Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 VII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014



   

«Disse Jesus a seus discípulos: “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente! ’
Eu, porém, vos digo: Não enfrenteis quem é malvado! Pelo contrário, se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda! Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! Se alguém te forçar a andar com ele mil passos, caminha dois mil com ele! Dá a quem te pedir e não vires as costas a quem te pede emprestado. Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’
Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos.

Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito!”» (Mt. 5,38-48)

 


 

 

            Eis-nos diante de uma das mais desafiadoras páginas do Evangelho, é a continuação do trecho do domingo passado em que Jesus afirmava, com toda a sua força, que a fé cristã não se diferencia das outras maneiras de cultuar a Deus apenas por ser fundamentada em princípios e culto diferentes, mas sim por uma atitude do coração capaz de ir além do preceito, além da “justiça” entendida como retribuição em base ao certo e errado para poder entrar naquilo que mais vale: o homem.

 

            O trecho de hoje nos coloca diante de um modo de viver que, com extremo radicalismo, traz à tona o sentido último do estilo de vida de um cristão. Não estamos diante de palavras que servem a satisfazer os nossos desejos intimistas de algo espiritual, desejos que facilmente se transformam numa fuga alienante, num lugar tranquilo que nos afasta de um mundo que decepciona. Infelizmente é isso que muitas pessoas buscam quando se refugiam numa religiosidade que tem como centro apenas o próprio mundo interior. Quantas vezes ouvimos estas palavras: “me faz bem, então….”, como se esse “bem-estar” intimista fosse o critério último de uma dimensão espiritual. É um grave engano, pois esse modo de ver e interpretar a “fé” é exatamente o oposto da Escritura, na qual vemos que Deus educa sempre o homem a sair de si mesmo, do próprio pequeno e mesquinho munto feito de sensações privadas. A fé entendida como sensação autorreferencial é o maior engano sobre a proposta de Jesus. A fé não é isto. Jesus não propõe nem um idealismo nem uma fuga, mas sim uma inserção tão profunda no viver humano que é capaz de chocar qualquer um e conduzi-lo a perguntar-se: “por que isso?”. Sim, a fé do cristão, de um autêntico discípulo do Senhor, é capaz de deixar atônito, estupefacto qualquer um que observe com atenção as atitudes de um homem que crê. A fé é objetiva, não é uma sensação privada. A fé, quanto mais autêntica for, tanto mais expressa a confiança no modo de agir, no modo de ver de Jesus. Quanto mais intenso for o relacionamento do discípulo com o Mestre, tanto mais a fé se transforma numa atitude radical, mas não intransigente.

 

            O radicalismo de um discípulo cativa o homem que ainda não consegui descobrir a fé, porque lhe faz entrever que existem valores que estão acima do pensar comum, acima daquilo que é proposto de volta em volta como valor, pelos sistemas políticos e culturais nos quais vivemos e que mudam tão rapidamente. O radicalismo recorda ao homem o infinito eterno, lhe lembra o que é estável, assim como estáveis são os valores primários da existência humana.

 

            A história sempre nos deu exemplos de homens e mulheres que permaneceram firmes em seus valores até as últimas consequências, pessoas que assumiram um valor como centro da própria vida e não se venderam à mudança de opiniões. Por outro lado precisamos ter um certo cuidado e não confundir o radicalismo com a intransigência, a rigidez, a intolerância. A diferença é simples: todos esses elementos destroem as relações porque colocam o princípio acima da pessoa. O radicalismo como nos é proposto por Jesus, faz exatamente o contrário: aproxima as pessoas justamente porque não implica na renúncia ao princípio, mas leva em consideração a pessoa e as relações como valor último: «….ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos». Esse é o critério da radicalidade do amor de Deus para conosco! Sim, para Deus, cada pessoa vale mais do que faz ou deixe de fazer. Assim também deveria ser a “perfeição” do discípulo.

 

            Quando somos rígidos, não admitimos outras possibilidades a não ser aquelas que nós vemos e consideramos importantes; isso divide. Ao contrário, ser radical, significa ir até as últimas consequências quando o objetivo corresponde ao mesmo de Jesus. Essa é a radicalidade do Evangelho. Quem pensa e age assim, não se “vende” a qualquer preço, a qualquer proposta, renunciando ao valor último por causa de contingências. Ser radical significa não compactuar, ter “um pé em dois sapatos” como diz o ditado.

 

Jesus nos apresenta, hoje, algumas situações nas quais se vê o protótipo do discípulo que sabe colocar cada valor no seu lugar e escolher o que realmente agrada a Deus. Vamos, juntos, dar um olhar à proposta de Jesus.

