Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXIV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013



   

«Os cobradores de impostos e outros pecadores se aproximavam de Jesus para o ouvir. Os fariseus e os escribas murmuravam: “Este homem acolhe bem as pessoas de má vida e come com elas!”. Jesus lhes respondeu com esta parábola: “Quem de vós, possuindo cem ovelhas, no caso de perder uma, não deixaria as noventa e nove no deserto para buscar a que se tinha perdido até achá-la?. E, quando a encontrasse, não a colocaria nos ombros, alegre, e voltando para casa, não reuniria amigos e vizinhos, dizendo: ‘Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se tinha perdido’? Eu também vos digo: ‘Assim é que haverá maior alegria no céu por um pecador que se converter do que por noventa e nove justos que não precisarem de conversão!’

 


 

Ou qual é a mulher que tem dez moedas e, perdendo uma, não acende a lâmpada e varre a casa e a procura atentamente até achá-la? E, depois de achá-la, não reúne as amigas e vizinhas, dizendo: ‘Alegrai-vos comigo, porque achei a moeda que tinha perdido’? É por isso que vos digo: assim é que haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converter”.

 

Disse ainda: “um homem tinha dois filhos. O caçula disse a seu pai: ‘Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe’. E o pai repartiu seus bens entre os dois. Poucos dias depois, o caçula juntou todos os seus bens, partiu para uma região longínqua e esbanjou tudo por lá, vivendo dissolutamente. Depois de gastar tudo, uma fome terrível assolou aquela região e ele começou a passar privações. Então ele ficou como empregado de alguém daquela região, o qual o enviou aos seus campos para guardar porcos. Bem que ele desejava matar a fome com as vagens que os porcos comiam. Mas nem isso lhe davam! Caindo então em si, disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm pão à vontade e eu aqui morrendo de fome! Vou partir, voltar para meu pai e dizer-lhe: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não mereço mais ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados!’ Ele partiu de volta para seu pai. Ainda estava longe, quando seu pai o avistou e ficou penalizado. Correu, então, ao seu encontro, abraçou-o cobrindo-o de beijos.  O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não mereço mais ser chamado teu filho!’ Mas o pai ordenou aos seus empregados: “Trazei-me depressa a melhor roupa e colocai nele. Ponde um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei também o novilho de engorda, matai-o, comamos e façamos uma festa; porque meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado!’ E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Mas quando voltava, aproximando-se da casa, ouviu a música e o barulho das danças. Chamando um dos empregados, perguntou-lhe o que significava aquilo. Ele respondeu: ‘É teu irmão. Está de volta e teu pai matou o novilho de engorda, porque o recuperou com saúde!’ Ele ficou enfurecido e não queria entrar. O pai saiu e insistiu com ele.  Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos te sirvo, sem desobedecer a nenhuma das tuas ordens, e nunca me deste um cabrito sequer para fazer uma festa com meus amigos. Mas só porque está de volta esse teu filho, que esbanjou teus bens com as prostitutas, mandas matar para ele o novilho de engorda!’ Mas o pai Respondeu-lhe: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu também! No entanto, era preciso festejar e ficar alegre, porque esse teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi encontrado!’» (Lc. 15,1-32)

 

            Com a leitura de hoje abre-se, no interior do Evangelho do Luca, como que uma pequena coletânea de ensinamentos de Jesus regidos por um único tema. É possível ver nesta um vestígio das anotações reunidas por temas, que os pregadores do Evangelho traziam consigo ao ministrar seus ensinamentos nas comunidades cristãs. Trata-se de três parábolas unidas entre si por um tema de grande relevo na vida de Jesus e no anúncio do Reino: o reencontro. São estas as parábolas da ovelha, da dracma, do filho.

