Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 Festa da Apresentação do Senhor


02 de fevereiro de 2014



   

«Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a Lei de Moisés, levaram Jesus a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo o primogênito varão será consagrado ao Senhor”,e para oferecer em sacrifício, como se diz na Lei do Senhor, duas rolas ou duas pombas. Ora, vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão; era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel. O Espírito Santo estava nele. Tinha-lhe sido revelado pelo Espírito Santo que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor. Impelido pelo Espírito, veio ao templo, quando os pais trouxeram o menino Jesus, a fim de cumprirem o que ordenava a Lei a seu respeito. Simeão tomou-o nos braços e bendisse a Deus, dizendo:

 “Agora, Senhor, segundo a tua palavra, deixarás ir em paz o teu servo, porque meus olhos viram a Salvação que ofereceste a todos os povos. Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo.”

Seu pai e sua mãe estavam surpresos com o que se dizia dele. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: “Este menino está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; uma espada trespassará a tua alma. Assim hão de se revelar os pensamentos de muitos corações.”

Havia também uma profetisa, Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, a qual era de idade muito avançada. Depois de ter vivido casada sete anos, após o seu tempo de moça, ficou viúva até aos oitenta e quatro anos. Não se afastava do templo, participando no culto noite e dia, com jejuns e orações. Aparecendo nessa mesma ocasião, pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém. Depois de terem cumprido tudo o que a Lei do Senhor determinava, regressaram à Galileia, à sua cidade de Nazaré. Enquanto isso, o menino crescia e robustecia-se, enchendo-se de sabedoria, e a graça de Deus estava com Ele.»  (Lc. 2,22-40).

 


 

            O Evangelho de hoje narra da primeira vez que Jesus foi conduzido fora do ambiente estritamente familiar de Belém, onde havia nascido. O casal, com seu filho recebido como um dom de Deus, percorreu piedosamente os oito quilômetros que separam a aldeia onde estavam morando, da Cidade Santa, Jerusalém. Oito quilômetros percorridos na atitude de escuta e obediência (como remarca por três vezes o Evangelista). É esse o modo próprio de agir de qualquer pessoa que sabe de ter em suas mãos um mistério que a ultrapassa, um tesouro muito mai precioso do que poderia imaginar e, diante disso, dobra com profunda humildade a sua “cerviz” (como diria um judeu) em sinal de respeitosa disposição. Ao lado da «serva do Senhor», estava também quem cuidaria daquela preciosa vida que vinha ao mundo, José, envolvido ele também no mesmo mistério, por caminhos diferentes. Ambos, que tiveram Deus como centro de suas vidas, agora tinham o Menino Deus em suas mãos para realizar um dos gestos mais importantes na vida de uma família judia.

 

            A meta era o Templo, lá em Jerusalém. O Templo era tido como o “elo” simbólico entre Jahvé, o Altíssimo poderoso, o Terrível soberano e o povo de Israel, formado, libertado, educado por séculos e séculos para que um dia pudesse reconhecer o Messias, o Emanuel. Maria e José tinham já em suas mãos Aquele que substituiria definitivamente o “templo”, pois Ele mesmo, Jesus, era o lugar de encontro definitivo não apenas entre Deus e Israel, mas entre Deus e «todas as nações», como dirá mais tarde Simeão.

 

            José e Maria estavam indo para realizar duas cerimônias que devem ser bem distintas para entender o nosso trecho do Evangelho. A primeira era a chamada “purificação” e a segunda era a “consagração”. Uma dizia respeito à mulher e o seu esposo, enquanto a outra se referia ao filho primogênito.

