Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo da Quaresma


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«Seis dias depois, Jesus tomou consigo a Pedro, Tiago e seu irmão João, e os levou a um lugar à parte, sobre um alto monte. Transfigurou-se diante deles: seu rosto brilhava como o sol, e sua roupa tornou-se branca como a luz. Então lhes apareceram Moisés e Elias, conversando com ele. Pedro interveio, dizendo a Jesus: “Senhor, como é bom estarmos aqui! Se queres, farei aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Ainda falava, quando uma nuvem luminosa os envolveu, enquanto dela saía uma voz que dizia: “Este é meu Filho bem-amado, no qual encontro toda a minha satisfação. Ouvi-o”. A esta voz, os discípulos caíram com o rosto por terra e ficaram tomados de grande medo. Mas Jesus chegou perto, tocou neles e disse: “Levantai-vos e não temais”. Então, eles ergueram os olhos, mas não viram ninguém a não ser somente Jesus. Descendo do monte, Jesus lhes ordenou: “Não faleis para ninguém do que acabais de ver, até que o Filho do homem ressuscite dos mortos”. » (Mt. 17, 1-9).

 


 

            No coração de Jesus já estava clara a decisão de dirigir-se a Jerusalém, de percorrer, mais uma última vez, aquele caminho junto com seus discípulos. As frequentes adversidades, as rejeições, a hostilidade dos fariseus e dos detentores do poder constituído haviam deixado claro que, para Jesus, aquele percurso poderia ser o último da sua vida. O Senhor estava deixando definitivamente a Galileia, a sua terra, o berço da maioria de seus discípulos e apóstolos, palco de muitas curas e milagres. Contudo, Jesus sentia que nada daquilo que fora realizado até então seria suficiente enquanto os seus gestos permanecessem limitados apenas à Galileia; Ele precisava ir a Jerusalém, coração do judaísmo e, conforme o pensamento judaico, lugar do “julgamento” definitivo de Deus sobre a história do homem, Jesus percebia que os seus gestos de amor para as pessoas pareciam insuficientes; sua atenção às mais profundas necessidades daqueles que ansiavam conhecer o verdadeiro rosto de Deus também parecia insuficiente até que tudo fosse “julgado” em Jerusalém…

 

O evangelista Mateus apresenta toda a atividade de Jesus na Galileia cercada de sentimentos contrastantes e, às vezes, contraditórios. Se, por um lado, havia uma grande multidão que seguia o Messias esperado, por outro lado, nota-se que a vida de Jesus naquela região termina com um episódio que manifesta toda a sua profunda frustração: nem a multidão, nem os discípulos conseguiram ir “além” daquilo que viam. Quase todos interpretavam os seus gestos de modo errado, a ponto de Jesus proibir até aos mais próximos -Pedro, Tiago e João- de tirar conclusões elementares e demasiadamente apressadas: «Não digam nada a ninguém….» pediu-lhes repetidamente.

 

O amor de Jesus para com os homens poderia alcançar a plenitude somente no mais profundo gesto de amor ao Pai, lá, em Jerusalém. Às vezes, por mais que se façam gestos e atos de amor às pessoas, nem sempre estas conseguem fazer um salto qualitativo que lhes permita ir “além” do benefício recebido; frequentemente as pessoas apenas se aprazem com aquilo que experimentam. Para que aconteça um “salto qualitativo”, é necessária a referência a Deus. Esta, por exemplo, é a diferença essencial entre beneficência e caridade, duas coisas que só formalmente são semelhantes, mas essencialmente são diferentes. A beneficência é um simples movimento filantrópico, um ato nobre de solidariedade e nada mais que isso; a caridade é um ato que transmite aquela “gratuidade humana que faz conhecer a gratuidade de Deus” (este é o sentido da palavra cariV -caris- da qual vem “caridade”).

 

Sendo assim, se entende como apenas o profundo gesto de entrega ao Pai poderia, então, dar sentido àquilo que Jesus fizera para os homens.

 

Era isso que Jerusalém significava para Jesus. Ali ofereceria ao Pai tudo quanto havia feito para que se realizasse o profundo desejo de Deus, tão bem expresso pelo salmista: «Escreva-se isto para a geração futura: “um povo novo há de ser criado, louvará o Senhor que do alto do seu santuário, dos céus, olhou para a terra para ouvir o gemido dos cativos e libertar os que eram condenados à morte. Para que fosse anunciado em Sião o nome do Senhor e o seu louvor em Jerusalém, quando se reunirem os povos e os reinos, para servirem ao Senhor”» (Sal. 102,19ss). Um povo novo, então, um povo livre que transforma a sua felicidade em gratidão para com aquele Deus que sempre vai ao encontro do homem em qualquer situação em que este se encontre.