 

A primeira impressão que surge em nós ao ler este trecho é que o cristão parece ser, um homem subjugado, fraco, que não deve se impor, que deve padecer as injustiças com a esperança de que “um dia” Deus o recompensará. Deste modo o discípulo é visto como uma pessoa fracassada, incapaz de reagir, de afirmar-se como homem (esta é a visão que algumas ideologias como, por exemplo, a Antroposofia têm da fé cristã).

 

Mas, o que de fato disse Jesus? A questão central para Ele está na seguinte pergunta: o que o cristão oferece como novidade a um mundo que teima continuamente em usar meios que não funcionam? Qual é a alternativa real que a fé traz ao homem? Ela pode ser algo que modifica as relações humanas ou é apenas um artifício que permite a sobrevivência a quem não tem como reagir?

 

            Para responder à questão temos apenas um meio que Jesus implicitamente nos sugere: verificar o que acontece quando respondemos a uma pessoa usando uma “arma” imprevisível. Por exemplo, ninguém espera que uma pessoa que recebe uma “bofetada” apresente também a outra face, ou seja, que não revide usando a mesma moeda. Se acontecer uma resposta assim, qual será o efeito gerado? Se soubermos provocar e constatar a reação a uma tal atitude, que desestabiliza pela sua imprevisibilidade, provavelmente poderemos também ver em que consiste a alternativa que Jesus propõe. O mal não se destrói com o mal, pois, assim fazendo, apenas se aumenta o seu poder, a sua presença no mundo. Então, aqui está o critério para distinguir o discípulo de Jesus de um outro homem qualquer: ele não responde ao mal com o mal, porque esta terrível dinâmica, apenas aumenta o “mal”. E o mal se instaura como uma força sorrateira dentro do mundo das relações dos homens. O mal pode ser destruído apenas como seu contrário: o bem, mesmo que isto custe, custe renunciar aos próprios direitos.

 

            Responder ao mal com o mal tem como resultado a divisão, a separação que é o “pecado” do qual fala sempre Paulo: “a inimizade”. Onde há inimizade é mais fácil encontrar o Inimigo do que encontrar a Deus. O cristão sabe que o bem, em última análise, vence e derrota o mal. Foi isso que aconteceu com Jesus, logo o homem que tem fé sabe que o amor vence; o cristão sabe isso porque viu Jesus viver deste modo e morrer deste modo. Jesus dirimiu qualquer dúvida possível sobre as relações entre o bem e o mal, tanto com a sua vida quanto com a sua promessa a Pedro: «as portas dos ínferos não prevalecerão» (Mt. 16,18). Ou seja: a “porta” indica o que dá acesso, o que faz entrar o homem no mundo dos “ínferos”, da degradação definitiva da sua dignidade, ou, em última análise: “não faz ser o homem aquilo que ele é”. Por isso que Paulo exorta o cristão com estas palavras: «Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem» (Rm. 12,21).

 

Continuando na nossa leitura, constatamos que Jesus toca várias circunstâncias nas quais entra em jogo também um outro questionamento: o cristão é uma pessoa que não reage? Claramente Jesus não nos pede de compactuar com o mal, ou tolerar o mal fingindo que não nos tocou porque estamos acima de tudo isto. Nada mais falso, todos somos profundamente atingidos e feridos pelo mal, sob qualquer forma este venha a nós, quer de uma doença, quer de uma incompreensão ou injustiça. O próprio Jesus, quando ressuscitado, ressuscitou com as marcas, com as feridas do mal recebido. A questão é outra para o cristão: o que fazemos com o mal que recebemos, usamos este para dividir ou para gerar união? Jesus usou as suas feridas para aproximar Tomé! O sofrimento, o mal, a injustiça, podem permanecer apenas o que são ou, se usadas e vividas na maneira que Jesus propõe, podem tornar-se fonte de união, amor, salvação. É só escolher o que fazer com aquilo que a vida nos reserva.

 

            Se repararmos bem, e considerarmos as possíveis reações de alguém que é surpreendido por uma atitude inesperada que responde ao mal com o bem, vemos que nunca há um aumento de distância entre os dois. Pois bem, o integralismo e a rigidez têm como consequência o aumento da distância entre as pessoas, a atitude proposta por Jesus não somente não aumenta a distância, isto é o pecado, mas lhe tira a força, destrói o seu ímpeto maligno; eu diria, é uma porta aberta para comunhão, mesmo à custa dos próprios direitos e de certo tipo de justiça. Ninguém daria a túnica a quem tira o “manto”, considerado um direito inalienável pela jurisdição dos Hebreus. Responder de modo surpreendente é um ato de amor que pode desestabilizar as certezas de alguém que espera ser considerado como inimigo e, invés, é tratado como “amigo”...! «Se a vossa justiça não superar a justiça dos escribas e fariseus... ».

