Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014



   

«Não os temais, pois nada há de encoberto que não venha a ser revelado, e nada há de escondido que não venha a ser conhecido. O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus»  (Mt. 10,26-33).

 


 

 

 

A passagem de hoje se coloca dentro de um conjunto de indicações que Jesus dá para os discípulos; é como se fosse um “compêndio” que o discípulo deve sempre ter presente em sua vida. A perspectiva de Mateus dá relevo ao anúncio do reino, entendido como a missão principal dos discípulos. É um anúncio que, como foi para Jesus, visa num primeiro momento reunir as «ovelhas perdidas», para depois ser levado ao mundo dos gentios (“gens” na língua latina significa “os outros povos”). Contudo, se o anúncio da presença do Reino, tão esperado pelos judeus, estava sendo tão hostilizado pelos próprios detentores da doutrina religiosa e do culto de Israel, o que podia se esperar de diferente no mundo dos pagãos? Quando o Evangelista escreveu, a comunidade cristã já contava com um bom número de pessoas que, do paganismo, haviam aderido à fé; mas, junto com esta maravilhosa abertura, também sobressaiam as grandes diferenças entre o mundo judeu e mundo dos convertidos do paganismo. A fé cristã propunha um conjunto de valores decorrentes da vida e do ensinamento de Jesus que não cabiam na estrutura do pensamento antigo. Por exemplo a visão que a fé cristã propunha quanto ao homem, às suas relações, à sua dignidade, à igualdade entre homens e mulheres, escravos e livres perante de Deus... Foi a fé cristã que trouxe ao mundo os valores que, ainda hoje, estão na base da Declaração dos Direitos Humanos proclamada em 1948 logo depois dos horrores da 2ª guerra, que mostrou ao mundo inteiro, nos campos de extermínio e nas ogivas nucleares lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, do que o homem é capaz quando a sua mente é “pagã”. A expressão “pagão” tem origem na Grécia e indicava as pessoas isoladas nas montanhas e, culturalmente “entrincheiradas em suas posições” e, por isso, não abertas a visões novas. Aos poucos passou a ter também um significado religioso para indicar quem cria uma visão própria de Deus e não admite outra. A reação dos “pagãos” de então contra os cristãos e seus valores alternativos, foi muito violenta, bem antes das famosas perseguições de Nero, Décio, Diocleciano etc. Pois bem, é nesse contexto que ao Evangelista voltavam à mente as palavras de Jesus que, como aqui no Evangelho, por três vezes repetem: «não tenham medo». A redação final deste Evangelho é comumente atribuída em torno do ano 70, isto é, logo após a perseguição de Nero do ano 64 na qual perderam a vida Pedro e Paulo, por isso podemos imaginar e sentir a carga emocional e religiosa que permeia todo o escrito.

 

O texto se apresenta antes de tudo como um anúncio de esperança quando tudo parece não ter sentido, quando o poder esmagador dos fortes parece tornar inútil qualquer proposta sensata que se possa fazer em favor da vida e da dignidade humana. Não será ainda hoje este trecho um consolo e como um forte abraço de Deus àqueles que ainda sofrem por causa da fé? É preciso ser realista, não podemos esconder o sangue dos mártires, pois é sobre este que se alimenta a Igreja, sobre o amor incondicional capaz de renunciar à vida, na fidelidade ao amor de Jesus. Falar das perseguições como algo “do passado” é uma grande mentira do mundo pagão. Segundo a organização dos direitos humanos “Realase International”, entre 2007-2012 cerca de 200 milhões de cristãos foram perseguidos em Países como a Nigéria, Somália, Arábia, Indonésia, China... Foram banidos de seus Países, terras, povos. Perderam o trabalho por causa da fé e ficaram sem direito de culto ou palavra ou defesa em tribunal; impossibilitados a vender seus produtos ou cortados fora das vias de acesso às suas cidades foram condenados a morrer de fome... Isso para não levar em consideração os massacres de cristãos planejados nas perseguições de Mao Tse-tung da China, de Stalin na Rússia, na Camboja, na ex Jugoslávia, no México, na Espanha, e na África por mãos de muçulmanos. Não será ainda este Evangelho importante para quem sofre assim? Qual é o peso que as palavras de Jesus têm para nós e qual para essas pessoas pelas quais a fé é uma escolha que questiona realmente tudo? O real sentido das palavras de Jesus nesse Evangelho e o alívio da presença forte e terna de Jesus em nossa vida, são compreensíveis e perceptíveis apenas em proporção a quanto estivermos dispostos a perder por causa de Jesus. Obviamente se a nossa fé estiver se preocupando apenas com o “medo” de perder pequenos privilégios, seguranças e coisas semelhantes, então será extremamente difícil que as palavras de Jesus penetrem na nossa vida e nos deem a graça de sentir o Senhor perto de nós. Quantas vezes é possível ver pessoas que realmente estão dispostas a “dar” a própria vida pelo Reino, pessoas generosas, bem-dispostas, mas que com o tempo retomam, passo a passo, uma a uma as coisas que haviam entregado a Deus! Tudo com pequenas, sutis concessões ao bem-estar religioso! Mas a fé não é isso, o burguesismo da fé esvazia ela de brilho e, por isso, se torna sempre menos contagiante.

