Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 VII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011



   

«Disse Jesus a seus discípulos: “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente! ’Eu, porém, vos digo: Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! Se alguém te forçar a andar com ele mil passos, caminha dois mil com ele! Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado. Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito!”» (Mt. 5,38-48)

 

 

            Eis-nos diante de uma das mais desafiadoras páginas do Evangelho, é a continuação do trecho do domingo passado em que Jesus afirma, com toda a sua força, que a fé cristã não se diferencia das outras maneiras de cultuar a Deus apenas por ser fundamentada em princípios e culto diferentes. Aqui estamos diante de um modo de viver que, com extremo radicalismo, traz à tona o sentido último do estilo de vida de um cristão. Não estamos diante de palavras que apaziguam nossos desejos intimistas de algo espiritual que nos aliena de um mundo do qual queremos fugir porque nos decepciona sempre mais. A fé não é isto. Jesus não propõe nem um idealismo nem uma fuga, mas sim uma inserção tão profunda no viver humano que é capaz de chocar qualquer um e conduzi-lo a perguntar-se: “por que isso?”. O radicalismo cativa o homem porque lhe faz entrever que existem valores que estão acima do pensar comum, acima daquilo que é proposto de volta em volta como valor, pelos sistemas políticos e culturais nos quais vivemos e que mudam tão rapidamente. O radicalismo recorda ao homem o infinito eterno, estável, assim como estáveis são os valores primários da existência humana. Sempre tivemos exemplos na história de homens e mulheres que permaneceram firmes em seus valores até às últimas conseqüências, pessoas que assumiram um valor como centro da própria vida e não se venderam à mudança de opiniões. Por outro lado precisamos ter certo cuidado em não confundir o radicalismo com a intransigência, a rigidez, a intolerância, todos elementos, estes, que destroem as relações porque colocam o princípio acima da pessoa. O radicalismo como nos é proposto por Jesus, faz exatamente o contrário: aproxima as pessoas justamente porque não implica na renúncia ao princípio, mas leva em consideração a pessoa e as relações como valor último. Quando somos rígidos, não admitimos outras possibilidades a não ser aquelas que nós vemos e consideramos importantes; quando somos radicais não nos vendemos a qualquer preço, renunciando ao valor último por causa de contingências. Jesus nos apresenta, hoje, algumas situações em que o discípulo sabe colocar cada valor no seu lugar e escolher o que é certo, o que realmente agrada a Deus. Com certeza, para mim, pessoalmente, a leitura deste trecho é sempre um ótimo elemento de exame de consciência para que a minha fé não se transforme nunca em sentimentalismo, ritualismo, idealismo. Vamos, juntos, dar um olhar à proposta de Jesus.

A impressão que primeira surge em nós ao ler este trecho é que o cristão parece ser, um homem subjugado, fraco, que não deve impor-se, que deve padecer as injustiças com a esperança de que um dia Deus o recompensará. Deste modo o discípulo é visto como uma pessoa fracassada, incapaz de reagir, de afirmar-se como homem (esta é a visão que algumas ideologias como, por exemplo, a Maçonaria e a Antroposofia têm da fé cristã).

