, aos seus discípulos os quais também podem correr o idêntico risco, mesmo que por motivações diferentes.

 

Uma vez alertado a todos sobre o perigo de que a busca de “bens” faça perder o “Bem”, Jesus dirige aos discípulos palavras de confiança no amor providente de Deus, palavras que deixam claro como cada um de nós é importante para Deus como se fosse o único; assim sendo, na sequência, o nosso trecho se abre com uma enfática recomendação «Deixai de lado este medo» (tradução muito melhor do que a mais comum: “não tenham medo”). Nesse sentido conseguimos alcançar melhor o que de fato Jesus queria dizer aos discípulos. Afinal, como se pode “não ter medo”? Nós não dominamos o medo, é ele que nos domina. O medo atinge todos os momentos e contextos da nossa vida, não existe lugar onde não penetre. Quantas coisas se fazem por medo de não ser aceito? Por medo de não conseguir? Por medo de ser julgado?... È por medo que o homem se esconde, se arma, cria barreiras até com seus próprios familiares. Quem de nós, quando adolescente, não teve medo de não ser aceito porque era gordinho ou magrinho, porque sabia ou não fazer uma coisa ou outra? Não é talvez o medo de se sentir inferior que leva muitos a viver sua vida com agressividade, tanto no trabalho como no desejo desenfreado de estar “no topo” de qualquer situação? Não é talvez o medo de experimentar o limite das próprias ideias que “obriga” a ter que afirmá-la peremptoriamente, a todo custo para demonstrar que “temos razão”? Evidentemente partindo de pressupostos diferentes dos princípios cristãos, contudo, também a moderna psicanálise (representada por estudiosos ilustres desde Freud até Fromm) e a antropologia cultural apontam no medo o ancestral drama que sempre aflige o homem condicionando as suas decisões ou as faltas de decisões.

 

Ora, se é verdade que o medo é incontrolável, que ele vem, que não não podemos não ter medo, é verdade também que podemos “deixar de ter medo”, isto é, deixar de carregar conosco os medos que nos induzem a fazer opções erradas e confundir os “bens” com o “Bem”. Os medos se fazem presentes na nossa vida, mas podem não dominá-la; podemos perfeitamente não permitir que eles não ajam em nosso lugar. Deixar «de lado» o medo e, especialmente, «esse medo»,  (é o medo do futuro ao qual Jesus se refere) é possível quando se têm feito uma experiência de amor fiel de Deus, essa é «o tesouro» que se enraíza no coração de uma pessoa que aprendeu a dar o primeiro passo de confiança diante de Deus. Quem deseja acreditar na fidelidade de Deus continuará sempre fazendo essa experiência libertadora ao longo de todo a sua vida. Será apenas isso que poderá permitir ao discípulo de viver a liberdade que indicará sempre a todos que existem valores maiores do que aqueles que estão nas prateleiras das culturas pragmatistas.

 

Nesse trecho, Jesus nos dá algumas indicações para viver tal liberdade que, embora continue coexistindo com alguns medos, nos permite de não reféns deles.

 

O texto que temos nas mãos ressente da influência do momento em que foi colocado por escrito. Era um momento em que a comunidade dos discípulos estava dando os seus primeiros passos e, fazendo isto, se defrontava com a sua fragilidade interna, evidenciada pela diferença entre o que idealmente deveria ser uma comunidade cristã e o que de fato se vivia nela. Tal fragilidade se tornava bem mais nítida quando a comunidade se colocava em relação ao mundo exterior: derrisão, injustiças, violências, preconceitos que faziam sentir os primeiros cristãos como pessoas que carregavam um grande tesouro sim, mas que não se enquadravam com a mentalidade corrente. Essa ótica nos permite entender força da expressão de Jesus: «pequeno rebanho»; evidentemente o Senhor não estava se referindo ao número de discípulos, mas à sua qualidade, ou seja: “rebanho feito de pequenos”.  Não podemos esquecer quantas vezes Jesus chamou os discípulos com o atributo de “pequenos”!  De fato todos os discípulos autênticos têm como parte integrante da sua identidade o fato de serem “pequenos” o que, na linguagem bíblica (nhpioi), significa: “sem consideração”, frágeis, -“de segunda linha” diríamos nós em gíria.  Isso é tanto mais verdadeiro quanto mais o discípulo fará experiência na sua vida de “pertencer ao Senhor” (expressão essa que fundamenta a fragilidade que São Paulo experimenta continuamente e que considera a “sua força”).

 

Ora, justamente o fato de serem “pequenos” poderá ser a fonte da liberdade dos discípulos, força de desvencilhar-se do medo de perder. Ninguém tem medo de perder quando está disposto a dar!

 

O discípulo está na condição oposta daquilo que é obvio no mundo competitivo, onde os fortes creem de vencer. Se o medo pode nos conduzir a procurar “bens” -que não necessariamente são de ordem econômica-, possuir aquele tesouro que realmente permanece, oferece as condições para viver uma vida qualitativamente nova, onde a liberdade dos medos deixa o homem escolher, deixa o homem ser mais conforme àquilo que ele é.

