Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXVI Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013



   

«Havia um homem rico, que se vestia com púrpura e linho finíssimo e banqueteava cada dia. Um pobre, chamado Lázaro, ficava jogado junto ao seu portão, todo coberto de feridas. Ele bem que gostaria de matar a fome com o que caía da mesa do rico! Além disso os próprios cães iam lamber as suas feridas. O pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. O rico também morreu, sendo sepultado. E, estando no sheol percebeu Abraão de longe e Lázaro no seu seio. Então ele falou: ‘Pai Abraão, tem pena de mim e manda que Lázaro molhe a ponta do dedo na água para refrescar a minha língua, porque sofro horrores nestas chamas’. Abraão respondeu: ‘Meu filho, lembra-te que recebeste os teus bens durante a vida e Lázaro recebeu os seus males. Agora ele encontra consolo aqui, enquanto tu padeces. E, além disso, entre nós está cavado um grande abismo. Os que quisessem passar daqui para onde estás não poderiam, e daí também não se pode atravessar até aqui’. O rico continuou: ‘Pai, eu te peço, então, que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; que lhes faça uma advertência, para que também eles não venham parar neste lugar de tortura. Mas Abraão lhe respondeu: ‘Eles têm Moisés e os profetas. Que os ouçam então!’ Mas o rico ainda lhe disse: ‘Não, pai Abraão. Mas se alguém dentre os mortos for à sua procura, eles certamente se converterão’. Abraão concluiu: ‘Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, ainda que alguém ressuscitasse dos mortos, eles não ficariam convencidos’». (Lc. 16, 19-31)

 


 

O tema do dinheiro que o Evangelho de Lucas nos propôs a semana passada, é ainda objeto da sua reflexão e é continuado, sob outros prismas, na leitura de hoje. Nos trechos imediatamente anteriores, Jesus punha a ênfase sobre o uso e as atitudes a serem tomadas quando se tem à disposição algum bem. Na parábola de hoje Jesus cava mais a fundo, lançando uma ponte entre os “bens” e o bem maior que possuímos: a nossa vida. Na leitura de hoje não são questionados somente os atos que cumprimos quando temos bens nas mãos, mas sim a relação existencial e a influência que esses exercem para com o nosso eu mais profundo. Ora, é justamente a relação que estabelecemos com o que consideramos “bem” que influencia as opções fundamentais da nossa vida e, consequentemente o significado que damos à existência. Obviamente aqui o sentido imediato é visível nos “bens” materiais, por outro lado é insuficiente uma leitura que leve em consideração apenas esses tipos de “bens”. Cada um de nós possui uma número infindável de “bens” aos quais não quer renunciar, não consegue se desapegar. Quando o coração está apegado a qualquer um desses “bens” é um coração que já não possui mais a “vida”, como veremos na parábola. Ora, toda a nossa existência, tanto aqui quanto na eternidade, será a consequência daquilo que escolhemos como fundamental da nossa vida. Deus agirá exatamente respeitando a nossa escolha, mesmo fazendo tudo o possível para que saibamos reconhecer o “bem” verdadeiro entre tantos outros “bens”. A eternidade, isto é, aquilo que a parábola chamará com uma expressão muito querida pelos Hebreus: «seio de Abrão», nada mais é do que a “eternização” das escolhas que soubemos ou não soubemos fazer ao longo da nossa vida.  Sim, porque a eternização começa quando termina o tempo.