Mas o que de fato diz Jesus? A questão central é: o que o cristão oferece como novidade a um mundo que teima continuamente em usar meios que não funcionam? Qual é a alternativa real que a fé traz ao homem? Ela pode ser algo que modifica as relações humanas ou é apenas um artifício que permite a sobrevivência a quem não tem como reagir? Para responder à questão temos apenas um meio: verificar o que acontece quando respondemos a uma pessoa usando uma “arma” imprevisível. Ninguém espera, por exemplo, que uma pessoa que recebe uma “bofetada” apresente também a outra face, ou seja, que não revide usando a mesma moeda. Qual é o efeito que tal atitude gera? Aqui está o critério para distinguir o discípulo de um outro homem qualquer: ele não responde ao mal com o mal, porque esta terrível dinâmica, apenas aumenta o “mal”: mal + mal só dá mal em dobro. E o mal se instaura como uma força sorrateira dentro do mundo das relações dos homens. O mal pode ser destruído apenas como seu contrário: o bem, mesmo que isto custe, custe renunciar aos próprios direitos. Responder ao mal com o mal tem como resultado a divisão, a separação que é o “pecado” do qual fala sempre Paulo: “a inimizade”. Onde há inimizade é mais fácil encontrar o Inimigo do que encontrar a Deus. O cristão sabe que o bem, em última análise, vence e derrota o mal; o cristão sabe isso porque viu Jesus viver deste modo e morrer deste modo. Jesus dirimiu qualquer dúvida possível sobre as relações entre o bem e o mal, tanto com a sua vida quanto com a sua promessa a Pedro: «as portas dos ínferos não prevalecerão» (Mt. 16,18). Ou seja: a porta indica o que dá acesso, o que faz entrar o homem no mundo dos “ínferos”, ou seja, da degradação definitiva da sua dignidade, ou, em última análise: “não faz ser o homem aquilo que ele é”. Por isso que Paulo exorta o cristão com estas palavras: «Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem» (Rm. 12,21).

Jesus toca várias circunstâncias nas quais entra em jogo um outro questionamento: então o cristão é uma pessoa que não reage? Claramente Jesus não nos pede de compactuar com o mal, ou tolerar o mal fingindo que não nos tocou porque estamos acima de tudo isto. Nada mais falso, todos somos profundamente atingidos e feridos pelo mal, sob qualquer forma este venha a nós; o próprio Jesus, quando ressuscitado, ressuscitou com as marcas, com as feridas do mal recebido. A questão é: o que fazemos com o mal que recebemos, usamos este para dividir ou para gerar união? Se repararmos bem, e considerarmos as possíveis reações de alguém que é surpreendido por uma reação inesperada, vemos que nunca há um aumento de distância entre os dois (quem deu a bofetada e quem a recebe, por exemplo; ou quem quer obrigar a andar mil passos e quem decide de fazer dois mil...). Pois bem, o integralismo e a rigidez têm como conseqüência o aumento da distância entre as pessoas, a atitude proposta por Jesus não somente não aumenta a distância (=pecado), mas lhe tira a força, destrói o seu ímpeto maligno; eu diria, é uma porta aberta à comunhão, mesmo à custa dos próprios direitos e de certo tipo de justiça. É um ato de amor que pode desestabilizar as certezas de alguém que espera ser considerado como inimigo e, invés, é tratado como “amigo”...! «Se a vossa justiça não superar a justiça dos escribas e fariseus... ». É fácil usar esta lógica? Com certeza não, não é humana. A lógica humana é a lógica expressa no primeiro e mais antigo código de Leis, o Código de Hamurabi: «olho por olho, dente por dente», retomada pela legislação Judaica (Ex. 19,15-51; 21,24; Lv. 24,20).  A famosa “lei do talião” que visava fazer sentir ao outro aquilo que ele havia provocado, o mal que ele havia causado. Por um lado esta é uma lógica valida, certa... mas é apenas isso, não é capaz de gerar nada de novo, não converte, só reprime. O cristão tem uma função nova em tudo isto: ele é a porta aberta pela qual pode passar a mudança de vida de uma pessoa que cometeu o mal; uma porta aberta que agrada a Deus mais que sacrifícios e cultos (parafraseando as palavras de Isaías sobre a misericórdia). Parece sempre mais difícil, mas Jesus nos dá também o caminho que nos permite fazer esta escolha; ouvimos que Ele associa o perdão à oração «orai por aqueles que vos perseguem», sim, sem a oração o homem permanece apenas na esfera humana, é incapaz de contemplar e transformar em vida o princípio divino que está no discípulo. O perdão é o que nos faz mais semelhantes a Deus, é um convite de Jesus, não uma obrigação: « Sejais filhos do vosso Pai... Ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos».

            Permito-me uns últimos esclarecimentos, apenas para entender melhor o que Jesus quis dizer com os exemplos que deu.

