Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXX Domingo do Tempo Comum


27 de outubro de 2013



   

«Contou ainda a seguinte parábola para alguns que presumiam ser justos e desprezavam os outros: “Dois homens subiram ao templo para rezar: um era fariseu e o outro cobrador de impostos. O fariseu, de pé, rezava interiormente desta maneira: ‘Meu Deus, eu te dou graças por não ser como os demais homens, ladrões, injustos, adúlteros; nem como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de todas as minhas rendas’. Mas o cobrador de impostos mantinha-se longe e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu, mas batia no peito dizendo: ‘Meu Deus, sejas benigno para comigo, pois que sou pecador!’. Eu vos digo: este desceu para casa justificado, ao contrário do outro. Porque quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”». (Lc. 18, 9-14)

 


 

A parábola que acabamos de ler se enquadra na reflexão sobre o tema da oração que prossegue da reflexão do domingo passado. A dimensão de oração é essencial para a vida de fé porque, em última análise, a fé é uma relação dialogada, amorosa, confiante e renovada a cada dia que o tempo nos oferece para crescermos no amor. A oração nos diz com exatidão a que ponto se encontra a nossa relação com Deus e com os outros. É como que um termômetro confiável para conhecer a qualidade do nosso caminhar e do nosso existir em relação a Deus e aos irmãos na fé. Obviamente quando não há oração, a nossa fé não passa de uma crença, de uma ideologia, de um sistema espiritualista, ético, social ou moralista onde a religião é tudo menos que relação. Em quantas circunstâncias vimos a religião ser usada por inúmeras motivações e mascarada com a palavra “fé”! Quantas coisas se dizem sobre Deus! É claro que todos sabem falar sobre Deus, mas quanto daquilo que se diz é somente a projeção do nosso “eu” e quanto é reflexo daquilo que Deus é realmente? Somente uma relação autêntica, viva e realista que brota de uma oração autêntica, e é cultivada com a estabilidade do diálogo que a oração exige, pode garantir que as nossas palavras sejam substanciais, carregadas daquela graça que produz nos outros um encontro com o verdadeiro rosto de Deus. A oração autêntica não é refúgio quando não conseguimos enfrentar a realidade, mas o contrário, é mergulhar no mais profundo da realidade, com todas as suas contradições para podermos ver essas mesmas realidades como o olhar divino e não mais com o nosso que, mesmo se agudo, perspicaz, cheio de verdades (como no caso do nosso fariseu), no entanto não consegue superar a si mesmo.

 

Falar de Deus não significa nada se não falarmos com Deus.

 

Tampouco tem sentido falar de Deus às pessoas se antes não tivermos falado das pessoas a Deus. Aquele homem que Deus coloca ao nosso lado, (como na nossa parábola foi o publicano que Deus colocou ao lado do Fariseu) será a pessoa que para sempre teremos ao nosso lado. A consciência constante dessa profunda realidade que faz parte da nossa fé quanto à “escatologia” (ou seja, as realidades definitivas) muda a qualidade da relação que estabelecemos com as pessoas. De fato, uma coisa é saber de ver alguém apenas por alguns momentos no ônibus ou na sala de espera do dentista, outra coisa é estabelecer uma relação com alguém por um período indeterminado sabendo que pode ser interrompida o hora que “não dá mais”. Outra coisa, bem mais madura e condizente com aquilo que Deus faz, é estabelecer uma relação com alguém com o qual ficarei para sempre! E isso apenas um profundo amor de fidelidade e confiança pode fazer. É esse, por exemplo, o princípio fundamental que distingue o matrimônio de qualquer outro laço de união que pode até ser chamado “casamento” (por causa da convivência na mesma casa) mas com certeza não de matrimônio (que, do latim, significa: “riqueza, dom, responsabilidade” -munus-, de “dar vida” -mater-), já que esse último implica na construção de uma relação eternamente estável.

 

Se levarmos em consideração este “pequeno detalhe”, quanto mudará a nossa maneira de nos relacionarmos com os outros e com Deus! Com certeza será capaz de gerar o amor compreensivo, tolerante, “cego” -diria eu- porque é um amor que vê somente o melhor das pessoas. Pois bem, é exatamente esse sentimento que tomará o lugar de preminência no julgamento. Sim, tanto no nosso julgamento quanto às pessoas, como no julgamento que Deus dará sobre o homem, segundo o que nos diz a Escritura! 

