Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXV Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013



   

«Disse também a seus discípulos: “Havia um homem rico, que tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. Chamou-o e lhe disse: ‘Que ouço de ti? Vem prestar contas da tua administração, porque já não podes mais continuar administrando os meus bens’. O administrador pensou: ‘O que vou fazer, já que o patrão me tira a administração? Trabalhar a terra? Não tenho forças. Mendigar? Teria vergonha... Ah! Já sei o que fazer para que, despedido da administração, haja quem me receba em sua casa. Chamou um a um os devedores do padrão e disse ao primeiro: ‘Quanto deves a meu patrão?’ Respondeu: ‘cem cados [1] de azeite!’ O administrador lhe disse: ‘Toma a tua fatura, depressa, senta-te e escreve: cinquenta’. Depois disse a outro: ‘E tu, quanto deves?’ A resposta foi: ‘cem sacas de trigo’. O administrador disse: ‘Toma a tua fatura e escreve: oitenta sacas’. O proprietário elogiou aquele administrador desonesto por ter agido com tanta esperteza. Porque os filhos deste mundo são mais espertos com seus semelhantes que os filhos da luz. Por isso vos digo: conquistai amigos com a riqueza injusta para que, quando esta vier a faltar, esses amigos vos acolham nas moradas eternas! Quem é fiel nas coisas pequenas também será nas grandes. E quem é desonesto nas mínimas coisas, será desonesto nas grandes. Portanto, se não fostes dignos de confiança quanto às riquezas alheias, quem vos confiará a que vos é própria? Se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que vos pertence? Ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro. Em outras palavras, se apegará um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e à riqueza”.» (Lc. 16,1-13).

 


 

Longe de ser uma ideologia desligada dos interesses quotidianos, longe de apresentar-se como uma doutrina que busca a tranquila e serena felicidade através do domínio ou da extinção de paixões, a mensagem de Jesus envolve o homem inteiro, assim como ele é, em cada situação que ele vive. Jesus não dirige a sua oferta do Reino a um ou outro aspecto da pessoa humana, ma a ela, a ela como um todo. È obvio que, sendo assim, no processo de educação que Jesus desenvolve com seus discípulos, não podiam faltar questões tão comuns e envolventes como a questão do uso do dinheiro. È este o tema da parábola e do comento de Jesus que acabamos de ler.

 

Para que possamos ter uma disposição quanto melhor possível para compreender o tema de hoje, creio que seja oportuno de início livrar-nos de alguns preconceitos os quais, sem dúvida alguma, não nos permitem penetrar as palavras de Jesus para que possamos aplicá-las à nossa vida.

 

Frequentemente a pessoa de Jesus é apresentada como a figura de um homem sem recursos financeiros, cercado por homens também necessitados, que viviam de esmolas, sem dinheiro, etc. È claro que esta imagem não corresponde à realidade, principalmente porque, quando se pressupõe uma coisa dessas, se confunde “pobreza” com “miséria”. Jesus era “pobre”, não indigente, nem miserável.  A miséria não é um valor; a pobreza sim. A miséria ou é fruto da injustiça que reduz pessoas a viver num estado indigno, ou é resultado de decisões e atitudes erradas que as pessoas tomam e assumem para a própria vida. A miséria não é desejada  por Deus nem direta nem indiretamente. A pobreza, pelo contrário, é um valor para Jesus e para os seus discípulos. Quanto a eles, não temos algum indícios que fossem pessoas carentes ou desafortunadas, ao contrário, muitos tinham uma boa condição econômica; por exemplo, Mateus lidava com finanças, Tiago e João tinham uma pequena empresa de pesca, Pedro também trabalhava em próprio. Jesus pertencia à categoria dos artesãos os quais faziam parte daquela que, hoje, chamaríamos “classe média”, possuía oficina própria, casa própria, enfim, ocupava a mesma posição da maioria de nós, hoje. Seus amigos pessoais, descritos nos Evangelhos também pertenciam a esta categoria de pessoas; além disso conhecemos outras pessoas que O frequentavam e que eram eram de elevada posição social, tais como José de Arimateia, Nicodemos, Joana – mulher do administrador do Rei, etc. Isto nos diz que eram pessoas que sabiam o valor do dinheiro e também sabiam usá-lo.