 

            Se quisermos entender a beleza do gesto de Maria e José, precisamos de antemão nos livrar de alguns preconceitos totalmente prejudiciais como, por exemplo, aquele criado pela fantasia de alguns que associavam a “purificação” ao parto como se este tivesse em si algo negativo porque ligado a um ato “impuro” (deixando entender que se tratasse de ordem sexual). Agora sim, feito isso podemos ver que a questão é fundamentalmente religiosa. Na antiguidade tudo o que estava acima do homem, isto é, o sagrado, era espantoso, às vezes assustador, às vezes admirável... Enfim, o sagrado exercia um fascínio aterrador, uma mistura de sensações contrapostas: era o magnetismo do mistério. Ora, quando uma mulher «se encontrava grávida» (esta expressão bíblica manifesta muito bem a sensação de surpresa, pois na época não se conheciam os mecanismos da geração, como testemunha, por exemplo, 2Mac. 7,22 quando a mãe dos sete irmãos disse aos filhos «... não sei como vocês apareceram em meu seio...») entrava numa situação muito complicada, pois ela, apenas uma mulher, trazia dentro de si alguma coisa sobrenatural. Ela carregava consigo a força que faz existir a vida! Se poderia dizer: “também os animais...” mas, obviamente é uma afirmação sem sentido, pois a vida que Deus dá aos homens é qualitativamente diferente daquela que dá aos animais, porque apenas a vida que o homem possui corresponde a o que Deus é em si mesmo, não é apenas existência biológica. Ora, Isso era assustador. Apenas para se ter uma ideia, qualquer coisa sagrada que fosse tocada por um homem (sem algumas rígidas regras cultuais) faria com que esse homem tivesse que ser eliminado do povo. Desse modo a mulher e o seu marido por consequência, se tornava intocável, quase sagrada assim como o era a Arca da Aliança. Precisaria, então, de um rito que a tornasse “como era antes” de ter entrado em contato tão direto com algo que não lhe pertencia, como é a “Vida”.

 

            Esse modo de proceder, por exemplo, entrou também na nossa liturgia; o sacerdote sabe bem que na Missa, em ocasião da Consagração, ele está entrando numa esfera que não lhe pertence. Está autorizado em força da palavra de Jesus, mas ele sabe que o que está prestes a fazer não lhe pertence, tanto é verdade que ele não pode modificar nem os gestos nem as palavras que Jesus fez. Ora, o sacerdote, antes de entrar nessa esfera sagrada lava as suas mãos; esse gesto era repetido até pouco tempo atrás, também quando o sacerdote terminava a consagração. Sim, porque assim fazendo voltaria à esfera que lhe pertence, ao cotidiano. Desse modo, se entende que o sentido da água não é apenas de “lavacro”, antes, era o símbolo da condição original com a qual Deus fez as coisas; não significava apenas “lavar culpas”, mas sim recuperar a condição original diante de Deus. Por sinal é interessante que o livro de Gênese não menciona, entre todas as coisas criadas, a água... essa está presente antes da criação. Enfim, a água recordava, a casa hebreu, o projeto inicial de Deus sobre tudo o que existe ou ainda não existe. Desse modo, Maria, como toda mulher de fé, se colocava novamente diante de Deus como “potencialidade pura”, disposição a qualquer coisa. Ela renovava a sua adesão incondicional a um projeto que era mais do que humano e exigia uma confiança que não poderia ser encontrada tão facilmente.

 

            Podemos ver aqui a beleza do gesto que renova a disposição humilde de qualquer pessoa sábia, a qual sabe reconhecer do lugar de Deus e do lugar do homem. Ora, essa situação, de sintonia, é priva do “pecado”, porque falta o que o pecado é: a distância com a vontade de Deus. Nesse sentido, então podemos novamente falar de “purificação” como a decisão renovada de seguir o desejo de Deus a todo custo, disponibilidade pura ao mistério que se carrega. Não creio que seja por acaso que a Igreja, por tradição, dedica esse dia aos religiosos, os quais renovam o mesmo desejo de seguir a própria consagração à vontade do Senhor.

 

            A renovação da disponibilidade a Deus, era associada em alguns casos à consagração do primogênito. É o que Maria e José fizeram nessa mesma ocasião.