 

a)     «se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda»; numa briga não se consegue dar um tapa no lado direito do rosto de uma pessoa; logo Jesus não está se referindo ao simples ato de bater, refere-se antes, à ofensa. Um tapa dado com o dorso da mão não é um ato de raiva é bem mais, é um ato de desprezo. A este ato de desprezo, Jesus sugere que quem é ofendido não somente fique desprendido disso, mas mostre também os outros aspectos de si que não são tão bonitos e agradáveis e que existem dentro do coração.

b)     A túnica era um bem próprio, um direito adquirido por herança ou por merecimento (Gen. 37,3); era símbolo de um “status” social. A quem quer tirar esta túnica, ou seja, o “a mais”, a liberdade do discípulo pode chegar a “dar” também o “manto” que, para os hebreus era um direito natural, que não podia ser tirado a ninguém (Ex. 22,25; Dt. 24,13).

c)      «Se alguém te forçar a andar com ele mil passos, caminha dois mil com ele»; era um gesto próprio do autoritarismo, para mostrar a superioridade podiam acontecer casos como o Cirineu: obrigado a mudar de caminho, a mudar o próprio projeto e seguir aquilo que outro impunha; às vezes se fazia isto de propósito para mostrar poder até sobre coisas da vida privada.

d)     «Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!» De fato não se encontra esta prescrição na Escritura, a qual apenas diz: “não é obrigado a amar teus inimigos”; o ódio ao inimigo é uma interpretação mais rígida dada pelos rabinos já que, sendo Israel o povo de Deus, todo inimigo de Israel é inimigo de Deus, logo Israel deve combater os inimigos de Deus: nasce a guerra santa (que ainda hoje ceifa milhares de vítimas).

 

Mas é realmente possível amar alguém que te fez o mal? É um desafio a percorrer a estrada do amor, sustentados pela força da oração, o exemplo e as promessas de Jesus: tudo isto é mais que humano, é próprio de um filho de Deus.

O amor do inimigo constitui o núcleo da revolução cristã, uma revolução não baseada em estratégias de poder econômico, político ou mediático. A revolução é do amor, um amor que não se apóia sobre recursos humanos, mas é dom de Deus que se obtém confiando unicamente e sem ressalvas sobre a Sua bondade misericordiosa”; creio que estas palavras (tiradas de uma catequese de Bento XVI) mostrem como hoje a evangelização passa necessariamente por esta proposta alternativa encarnada já que o mundo está simplesmente saturado de propostas e dificilmente consegue escutar.  

O discípulo pode, sim, mostrar a força do amor que «As grandes águas não podem apagar, nem os rios afogar» (Ct. 8,7). Isto é evangelizar, é tocar o coração do homem com a força do amor de Deus. Gostaria de encerrar citando uma reflexão de Santo Tomás de Aquino: “O amor a um amigo pode ter várias motivações que não implicam em Deus, enquanto que Deus é o único motivo pelo qual se pode amar um inimigo” (S.Th. III,27,8).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

La preghiera cristiana arriva fino al perdono dei nemici. Essa trasfigura il discepolo configurandolo al suo Maestro. Il perdono è un culmine della preghiera cristiana; il dono della preghiera non può essere ricevuto che in un cuore in sintonia con la compassione divina. Il perdono sta anche a testimoniare che, nel nostro mondo, l'amore è più forte del peccato. I martiri di ieri e di oggi rinnovano questa testimonianza di Gesù. Il perdono è la condizione fondamentale della Riconciliazione (2 Cor 5,18,21) dei figli di Dio con il Padre e degli uomini tra loro. (CCC n. 2845) Non c'è limite né misura a questo perdono essenzialmente divino (Mt 18,21-22; Lc 17, 3-4). Se si tratta di offese (di "peccati" secondo Lc 11,4 o di "debiti" secondo Mt 6,12), in realtà noi siamo sempre debitori: "Non abbiate alcun debito con nessuno, se non quello di un amore vicendevole" (Rm 13,8). La comunione della Santissima Trinità è la sorgente e il criterio della verità di ogni relazione (1 Gv 3,19-24). Essa è vissuta nella preghiera, specialmente nell'Eucaristia (Mt 5, 23-24). (CCC n. 2843) Così prendono vita le parole del Signore sul perdono, su questo amore che ama fino alla fine (Gv 13,1). [...] Non è in nostro potere non sentire più e dimenticare l'offesa; ma il cuore che si offre allo Spirito Santo tramuta la ferita in compassione e purifica la memoria trasformando l'offesa in intercessione. (CCC n. 2443) Dio benedice coloro che soccorrono i poveri e disapprova coloro che se ne disinteressano. [...] "Gratuitamente avete ricevuto, gratuitamente date" (Mt 10,8). Gesù Cristo riconoscerà i suoi eletti proprio da quanto avranno fatto per i poveri (Mt 25,31-36). Allorché "ai poveri è predicata la buona novella" (Mt 11,5) è segno che Cristo è presente.