 

A Igreja, a comunidade de fé como Jesus a desejou, não cresce por proselitismo mas sim por expansão contagiante. É esse o instrumento do anúncio que Jesus quis deixar aos seus e que é diretamente ligado à disposição do discípulo de «não se conformar à mentalidade desse mundo» (Rm. 12,2).

 

Para quem não estiver disposto a perder, mas sempre a ter sucesso, inclusive religioso, terão sentido as palavras: «Não os temais»?

 

Talvez estejamos diante de um dos mistérios de Deus menos compreensíveis e menos aceitáveis para a lógica humana. Com certeza Jesus não quer dar resposta alguma ao drama gerado pela opressão dos mais fortes, drama tão bem expresso pelas palavras de Jeremias:«Tu és justo demais, ó Senhor para que eu possa discutir contigo; contudo, gostaria de perguntar sobre a justiça: “Por que prospera o caminho dos perversos, e vivem bem todos os que procedem perfidamente?”» (Jer. 12,1). A revolta descrita no Profeta Malaquias poderia ser a nossa: «Vós dizeis: “Inútil é servir a Deus. O que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos?» (Mal. 3,14). O que Jesus deseja dar não é uma resposta, mas sim um modo de viver tais situações. Uma resposta nem sempre muda as situações, mas o modo de viver situações difíceis pode abrir portas novas e colocar o homem de fé num outro plano, um plano que supera o modo de ver comum e nos aproxima mais do modo de pensar de Jesus.

 

«O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia»... sim Jesus fala muito mais intensamente ao coração durante a escuridão do que durante o sucesso e os resultados baratos. Quando tudo é escuro, quando as coisas parecem perder o sentido, quando o amanhã parece ser sempre menos atraente é então que o coração está mais livre para escutar, pois não está anestesiado pelo sucesso e pelo pláuso dos outros. Quando o coração começa a ser livre é então que é mais capaz de não ouvir a si mesmo e de se abrir a Outro, com humildade. E o que o coração escuta nesse momento não vem da razão, (pois tudo passa a não ter sentido) mas sim do próprio Jesus que viveu tais situações de escuridão. Antes de tudo é necessário ter esta certeza: mesmo que as situações absurdas conduzam à maior contradição com a dignidade do ser humano, mesmo que a situação afunde nas maiores trevas, Ele, o Senhor, fala e continua falando. Não há lugar aonde não possa ser percebida a voz e a presença de Deus, pois é justamente em condições de aparente insucesso que Ele, o Senhor, se fez conhecer por aquilo que é.

 

Um Deus do triunfo é obvio demais para ser amado e percebido como amigo, como alguém que “sabe o que significa…”. Um Deus que partilha os dramas do homem, que não está do lado vencedor, é sem dúvida menos fácil de compreender do que a imagem de um Deus poderoso que resolve todos os problemas.

 

«O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia». Ouvimos de Mateus que o Senhor ainda é capaz de dizer-nos uma palavra no meio das trevas, trevas que engrossam na medida em que Deus desaparece da vida das pessoas. Eis então que a segunda parte deste versículo indica aos discípulos como agir “nas trevas”. Em primeiro lugar Jesus censura a atitude de quem age por medo: em situações onde o medo abunda, onde parece dominar tudo, até o nosso mundo interior, ainda ali se faz presente a mão forte e protetora de Deus, por quanto absurdo isso possa parecer. Quando deixamos o medo dominar a nossa vida, renunciamos à liberdade de escolher, de escolher “como” viver uma situação mesmo que desastrosa, o “medo” acaba controlando a vida. Mas o medo é algo vazio! Se pode ter medo de tudo, até daquilo que não existe, o medo nasce na mente e morre no coração. Então é a esse coração que ainda é capaz de viver situações complexas com a força da sua liberdade que Jesus se dirige. Jesus se faz sentir perto para que, aliviados pela Sua presença forte e terna, possamos saber “como” viver o que vivemos.