 

            A introdução com a qual se abre o “livrinho” das três parábolas, nos sugere a motivação pela qual Jesus as usou e, contemporaneamente a ótica de leitura que facilita a sua compreensão. É possível que Jesus tenha usado inicialmente estas imagens para motivar o seu agir perante aqueles que O acusavam, mas acabou dando-nos uma das imagens mais bonitas de Deus que encontramos nos Evangelhos. Enquanto Jesus fala de um pastor, de uma mulher e de um proprietário terreiro, contemporaneamente fala de si mesmo e do Pai, num entrelaçar-se de significados que se associam hora a Um hora a Outro sem confusão. Talvez a maneira com a qual Jesus usa as imagens sobre as quais estamos nos debruçando, bem no fundo já nos indica a maneira como se dá a penetração do Evangelho no mundo, ou seja: por uma lado a ação de Jesus é resposta ao desejo de Deus; por outro, enquanto faz isto, Jesus revela realmente “quem” é o Pai. Deste modo, o fato de ver Jesus agindo se transforma numa possibilidade concreta de se “converter”, de renunciar a “ideias” sobre Deus e conhecer, de fato, o rosto de Deus como Ele é. Deste modo o homem encontra uma saída objetiva para escapar do idealismo, das sensações privadas, das construções particulares que cada um cria sobre Deus. O trecho do Evangelho de hoje começa exatamente com esta dificuldade dos bem-pensantes da época. Um conflito ente ideias e fatos. Vamos acompanhar o texto. Parar e analisar cada uma das parábolas seria maravilhoso, mas as condições aqui não o permitem! A Imagem do “Filho perdido e reencontrado” já foi objeto da nossa reflexão em outra ocasião, assim como a imagem da “moeda perdida”. Vejamos o que nos diz o Evangelho.

 

            O Evangelista parte de uma constatação: aqueles que vão a Jesus são os publicanos e pecadores, estes vão para escutar. Os outros, os bem pensantes e os entendidos em questões de religião, não. Estamos aqui diante do primeiro axioma da fé, o conceito principal, o único que nos permitirá ter um encontro autêntico com Jesus; trata-se de algo muito simples diante do qual apenas a liberdade de cada pessoa tem poder, nem o próprio Jesus. É uma simples atitude, um modo de se colocar no caminho que Deus propõe, ou seja: podemos estar diante de Jesus e do Seu projeto como quem “escuta”, isto é, como quem “sabe de não saber” (parafraseando uma famosa frase atribuída ao filósofo grego Sócrates) e por isso, humildemente, «escuta» sem tantos “mas” e “porém”. Por outro lado, cada um de nós pode se colocar diante do modo como Ele age com a presunção de “saber”, de pressupor o comportamento que Deus deveria ter. Ora essa segunda maneira de ver é, paradoxalmente, bem fundamentada na razão e, por incrível que pareça, também na Escritura. Era bem esse o empasse diante do qual se encontravam os fariseus e, como eles, também muitos se nós, principalmente quando nos deparamos com um modo “imprevisto” com o qual Deus age na nossa vida, nos nossos sentimentos, na nossa convicção... Daí surge a mais sórdida maneira de proceder em relação às contrariedades, aquela que na Escritura é chamada «murmuração». Murmurar, resmungar, guardar conflitualidade no coração por causa daquilo que não entendemos foi o princípio das tentações de Israel (Ex. 15; Nm. 14 etc.), foi a causa da primeira ruptura da harmonia do povo apenas saído do Egito... Murmurar, resmungar, guardar escondido, alimentar um sentimento de não disponibilidade ao agir de Deus gera a ruptura com o irmão, como Jesus descreveu tão claramente na nossa parábola ao expor a reação do filho mais velho! É, esse «murmurar», o primeiro sintoma de que a nossa alma não está em harmonia com Deus, com os outros e conosco mesmos. É a estrutura do pecado original que se visibiliza e se repete na nossa alma.

 

 A fé é confiança justamente num modo de proceder que não é humano, é “de Deus”, consequentemente não se pode pretender de aprisionar, é divino justamente porque não é humano. A fé não é um conjunto de hipóteses sobre Deus e Jesus, é acima de tudo uma atitude, uma atitude que se manifesta na necessidade de ouvir.