 

            É fácil usar esta lógica? Com certeza não, não é humana. A lógica humana é a lógica expressa no primeiro e mais antigo código de Leis, o Código de Hamurábi (XVIII séc aC): «olho por olho, dente por dente», retomada pela legislação Judaica (Ex. 19,15-51; 21,24; Lv. 24,20). Era a famosa “lei do talião” que visava fazer sentir ao outro aquilo que ele havia provocado, o mal que ele havia causado. Por um lado esta é uma lógica valida, certa... Mas é apenas isso, não é capaz de gerar nada de novo, não converte, só reprime. O cristão tem uma função nova em tudo isto: ele é a porta aberta pela qual pode passar a mudança de vida de uma pessoa que cometeu o mal; uma porta aberta que agrada a Deus mais do que sacrifícios e cultos (parafraseando as palavras de Isaías sobre a misericórdia).

 

            Parece sempre mais difícil, mas Jesus nos dá também o caminho que nos permite fazer esta escolha; ouvimos que Ele associa o perdão à oração «orai por aqueles que vos perseguem», sim, sem a oração o homem permanece apenas na esfera humana, é incapaz de contemplar e transformar em vida o princípio divino que está no discípulo. O perdão é o que nos faz mais semelhantes a Deus, é um convite de Jesus, não uma obrigação: « Sejais filhos do vosso Pai... Ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos».

            Permito-me uns últimos esclarecimentos, apenas para entender melhor o que Jesus quis dizer com os exemplos que deu.

 

a)    «Se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda»; numa briga não se consegue dar um tapa no lado direito do rosto de uma pessoa; logo Jesus não está se referindo ao simples ato de bater, refere-se antes, à ofensa. Um tapa dado com o dorso da mão não é um ato de raiva é bem mais, é um ato de desprezo. A este ato de desprezo, Jesus sugere que quem é ofendido não somente fique desprendido disso, mas mostre também os outros aspectos de si que não são tão bonitos e agradáveis e que existem dentro do coração.

 

b)    A túnica era um bem próprio, um direito adquirido por herança ou por merecimento (Gen. 37,3); era símbolo de um “status” social. A quem quer tirar esta túnica, ou seja, o “a mais”, a liberdade do discípulo pode chegar a “dar” também o “manto” que, para os hebreus era um direito natural, que não podia ser tirado a ninguém (Ex. 22,25; Dt. 24,13).

c)    «Se alguém te forçar a andar com ele mil passos, caminha dois mil com ele»; era um gesto próprio do autoritarismo, para mostrar a superioridade podiam acontecer casos como o Cirineu: obrigado a mudar de caminho, a mudar o próprio projeto e seguir aquilo que outro impunha; às vezes se fazia isto de propósito para mostrar poder até sobre coisas da vida privada.

 

d)    «Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!» De fato não se encontra esta prescrição na Escritura, a qual apenas diz: “não é obrigado a amar teus inimigos”; o ódio ao inimigo é uma interpretação mais rígida dada pelos rabinos já que, sendo Israel o povo de Deus, todo inimigo de Israel é inimigo de Deus, logo Israel deve combater os inimigos de Deus: nasce a guerra santa (que ainda hoje ceifa milhares de vítimas).

 

Mas é realmente possível amar alguém que nos fez o mal?

 

É um desafio, um desafio a percorrer a estrada do amor, sustentados pela força da oração, o exemplo e as promessas de Jesus: tudo isto é mais que humano, é próprio de um filho de Deus.

 

O amor do inimigo constitui o núcleo da revolução cristã, uma revolução não baseada em estratégias de poder econômico, político ou mediático. A revolução é do amor, um amor que não se apoia sobre recursos humanos, mas é dom de Deus que se obtém confiando unicamente e sem ressalvas sobre a Sua bondade misericordiosa”; creio que estas palavras (tiradas de uma catequese de Bento XVI) mostrem como hoje a evangelização passa necessariamente por esta proposta alternativa encarnada já que o mundo está simplesmente saturado de propostas e dificilmente consegue escutar.

 

O discípulo pode, sim, mostrar a força do amor que «As grandes águas não podem apagar, nem os rios afogar» (Ct. 8,7). Isto é evangelizar, é tocar o coração do homem com a força do amor de Deus. Gostaria de encerrar citando uma reflexão de Santo Tomás de Aquino: “O amor a um amigo pode ter várias motivações que não implicam em Deus, enquanto que Deus é o único motivo pelo qual se pode amar um inimigo” (S.Th. III,27,8).

 

Deus te abençoe,

Pe. Carlo

 

 

 


Postado em: 22/02/2014 as 22:47:25





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