Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXII Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013



   

«Jesus tinha entrado num sábado para comer pão na casa de um dos chefes entre os fariseus, e estava sendo observado. Reparando que os convidados escolhiam para si os primeiros lugares, contou-lhes uma parábola: “Quando fores convidado por alguém para uma festa de casamento, não ocupes logo o primeiro lugar, porque pode haver entre os convidados um mais importante do que tu, e o que convidou a ti e ao outro poderá chegar e te dizer: ‘Dá o lugar a este’. E envergonhado irás ocupar o último lugar. Pelo contrário, quando fores convidado, ocupa o último lugar para que, quando chegar o que convidou a ti e ao outro, diga: ‘Amigo, vem mais para frente’. Então serás prestigiado diante de todos os convidados. Porque todo o que se exalta será humilhado e todo o que se humilha será exaltado”. Disse ainda a quem o tinha convidado: “Quando deres algum almoço ou jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos, para não acontecer que, por sua vez, eles também te convidem e assim te retribuam. Pelo contrário, quando deres um banquete, convida os pobres, os estropiados, os coxos e os cegos. Serás feliz porque não terão com que te retribuir. Mas receberás a tua recompensa na ressurreição dos justos”». (Lc. 14,1.7-14).

 

 


 

Não podia passar despercebido pelas autoridades religiosas o modo tão estranho com o qual Jesus agia; parecia contradizer a tão bem fundamentada tradição religiosa quanto à pureza em relação a Deus. Aquele Galileu estava tornando-se um personagem famoso demais para que as autoridades constituídas não tivessem que tomar alguma providência. Afinal, porque atraía tantas pessoas a ponto de colocar em risco toda a cultura religiosa do judaísmo da época? Com esses pressupostos se pode imaginar perfeitamente que o convite do qual nos fala o Evangelho de hoje não era uma simples refeição quotidiana na qual o sentimento de fraternidade deveria se sobressair. Tratava-se, antes, de um artifício para poder colher em flagrante Jesus. O fato aconteceu num sábado, dia em que não se davam banquetes, não se servia refeição à mesa, mas simplesmente -como justamente alguns traduzem- «Jesus foi convidado para comer pão» (fagein arton) por um personagem de relevo entre os fariseus. O intuito era claro: como se comportaria Ele no dia de sábado? Dia em que todo piedoso hebreu celebrava, com o máximo empenho, o mandamento de colocar a Deus em primeiro e único lugar durante o dia. O Sábado era muito mais do que um dia de descanso; era o dia em que se recordava a todo hebreu e se celebrava a correta posição do homem em relação a Deus. Era exaltada a primazia absoluta de Deus respeito ao resto da criação e, no reconhecimento desta primazia, o homem reencontrava a sua dignidade, a sua posição, a sua vocação. Era o dia dedicado à íntima relação entre duas pessoas onde tudo o que for a mais é supérfluo. Esse sentido passou na fé cristã, mas foi acrescido de outros valores desde o dia em que Jesus ressuscitou, ou seja «o primeiro dia depois do sábado» (Jo. 20,1); à partir daquele dia o «o primeiro dia depois do sábado» foi chamado de “domingo” (“dominus”, em latim, significa “Senhor” que era o título dado a Jesus). Além dos significados já fortemente enraizados na cultura judaica o «o primeiro dia depois do sábado» passou a significar que, com Jesus iniciou um “homem novo”.

 

Mas, voltemos ao nosso trecho do Evangelho!

 

Como Jesus viveria aquele momento? Que se tratasse de uma refeição convival é difícil afirmá-lo (como nos é sugerido por uma parte deste Evangelho que a liturgia de hoje não lê). É mais provável que se tratasse de uma tentativa de demonstração, um teatro armado para colher Jesus em lapso, visto o número de convidados e a sua ânsia na busca dos primeiros lugares para observar o comportamento de Jesus. Ora, durante esta refeição Jesus curou um hidrópico suscitando, desse modo, a crítica dos presentes. Aqui, o nosso interesse se pousa sobre as duas admoestações que Jesus fez logo em seguida: uma é para todos e outra é dirigida ao chefe dos fariseus. Permito-me inverter as duas para tentar entender melhor o que Jesus tinha em mente ao agir desse modo. Sim, porque é necessário entender e conhecer Jesus antes de julgar o que Ele dizia ou fazia.

 

O fariseu havia convidado pessoas da sua mesma classe para viverem juntos a refeição que deveria recordar a austeridade e sobriedade do encontro com Deus. Para indicar isso em casa se fazia uma refeição de “pão” assim como era feito no Templo onde, contemporaneamente, era oferecido a Deus o pão, com esse mesmo significado. Pois bem, o Evangelista nos deixa intuir qual é para Jesus o verdadeiro culto. Confrontando o comportamento de Jesus, dos “piedosos judeus” e a Lei à qual eles obedeciam, aparece imediatamente claro o critério de Jesus e a diferença que existe com os critérios religiosos de irrepreensibilidade, de pureza. Vejamos mais atentamente: assim dizia a Lei: ««Nenhum homem em quem houver defeito se chegará para oferecer o pão do seu Deus: como homem cego, ou coxo, ou de rosto mutilado, ou desproporcionado, ou homem que tiver o pé quebrado ou mão quebrada, ou corcovado, ou anão, ou que tiver belida no olho, ou sarna, ou impigens, ou que tiver testículo quebrado.» (Lv. 21,16-20)». Nenhuma dessas pessoas era digna de oferecer a Deus o “pão” ritual do Templo. Mas para Jesus a “pureza consiste em a outra atitude: a “pureza” que agrada a Deus, é a pureza de quem convida exatamente aqueles que não estão em condições de responder aos critérios que o homem estabelece com as suas regras, embora ele consiga dar-lhes um fundamento religioso. É sempre preciso saber definir até que ponto uma “lei” é obra humana e até que ponto ela distorce o desejo profundo de Deus...

