Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXI Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013



   

«Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. Alguém lhe perguntou: “Senhor, é verdade que são poucos os que serão salvos?”. Jesus respondeu: “Lutem para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não terão força. Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós, do lado de fora, começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta!’ Ele responderá: ‘Não sei de onde sois’. Então começareis a dizer: ‘Nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’. Ele, porém, responderá: “Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim, todos vós, que praticais a injustiça!’. Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac e Jacó, junto com todos os profetas no Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora. Virão homens do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. E assim há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos”. » (Lc. 13,22-30)

 


 

O nosso Evangelista, Lucas, ama apresentar Jesus como “Deus que caminha no meio dos homens”, figurando uma longa e atenciosa viagem que alcança, em seu progresso, as dificuldades e os questionamentos que as pessoas vivem. Para o Evangelista, Jesus não é um “guia” que ensina caminhos esotéricos, não é um mestre de espírito, é simplesmente Deus que caminha no meio dos homens... enquanto as pessoas veem apenas “um homem”. Eis, então mais um episódio que ocorreu ao longo do caminho rumo a Jerusalém, figura da Jerusalém celeste na qual será realizado o julgamento final da história do mundo.

 

Ao longo do caminho existe sempre uma pessoa que pergunta: «“Senhor, é verdade que são poucos os que serão salvos?”»; o indivíduo do nosso caso é um personagem não identificado. Na verdade nele podemos ver o reflexo de todos os homens que têm a coragem de ver face a face a realidade do mundo e não se iludem mais com o mito do homem capaz de se auto-construir (como, por exemplo, pensa uma grande parte do “ateísmo prático contemporâneo” e alguns sistemas de pensamento ético tais como a teosofia, a maçonaria, a “neo gnose” –hoje substituída com uma expressão mais atraente: “poder da mente”-, e outros). A capacidade de ver o mundo como é, é própria do homem sábio e realista, humilde e audaz e que tenta arriscar nalguma alternativa à presunção de muitos que frequentemente é causa de catástrofes históricas. Buscar uma alternativa diferente não é fuga para um mundo etéreo ou para o seu contrário, um mundo pragmatista. É coragem de ser o que somos e de existir desse modo.

 

A religião verdadeira, a atitude correta e honesta diante de Deus, permite ao homem ver o mundo sob outro prisma que não seja apenas o próprio como se fosse absoluto. Apenas assim o homem pode agir no mundo com maior eficácia. O nosso personagem também é um homem que se decidiu em favor da dimensão religiosa e que via em Jesus alguém que lhe pudesse dar uma resposta. Ora, o questionamento que ele fez, encontrava a sua raiz num problema de fundo bastante comum, e que se pode reduzir assim: o que eu ganho seguindo o caminho religioso? Vale a pena ser tão diferentes das pessoas que são bem sucedidas seguindo escolhas que desconsideram Deus, e agem como se esta dimensão transcendente não existisse ou fosse uma simples fantasia?

 

Quando não se encontra tão facilmente a resposta, eis então que, infelizmente, a religião, que deveria servir também para gerar unidade entre as pessoas, paradoxalmente se transforma ela mesma em justificativa para divisões. Assim o mundo é dividido entre “os bons” e “os outros” recorre-se à hipótese de um julgamento final no qual as pessoas que se comportaram bem na vida receberão o seu prêmio e os outros um castigo proporcional... Era essa a visão do Antigo Testamento, à qual estava preso o nosso interlocutor. Tal maneira de ver a religião movia grupos sempre mais integralistas às mais exageradas formas de obsequiar, em seus mínimos detalhes, as regras e normas religiosas. É o que acontece toda vez que falta conteúdo, ainda hoje; se recorre a formas, quanto mais detalhadamente e ostensivamente possível. Os Talmudes, por exemplo, nos trazem informações sobre a fisionomia de um israelita considerado “fiel”; ele devia seguir pelo menos 350 regras para não infringir a lei do sábado....! É interessante notar que esse modo de proceder coincidia justamente com a época em que já havia-se perdido o sentido da autêntica relação entre Jhavé e seu povo.

 

Pois bem, é tudo isso que está à base da pergunta daquele homem a Jesus. Dado por certo de que a maioria das pessoas não segue a religião, dado por certo que somente poucos seguem a religião como deve ser, dado por certo de que as normas são demais para serem seguidas corretamente e que talvez somente alguns o consigam, restava-lhe então a pergunta: «É verdade que são poucos os que serão salvos?”». O questionamento parece já dar como certo que é isso que acontecerá no último dia. Aquele indivíduo buscava apenas uma confirmação à própria convicção. O verbo que ele usou é um passivo: “serão salvos” (e não: “se salvarão” como traduzem alguns, –o verbo “salvar” por si próprio indica o ato de um outro que faz o que o sujeito não consegue fazer por si); desse modo o nosso homem indicava a sua convicção: Deus salvará apenas poucos da desgraça final, uma vez que somente alguns foram capazes de seguir os preceitos e, deste modo, agradar o Altíssimo. Era isso que pensava.