 

 

 

 

La frase "occhio per occhio e dente per dente" riporta la legge del taglione (Es 19,15-51; 21,24; Lv 24,20). E' uno dei capisaldi delle legislazioni antiche (Codice di Hammurabi e Legge delle dodici tavole). Essa doveva sostituire la legge della vendetta di sangue (Gen 4,23). Al tempo di Gesù la legge del taglione era ancora vigente, ma poteva essere sostituita con un risarcimento in denaro.

La non-violenza richiesta da Gesù non è vile rassegnazione, ma forza e intraprendenza dell'amore. La potenza dell'impotenza ha la sua più alta manifestazione in Gesù che "fu crocifisso per la sua debolezza, ma vive per la potenza di Dio" (2Cor 13,4) e poggia sulla fede che l'impotenza della croce vince il male.

Con il principio della non-violenza Gesù contrappone alla mentalità giuridica dell'Antico Testamento il nuovo ideale dell'amore. Il male perde la sua forza d'urto solo quando non trova resistenza.

La Chiesa perseguitata ha assunto questo atteggiamento comandato da Gesù: "Gli apostoli se ne andarono dal sinedrio lieti di essere stati oltraggiati per amore del nome di Gesù" (At 5,41).

I quattro esempi elencati da Matteo hanno lo scopo di illustrare il comandamento: "Ma io vi dico di non opporvi al malvagio".

Lo schiaffo sulla guancia destra è particolarmente doloroso e oltraggioso perché è un manrovescio. Gesù flagellato e schiaffeggiato conferma con il suo esempio la validità del suo insegnamento (Mt 26,67; Is 50,6).

La lite giudiziaria con chi pretende la tunica come caparra o come risarcimento danni non ha più senso per il discepolo di Gesù, anzi, egli non farà valere per sé neppure il comandamento che vietava il pignoramento del mantello del povero e il dovere di restituirglielo prima del tramonto del sole (Es 22,25; Dt 24,13): egli darà la tunica e il mantello senza opporre resistenza.

Il terzo esempio che mette il discepolo a confronto con la violenza è quello della requisizione da parte di autorità militari o statali per costringerlo a prestazioni forzate. Ne abbiamo un esempio in Mt 27,32: "Mentre uscivano, incontrarono un uomo di Cirene, chiamato Simone, e lo costrinsero a prendere su la croce di lui".

Il miglio (= 1478,70 metri) era una misura romana e quindi richiama concretamente la dominazione dell'impero di Roma al tempo di Gesù e dell'evangelista. Quando gli saranno imposte queste prestazioni forzate, il discepolo di Gesù non deve ribellarsi o coltivare astio nel cuore, ma prestarsi liberamente e di buon animo a fare con gioia il doppio di quanto esige da lui la prepotenza del malvagio.