 

Existe uma grande diferença entre dizer palavras encantadoras sobre Deus e palavras impregnadas de Deus; essas são capazes de alcançar o ouvido do coração e não da mente. O episódio que hoje Jesus usa como parábola pode nos ajudar a conhecer melhor o que significa “orar”, “dialogar” com Deus. É bem possível que Jesus tenha assistido à cena narrada e a usou como um exemplo que nos ajudasse a verificar se a nossa oração é diálogo ou monologo, se manifesta ou não uma relação viva.

 

O Templo era, poderíamos dizer, uma cidade dentro da Cidade Santa. Ali acontecia de tudo, era recinto de encontro de pessoas, lugar de estudo da Lei, ponto de comércio e das principais atividades econômicas. A oração litúrgica com certeza ocupava a atividade principal, mas também havia espaço e lugares próprios para a oração privada. Contudo, acima de tudo isto, o Templo ocupava um grande espaço significativo na vida de Israel como lugar-símbolo da identidade de Israel. Se Israel era um povo era porque Jahvé estava no meio dele e esta Presença era indicada pela vida do Templo. Se Israel existia era porque Jahvé o havia formado e o Templo significava tudo isto. Através do Templo o hebreu se reconhecia e se proclamava sendo um só povo como nos atestam, por exemplo, os Salmos como o 122 no qual o autor vê realizada a reunião de todas as tribos dispersas, separadas, desunidas, caminhando juntas, em direção do Templo como numa longa procissão: «para lá sobem as tribos, as tribos do Senhor...». O reencontro de todos no Templo é o “sonho” do hebreu durante o período do exílio.

 

A narração de Lucas começa assim: «Dois homens subiram ao templo para rezar»; com certeza a expressão “subiram” é logística, pois o Templo ocupava o lugar alto da Cidade, mas é sugestivo também recordar, junto com o Salmo, o profeta Isaías que preconiza a realização das promessas messiânicas -que são a paz e a justiça- como um caminho, uma “subida rumo à casa do Senhor”: «Muitas nações dirão: “Vinde, subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos”» (Is. 2,3). O Templo, então é a meta de um caminho, é o lugar-simbolo do encontro de povos à procura de Deus, esfera onde será revelada a “Lei” que norteia a existência. É desta “lei” que o Evangelho nos fala, e com ela nos diz sobre o julgamento de Deus quanto às atitudes humanas.

 

Dois homens de diferente extração social e com diferente caminho espiritual “subiram para rezar”: a meta dos dois era a mesma: o Templo. Para ambos era importante não restringir a própria dimensão religiosa na participação das celebrações litúrgicas comunitárias, dos sacrifícios e das leituras públicas da Escritura. Ao lado do relacionamento com Deus vivido através de uma comunidade que reza unida é essencial também o encontro pessoal. Trata-se de duas realidades complementares que equilibradamente devem estar presentes na vida do fiel, uma vez que a fé não é nem um fato “social” nem um fato “privado”. Quando limitamos o nosso relacionamento com Deus contentando-nos de participar das celebrações públicas, aos poucos estas acabam se transformando em ritos, praxes religiosas que não preenchem mais o nosso desejo de encontro autêntico e construtivo; sendo assim corremos atrás de “novidades”, de “estímulos” sempre mais excêntricos, culto doentio do detalhe, do ritual etc. Por outro lado, esquivar-se das celebrações públicas faz esquecer a dimensão fraterna e solidária da fé, do encontro com Deus e da salvação, uma vez que Deus nos salva «como um só rebanho sob um só pastor» (Jo. 10,16). Descuidar da dimensão comunitária da oração transforma a fé num sentimento individualista embasado sobre sensações que visam, quanto mais, satisfazer vazios e desejos pessoais. Esquecendo a dimensão comunitária a oração não se diferencia muito de uma das tantas técnicas (do tipo oriental) com as quais nos convencemos de controlar o nosso mundo interior. Não passa de um monologo que nasce e morre dentro de nós mesmos. Oração é estar face a face!

 

A atitude dos dois personagens nos sugere mais um aspecto da oração. Trata-se de uma atitude que é anterior às palavras, as precede: oração é, antes de tudo, um “colocar-se diante de Deus”. A oração não é uma torrente de palavras com as quais investimos sobre Deus. Dias atrás conheci um interessante costume em uso em algumas regiões da Rússia: quando alguém parte por uma longa viagem por um tempo indeterminado, sentam um diante do outro os familiares e os mais íntimos, em profundo silêncio a fim de que as palavras não limitem a amplitude dos sentimentos gerados pelos olhares e a intensidade da presença do outro. Depois, uma só palavra é capaz de dizer tudo... e começa uma nova parte da vida. 

 

Estar à presença de Deus.

 

Colocar-se na presença de Deus.

