Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 I Domingo do Advento


01 de dezembro de 2013



   

«Como foi no tempo de Noé, assim será a vinda do Filho do Homem . Pois nos dias, antes do dilúvio, todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E eles nada perceberam, até que veio o dilúvio e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem. Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada e a outra será deixada. Portanto, ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor. Compreendei bem isto: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós ficai preparados! Porque, na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá.» (Mt. 24,37-44)

 

 


 

 

A passagem do Evangelho que acabamos de ler é parte da resposta que Jesus deu aos discípulos que questionavam sobre o fim do mundo e seu destino. A pergunta deles, nada mais era do que o reflexo daquela insatisfação que também nos invade e parece sufocar a parte melhor de nós mesmos quando as circunstâncias nos oprimem a tal ponto que brota veemente o grito: “quando tudo isto terá fim?”. É uma pergunta que nasce com tanta maior força quanto mais críticas são as condições e mais sofridos aos assaltos do mal que o homem padece. É o grito de quem se sente envolvido por um mecanismo maior e suspira uma saída; uma saída que, para alguns, somente pode acontecer com o fim de um tempo e a substituição deste com um outro. Era este o antigo mito originário da Pérsia segundo o qual um dia este mundo seria substituído completamente por um outro mundo onde se poderia ver realizado tudo o que nesta vida foi sonhado. Visões do “além” muito semelhantes a esta se encontram em quase todas as religiões antigas do Oriente; a motivação é simples, tal modo de ver decorre do fato de que o homem antigo não acredita em si mesmo e na sua capacidade de modificar o mundo em que vive, pois ele é sujeito a destinos predeterminados e que não lhe são favoráveis. Com esses pressupostos, o único modo de enfrentar a vida no mundo é esperar numa outra vida num outro mundo…

 

Sem dúvida pode nos parecer ingênuo esse modo de pensar dos antigos, mas alguns elementos radicais de fato estão presentes também no nosso modo de enfrentar a vida. Por exemplo, achando que se livrar de uma situação os problemas estejam resolvidos e possamos daí em diante começar tudo de novo…. A experiência nega sempre essa ilusão. Bem no fundo nada mais é do que uma tentativa de fuga que corresponde a substituir também coisas, pessoas, relações, enfim, se livrar de tudo quanto está envolvido com a sensação de mal que nos fere tão profundamente. É a ilusão de que, desfazendo-nos de situações, pessoas, objetos, histórias, possamos viver o nosso mundo de modo mais feliz. Eis então que nasce a frenética corrida para trocar, trocar, trocar. Por outro lado, a repetida busca do novo, entendido como algo “diferente”, aos poucos se transforma em nós em ânsia, em corrida frenética rumo àquilo que desconhecemos e que, esperamos, possa conter a chave da felicidade. Uma espécie daquela pedra filosofal tanto procurada desde a Idade Média até a Renascença. Como se essa fosse a chave de um “esperado mítico futuro”. Infelizmente, nessa condição de desesperada busca, nasce um mecanismo perverso, um círculo vicioso que traz frustração. A toda vez que aquele “algo novo” se nos apresenta como conquista alcançada, também a frustração aparece com ele, pois este imediatamente traz consigo e renova a nossa insatisfação. Precisamos então de estímulos sempre maiores, mais fortes, precisamos de mais “adrenalina” (para usar a linguagem comum da juventude)….

 

E, aonde isto terá fim? Qual será a última sensação da qual precisaremos fugir?

 

A mitologia grega foi capaz de apontar e descrever com perfeição este drama que vivemos com tanta intensidade. Permito-me lembrar a história de Sísifo, rei de Corinto, condenado pelos deuses do Nada a empurrar eternamente uma enorme pedra ladeira acima; quando esta alcançava o cume, rolava novamente no vale. Sísifo vivia a sua vida numa luta para conduzir a pedra onde ele queria, mas em vão pois as regras dos deuses eram outras. Assim, o verdadeiro peso da pedra não era a pedra, mas a ideia de vida como luta, a ideia de que a vida deve necessariamente ser diferente daquilo que é par que possamos ser pessoas realizadas. Este era o verdadeiro peso da pedra, era o peso da vida de Sísifo.