Il quarto esempio ci presenta i poveri e i richiedenti. Essi non sono dei nemici o dei malvagi, ma possono suscitare una reazione violenta a causa delle cattive esperienze fatte in precedenza. Leggiamo nel Libro del Siracide 29,4-10: "Molti considerano il prestito come una cosa trovata e causano fastidi a coloro che li hanno aiutati. Prima di ricevere, ognuno bacia le mani del creditore, parla con tono umile per ottenere gli averi dell'amico; ma alla scadenza cerca di guadagnare tempo, restituisce piagnistei e incolpa le circostanze. Se riesce a pagare, il creditore riceverà appena la metà e dovrà considerarla come una cosa trovata. In caso contrario il creditore sarà frodato dei suoi averi e avrà senza motivo un nuovo nemico; maledizioni e ingiurie gli restituirà, renderà insulti invece dell'onore dovuto. Tuttavia sii longanime con il misero e non fargli attendere troppo l'elemosina. Per il comandamento soccorri il povero secondo la sua necessità, non rimandarlo a mani vuote. Perdi pure denaro per un fratello e amico, non si arrugginisca inutilmente sotto una pietra".

La motivazione del comandamento: "Dà a chi ti domanda e a chi desidera da te un prestito non volgere le spalle" sarà evidenziata nel seguito del vangelo da Gesù stesso che ci comanda la conformità con il comportamento del Padre: "Il Padre vostro che è nei cieli darà cose buone a quelli che gliele domandano" (Mt 7,11).

Attraverso questi atteggiamenti i discepoli si dimostrano amici dei loro nemici e tentano di cooperare con Dio per il ravvedimento degli ingiusti e dei malvagi come ha fatto Gesù. San Paolo ha sintetizzato questo insegnamento in Rm 12,21: "Non lasciarti vincere dal male, ma vinci con il bene il male".

Se questi princìpi e questi comportamenti entrassero nella società, essa non solo non ne avrebbe un danno, ma vedrebbe migliorare i rapporti umani più di quanto possono ottenere tutti gli apparati della giustizia, della prevenzione e della repressione.

 

 

Dalla relazione con Dio oggi il Signore ci porta a considerare le nostre relazioni con le persone, perché come sappiamo l’amore di Dio e l’amore del prossimo sono inscindibili. Il ver.38 cita Esodo21,24 che proclama la severa giustizia divina circa la colpa e la relazione rigorosa tra la colpa la pena. E’ quel tipo di giustizia che viene chiamata “vendicativa”, nel senso che ad un male fatto corrisponde la sanzione di un male inflitto e subìto. Ma Gesù, con il suo “ma io vi dico” porta questa forma di giudizio ad una dimensione nuova e straordinaria, che non è un giudizio minore o un’assenza di giudizio. Resta un giudizio rigoroso e anzi particolarmente “severo”, ma che ha come obiettivo non la punizione di chi ha sbagliato, ma la sua redenzione e la sua salvezza. Così è infatti quel porgere l’altra guancia, come lo è per il caso della tunica e del mantello e delle due miglia fatte con chi ci costringe a farne uno con lui. Il senso profondo di questa indicazione è che chi ha subito la violenza non può abbandonare a se stesso il fratello he lo ha aggredito, ma lo deve soccorrere costringenolo a riflettere sulla responsabilitàdi quello che ha fatto, proprio per indurlo, con la forza della mitezza, ad accorgersi del male che ha fatto, per la speranza del suo pentimento! Ricorderete che questo insegnamento di Gesù è anche un fatto della sua vita tra noi, in Giovanni 18,22-23, quando riceve uno schiaffo irragionevole e chiede al soldato che lo ha colpito la ragione del suo gesto. Una pura dottrina orientale di non-violenza suggerisce una non resistenza silenziosa, l’etica di Gesù chiede di farsi carico dell’ingiustizia e della violenza dell’altro, per non abbandonarlo a se stesso. E’ dunque ancora la relazione d‘amore, la carità, a guidare ogni comportamento del discepolo del Signore. Ed è sempre etica dell’Amore anche il “ma io vi dico” del ver.44. Nel ver.43, alla citazione di Levitico 19,18, il nostro testo aggiunge l’espressione “e odierai il tuo nemico”, che non si trova nelle Scritture. Come però sappiamo, il popolo di Dio ha avuto sempre nemici, molti e terribili, e il Signore stesso ha combattuto per lui.E la vittoria sui nemici è stata sempre considerata il frutto della relazione d’amore tra Dio e il suo piccolo popolo. In Gesù e da Gesù in poi, non può più essere così! Ovviamente scrivo con la dolorosa consapevolezza che a questo siamo stati e siamo infedeli noi cristiani per primi. Se poi pensate che sto scrivendo queste noticine da Gerusalemme, e in questi giorni…Però, facciamoci coraggio! Proprio perché siamo infedeli e violenti, proprio perché diamo schiaffi ingiusti, il Signore ci parla e ci dona la sua meravigliosa Parola!
Il grande argomento di Gesù è il Padre stesso, e quello che in ogni modo Egli ha sempre fatto, e che è il segno di una paternità universale che finalmente in Gesù è stata proclamata, e che tale è, anche se noi cristiani siamo stati violentemente disobbedienti al nostro Signore. E lo siamo tuttora. La nostra responsabilità storica è il Vangelo che ci è stato regalato! Noi sappiamo che ormai l’unico Nemico è l’inimicizia, e il signore del male che dell’inimicizia è il grande tentatore. Questo lo sappiamo dalla più immediata relazione con la persona che ci è più