 

Quem é aquele que sente a necessidade de escutar? Quando sentimos esta necessidade?

 

Nós escutamos realmente quando percebemos a nossa limitação em relação a algo que é maior do que nós, quando percebemos que o mundo que conhecemos é pequeno demais em relação ao mundo como é. Nós escutamos quando constatamos o nosso limite, e isto é humildade, disponibilidade. Escutamos quando acreditamos nas palavras que o outro nos diz, e isto só porque confiamos e, fundamentalmente, amamos a pessoa que se dirige a nós. A amamos porque percebemos que ela nos quer bem quando nos diz coisas diferentes daquelas que já estavam claras dentro de nós. Escutamos somente quando sabemos que somos amados, caso contrário, apenas “ouvimos” palavras.

 

Vê-se assim, porque aqueles que «se aproximavam de Jesus para o escutar» eram «publicanos e pecadores». Esta expressão popular designava, como uma só coisa, duas faixas de pessoas: a primeira era constituída por aqueles que exerciam profissões desonrosas e suspeitas, que levavam à desonestidade; eram cobradores de impostos, vendedores ambulantes, curtidores, caravaneiros etc. Entre estes encontramos também os pastores, porque frequentemente manipulavam o peso das lãs, a quantia de leite, o número de cordeiros que deviam ser entregues ao dono do rebanho; invadiam as propriedades alheias e colhiam frutos que outros haviam plantado... A segunda faixa de pessoas era formada por aqueles que viviam uma vida imoral, como adúlteros, trapaceiros, falsificadores de medidas, ou pelos que não seguissem as normas religiosas. Entre estes havia criadores de gado, comerciantes e todos os que exerciam serviços básicos, pois era impossível para eles interromper algumas atividades durante um dia inteiro, como estava prescrito para o sábado.

 

            Ao lado desta categoria de pessoas, o trecho do Evangelho nos diz respeito a outras pessoas: são os que não vão para Jesus; simplesmente O criticam. Sequer estão dispostos a ouvir, são pessoas convencidas que ”já sabem”, pessoas que usam somente os próprios parâmetros e com estes justificam de seus atos.

 

O questionamento que escribas e fariseus opõem a Jesus é pertinente, de fato comer com os pecadores significava associar-se a eles; e ainda, o Salmo proclamava agradável a Deus «o homem que não come com os pecadores» (Sal. 1,1), no entanto... Jesus agia de modo diferente! Como então Jesus podia pretender de falar em nome de Deus?

 

            O próprio agir de Jesus é uma resposta à pergunta. É obvio: Jesus come com estes pecadores porque se coloca no meio do verdadeiro Israel, aquele que “escuta”, como pregava a primeira frase da mais importante entre as orações que os hebreus faziam: «escuta, Israel». Os que escutam são o verdadeiro Israel de Deus, os outros são pessoas que somente professam ou usam da religião, mesmo que a conheçam bem e sejam os mais rigorosos seguidores das normas. Jesus, o Emanuel, o “Deus-com-eles”, fica com aqueles que escutam e por isso se aproximam, humildemente conscientes de serem incapazes.

 

            Eis então a motivação da primeira das parábolas: Jesus é pastor, é um destes homens tidos como “pecadores”, rotulados pelos julgamentos dos bem-pensantes. Como estes, Ele também é capaz de escutar, escutar a vontade do Pai e o balir da ovelha que não se encontra mais porque não encontra o seu rebanho. Não podia, o Senhor, não se identificar com eles.

 

(Ao lado: Imagem do Pastor, num afresco das catacumbas de Priscila em Roma, II séc.)

 

A parábola se abre a perspectivas mais profundas do que uma simples resposta aos fariseus. Sabemos que os rebanhos palestinos raramente superavam o numero de duzentas ovelhas; já com duzentas ovelhas era preciso contratar mais um pastor. O nosso pastor é dono do próprio rebanho, já que possui cem ovelhas. Ora, isto já dá um sentido ao comportamento do pastor: cada ovelha lhe pertence, foi comprada, foi cuidada desde o seu nascimento, assim como Deus faz com cada um de nós. Simplesmente a ovelha lhe pertence e é conhecida, como são conhecidas uma a uma.