 

            Tal rito nasceu como memorial (isto é, como algo que Israel nunca deveria esquecer) logo depois da saída do Egito, em contraposição com a “morte dos primogênitos” dos Egípcios. (cfr. Nm.3,13; Ex. 13 etc.). Ao entregar o próprio primogênito, toda família judia reconhecia que o povo de Israel nasceu de Deus e da fidelidade de Moisés. Sem a confiança de Moisés em Deus e sem a confiança do povo em Moisés ninguém teria saído do Egito.  Por outro lado, a morte dos primogênitos dos Egípcios, se deu por causa do desrespeito do Faraó à vontade e ao desejo de Deus. Eis então o sentido da entrega e resgate do próprio filho: é um renovar a decisão de ser fiel e obediente a Deus, do qual provém a essência e a vida de Israel. A essa atitude, Deus responde com a garantia da sua fidelidade e da continuidade do seu projeto de salvação para todos quantos confiarem Nele.

 

            Entre os Cananeus era possível encontrar o uso de sacrificar o próprio filho mas, para os Hebreus, o sacrifício humano não era permitido devido à sacralidade da vida que vem de Deus. Um hebreu precisava substituir ritualmente a “morte” do filho com o sacrifício de um animal de pequeno porte.

 

Tanto na primeira cerimônia, quanto na segunda, estamos diante de atos simbólicos através dos quais se fazia uma única declaração: a minha vida pertence a Deus! E isso, Maria e José, bem o sabiam; bem sabiam “quanto” aquele filho pertencesse a Deus. Como é difícil hoje reconhecer essa simples verdade! Como seria diferente se fossemos um pouco mais acostumados à ideia de “receber” tudo como dom... haveria muito menos frustração; menos angustia tornaria pesados os eventos da nossa vida que não entendemos!

 

            O texto do Evangelho introduz um desconhecido homem idoso, chamado (quem sabe, de propósito) «Simeão», que significa: “Deus soube esperar”.

 

 

O que sabemos desse homem é apenas aquilo que o seu nome significava para Maria e José:  o sinal vivo de que é preciso saber esperar assim como Deus sabe esperar.

 

Ele é um homem que soube esperar o tempo de Deus do mesmo modo que Deus sabe esperar o tempo do homem, as suas demoras, os seus retrocessos... Simeão era um homem que aprendeu a pôr a esperança em algo que está acima do humano e que é possível alcançar apenas pela força que recebe todo aquele que aprende a crer.

 

            Assim, o nome desse ancião era um prelúdio para o Casal; uma indicação viva da atitude que teria sustentado o caminho que Maria e José fariam junto a Jesus.

 

            Na Escritura temos outros exemplos de pessoas que possuem nomes-simbolo de atitudes que deveriam ser tomadas caso alguém desejasse aderir ao projeto de Deus; por exemplo é assim o caso de Isaías e seu filho diante do rei Acaz (Is. 7,3). Assim sendo, segundo o Evangelista, antes que com as suas palavras, o próprio nome do ancião indicava a força que sustentaria tão fortemente Maria durante toda a sua vida e em momentos tão fortes como no dia seguinte da morte de Jesus.

 

            Maria se tornou a mulher que, como o ancião, havia aprendido a esperar apesar de tudo, apesar do racional, apesar da fragilidade da natureza humana... bem como lhe havia prenunciado Simeão, homem que, apesar da idade avançada de quem não tem mais muitos dias diante de si, não perdeu a força de acreditar em Deus.

 

            O Evangelista se detêm apontando a obra do Espírito Santo que conduz os eventos. Esses, muitas vezes, aparentemente parecem desconectados entre si, parecem nascer e desenvolver-se sem uma lógica. Todavia, quando menos se esperam, eles se encontram, surpreendentemente coincidem e parecem mostrar que tudo o que Deus faz possui uma lógica, a qual, porém, é perceptível apenas a seu tempo.

 

            Muitas forma as lendas que nasceram sobre esse “Simeão”, foi imaginado como um antigo sumo sacerdote ou uma autoridade religiosa etc. Tais lendas apareceram como tentativas de explicar a autoridade de alguém que abençoa em nome de Deus Maria, José e o Menino Jesus.