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ITTA DEL VATICANO - Amando il nemico, il cristiano compie la sua rivoluzione che non si basa su strategie economiche o politiche. E' quanto ha affermato oggi Benedetto XVI in occasione della preghiera dell'Angelus celebrata in Piazza San Pietro.
Il Papa ha voluto spiegare il valore e il significato della non violenza cristiana come messaggio di fede e di amore nel mondo.

"L'amore del nemico - ha affermato Benedetto XVI - costituisce il nucleo della 'rivoluzione cristiana', una rivoluzione non basata su strategie di potere economico, politico o mediatico". "La rivoluzione dell'amore, un amore che non poggia in definitiva sulle risorse umane - ha spiegato il Pontefice - ma è dono di Dio che si ottiene confidando unicamente e senza riserve sulla sua bontà misericordiosa".

"Ecco la novità del Vangelo - ha osservato Benedetto XVI - che cambia il mondo senza far rumore. Ecco l'eroismo dei 'piccoli', che credono nell'amore di Dio e lo diffondono anche a costo della vita".

Nel mondo di oggi c'è troppa violenza e troppa ingiustizia, per questo bisogna "sbilanciare il mondo da male verso il bene a partire dal cuore dell'uomo", ha poi aggiunto Benedetto XVI .

Il Papa ha ricordato che il Vangelo di oggi contiene una delle parole più tipiche e forti della predicazione di Gesù: "Amate i vostri nemici", concetto che si trova sia nel testo di Luca che nelle "Beatitudini" di Matteo, "quasi un manifesto presentato a tutti, sul quale Egli chiede l'adesione dei suoi discepoli, proponendo loro in termini radicali il suo modello di vita".


"Ma qual è il senso di questa sua parola? Perché Gesù chiede di amare i propri nemici, cioè un amore che eccede le capacità umane?" si è domandato il Pontefice rivolgendosi ai fedeli riuniti in Piazza San Pietro.
"In realtà, la proposta di Cristo è realistica - ha aggiunto - perché tiene conto che nel mondo c'è troppa violenza, troppa ingiustizia, e dunque non si può superare questa situazione se non contrapponendo un di più di amore, un di più di bontà".

"Questo di più - ha aggiunto ancora Benedetto XVI - viene da Dio: è la sua misericordia, che si è fatta carne in Gesù e che sola può 'sbilanciare' il mondo dal male verso il bene, a partire da quel piccolo e decisivo 'mondo' che è il cuore dell'uomo (18/02/07)

 

 