 

Sempre a fuga da realidade se transforma num peso insustentável.

 

Não é este o caminho. Não é nestes termos que Jesus responde aos seus discípulos. Eles não podem nem devem viver alienados do mundo presente na expectativa de algo “novo” apenas imaginado com a própria mente. É preciso fugir com horror de qualquer ideologia, filosofia ou religiosidade que nos proponha a fuga, mesmo que dissimulada de vários modos. É preciso recusar com firmeza quem nos propõe a fuga pelos caminhos do “mínimo – suficiente”; da alienação do compromisso porque todo compromisso implica sofrimento, mesmo o compromisso religioso. É necessário rejeitar a lógica do não-risco, a lógica do mais fácil e imediato, pois tudo isto faz encolher o homem em si mesmo deixando-o prisioneiro do seu medo.

 

Evidentemente o caminho que Jesus propõe é outro.

 

Vemos imediatamente que Jesus não deu alguma resposta sobre o “quando” terminará o mundo, pois esta é uma questão que nem pode ser posta em pauta. O mundo não é algo que deva ser substituído, tocado como se trocam as coisas, as pessoas, as ralações. O mundo é um valor por si próprio, é o valor que Deus deu ao homem para que ele pudesse se realizar e se encontrar com o Criador. Não existe em Jesus a mais longínqua hipótese de que este mundo tenha que ser substituído com um outro idealizado pela fantasia das pessoas. A alienação do mundo é fuga da responsabilidade de descobrir e acolher o que o mundo é. O mundo é o que é, assim com a vida é o que é. Quantas vezes ouvimos Jesus dizer que a “vida eterna” (isto é, a vida “como será eternamente”) já está presente aqui? O mundo além do espaço e do tempo não será “outra coisa” respeito àquilo que estamos vivendo, assim como Jesus, após a Ressurreição não se tornou outra pessoa, Ele foi reconhecido pelos Apóstolos, por Maria, pelos discípulos a caminho de Emaús etc. A essência daquilo que existe não pode ser perdida, o que muda é apenas a condição que será livre dos limites que esta natureza traz consigo.

 

A questão, então, para Jesus é outra: sobre qual futuro estamos falando se desconsideramos que o mundo presente, as pessoas, as relações são um valor em si?

 

Desde agora a natureza nos fascina pela sua caótica ordem, ainda mais o insondável mistério das profundezas do homem, da sua unicidade como indivíduo e como história. O que dizer então daquela qualidade que faz o homem semelhante a Deus que é a sua capacidade de criar relações únicas e dinâmicas a cada vez que se abre ao outro? Isso tudo é real, tem origem em Deus e não se perde porque em Deus encontramos apenas o que “é”, o definitivo, o “ser”.

 

Provavelmente é seguindo este caminho que não precisaremos mais desejar que o “nosso mundo” seja trocado com outro para sermos felizes. Quando descobriremos o valor que o mundo possui em si e decidirmos de aceitar com toda a responsabilidade o fato que isto comporta colocar as coisas, as pessoas e as relações em seu devido lugar, provavelmente o “nosso mundo”, as pessoas que estão ao nosso redor, o nosso quotidiano, serão transformados, não “trocados”.

 

Jesus não propõe a fuga do mundo, mas a humanização deste mesmo mundo e a sua correta colocação diante de Deus.

 

Ligando-se ao episódio do Dilúvio narrado no livro de Gênese, Jesus buscou indicar um caminho alternativo à fuga.

 

O quadro relembrado por Jesus parece uma imagem das dinâmicas dos nossos dias. Vemos pessoas totalmente mergulhadas em seus afazeres; todas as atividades descritas são necessárias, nenhuma é supérflua; logo, não está em questão o valor das opções que fazemos, Jesus as considera todas importantes por si quando em linha com o projeto de Deus. Comer, beber, formar uma família, todos objetivos fundamentais do viver humano. Todavia, junto com a história que os homens fazem na busca daquilo que é importante para eles, coexiste também a história que Deus constrói.

