Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XXXIII Domingo do Tempo Comum


17 de novembro de 2013



   

«Como alguns observassem que o Templo era construído de belas pedras e ornando com ricos donativos, Jesus disse: “Virão dias em que, de tudo quanto admirais, não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído”. Perguntaram-lhe: “Mestre, quando acontecerá isto? Qual será o sinal para indicar o momento em que estas coisas vão acontecer?”. Ele respondeu: “Tende cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome dizendo: ‘Sou eu!’, e ainda: ‘O tempo está próximo!’ Não os sigais. Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não vos assusteis: é preciso que, primeiro, isto aconteça, mas não será logo o fim”. Depois lhes disse: “Levantar-se-á povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terremotos e, em várias partes, peste e fome, bem como fenômenos espantosos no céu. Mas, antes de tudo isto, vos perseguirão, vos prenderão, vos entregarão às sinagogas e às prisões, vos arrastarão à presença dos reis e governadores por causa do meu nome, e isto vos servirá de ocasião para dardes testemunho. Gravai bem no vosso animo que não deveis preparar antes a vossa defesa; porque eu mesmo vos darei uma linguagem e uma sabedoria, a que nenhum dos vossos adversários poderá resistir ou contradizer. Sereis entregues até por vossos pais, por vossos irmãos, vossos parentes e amigos; e eles matarão muitos dentre vós; sereis odiados por todos por causa de meu nome. Mas nem um só cabelo de vossa cabeça se perderá. Com a vossa perseverança é que salvareis vossas vidas.» (Lc. 21,5-19)

 


 

Restava ainda pouco tempo a Jesus para educar os seus discípulos no caminho da fé; muitas palavras haviam sido ditas, muitos milagres realizados... A pequena comunidade que se reunia em torno de Jesus havia misturado os seus próprios sentimentos com a dor e alegria das pessoas que o Senhor encontrara em seu caminho. Olhares, gestos, diálogos discretos e significantes, haviam indicado aos discípulos que uma realidade nova estava já presente e operante no mundo dos homens, algo irreversível estava começando, assim como acontece com uma flecha que para o arco não volta.

 

Enquanto os discípulos sentiam-se contentes pela carinhosa e firme atenção do Senhor, esperançosos de que aquela viagem para Jerusalém trouxesse o resultado do reconhecimento público do Messias esperado por centenas de anos, enquanto isso o coração de Jesus estava já projetado além dos reconhecimentos e resultados. A opinião das pessoas, a aceitação ou recusa não eram algo tão importantes para Ele.

 

Quem tem um grande ideal, um objetivo de vida que perpassa os interesses imediatos é capaz de ter aquela liberdade que não o deixa refém da aprovação dos outros. Não importam mais nem os elogios nem as censuras ao coração de quem está projetado além dos interesses comuns. Como é triste a vida de alguém que, querendo ser aceito, deve continuamente adequar as suas decisões à opinião prevalente! Assim fazendo corre o risco de perder sua identidade, a sua própria riqueza, aquela com a qual Deus quis enfeitar o mundo! É como se renunciasse a algo tão precioso e único que Deus fez uma vez; e nunca, nunca, será repetido. Como é triste viver na dependência de opiniões criadas artificialmente, por mecanismos que determinam a cada momento o que deve ser “admirado” nas pessoas! Quanto sofrimento desnecessário há no coração de alguém quem se sente rico de valores os quais não são apresentados com “valores a serem admirados”. Ser homem de palavra? Ser fiel a todo custo, respeitoso, generoso, capaz de arriscar tudo? Isto -dizem alguns- não é de ser “admirado”; mas as «belas pedras», isto é, aquilo que é visível sim... aquilo que chama atenção sim... sucesso sim... Tudo quanto é patentemente visível sempre foi mais admirado e objeto de imitação; por isso, criar opiniões sempre foi uma das artes mais desfrutadas na humanidade com o fim de manter o controle de situações e de povos. Somente uma pessoa livre é capaz de seguir o ideal que está dentro de seu coração e, contemporaneamente, ela será mais livre em proporção à amplidão de suas perspectivas. Quem quiser «belas pedras», terá apenas «belas pedras» as quais estão ligadas às circunstâncias e estas mudam, como dirá Jesus: «haverá grandes terremotos..., peste e fome». As circunstâncias mudam depressa e inesperadamente, é para esta realidade que Jesus deseja alertar os seus discípulos.

 

Ali, em Jerusalém, nos últimos períodos de sua vida, Jesus quis transmitir aos discípulos a experiência de sua liberdade. Não eram mais suficientes as palavras, nem os milagres. Tudo isso ainda não consegue atingir a realidade mais profunda do coração humano, isso pode perfeitamente ser interpretado do mesmo modo que as «belas pedras». Mas nos últimos dias de Jesus os seus discípulos poderiam ver naquela entrega que Jesus estava fazendo, o que significa realmente ser livre, soberano, Senhor!  Poderiam conhecer o caminho que conduz à “liberdade dos filhos de Deus”, isto é, o sentimento belíssimo de quem vive profundamente a vida dos homens porque seu coração está além do mundo dos homens.