“Amare gli amici lo fanno tutti, i nemici li amano soltanto i cristiani” Queste parole di Tertulliano (Ad Scapulam 1,3), che vogliono esprimere la differenza cristiana, vertono significativamente sull’amore per i nemici. Questo appare come vera e propria sintesi del Vangelo: se tutta la Legge si sintetizza nel comando dell’amore di Dio e del prossimo (Marco 12,28-33; Romani 13,8-10; Giacomo 2,8), la vita secondo il Vangelo trova il suo compimento nelle parole e nei gesti di Gesù che indicano nell’amore del nemico l’orizzonte della prassi cristiana. Dice infatti Gesù: “Amate i vostri nemici, fate del bene a coloro che vi odiano” (Luca 6,27; cfr. Luca 6,28.29.35; Matteo 5,43-48) e tutta la sua vita – fino al momento della lavanda dei piedi anche a Giuda, colui che si era fatto suo nemico; fino alla croce, luogo del suo amore “fino alla fine” per i suoi (Giovanni 13,1); fino alla preghiera per i suoi carnefici mentre lo crocifiggevano (Luca 23,33-34) – attesta questo amore incondizionato rivolto anche al nemico. Il cristiano, chiamato ad assumere il sentire, il pensare, il volere di Cristo stesso (cfr. Filippesi 2,5), si trova dunque sempre confrontato con questa esigenza.
Ma occorre chiedersi: è realmente possibile amare il nemico, e amarlo mentre manifesta la sua ostilità e inimicizia, il suo odio e la sua avversione? È umanamente possibile tale scandalosa simultaneità? L’esperienza infatti ci rivela che il fascino per l’assolutezza dell’amore del nemico svanisce in assoluta dimenticanza e diviene incapacità di dargli consistenza esistenziale di fronte alle precise e concrete situazioni di inimicizia. E forse già questo rappresenta un primissimo, e umanamente fondamentale, momento del cammino verso l’amore del nemico. Inoltre il cristiano è portato dal Vangelo a vedere in se stesso il nemico amato da Dio e per cui Cristo è morto: questa è l’esperienza di fede basilare da cui soltanto potrà nascere l’itinerario spirituale che conduce all’amore per il nemico! Scrive Paolo: “Dio dimostra il suo amore verso di noi perché, mentre eravamo peccatori e nemici, Cristo è morto per noi” (cfr. Romani 5,8-10). Su questa esperienza di fede occorre innestare la progressività di una maturazione umana che conduce ad acquisire il senso positivo dell’alterità, la capacità dell’incontro, della relazione e quindi dell’amore. Già l’Antico Testamento, quando invita l’israelita ad amare il prossimo come se stesso, propone una sorta di itinerario: “lo sono il Signore, non coverai odio verso tuo fratello; rimprovera apertamente il tuo prossimo, così non ti caricherai di un peccato per lui. Non ti vendicherai e non serberai rancore contro i figli del tuo popolo, ma amerai il tuo prossimo come te stesso. lo sono il Signore” (Levitico 19,17-18). Anzitutto è richiesta l’adesione di fede a colui che è il Signore, quindi l’israelita è chiamato a impedirsi sentimenti di odio (atteggiamento negativo), poi a correggere colui che fa il male (atteggiamento positivo) proibendosi di farsi vendetta da sé (atteggiamento negativo) e amando così il suo prossimo come se stesso (atteggiamento positivo). All’amore si arriva attraverso un cammino, un esercizio.
L’amore non è spontaneo: esso richiede disciplina, ascesi, lotta contro l’istinto della collera e contro la tentazione dell’odio. Così si perverrà alla responsabilità di chi ha il coraggio di esercitare una correzione fraterna denunciando “costruttivamente” il male commesso da altri. L’amore del nemico non va confuso con la complicità con il peccatore! Anzi, proprio la libertà di chi sa correggere e ammonire chi compie il male nasce dalla profondità della fede e da un amore per il Signore che sono la necessaria premessa per l’amore del nemico. Chi non serba rancore e non si vendica, ma corregge il fratello, è infatti anche in grado di perdonare; e il perdono è la misteriosa maturità di fede e di amore per cui l’offeso sceglie liberamente di rinunciare al proprio diritto nei confronti di chi ha già calpestato i suoi giusti diritti. Chi perdona sacrifica un rapporto giuridico in favore di un rapporto di grazia! Anche Gesù, quando chiede di amare il nemico, immette il credente in una tensione, in un cammino. Dallo sforzo per superare sempre di nuovo la legge del taglione, cioè la tentazione di rendere il male che si è ricevuto, il credente deve pervenire a non opporsi al malvagio, a contrapporre al male l’attivissima passività della non violenza, fidando nel Dio unico Signore e Giudice dei cuori e delle azioni degli uomini. Anzi, mossi dalla convinzione che il nemico è il nostro più grande maestro, colui che può veramente svelare ciò che abita il nostro cuore e che non emerge quando siamo in buoni rapporti con gli altri, i credenti possono obbedire alle parole del loro Signore che invitano a porgere l’altra guancia, a devolvere anche la tunica a chi vuole toglierci il mantello...
Ma perché tutto questo sia possibile è indispensabile ciò che sempre è ricordato dai Vangeli accanto al comando di amare i nemici, e cioè la preghiera per i persecutori, l’intercessione per gli avversari: “Amate i vostri nemici e pregate per i vostri persecutori” (Matteo 5,44). Se non si assume l’altro – e in particolare l’altro che si è fatto nostro nemico, che ci contraddice, che ci osteggia, che ci calunnia – nella preghiera, imparando così a vederlo con gli occhi di Dio, nel mistero della sua persona e della sua vocazione, non si potrà mai arrivare ad amarlo! Ma dev’essere chiaro che l’amore del nemico è questione di profondità di fede, di “intelligenza del cuore”, di ricchezza interiore, di amore per il Signore, e non, semplicemente di buona volontà