 

Porque toda essa consideração sobre a condição econômica de Jesus e daqueles que o cercavam? É apenas para que fique claro que a proposta de Jesus quanto ao uso do dinheiro, se torna possível para todos, porque não vem de pessoas que não sabem o que é o dinheiro –o que dificultaria dar crédito às suas palavras- mas de pessoas que sabiam exatamente o que significa ter posses e também souberam renunciar a elas. A renúncia a posse como fonte de certezas e realização da própria vida é uma passo necessário para poder entender o que Jesus desejava que um discípulo entendesse, ou seja que pode aprender o amor de Deus apenas quem chega a confiar apenas Nele, a entregar-se a Ele. Apenas quem tiver a coragem de fazer isso compreenderá a riqueza que Deus está disposto a oferecer e que não é menor daquela que um homem pode conquistar com os próprios bens (aqui não podemos nos limitar a entender como “posse” apenas os valores monetários, mas sim toda aquela série de “riquezas” sobre as quais às vezes pretendemos encontrar a nossa segurança).

 

Esta é a pobreza. É a entrega a alguém de riquezas que já se possuem. É uma entrega feita apenas por amor e com amor. É um grande valor para Jesus, uma proposta para todos, uma das mais difíceis ainda hoje. Quantas vezes num primeiro momento desejamos entregar a Deus “tudo o que temos” e, com o tempo retomamos sutilmente pouco a pouco, quase sem o perceber, tudo aquilo que um dia desejamos entregar! Quantas pessoas que escolheram a pobreza e simplicidade de vida de fato vivem de modo tipicamente burgues! Não falta nada, tudo está garantido, não há preocupação de sustentar a família, nem medo de ficar desempregado...!  

 

Fazer uma escolha de pobreza nunca foi fácil não apenas por questões práticas e econômicas, mas, para o mundo em que Jesus vivia o problema era maior ainda do que o nosso. Para compreendermos o impacto que tal proposta tinha é útil levar em conta a convicção dos hebreus daquela época (que também hoje se encontra em confissões religiosas, como os Calvinistas, ou outras organizações de inspiração religiosas) ou seja, para esse modo de pensar a riqueza é o sinal que Deus dá de sua aprovação ao comportamento das pessoas. Os hebreus indicavam tudo isso com a expressão “shalom” que indica uma mistura de paz e bem-estar, abundância e tranquilidade. A riqueza era, para o hebreu, uma recompensa de Deus ao homem justo.  Ora, imaginemos o que podia sentir um discípulos de Jesus quando escutava palavras como estas: «não vim trazer a paz» (isto é, o “shalom”) ou, «eu vos dou a minha paz, não como a dá o mundo».

 

Jesus com suas escolhas e com aquilo que propunha aos discípulos, contradizia o “Shalom” judeu, oferecendo um desafio alternativo chamado pobreza!. Pobreza e bom uso do dinheiro são fundamentalmente associados para Jesus, pobreza não indica recusa do dinheiro, mas atitude correta, digna, finalizada a um bem que permanece. O uso do dinheiro é legitimo e um bem, se finalizado corretamente a um bem definitivo. A esse respeito podemos perceber na parábola, que Jesus, embora com todas as ressalvas, apresenta um senhor que louva o administrador desonesto e o comentário de Jesus justifica isso projetando tudo em relação a algo que supera a dimensão terrena, transitória; Jesus fala de «moradas eternas».

 

Para explicar o significado das opções alternativas que Ele indica para si e seus discípulos, o Senhor usa como exemplo um fato ocorrido entre um senhor e seu administrador. Na época de Jesus, na Palestina, o administrador não era remunerado com um salário. Existia um tácito acordo entre o dono dos bens e o administrador, este podia usar dos bens do dono para emprestá-los e recebê-los de volta com juros; esta seria a parte de lucro do administrador. O administrador devia simplesmente apresentar a movimentação dos bens com uma documentação que coincidisse com o estoque. Sendo assim, o administrador que fora despedido por desonestidade, pensou bem de renunciar à sua parte de lucro abaixando a movimentação do estoque, desta forma por um lado estava devolvendo ao patrão uma parte dos bens lesados, por outra parte estava diminuindo a divida daqueles que haviam pedido trigo e óleo emprestados. O dono louvou a esperteza mostrada na capacidade de renunciar ao seu lucro, um lucro que era seu direito, para melhorar sua posição diante do dono e diante dos devedores.