 

            Veremos como a parábola nos conduzirá depararmo-nos com um “empasse” aparente, no qual parece que até Deus tenha as mãos atadas. E de fato é assim, paradoxalmente é assim mesmo! O respeito que Deus tem para conosco nunca é capaz de violentar a nossa liberdade. É esse terrível e misterioso princípio que está por detrás daquela frase do Evangelho muitas vezes erroneamente interpretada: «...E, além disso, entre nós está cavado um grande abismo». É o abismo “cavado” pela opções que fazemos nas pequenas coisas da vida, quando menos o percebemos, opções que continuamente nos perguntam: “quem, ou, o quê está no centro de tua vida?”. Nenhuma resposta apressada e superficial poderá ser dada sem que outros nos ajudem a ver o que não enxergamos, assim como o rico nem sequer conseguia “ver” Lazaro! É o abismo do “sheol”, isto é, do lugar sem sentido, como o chamavam os Hebreus. É aquilo que a linguagem popular cristã chamará de “inferno”; inferno vem do latim “inferior”, que indica inicialmente o lugar da “terra que devora os defuntos” (em grego é “sarcófago” da junção da palavra “sarx”  = carne e “fagw” = comer); com o tempo assumiu o sentido de “degradação”, isto é, a condição que não é “digna do homem”, é “inferior” a o que ele é diante de Deus.

 

            Percorrendo a parábola encontraremos nesta, inúmeros estímulos de reflexão dos quais permito-me salientar alguns.

 

            Frequentemente, ao ler uma parábola, nos colocamos como diante de uma “historinha” que tem uma “moral” a ensinar; como se fosse uma das tantas fábulas que conhecemos, com a diferença de que uma fábula possui um ensinamento moral ou ético e a parábola um cunho espiritual. Se assim for, ficará difícil desvincular-nos do preconceito do padrão “bem-mal”, “retribuição–castigo” que aparentemente parecem ser o significado desta imagem que Jesus propôs. É evidente que, lendo desta forma a parábola, ela acaba repetindo o que é obvio e que não passa de uma convicção própria de todas as religiões: Deus castiga os egoístas e põe fim aos sofrimentos de quem sofre.

 

            Aqui o tema da retribuição não é apresentado como um ato jurídico, o que, por sinal, é relativamente raro na Escritura; na maioria dos casos, o que chamamos “retribuição” para a Escritura é o resultado intrínseco das decisões e atitudes assumidas. Qualquer ato que façamos já possui em si a sua consequência, o seu resultado, seja que o possamos entrever como que ultrapasse nossa capacidade de prevê-lo.

 

Bem e mal, alegria e sofrimento, realização e frustração, vida e morte são o efeito final de opções que seguem ou não a lógica proposta por Deus o qual deseja e zela para que o homem alcance a realização daquilo que ele é.

 

Nesta parábola são apresentadas duas condições opostas de vida, prescindindo de qualquer avaliação moral; tanto na riqueza, quanto na extrema pobreza o homem é sempre o mesmo. As condições em que vivemos são os contextos nos quais fazemos as nossas opções e demonstramos a nossa identidade; favoráveis ou não, compreensíveis ou não, justas ou não, são estas as condições em que vivemos e dentro destas podemos ou não abrir os horizontes de nossa vida. 

 

As perspectivas para o pobre, Lázaro, não eram muito amplas, a vida o tinha colocado no último degrau da sociedade; conseguir passar vivo o dia na enquanto se preparava para o seguinte era o que a vida havia reservado para ele. Futuro ? Nem sequer estava em cogitação um projeto de vida. Sonhar ? Só podia permanecer um direito inegável e força para sobreviver, mas nada mais. Quantas pessoas vivem a mesma condição de Lázaro ! Pessoas às quais as condições de vida negam o conhecimento da paz, da fraternidade, negam a possibilidade de escolher o alimento ou a roupa, de sair ou não da cama em que estão... Bem diferentes eram as condições do outro personagem, a vida lhe havia dado muito: amigos, uma condição favorável etc. E isto é bom, positivo, é justo alegrar-se pelos bens que a vida nos reserva; os próprios bens ajudam a estimar a vida que é um valor em si. O homem sempre busca tudo o que faz viver, o que tem sabor de vida. Mas é neste delicado ponto que as atitudes podem mudar e se transformar em negativas. Aquilo que podia ser considerado como um dom, gerando por consequência uma atitude de reconhecimento e gratidão, transformou-se em privilégio. Ora, o passo entre privilégio e direito é tão pequeno, como é estrita a lógica com a qual dizemos: “Se eu tenho isto é porque...”. Nesta altura, qualquer possível sentimento de gratidão desaparece e, junto com ele desaparece qualquer pessoa  à qual ser grato. Fica somente o meu pequeno mundo no qual eu vivo bem.