 

Ora, as duas podem ir juntas e realizar, numa colaboração de intentos, a transformação do mundo. Podem também se desencontrar quando o objetivo particular não leva em conta o projeto de Deus. O exemplo nos é dado poucas linhas antes da narração do dilúvio com uma reflexão do Autor, o qual destaca a distância que houve entre os dois projetos, usando esta expressão: «tomaram por mulheres quantas quiseram….» (Gen. 6,2); cabe recordar que o desejo de Deus previa uma mulher como companheira…. O desejo de posse, que desconsiderava o projeto de Deus, estava estruturalmente tornando ineficaz o motivo pelo qual o Criador desejou o homem e a mulher como uma só realidade diante de Deus. Contudo, Deus continuou e continua alertando com a sua palavra quanto à sorte do homem especialmente quando ele destrói o mundo no qual foi inserido para ser feliz.

 

Inevitavelmente cegou a catástrofe. É compreensível que, conforme os parâmetros culturais da época, as catástrofes fossem compreendidas como um castigo de Deus e, assim sendo, a narração foi transcrita com este cunho, mas ela é o símbolo das catástrofes que a existência humana traz consigo quando o mito da autoconstrução triunfa sobre o bom senso do humilde diálogo.

 

Os homens da nossa narração não escutaram, zombaram de Noé, o consideraram um homem extravagante, alienado, fora dos critérios já estabelecidos como válidos para todos, talvez um ingênuo abobalhado, como são frequentemente considerados, por alguns, as pessoas que ainda decidem de acreditar e confiar na Palavra que Deus diz. A história de Noé se tornava para Jesus o prototipo da história de cada homem o qual, diante da catástrofe, do sofrimento inesperado, não tem “arca da salvação” porque renunciou a ela.

 

Fiquei muito marcado por um afresco descoberto recentemente numa catacumba romana, que retrata a mensagem que Jesus quis deixar aos discípulos; o afresco retrata Jesus que é representado sempre jovem e que sai em pé e vitorioso de uma arca.

 

 É a fusão entre a catástrofe do Dilúvio de Noé e a catástrofe da morte e do pecado da qual Jesus sai vitorioso sempre novo, jovem. Eis então uma das mensagens de Jesus: é dentro daquela arca construída pela confiança da Palavra que Deus diz que se encontra a salvação; é aquela “arca” que Jesus construiu ouvindo o Pai e confiando Nele que o homem será sempre vivo, jovem, capaz de sair triunfante e não derrotado. O homem que acredita na Palavra sempre será capaz de se encontrar com Aquele que se deixou “prender” num sepulcro armado com a derrisão e a maldade, para ali encontrar todo homem que também é aprisionado. E daí sair juntos.

 

Não é se alienando num mundo imaginário que o homem encontra a liberdade, mas sim encontrando Jesus dentro do mundo, profundamente mergulhado no mundo do homem, feito de uma mulher que mói o trigo, de um camponês que lavra o seu campo…. Não se trata de fazer coisas diferentes,  de correr atrás do exótico e imaginário, isto aliena, é fuga. Viver o que se vive com uma atitude qualitativamente diferente isto sim aproxima de Deus.

 

Cabe-nos então perguntar sobre qual atitude Jesus nos sugira. Pois bem, creio que uma pista a possamos encontrar em seu conselho: «Vigiai». Ora, “vigiar” não significa se carregar de tensão extenuante na tentativa de esquivar-se de um problema. A questão é posta ao contrário: Deus quer “tomar” você, diz Jesus (a palavra “tomar” é de longa origem Bíblica e se encontra em Gênese para indicar “comunhão com Deus” e felicidade onde não há “morte”). Parece que ainda Jesus nos diga: “Não deixe tudo isto escapar por causa da sua curta visão imediatista a qual se desvelará antes ou depois como insuficiente!”. O verbo “vigiar” (gregorew→ ek oraw) significa “olhar fora”. Eis então o caminho: olhar fora de nós mesmos, superar as barreiras impostas por nós mesmos, recusar o subjetivismo que fecha e mata. Se assim for, encontraremos certamente Aquele que nos quer “tomar”: «um será tomado e outro não….» tudo depende da projeção do nosso olhar. Quem olhar apenas para si poderá não encontrar tão facilmente Aquele que quer “tomar” consigo a criatura amada.

 

Deus te abençoe,

Pe. Carlo

 


Postado em: 07/12/2013 as 08:27:13





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