 

 

Come si può spiegare l’esigenza di amare non soltanto quelli che ci amano ma anche i nostri nemici e di pregare per i nostri persecutori? È chiaro che qui Gesù ci chiede di essere al servizio dell’amore e di rinunciare ai nostri diritti, quando questi si oppongono al progresso dell’amore. Di solito noi limitiamo il nostro amore, perché siamo preoccupati dei nostri diritti. Ma Gesù vuole che ci mettiamo al servizio dell’amore, perciò ci chiede di assumere sempre, in ogni circostanza, un atteggiamento di amore. Bisogna amare i nemici perché essi diventino amici, e questa sarà la vittoria dell’amore. Dobbiamo cercare sempre questa vittoria, anche se richiede da noi sacrifici. Altrimenti viviamo nell’egoismo o, per lo meno, in una situazione di mediocrità spirituale, che non corrisponde al desiderio di Dio.

Dio è amore e vuole infondere nei nostri cuori il suo amore che è generosissimo. Gesù ha offerto la propria vita per noi, ottenendoci così la vittoria dell’amore. La croce ne è lo strumento.

Afferma Gesù “se amate quelli che vi amano, quale merito ne avete? Non fanno così anche i pubblicani?”. Essere cristiani vuol dire cercare la vittoria dell’amore, mettersi al servizio dell’amore in ogni circostanza, e tutto questo ci reca la gioia più pura, più profonda. Infatti ci unisce intimamente a Dio, non soltanto con facili preghiere, ma con vittorie veramente belle, splendide, che ci mettono con Gesù

 

Se l'odio, poi, volesse attaccare il bene supremo dell'amore presente nel cuore di un discepolo di Cristo, se volesse mettere alla prova la sua capacità di amare, se volesse spegnere in lui l'amore, l'amore crescerà e vincerà accettando tormenti e umiliazioni.

L'amore non può mai spegnersi, a meno che non sia un nostro no a spegnerlo (Ct 8,7).

Se davanti ad un discepolo del Signore si para una croce a sbarrargli il cammino, l'amore gli darà la forza di prendere sulle spalle quella croce e procedere, e l'amore crescerà poiché la croce fa crescere l'amore.

 

S.teol. Pag 246 (S.Th. III,27,8)  l-amore di un amico può avere motivi diversi da Dio; mentre Dio é l’unico motivo per cui si puó amare un nemico

 

 

si puó amare un amico per tanti motivi, si puó amare un nemico appena per Dio, dunque é segno di caritá perfetta   “la caritá divina é tanto piú evidente in noi quanto piú difficili sono gli atti che compiamo a motivo di essa”

 

 


Postado em: 19/02/2011 as 11:53:11





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01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





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