 

Para Jesus, o homem «puro de coração», que respeita o sábado, é o homem que come o “pão” com aqueles que não têm reconhecido nem sequer o direito de oferecer o seu “pão”, o pouco que têm. Eles nunca serão vistos nem considerados, principalmente quando o valor de uma pessoa for estabelecido sobre o que “pode” ou “não pode”. O critério de “poder” ou “não poder” divide, separa, aniquila a dignidade daquele que já é “pequeno”. Sem dúvida o Evangelho nos convida a ter muito cuidado quando dizemos com demasiada facilidade: “pode” ou “não pode”!

 

Jesus convidou o religioso fariseu a celebrar o sábado justamente ao lado daquele que “não pode”, daquele que o sistema exclui. Ao lado daquela pessoa que a vida colocou à margem da felicidade. Assim sendo, (pessoalmente acho muito bonita a mudança de linguagem que o Evangelista faz) a refeição de “pão” é transformada, na boca de Jesus, em «banquete de núpcias» (v. 8). Passa-se deste modo do “rito”, da praxe estabelecida para honrar a Deus, ao culto que realmente, de fato, agrada a Deus. O verdadeiro culto pode ser representado melhor com a imagem das “núpcias”, isto é, o encontro sem barreiras. O verdadeiro culto a Deus, o que Lhe agrada é oferecer a dignidade “poder” comer o mesmo pão perante o mesmo Deus, em comunhão também com quem “não pode” retribuir.

 

A outra parte do Evangelho é dirigida a todos os presentes e, creio, é dirigida a cada cristão que deseja muito mais do que professar um rito e uma religião; é dirigida ao cristão que deseja o encontro real e profundo com o Senhor.

 

Não é difícil perceber como a competitividade hoje pareça ser a regra fundamental dada como uma verdade: quem não é competitivo não têm espaço. Ouvimos tanto essa sentença arbitrária que a assumimos como se fosse uma verdade. Quando isso acontece, a autoafirmação torna-se o critério da maioria das escolhas; paradoxalmente até das escolhas religiosas que fazemos. Não escolhemos nada que não nos exalte pelo menos um pouquinho! Escolhemos, por exemplo, “o que me faz bem”! Claro que ninguém nega esse direito, mas aqui não parece ser o conselho de Jesus para quem desejar segui-Lo, como Jesus disse numa outra ocasião: «Como podereis “crer”, vós os que procurais glória uns dos outros e, contudo, não procurais a glória que vem do Deus único?» (Jo. 5,44). Creio que seja o comentário mais claro ao episódio que acabamos de ler. A autoafirmação é, sem dúvida, o maior obstáculo para “crer”, para acreditar na bondade do “Deus que vai ao encontro”. A autoafirmação é o aniquilamento da esperança cristã.

 

O homem que conhece a fé e aprendeu a viver de fé o faz porque, em algum momento de sua vida, se deu contas que foi o Senhor quem “se dirigiu ao encontro dele” no momento de maior dificuldade.

 

Do contrário, o homem que sempre buscou a sua posição perante Deus nunca poderá entender um “Deus que vai ao encontro”, que não mede, que não calcula com base no “certo e errado”, no “pode e não pode”.

 

A fuga do protagonismo é o primeiro passo para achar o lugar onde Jesus me encontrará. Os primeiros lugares, aqueles que todos veem, aqueles que todos apreciam, aqueles que nos fazem sentir importantes, são sem dúvida aqueles onde haverá menos possibilidades de sermos encontrados por Jesus. Ele, que «sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos» (2Cor. 8,9), Ele que escolheu o lugar dos últimos, ali, no lugar dos últimos nos encontrará.

 

O Senhor, que agora, na linguagem do Evangelista, é o “Noivo” do banquete, virá ao teu encontro. Ali você poderá experimentar a beleza e a alegria da gratuidade. Ali Ele te dirá «vem mais para frente», mais perto de Mim. O último lugar é o lugar da vocação cristã mais singela, onde Jesus se encontrará com aquilo que somos, já que não encontrará aquilo que temos. Os últimos pouco têm a dar a não ser a si mesmos!

 

Eis, então, que se compreende melhor o sentido do convite de Jesus: a competição irá colocar-te até o primeiro entre os primeiros, conseguirás o que desejas, mas cuidado, serás tão primeiro que serás também o mais sozinho nesta armadilha que a cobiça sabe armar. O último lugar, apenas o último lugar poderá trazer algo a mais, poderá trazer a gratuidade que Jesus tem a oferecer, gratuidade que gera amor de reciprocidade, capaz de enaltecer o homem à altura da dignidade que merece.     

 

Quem faz experiência de “Deus que vem ao encontro” saberá quanta alegria isto gera e saberá também proporcionar esta mesma alegria ao irmão, indo ao seu encontro em nome de Deus. Quem foi encontrado no último o lugar, nunca mais procurará o primeiro lugar porque sabe que foi ali que recebeu a graça do encontro com Jesus e sabe que ali sempre encontrará o seu Senhor pronto a estender-lhe a mão.

 

Um bom Domingo

Pe. Carlo

 

 


Postado em: 29/08/2013 as 16:36:37





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