 

É deixar-se penetrar pela verdade do Seu olhar; … depois, retribuir com a sinceridade do nosso. É ser o que somos, sem medo nem necessidade de demonstrar nada. Estar à presença de Deus é estar na verdade sobre nós mesmos. É um encontro de olhares e permanecer face a face, numa esfera em que tudo passa em segundo plano. A decisão de colocar-se diante de Deus, é por si própria o primeiro e mais profundo ato de oração, já que a oração é acima de tudo relação verdadeira. É sinal daquela liberdade com a qual Deus fez o homem (Adão, o homem, todo homem) o qual, embora frágil, “nu”, «não tinha vergonha» uma vez que seu relacionamento com Deus estava em harmonia. Colocar-se diante de Deus é estar nu, sim... mas em harmonia.

 

A Escritura usa frequentemente a expressão “colocar-se diante de Deus”, para indicar também um julgamento. Aqui o Evangelista também pressupõe um julgamento no qual o publicano é declarado “justo”, mas não é o mesmo para o fariseu. O fiel que se “coloca diante de Deus” expressa com este ato o seu desejo de autenticidade e objetividade, agindo assim expressa a sua atitude positiva com a qual não tem medo de ser “julgado”. Constatamos muito bem hoje quais são os resultados de uma fé individualista e intimista, quais os efeitos deletérios de uma religiosidade desequilibrada. A dificuldade de se aproximar do sacramento da reconciliação é um exemplo, pois este é também um “colocar-se diante de Deus” através de uma comunidade representada por um ministro autorizado para tanto.

 

O fariseu e o publicano, ambos, deram o passo certo, mas algo separou os dois caminhos e, consequentemente o julgamento de Deus. Aquele lugar, o Templo, que poderia ter sido o sinal da solidariedade entre um e outro, um sinal “messiânico” da unidade convival, de fato acabou sendo declaração da dificuldade que as pessoas ainda têm em pensar com a largueza de visão que Deus propõe. O fariseu não podia admitir que todos os seus esforços para ser conforme ao desejo de Deus manifestado pela Lei de Moisés fossem menosprezados; não podia admitir que tudo o que tinha feito, dia após dia, fielmente atento às mínimas normas, de repente pudesse valer diante de Deus tanto quanto a vida de um publicano que havia levado em pouca consideração as coisas de Deus em sua vida. Então precisou “recordar” a Deus o que era “justo”. E mais, fez isto se comparando ao outro! Foi aqui que a situação precipitou, a atitude do fariseu mostrou realmente o que estava no coração daquele homem. Bem no fundo, seus atos realizados até então não eram para “agradar a Deus”, mas sim para ter algo com o qual apresentar-se diante de Deus (o “Mestre de Justiça” da literatura de Qumrã -1QS- ensinava que seguir a Lei era o ato com o qual o hebreu podia mais agradar a Deus e assim ser proclamado “justo” diante Dele). Deste modo, em vez de apresentar-se diante de Deus com a alegria de ver que um pecador tinha “subido ao Templo” junto com ele, invés de se felicitar por ver um irmão apresentar-se também diante de Deus para submeter-se ao Seu julgamento, o fariseu se apresentou com a sua bagagem de convicções (!) sem o mínimo vestígio daquele sentimento de solidariedade na fragilidade e no pecado (Rm. 11,32) com a qual Deus marcou todos os homens, para que pudessem fazer experiência do Seu amor gratuito (“misericórdia”, na linguagem Paulina).

 

Assim, o fariseu, rico da sua justiça não podia sentir o que se passa no coração de um homem que sequer consegue «olhar para Deus» num momento de oração que deveria ser um encontro de olhares! O fariseu não podia entender o que se passa dentro de alguém ao qual somente resta dizer a Deus: «Meu Deus, seja benigno para comigo», quando todos os recursos estão esgotados, quando os esforços feitos demonstraram a sua insuficiência, quando não há mais recursos a não ser pedir: «Meu Deus, olha para mim...».

 

Uma última consideração encerra o trecho. A palavra “justificação” (do verbo dikaiow) usada por Lucas, Evangelista de apropriado e atento vocabulário grego, tem a sua origem do mito da deusa Dikh (Diché, filha de Zeus) a qual tinha a incumbência de indicar o caminho. Assim, para Lucas, dizer que o publicano «voltou justificado» corresponde dizer: encontrou o caminho certo; encontrou a “Lei” de Deus da qual vaticinava o profeta Isaías. Encontrou a Lei não pela sua capacidade, mas pela sua incapacidade. Foi assim que entendeu o último e mais fascinante momento da oração: mergulhar na bondade gratuita de Deus, que é Sua Lei.

 

Pe. Carlo


Postado em: 26/10/2013 as 09:47:04





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