 

É este “como” que faz a diferença pois, de qualquer maneira, algumas pessoas têm o poder de «matar o corpo», mas o medo pode até matar o espírito e conduzir o homem ao inferno (o que, na linguagem bíblica significa “algo que é abaixo” da dignidade e da vocação humana). O medo é uma das armas preferidas do demônio, talvez a mais comum e eficaz. Em qualquer lugar será possível encontrar e agarrar-se à mão de Jesus para viver com aquela liberdade da qual o homem é capaz quando permanece ao lado de Jesus.

 

A segunda indicação que Jesus dá é «proclamar à luz do dia» o que o Espírito do Senhor0 diz nas trevas. Quantas santas pessoas souberam, em situações de trevas, sair do próprio mundo, violentado e ferido, esquecer das próprias, justas, lágrimas para projetar-se em direção de outros que sofrem tanto quanto! Esta é a “luz”, é a maneira de ser Daquele que é a “Luz”, mesmo vivendo o drama da cruz.

 

Proclamar à luz do dia não significa fingir que o drama não existe, mas iluminá-lo com a atitude que Jesus teve, par que a mesma “luz” possa atingir as pessoas que estão sufocando nas trevas.

 

Tempo atrás, em Jerusalém, fui visitar uma grandiosa obra que impressionava pela cruel realidade que representava: num túnel escuro, onde os espelhos contrapostos faziam perder a dimensão do espaço; ali, um após outro, eram pronunciados os nomes, a idade e o lugar onde morreram as vítimas do nazismo. Sem dúvida uma belíssima representação das trevas... mas não havia uma palavra de perdão! Uma palavra de esperança que iluminasse. Saí com um profundo vazio e uma pergunta: “É isto o que Jesus faria?”. Apenas um túnel escuro...?

 

O texto que estamos lendo nos remete também à maneira com a qual o Senhor ainda hoje nos fala e nos introduz para o núcleo do seu mistério. A frase de Jesus: «o que escutais ao pé do ouvido», faz referência a um trecho de Isaías; trata-se de um poema no qual, tipologicamente, é descrito o projeto e o caminho com o qual Deus escolheu conduzir o homem em direção de algo diante do qual «até os reis ficarão calados» (Is. 52,15). Segundo este poema, a realização do projeto de salvação passa pela adesão incondicional do “Servo de Jahvé” a Deus, o qual «a cada manhã sussurra ao seu ouvido» -“ao pé do ouvido”-(Is. 50,4). A expressão indica a total sintonia entre aquele que fala “cada dia” -e não tudo de uma vez, como todos nós gostaríamos- e a atitude de quem está simplesmente disposto a escutar. Deus fala quase sussurrando ao ouvido, de modo que a Sua presença possa apenas ser percebida se o ouvido estiver aberto.

 

O homem de Deus, o discípulo verdadeiro, «grita dos telhados» a presença de Deus, a transmite com sua confiança e entrega amorosa mesmo numa situação absurdamente desumana; mais com a sua atitude de firmeza do que com as palavras. Isto faz a diferença. O discípulo participa de modo reflexo, mas com todo o consciente envolvimento, com o seu “sim” à «loucura de Deus» (1Cor. 1,25) com a qual o Onipotente se fez impotente, dobrando-se à liberdade do homem que pode escolher entre um mundo com Deus e um mundo sem Deus.

 

Permito-me encerrar com as palavras de uma poesia de uma pessoa, Dietrich Bonhoeffer, que morreu nos campos nazistas; um teólogo luterano, uma alma privilegiada que não conseguiu perder a sua profunda relação com Deus naquele lugar que outros definiram como o “lugar da morte de Deus”.

 

Cristãos ficam ao lado de Deus na sua paixão.É isto que distingue cristãos de pagãos. «Vocês não conseguem vigiar comigo nem por uma hora?», pergunta Jesus no Getsêmani.


Isto é uma inversão de tudo o que o ser humano religioso espera de Deus.


O ser humano é conclamado a compartilhar o sofrimento de Deus por causa do mundo sem Deus   (Cristãos e pagãos).