 

            Nós não precisamos recorrer a tais estratégias. De fato ele era apenas um homem como tantos outros e isso nos ajuda a entender mais um aspecto rico da nossa narração. A atitude de fé de Abrão, deu ao Patriarca a “autoridade” para abençoar em nome de Deus todas as pessoas que tivessem a sua mesma atitude (Gen. 12,3). Aqui estamos exatamente diante de algo análogo: a bênção não vem de uma instituição ou figura  religiosa, mas de uma dúplice atitude de fidelidade e humildade na sequela do projeto de Deus (Simeão se considera “servo”, apenas servo: «deixa o teu servo ir em paz...». São estas as condições que conferem a autoridade para poder, de fato, estender a outros a Bênção de Deus que trazemos conosco. Sim, Simeão podia abençoar Maria e José porque ele próprio, por primeiro, havia aprendido o que significa se manter firme na fidelidade e esperança.

 

            Deus faz de cada um de nós uma bênção para o outro se nós O deixarmos construir na nossa vida o sentido da benção que trazemos, o nome novo que Ele queira nos dar!

 

            Maria e José ficaram «surpreendidos» diz o Evangelista. Nada nos autoriza a pensar que Maria e José tivessem claro em suas vidas o que significa seguir a Deus. Muitas vezes ambos precisaram entender o agir de seu Filho («por que nos fizeste isso?» disseram um dia quando Ele ficou em Jerusalém deixando seus pais). Quantas vezes Jesus agiu de modo diferente de como Maria ou José teriam imaginado! É assim que age Deus, sempre nos surpreende, sempre nos destabiliza, para que venha à tona o que realmente está no mais fundo do nosso coração.

 

            Deus entrou no mundo com Jesus, um homem real, para que se manifestem «os pensamentos de muitos corações». Diante de Jesus não se consegue ficar “neutros”; com Ele a verdade sobre nós vem necessariamente à tona (é um dos temas principais do Evangelho de João). Quando Jesus fala, quando Jesus age, diz ao homem, a cada homem, o que ele é. Manifesta o que cada uma traz consigo. Não foi assim para com os dez leprosos? Ou com João e Tiago, ou com o Iscariotes? Deus sempre nos surpreende e, desse modo, revela se de fato temos ou não a principal atitude para seguir o Seu caminho, que é a disponibilidade humilde. Quem se surpreende e se deixa surpreender, que encontra nisso o fascínio para continuar caminhando, verá fortalecer a cada dia a sua relação com Deus porque crescerá sempre mais intensamente a decisão de ser fiel por amor e confiança. Aquele que fica “escandalizado” (cfr. Mt. 11,6) por esse modo de agir de Deus dirá claramente a si mesmo se as portas do seu coração de fato estão abertas ou não.

 

            Esse também foi o desafio lançado mais uma vez a Maria e José.

 

            Bem como acontece com cada um de nós, estamos diante daquela “peregrinação na fé” da qual escrevia o Papa João Paulo II (Redemptoris Mater,1) e que faz de Maria não apenas uma imagem hipotética, mas uma mulher que caminha conosco, continuamente aberta às surpresas de Deus. Simeão antecipou a Maria a peculiaridade com a qual Ela seria “associada de modo único à obra do Redentor” (LG 8,61): «uma espada transpassará a tua alma», é uma espada que não permite meias medidas, não permite acomodações, “ajustes”. É a “espada da palava de Deus” «a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração» (Hebr. 4,12).

 

            O trecho encerra com uma grande sensação de paz. Sim, esse é o primeiro sentimento que toma conta da nossa vida quando sabemos de seguir o caminho que Deus escolheu para nós e que nos propôs um dia. «Deixa ir em paz o teu servo». É a paz que invade qualquer pessoa que tem certeza que tudo o que Deus promete se realiza. É a paz de quem sabe que, quando Deus começa alguma coisa, a leva a cumprimento. É a paz de quem é livre da ganância de querer ver o resultado a todo custo (é um mito do nosso mundo!) pois ele sabe que o resultado virá no tempo certo e que cada tempo é a antecipação do tempo final.

 

 

 

 


Postado em: 08/02/2014 as 22:48:22





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