 

Se, de fato não podia ser mais julgado capaz de administrar, pelo menos o administrador adquiriu amigos e a estima do dono, simplesmente desapegando-se de seu lucro!

 

Jesus sugere esta mesma atitude nas coisas que dizem respeito à vida e ao uso dos bens. Enquanto estivermos apegados a tudo quanto possuímos, não quisermos renunciar a nada, teremos apenas quanto possuímos, nada mais disso.

 

Ora, o que se possui inevitavelmente é destinado a tornar-se insignificante para nós quando intervierem situações que nos atingem bem mais profundamente. O que importa, por exemplo, o valor que recebemos de um seguro quando perdemos a pessoa amada? O que importa o que temos depositado no banco se uma doença irreversível nos mantém presos a uma cama? E... quanto custa uma amizade? Um dia de nossa vida? Um sorriso dado espontaneamente porque somos amados?

 

Tanto a busca de riqueza quanto a fuga do dinheiro são termos opostos de um mesmo desequilíbrio interior. A primeira demonstra na pessoa uma insatisfação infinita, junto com um profundo sentimento de inferioridade que é acobertado pela aparente segurança dada pelos bens. De fato, se é verdade que “precisamos do dinheiro”, todavia é licito se perguntar: até que ponto a busca é “porque precisamos para viver” ou porque precisamos preencher alguns vazios de nossa vida ? E ainda: quando termina o nosso “precisar”?

 

A segunda atitude, a fuga, também demonstra não liberdade, pois toda vez que fugimos de alguma coisa, esta sempre dominará o nosso inconsciente, controlando a nós mesmos. Entende-se assim porque Jesus faz o verdadeiro desafio: é mais difícil viver com atitude de desprendimento dos bens do que viver sem eles. Quem está disposto a tanto? O discípulo pode? Jesus faz uma proposta direta a pessoas maduras: o uso correto dos bens, tanto na atitude quanto na finalidade. Tanto a busca sem limite, quanto o descaso ou desprezo do dinheiro mantém o homem na «escravidão», como diz o Evangelho. Ora, quem é escravo, não tem o coração livre para amar totalmente, nem a Deus nem as pessoas.

 

Se você quiser conhecer verdadeiramente uma pessoa.... dê-lhe dinheiro nas mãos, em pouco tempo será claro a todos “quem” de fato ela é; como também será claro o significado de suas palavras e convicções. E isto Jesus o sabia muito bem.

 

Quanto ao uso do dinheiro, o Evangelho é claro: que sirva para fazer o bem, para aliviar o sofrimento daqueles que hoje não têm como retribuir; que sirva para criar amizade, fraternidade. Isto é bom uso dos bens.

 

Quanto à atitude, o Evangelho sugere o desapego. Seu significado, creio, é muito bem exposto por Paulo aos cristãos de Corinto aos quais escreve: «Irmãos: o tempo se faz breve. Por isso, ...os que compram, vivam como se não possuíssem; os que usam deste mundo, como se não usassem. Porque a figura deste mundo passa» (1Cor. 7,30). Ou seja: já que o Reino de Deus é uma realidade muito perto de vocês, busquem este; quanto ao resto continuem fazendo o que faziam, mas tendo o coração projetado naquilo que é o bem maior e que é definitivo. Se isto acontecer, vocês terão a liberdade do coração; esta vos permitirá viver “como se”, isto é, profundamente envolvidos em tudo, mas possuidores de uma realidade tão rica que vos permite superar qualquer proposta inferior, que vos amarra.

 



[1]           O cado era a medida dos líquidos usada na Grécia  (= 32 litros) ou em Roma (= 40 litros)


Postado em: 21/09/2013 as 09:52:47





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