 

Podemos notar que Jesus não respondeu permanecendo no mesmo plano do seu interlocutor; a motivação é simples: esse não é o critério da salvação. Jesus não fez da salvação um prêmio ou uma meta conquistada. Isso porque a “salvação” é uma condição de vida, uma maneira de existir perante Deus. Tal modo de existir diante de Deus é representado pela imagem de um banquete, um baquete onde existe uma porta aberta, simplesmente aberta, nada mais. É aberta! É estreita, sim, não se pode entrar por ela de qualquer jeito carregando tudo o que quisermos, mas é aberta!

 

Sabemos bem que a imagem do banquete, no Antigo Testamento e para Jesus, é essencialmente ligada à festa. É a “festa” o  sentido final de tudo; a festa é o lugar para onde corre a história da humanidade inteira, é o lugar onde Deus quer deixar-se encontrar e encontrar-se com todos para oferecer o que possui de melhor, -segundo a imagem de Isaías (25,6-10).  

 

A questão, então não se coloca sobre uma conquista ou o método melhor para alcançar a meta, pois esta é garantida a todos; a questão é “como” entrar. Ou seja, não tanto sobre os meios, mas sim a quanto à condição em que o homem se coloca; condição que lhe permite entrar ou não na sala da festa: carregando ou livrando-se de pesos inúteis. E cada um de nós conhece os pesos que carrega, sua história, erros, dificuldades... Enquanto permanecerem como nosso tesouro, nossa bagagem, enquanto não formos capazes de entregá-los, continuarão sendo o nosso peso, a mochila maior que nós mesmos e que não nos deixará passar por esta porta que, justamente porque é “estreita” reduz tudo ao essencial. Então, somente carregando o essencial será possível passar por ela.

 

Aqui, então cabe a cada pessoa saber individuar o que é “essencial” na própria vida, o que é bom mas pode ser dispensado, e o que é estorvo que apenas torna mais pesado o caminho. Dependendo das escolhas fundamentais da nossa vida não será difícil identificar a primeira a segunda ou a terceira bagagem que a vida nos faz carregar. Caso não consigamos identificar, caso não queiramos escolher... pois bem, a própria vida nos ajudará a perder o que não for o essencial.

 

Quando, após tantos eventos a vida nos terá ajudado a perder o que precisa perder descobriremos que é o amor sem medida o essencial da nossa vida, assim sendo, a nossa alma se tornará livre de passar por qualquer porta por quanto estreita esta for. 

 

Mais um elemento parece estar claro para Jesus: não existe a possibilidade de delongar ao infinito as opções. Um dia a porta se fecha. Diante desse fato é que podemos assumir o que é propriamente humano, ou seja a responsabilidade sobre a própria existência. Ela terá o sabor com a qual a temperamos. Podemos também fugir dela, como lemos na figura de Adão e Eva. Infelizmente essa atitude de postergar indefinidamente a decisão é uma das doenças que hoje nos atingem mais diretamente. Não é difícil perceber como tantas vezes as escolhas importantes da vida são “adiadas” o quanto mais possível. Alguns, para justificar este “eterno” adiamento, até projetam isto numa “outra vida” feita de reencarnações progressivas. A história não é assim: Aquele que «se levanta» (o verbo usado no nosso treco do Evangelho, recorda o “levantar-se do sono da morte”, sugerindo assim uma analogia com o Ressuscitado, ao qual compete o julgamento da história) «fechará a porta» num determinado momento. A seriedade desse ato reconduz à seriedade com qual deve ser considerada a nossa vida, nos ajuda a olhar com realismo o que vivemos e as opções que precisamos fazer. Adiar indefinidamente é uma fuga que conduz num beco sem saída. É a verdadeira alienação, pois ninguém dá passo algum sem ter uma meta, sem saber para onde vai a história. 

 

Creio que, para entender melhor o que Jesus queria nos transmitir, precisamos recorrer ainda ao Livro de Gênese. Em dois episódios, ligados entre si, encontramos elementos que explicitam as palavras de Jesus.

 

A caminho de Harã, numa localidade identificada mais tarde com Betel, Jacó viveu uma experiência mística à qual Jesus três vezes fez referência e que é descrita com a imagem de um sonho (Gen. 28, 10ss). Ele sentiu que, o Deus que chamava “Altíssimo”, na verdade estava mais perto do que podia imaginar e que o acesso a Ele não era proibido (todas as religiões daquela época percebiam as divindades como entes proibidos), ao contrário! O sonho termina com uma expressão de admiração e temor: «Este lugar é terrível, é a porta do céu!». Um dia, durante um diálogo (Jo. 10,1-9), Jesus se interpretou como sendo aquela “porta” que dá acesso ao Céu.