 

Assim o livro dos provérbios descreve os efeitos de uma riqueza não bem  entendida: «A riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus» (Pr 23,5); a riqueza dá a sensação de estar acima de tudo, ver tudo... mas deixa sozinho, como uma águia no céu.

 

Uma frase do Evangelho permite que nos aproximemos dos sentimentos do pobre: «O pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão». A expressão “ir para o seio de Abrão” é estranha para nós, mas para os hebreus, era o equivalente a “reunir-se aos pais”. Abrão, homem confiante, se “reúne aos pais” após uma existência vivida na adesão a Deus (Cfr. Gen 15,15). Assim sendo, se “reúne aos pais” aquele que viveu sua vida na entrega a Deus, na confiança de que existe algo misterioso, algo a mais daquilo que a pessoa está experimentando no momento. Além disso, “reunir-se aos pais” indica a realização plena do homem, pois o hebreu não se concebia desligado de sua família, isolado em si mesmo. A família era tudo para ele, na família o homem podia ser realmente si mesmo, era nela que se podiam estabelecer as relações mais profundas e autênticas. Assim, “ir para o seio de Abrão” significa: encontrar aquilo que sempre se desejou, significa constatar que o mistério intuído existia de fato, que aquele “algo a mais” não era uma ilusão.

 

Bem diferente é a posição do homem que considerava aquilo que vivia como a única realidade, o significado de tudo. Ambos se encontram diante de um fato, indiscutível: a morte. Para ele, a condição nova diante da qual se encontra é descrita nestes termos: «foi enterrado», isto é, foi para o “sheol”, o reino dos mortos. À diferença dos Egípcios e outros povos que imaginavam um verdadeiro lugar próprio dos defuntos, para os hebreus o “sheol” não indicava um lugar, mas sim uma condição: não há mais vida, não há mais o que fazer, é uma condição irreversível. O reino dos mortos não é o reino da vida, de Deus. No “reino dos mortos” termina todo desejo, toda aspiração todo movimento, enquanto Deus é “Deus dos vivos” isto é, movimento continuo, desejo sempre vivo que vivifica, aspiração infinita e contemporaneamente experiência de paz, de realização do próprio sonho. 

 

Para todos a morte simplesmente eterniza os sentimentos profundos que tivemos em nossa vida, perpetua o estado de vida que decidimos para nós.

 

Lázaro, que vivera sua vida numa relação com Deus não de fácil entendimento especialmente por ele que sofria, pois bem, Lazaro encontra uma relação. E encontra nisso também a sua realização porque o homem é essencialmente relação. Aquela que encontrou será uma relação eternamente vivida em plenitude, livre daqueles questionamentos que o afligiam em sua vida passada “aos pés da mesa do rico”. O rico também encontrou aquilo que havia desejado: o seu pequeno mundo e, com este encontrou um limite para aquilo que acreditava não ter limite. Junto com essa descoberta encontrou a desilusão, a decepção, o «ranger de dentes». Tal sentimento é descrito, na parábola, como “tormento”, isto é, como a angustia; é o “sentimento de desorientação e impotência ligado ao sentimento do Nada” (Heidegger).

 

            Não é, sem dúvida alguma, essa a condição o que o Autor da vida deseja para o homem e, por isso, mais uma vez Jesus convida a não determo-nos somente naquilo que é imediato pensando que seja eterno pois, assim fazendo, poderemos correr o risco de que se torne verdadeiramente eterno para nós o sentimento ligado a o que eterno não é. 

 


Postado em: 27/09/2013 as 13:45:06





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