 

A ocasião foi uma das tantas apreciações sobre o Templo e o acabamento que estava sendo posto em obra naqueles dias. O Templo que fora o desejo e o maior símbolo da identidade dos judeus, considerado uma das “sete maravilhas” da antiguidade, estava sendo concluído. A construção do Templo iniciada novecentos anos antes de Jesus por Salomão (1Rs 6) era objeto do orgulho nacionalista de Israel. Mas, como todas as coisas, também aquela insígnia foi destruída no ano 587 a.C. e, com ela, parecia destruída a religiosidade de Israel. Houve tentativas de reconstrução na volta do exílio e, na época de Jesus, finalmente aquele emblema da religiosidade judaica estava recebendo os retoques finais: «belas pedras». Tratava-se de mármores pretos amarelos e brancos provindos da Ásia (extremamente raros e caríssimos- cfr. Sukka51). De novo o orgulho de Israel estava de pé! Quase a demonstrar que nada poderia deter a sua afirmação. Acima do aspecto arquitetônico, o que era objeto de “admiração” era o fato de que, não obstante tudo, o Templo estava novamente de pé, quase a indicar o poder do homem de renascer das cinzas, como no mito da Fênix, quase a indicar que o homem consegue perpetuar a si mesmo através das coisas realizadas.

 

È nesse contexto que, laconicamente, Jesus recorda: «de tudo quanto admirais, não ficará pedra sobre pedra», é como se dissesse: “não se prendam àquilo que vos dá a sensação de realização e sucesso, àquilo que é proposto como padrão de admiração, nada disso é definitivo”.

 

            De fato, naquele momento histórico, quem poderia imaginar que hoje o famoso Templo de Jerusalém nem mais existe e no lugar dele se ergue uma mesquita! Quem poderia imaginar que civilizações e poderes considerados ilimitados de repente, sem mais nem menos, desapareceram, assim como irão desaparecer cedo ou tarde todas aquelas potências que hoje consideramos intocáveis.

 

È um apelo à liberdade o que Jesus está propondo aos seus discípulos: “sejam livres, pessoas que olham as coisas com o olhar de quem não depende delas porque sabe que são transitórias e não possuem poder infinito”. Além daquilo que o homem faz, além da história que ele constrói com a sua lógica, existe a lógica de Deus e, esta, é superior a qualquer presunção humana. “A história que vocês constroem -parece dizer Jesus- não é a única história”.

 

A história por si própria tem um significado e um êxito recôndito; vai para uma direção, uma direção que nenhum homem tem poder de alterar, pois existe um “senhor” desta história. A história não é constituída por um mero mecanismo de causa-efeito, (o que alguns ainda hoje presumem) como também não é puro acaso. Quantas vezes os fatos evidenciaram que as previsões sócio-políticas, por mais fundamentadas que tenham sido, demonstraram-se um fracasso total! E, mesmo assim, ainda alguns têm a pretensão de julgarem-se artífices únicos da história.

 

A vida “é” antes de nos e continua depois de nos. E a vida é feita de situações superiores, desvinculadas do nosso controle.

 

A linguagem apocalíptica usa frequentemente as imagens de terremotos, catástrofes, epidemias para indicar justamente a sensação do homem diante da vida, diante de um mundo que continuamente, sem pré-aviso e de formas espantosas é capaz de recordar ao homem o seu lugar. Séculos de esforços humanos varridos em quinze minutos de terremoto significam algo para quem não é obtuso em sua presunção! Contudo, o primeiro e mais perigoso entre os males que afligem o homem não vem de fora; o primeiro, na lista de Jesus, se encontra no próprio coração do homem: é o seu desejo desenfreado de auto-afirmação: «Sou eu!».

 

É isto que diz um inimigo de Deus. “Eu” sou o centro, “eu” a medida”, “eu” o critério de julgamento... São Paulo descreverá este mistério do mal aos cristãos de Tessalônica através da figura do “anti-Cristo”, isto é, aquele que é o oposto de Cristo justamente porque «aponta a si mesmo como se fosse Deus» (2Tess. 2,3). Trata-se do homem presunçoso e fortificado em seu orgulho o qual lhe faz crer de ser capaz de resolver os problemas pessoais e da humanidade, inclusive através de “obras grandiosas”.

 

A única vez que Jesus apontou a si mesmo dizendo «sou eu» foi em ocasião de sua prisão, e isto, para proteger os seus discípulos! Não creio que seja um puro caso.

 

Enquanto persistir o sentimento de autoafirmação no coração das pessoas, o resultado será sempre o conflito individual e coletivo: «guerras, revoluções, reino contra reino, povo contra povo...». Estamos aqui diante de um antigo conhecido: o pecado original. Isso poderá ser o início do fim, diz Jesus seguindo o famoso texto com o qual Deus alerta Adão e Eva sobre os resultados de qualquer atitude que aponte para a autoafirmação: «com certeza morrerás»(Gen. 2,17).

 

Continuando a ler o trecho do Evangelho, fica claro que, mesmo em tudo isto, ainda o cristão possui o grande poder de transformar o desespero dos conflitos em ocasião de encontro com Deus, em ocasião de testemunho para todos quantos ainda estiverem dispostos a ouvir. Jesus não garante subtrair quem crê ao sofrimento ou à traição; não garante que o fiel será esquive de todo perigo. Pelo contrário, ele viverá, e com muita intensidade todos os sofrimentos causados pela sua conformidade a Jesus, pela sua decisão de “não se autoafirmar”, de não “admirar” o que os outros admiram. O que Jesus garante é o resultado final de tudo isto, ou seja, as coisas serão colocadas cada uma em seu lugar e, quem tiver continuado a confiar apesar de tudo, também será colocado em seu lugar: ao lado do Senhor.

 


Postado em: 16/11/2013 as 12:16:17





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