 

Jesus usou a expressão «pequeno rebanho» em tom de forte contradição com o pensamento de alguns religiosos da época; “pequeno rebanho” e “rebanho dos pequenos” são duas coisas bem diferentes. A primeira forma era usada nas comunidades de Qumrã, formadas por uma “elite” religiosa que designava a si mesma como sendo “um pequeno rebanho” para dizer que, diante da multidão, que é pecadora e que necessariamente receberá o castigo de Deus, eles, aquela pequena elite, era o rebanho verdadeiro (a palavra “’eda”  -rebanho- em hebraico é usada para indicar o exercito dos anjos, os privilegiados que podem estar perto do Rei por sua pureza).  Mas para Jesus a pureza é bem outra coisa; ouvimos isto já nas Bem-aventuranças: puros são aqueles que veem o mundo com o olhar de Deus. Obviamente a pergunta agora é: e qual é este olhar?

 

Pois bem, vamos continuar acompanhando o ensinamento de Jesus.

 

Ao dirigir-se aos discípulos, Ele fez referência ao livro de Daniel quando trata da figura do “Filho do homem”, ali diz o texto: «O reino, o domínio e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo» (Dan. 7,27). De imediato se percebe que o “rebanho dos pequenos” o não o “pequeno rebanho” são exatamente aqueles “santos” aos quais Deus concede o Reino.  Ou seja, concede aquela força incrível do “reinar” de Deus que é capaz de reconstituir em nós e no mundo tudo aquilo que foi destruído por relações erradas com Deus, com as coisas e as pessoas. Distorções e desarmonias geradas frequentemente pelo medo. No coração do “pequeno” reina Deus como centro da sua vida. O “pequeno” aprendeu a sentir-se necessitado de Deus e a recorrer a Ele. O pequeno “sabe de ser pequeno” e isso é a sua força a sua salvação, a sua “pureza” que o aproxima ao coração de Deus.

 

Por outro lado, o reinar de Deus é um dom, diz Jesus, um dom gratuito do Pai àquele que se abre a receber não os “bens”, mas o Bem.

 

O Reino é o dom de sentir forte e marcante a presença de Deus como verdadeira riqueza; presença que ninguém pode tirar; tesouro ao qual se pode atingir no momento de maior necessidade, tesouro sempre à disposição da nossa mão que o alcança com a oração, a vida dada, as escolhas humildes e obedientes.

 

Lemos ainda: «foi do agrado do Pai dar o Reino a vocês». A mesma expressão, “agrado”, “complacência” é usada em relação a Jesus em ocasião do Batismo e da Transfiguração; isto estabelece uma relação entre o discípulo, que vive como “pequeno”, e o próprio Filho de Deus: ambos, mesmo que de modo diferente, revelam a prioridade absoluta da relação com Deus, entendido como um Pai que cuida e se preocupa.

 

Como reconhecer o “pequeno”? É suficiente a sua condição econômica ou social? Como distingui-lo de outra pessoa que a vida colocou também em situações de inferioridade? É suficiente essa condição para ser o “pequeno” do Evangelho?

 

Não, com certeza. O sinal que Jesus dá é bem claro: a esmola. Hoje quando falamos de esmola entendemos uma pequena quantia dada, às vezes “jogada” nas mãos de alguém que pede. É uma interpretação muito restritiva e, com certeza, não corresponde ao uso que aqui Jesus fez. A esmola pode humilhar tanto a pessoa que dá quanto a pessoa que recebe, pode reforçar a divisão em classes, pode fortalecer o sentido de poder... enfim, nem sempre a esmola é benigna como pode parecer.  A palavra “esmola” vem do verbo eleaw que indica o típico discurso pronunciado em defesa de alguém que está numa situação passiva. Com isto passou a ter o significado de “ter misericórdia”, “estar atento”. Pois bem, este é o desafio de Jesus: àqueles que são já “pequenos”, isto é, em condições de inferioridade, de incapacidade, àqueles que precisam, àqueles que só se sentem de apelar a Deus porque não têm mais a quem apelar, bem a estes Jesus pede que “estejam atentos”, que “tenham misericórdia”, que deem a quem está necessitado.

 

Jesus pede a pessoas que estão “precisando”.

 

Jesus pede de dar, para que a compaixão reine sobre o medo de perder algo, reine sobre o medo de “não ter o suficiente”, reine sobre o direito de possuir o que já se tem.

 

É neste estado de coisas que então se entende a pergunta retórica de Jesus: «Quem é o administrador fiel e prudente?». Dar em “esmola” então é bem mais que consignar valores monetários, é o fruto que brota espontâneo no coração do discípulo que entendeu a presença de Deus na sua vida como o maior tesouro (recordamos que o coração na Escritura é o lugar onde se tomam as decisões fundamentais). Dar em esmola é próprio do discípulo que, possuindo o Senhor em sua vida como centro, vê o mundo com o Seu olhar, um olhar de compaixão e desprendimento. É próprio do discípulo que tem um olhar de amor que vê a Deus como tesouro e vê o outro como amado por Deus: «onde estiver o vosso tesouro, aí estará o vosso coração». É o agir que nasce da contemplação do reinar de Deus em nossa vida.  

 

 


Postado em: 09/08/2013 as 19:13:12





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