 

Em todo esse contexto, um momento de intimidade com os discípulos ilumina o caminho e manifesta o significado daquilo que Jesus estava prestes a viver com toda a intensidade. Se tratava de um momento de graça, especial, um preludio para o “novo povo”; um gesto que antecipava o grande mistério do qual a Igreja (representada por Pedro, Tiago e João) seria a portadora até o fim dos tempos.

 

Com a sua grande capacidade de estabelecer simbologias, Mateus coloca o episódio da “transfiguração” no «sexto dia», ou seja, no mesmo dia em que Deus «criou o homem à sua imagem e semelhança», conforme se lê no livro de Gênesis. Nunca saberemos o que de fato os três apóstolos experimentaram naquele dia, na montanha, junto com Jesus. Certo é que tentaram descrever, com as palavras que tinham à disposição, uma experiência mística que lhes antecipava, em Jesus, o que cada homem poderia ter sido se tivesse dado ouvido à proposta de Deus manifestada, até então, pelas indicações que Deus havia dado meio de Moisés, (que edificou e estruturou Israel como povo) e Elias, representante do todos os profetas que deram, ao mesmo povo, um coração, uma alma, e renovaram a cada tempo o encanto de pertencer a Deus. Jesus, Moisés, Elias. No sinal da transfiguração, o Senhor sintetizava em si, num homem novo, todo o caminho da Lei e do Espírito que havia guiado Israel até então.

 

 Ali, no monte, aquele momento de intimidade com os três apóstolos, Jesus apontava a todos o que cada homem pode ser, a beleza que existe em cada um que responda ao chamado de “subir” ao monte com Ele. Mostrava aos três apóstolos a beleza de ser revestido de brancas vestes, as mesmas com as quais eles poderiam ainda revestir cada homem que se confiasse à comunidade que Jesus havia formado. Ao resplandecer diante deles, lhes confiava a missão que a Igreja para sempre teria, missão tão bem significada pelo livro de Apocalipse que descreve os santos como «aqueles que alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro» (Ap. 7,14). Ou seja, os santos são aqueles que foram capazes de revestir-se da cor de Deus (branco), porque se deixaram revestir pelo amor de Jesus dado até o fim até o “sangue”. Essa é a missão da comunidade de fé, da Igreja, é conduzir quem o desejar a ser “santo”, ser aquilo que de melhor existe dentro do homem.

 

A imagem do homem novo resplandecia no rosto de Jesus como visibilização da luz que há em cada um de nós. O homem, criado no sexto dia, (isto, na linguagem simbólica da Escritura, significa: “muito perto do sete, que é a perfeição”) poderá alcançar toda a sua beleza. Sim, porque ao permanecer perto de Jesus, todos foram «envolvidos pela nuvem», que indica sempre a presença de Deus (cfr. Ex. 13,21; 19,16; etc.). Na tradição da cultura religiosa dos Hebreus, a nuvem é o símbolo da presença de Deus, impalpável, que se faz sentir, mas não apanhar, que se manifesta e se esconde ao mesmo tempo. É dessa maneira que Deus envolverá o homem uma vez que este se permaneça “junto com Cristo”, na sua comunidade, no lugar onde o Ressuscitado ficará para sempre. No caminho de encontro com Deus o discípulo sentirá sempre, contemporaneamente, a presença e a ausência do Senhor. Nessa tensão amorosa cada dia será renovado o desejo de um encontro que supere o anterior.

 

A descrição que o evangelista faz, é carregada de elementos ricos de valores religiosos para os hebreus. Por exemplo: assim como os mandamentos, isto é a antiga “Lei”, são dados na montanha, também a transfiguração acontece numa “montanha” (que, para os povos antigos, indicava o ponto de maior proximidade à divindade). Nesse monte a comunidade dos Apóstolos recebe a nova lei que é a própria vida com Jesus. Analogamente ao episódio do monte Sinai, quando «o rosto de Moisés ficou resplandecente da glória de Jahvé» (Ex. 24,18), o rosto de Jesus brilhou da glória do Pai e suas vestes ficaram «brancas como a luz», (como já dito, o branco é a cor que indica a presença de Deus). Fica evidente, para o Evangelista o paralelismo entre aquilo que o Antigo Testamento mostra sobre Deus e aquilo que Jesus estava mostrando quanto ao Pai.

 

Todavia, existe uma grande diferença entre os dois episódios. Para o Antigo Testamento, a maneira de se aproximar de Deus, o modo de agradar a Ele significava corresponder à Lei, isto é, ou não fazer as “coisas” que Deus proibia, ou fazer aquilo que pedia. Sem dúvida isso não é errado, mas é apenas o primeiro passo de um caminho. Ora, o homem novo, o homem do “sétimo dia”, nasce quando ele é capaz de fixar o olhar em Jesus, é capaz de realizar na sua vida aquilo que o Evangelista diz dos discípulos em relação ao Senhor: «não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus». Quem vê realmente Jesus verá somente Ele, apontará somente para Ele, desejará somente Ele; “mais ninguém, mais nada” porque possui o amor como qual Jesus é capaz de amar e o amor é “tudo”, é o que dá a alegria que faz resplandecer com uma luz nova o rosto do discípulo.