 

A narração continua não dando ênfase à ovelha que se perdeu, mas sim ao pastor que não encontra sua ovelha. É Jesus. Não há menção de motivações que tenham desviado a ovelha; não há insinuação de culpas, descrição de fatos que tenham afastado a ovelha do seu caminho. Contrariamente a quanto faríamos nós por instinto, procurando causas, motivações etc. a narração é exposta a partir do ponto de vista do pastor e não da ovelha. É sugerida deste modo uma ótica diferente de ver a religiosidade: não como um instrumento de auto-aperfeiçoamento com o qual o homem alcança Deus, não como uma série de preceitos a serem cumpridos por quanto verdadeiros que estes forem; ao contrário, uma religiosidade que parte do ponto de vista de Deus: Deus está preocupado quando uma das “suas” ovelhas perde o caminho. Reencontrar a ovelha é quanto o pastor, Jesus, faz. Não importa a causa do ocorrido nem a responsabilidade que a ovelha -o homem pecador- tenha, o fato é que se perdeu e não encontra o caminho. É a imagem daqueles que apelam ao último recurso e se colocam na escuta de Jesus procurando reencontrar o sentido da própria existência. A estes, Jesus olha como o pastor olha para a ovelha que está faltando no final do dia.

 

            A contagem das ovelhas nos remete ao julgamento final, sugerindo-nos assim que quanto é narrado na parábola corresponde ao critério deste julgamento. Que Jesus quisesse falar do julgamento final é possível o deduzir pelo fato de que era costume contar duas vezes por dia um rebanho grande, mas um rebanho de cem cabeças era contado somente à noite quando os animais eram recolhidos nas cavernas naturais que se encontravam perto das pastagens. A menção de «um lugar deserto» na verdade deve ser lida como «um lugar apartado, seguro», ou seja uma destas grutas, pois é inimaginável que um pastor palestino deixasse sozinhas suas ovelhas.

 

            A perda de uma das ovelhas serve a Jesus para realçar a atitude incansável e persistente do “pastor” que «vai atrás da ovelha que se perdeu até que...». É assim que age Deus, incansavelmente oferece ocasiões novas, situações inimagináveis. Não é o homem que, presunçosamente, pretende alcançar a Deus, como pregavam muitas religiões da época cujos resquícios ainda hoje podem ser percebidos ainda aqui e acolá. É o Pastor quem «vai atrás». Deus é quem precisa que o dia termine como começou: com um homem feliz, realmente imagem e semelhança do Criador, Sua obra prima. Nenhuma das ovelhas é dispensável, o dia não seria mais o mesmo. Uma sombra escura dentro do coração do Pastor iria se acrescentar às sombras da noite. Por isso o Pastor «vai atrás» da ovelha com sutil e delicada persistência, até que esta se reencontre uma vez reencontrada com o seu pastor. A índole deste animal é bem diferente da das cabritas; uma ovelha que se perde, quando não vê mais os outros membros da grei, deita e se entrega, não busca forças que não tem, não consegue sobreviver fora de seu rebanho. Para ela, podemos dizer, a existência perde de sentido. É aqui, então que o pastor a encontra; neste estado; priva de forças, entregue, sem expectativa de conseguir passar a noite ao reparo dos lobos e feras noturnas.

 

Este é o Deus que Jesus anuncia, Aquele que encontra o homem “onde ele está”.

 

A parábola continua deixando-nos o sabor da calma, do repouso, daquele repouso (ao qual apela o autor da Carta aos Hebreus) que a alma tem quando reencontra o sentido da própria existência, quando sente o calor e a firmeza de ombros fortes que carregam o medo e a tristeza na qual a solidão deixa afundar o homem.

 

É a festa de Deus.

 

Que o Evagelho nos eduque a ouvir,

Pe. Carlo


Postado em: 13/09/2013 as 14:38:03





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