 

Ao nosso interlocutor, que questionava Jesus sobre o número daqueles que seriam aceitos por Deus, Jesus responde que o Pai aceita todos os que passarem pela porta que é o Cristo. Não há outro critério. Jesus é a porta e, entrar por ela, significa penetrar o modo de pensar e de agir de Jesus, significa “entrar” em sua vida. Tudo o que o homem fizer, mesmo bom, deve necessariamente passar pela comunhão com Jesus, sem essa comunhão os atos se tornam insignificantes, até aqueles feito em nome ou em favor de Jesus: «não vos conheço» responderá o dono da casa.

 

Sabemos que “conhecer”, na linguagem bíblica, significa ter uma relação totalmente transparente e, quase, uma fusão de pessoas. Eis então o primeiro questionamento que se nos põe: é esse o prisma com o qual vejo a minha vida de fé? Que espaço ainda ocupa em mim a tentação de sentir-me “justo” em comparação com “outros”, como fez o interlocutor de Jesus? Entrar pela porta que é Cristo é entrar no mundo que Cristo oferece, nas relações como Ele as propõe, nas atitudes que Ele teve...; é assim também para mim?

 

Jesus prosseguiu indicando as qualidades dessa “porta”. Ela é «estreita», o que não significa que é “difícil” e que pode ser alcançada somente por alguns privilegiados etc. Estreita, significa simplesmente que é o que é, que não se adapta às pessoas. Não é um caminho que cada um molda conforme o que mais lhe apraz.

 

A porta é o que é; e o que “é” é a vida de Jesus como Ele a viveu.

 

Não é a porta que se “adapta” às pessoas, mas sim o contrário.

 

Ora, Jesus foi muito claro dizendo que é “estreita”, estreita para todos, porque cada um possui uma bagagem que lhe dá segurança e com a qual pretende enfrentar a vida achando de ter, nesta bagagem, tudo o que é necessário. É como uma mochila que carregamos nas costas na hora de fazer uma viagem, nela colocamos uma grande quantidade de coisas achando que todas têm o mesmo valor e que são indispensáveis, ou que um dia poderão nos servir.... Mas, quanto mais o tempo passa, tanto mais esta mesma mochila se revela pesada e quanto mais coisas houver dentro tanto mais difícil se torna conseguir passar por uma porta que é mais estreita do que se imagina. Estreita. Estreita porque o que permanecerá é somente aquilo que nos faz mais semelhantes a Deus: um amor de reciprocidade sem fim. É isso que encontraremos Nele uma vez entrados pela Porta. É isso o necessário para poder participar de um banquete festivo; quanto ao resto... esse é providenciado pelo Anfitrião.

 

No entanto há ainda quem não queira deixar nada, mas deste modo tudo fica bem mais difícil, impossível até. Evidentemente Jesus sugere que estejamos dispostos a fazer uma escolha radical, uma escolha que pode até deixar marcas, mas que estabelece uma profunda relação com Deus. O nosso texto traz uma alusão a outro trecho de Gênese, no qual o mesmo Jacó vive um segundo aspecto daquela experiência mística, da qual já fizemos menção. O texto de Gen. 32,23-33 descreve o outro lado da moeda de um autêntico encontro com Deus, se o primeiro aspecto é como um sonho, o segundo se transforma realmente numa “luta”.  É comum encontrar alguns que traduzem assim as palavras de Jesus: «Fazei todo esforço possível para entrar...», mas esta tradução não corresponde às palavras relatadas pelo Evangelista que soam assim: «Lutem...» (Agwnizesqe = “agonia” é a luta e, especificamente, a luta decisiva). Não se trata então de fazer “o possível”, pois este “possível” é muito relativo e cada um coloca o limite que desejar ao “possível”; sem contar que essa tradução faz perder a referência à “luta” de Jacó com Deus que interessa mais o nosso contexto. Trata-se então de travar uma luta decisiva contra tudo quanto Deus nos propõe de deixar. Uma luta contra o adversário, o nosso “eu”, que crê de precisar de muitas coisas para ser feliz. Jacó luta durante a noite inteira, assim como o homem lutará durante todo o período que antecede a aurora de um mundo renovado. Nesta luta, o único desejo de Jacó não é demonstrar superioridade (como bem no fundo faz o ateísmo) ao contrário, a luta de Jacó é humilde, ele luta para receber uma benção... e consegue, mesmo que isto lhe custe ficar mancando de uma perna. E mais, além da benção Jacó aprende a conhecer a Deus. De fato a luta honesta com alguém nos faz conhecer quem somos e quem é o outro que está à nossa frente, assim como fazem as crianças quando brincam de luta: ninguém perde, os dois ganham. Assim, um entra a fazer parte da vida do outro, um “conhece” o outro, e isto é essencial para entrar no banquete da festa. 


Postado em: 22/08/2013 as 19:21:48





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