 

Permito-me citar a respeito um trecho muito valioso do Documento de Aparecida: “A alegria do discípulo não é um sentimento de bem-estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do amor de Deus. Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria” (DA 29). Como não reconhecer nisso a missão e o mistério que a Igreja carrega em si?

 

Não importa quais forem os caminhos para descobrir Jesus como “centro”. Isso é possível tanto pelo caminho da “lei”, dos princípios, -simbolizados por Moisés- ou por uma experiência carismática -simbolizada por Elias-; não importa “como”…., contanto que o centro seja sempre Jesus assim como Ele é, e não uma imagem de Jesus que foi forjada na nossa mente, como tinha acontecido com as multidões da Galileia.

 

No quadro descrito pelo Evangelista, os três apóstolos parecem pessoas que, atordoadas, não sabem o que estão dizendo. Parecem absorvidas e, ao mesmo tempo, distraídas pela interlocução entre Jesus a “lei” e o “carisma” face a face com Jesus.

 

Poderia ser uma imagem do nosso caminho interior? Por que não? Mesmo que precise um pouco de liberdade hermenêutica, de certa forma a dimensão da lei e dos profetas indicam as duas maneiras com as quais se pode olhar a vida de fé: seguir os preceitos e seguir o que se “sente”…. Tudo é possível, mas o critério fundamental é apenas um: a pessoa de Jesus, o que Ele é, o que Ele disse, as escolhas que Ele fez, o resto é pleonástico, redundante. Tanto o primeiro quanto o segundo caminho são insuficientes uma vez que são desligados da pessoa de Cristo. O critério é apenas Jesus, e tudo o que Ele é. Para entender isso é preciso chegar até o fim, até Jerusalém. Jesus pediu aos Apóstolos que ficassem calados, porque sem o evento decisivo da cruz é impossível dizer algo consistente sobre Ele, pois um “Salvador” que não passe pela contradição da cruz, do insucesso, da fragilidade humana… é apenas um mito. É um mito porque no coração do homem há também a dor e o sofrimento, não apenas o sucesso e mais, nem todos tem sucesso na vida, mas todos sofrem e é justamente aqui, naquilo que é comum a todos que Jesus pode encontrar e se deixar encontrar por qualquer pessoa.

 

Assim como os apóstolos, nós não podemos ter a presunção de “dizer algo” sobre Jesus enquanto não tivermos trilhado inteiramente aquele caminho que Ele percorreu e que nos propõe continuamente, a cada evento do sia, em cada encontro com alguém que necessite. Enquanto a fragilidade, o medo, a escuridão não tiver batido à nossa porta, e não tivermos encontrado o Senhor ali, poderemos apenas ter “opiniões” sobre Ele. Dizer algo a mais é pura presunção.

 

A narração do episódio da Transfiguração também serviu ao evangelista para recordar aos primeiros cristãos a inutilidade daquelas tensões entre quem escolhe a “lei” e quem prefere o “carisma” na sua vida de fé, fato esse que se verificou, por exemplo, na comunidade de Corinto. Assim, para que também hoje não percamos tempo na mesma distração, Mateus nos sugere a porta certa que dá acesso à harmonia, à salvação: é olhar “apenas para Ele!”.

 

A cena da transfiguração, quase que idílica, parece interrompida abruptamente pela nuvem e pela voz. Os dois elementos estão presentes também quando da Anunciação a Maria: «O Espírito te cobrirá com sua sombra» dirá o Anjo a Maria. A mesma «sombra» envolve a pequena comunidade de Jesus, a Igreja posta diante dele em Pedro, Tiago e João. Esta, como Maria, tem realmente o poder de “dar à luz” filhos de Deus, pessoas novas e continuamente renovadas pelas duas forças que interagem a história da salvação que são a percepção viva da presença de Deus –o Espírito, a sombra da nuvem- e uma palavra eficaz: «escutai», “ouvi”, “deem crédito”…. Sim, esse é o caminho certo, o caminho pelo qual o “homem novo”, recriado à imagem de Jesus Cristo, pode ser oferecido ao mundo como real possibilidade.

 

Nem milagres, nem atos ou episódios extraordinários, nem regras ou deveres restavam para os três apóstolos. Nada disso era assim tão importante. Os três «caíram com o rosto por terra», gesto próprio de quem havia se dado conta de estar diante de Deus. Este era o segredo de tudo; é a solução de tudo. Viver a vida de fé é acima de tudo se dar conta de estar na presença de Deus! É viver a presença de Deus, trazer consigo a presença de Deus como um tesouro precioso, contemplar a presença de Deus…

…até a Páscoa definitiva. 

 

Deus te abençoe,

Pe. Carlo


Postado em: 13/03/2014 as 00:33:10





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