Postado em: 06/07/2014 as 22:44:50





Leia também


01 de agosto de 2014   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014   -   XVI Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


22 de junho de 2014   -   XII Domingo do Tempo Comum


01 de junho de 2014   -   Ascenção do Senhor


18 de maio de 2014   -   V Domingo de Páscoa


00 de de 0000   -   II Domingo da Quaresma


02 de março de 2013   -   VIII Domingo do Tempo Comum


23 de fevereiro de 2014   -   VII Domingo do Tempo Comum


09 de fevereiro de 2014   -   V Domingo do Tempo Comum


02 de fevereiro de 2014   -   Festa da Apresentação do Senhor


22 de dezembro de 2013   -   IV Domingo do Advento


08 de dezembro de 2013   -   Festa da Imaculada Conceição de Maria


01 de dezembro de 2013   -   I Domingo do Advento


17 de novembro de 2013   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


10 de novembro de 2013   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


03 de novembro de 2013   -   Festa de Todos os Santos


27 de outubro de 2013   -   XXX Domingo do Tempo Comum


20 de outubro de 2013   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


13 de outubro de 2013   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


06 de outubro de 2013   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


29 de setembro de 2013   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


22 de setembro de 2013   -   XXV Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2013   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


01 de setembro de 2013   -   XXII Domingo do Tempo Comum


25 de agosto de 2013   -   XXI Domingo do Tempo Comum


18 de agosto de 2013   -   Assunção de Nossa Senhora


11 de agosto de 2013   -   XIX Domingo do Tempo Comum


00 de de 0000   -   XIX Domingo do Tempo Comum


04 de agosto de 2013   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


28 de julho de 2013   -   XVII Domingo do Tempo Comum


21 de julho de 2013   -   XVI Domingo do Tempo Comum


14 de julho de 2013   -   XV Domingo do Tempo Comum


30 de junho de 2013   -   São Pedro e São Paulo


23 de junho de 2013   -   XII Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2013   -   XI Domingo do Tempo Comum


09 de junho de 2013   -   X Domingo do Tempo Comum


02 de junho de 2013   -   IX Domingo do Tempo Comum


19 de maio de 2013   -   Domingo de Pentecostes


12 de maio de 2013   -   Solenidade da Ascensão


05 de maio de 2013   -   VI Domingo de Páscoa


28 de abril de 2013   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2013   -   IV Domingo de Páscoa


07 de abril de 2013   -   II Domingo de Páscoa


24 de março de 2013   -   Domingo de Ramos


17 de março de 2013   -   V Domingo de Quaresma


10 de março de 2013   -   IV Domingo de Quaresma


03 de março de 2013   -   III Domingo de Quaresma


24 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


23 de fevereiro de 2013   -   II Domingo de Quaresma


17 de fevereiro de 2013   -   I Domingo de Quaresma


10 de fevereiro de 2013   -   V Domingo do Tempo Comum


03 de fevereiro de 2013   -   IV Domingo do Tempo Comum


27 de janeiro de 2013   -   III Domingo do Tempo Comum


20 de janeiro de 2013   -   II Domingo do Tempo Comum


13 de janeiro de 2013   -   Festa do Batismo do Senhor


30 de dezembro de 2012   -   Festa da Sagrada Família


23 de dezembro de 2012   -   IV Domingo do Advento


16 de dezembro de 2012   -   III Domingo do Advento


09 de dezembro de 2012   -   II Domingo do Advento


02 de dezembro de 2012   -   I Domingo do Advento


25 de novembro de 2012   -   Festa de Cristo Rei


18 de novembro de 2012   -   XXXIII Domingo de Tempo Comum


11 de novembro de 2012   -   XXXII Domingo de Tempo Comum


04 de novembro de 2012   -   Festa de todos os Santos


28 de outubro de 2012   -   XXX Domingo de Tempo Comum


21 de outubro de 2012   -   XXIX Domingo de Tempo Comum


14 de outubro de 2012   -   XXVIII Domingo de Tempo Comum


07 de outubro de 2012   -   XXVII Domingo de Tempo Comum


30 de setembro de 2012   -   XXVI Domingo de Tempo Comum


23 de setembro de 2012   -   XXV Domingo de Tempo Comum


16 de setembro de 2012   -   XXIV Domingo de Tempo Comum


09 de setembro de 2012   -   XXIII Domingo de Tempo Comum


02 de setembro de 2012   -   XXII Domingo do Tempo Comum


26 de agosto de 2012   -   XXI Domingo do Tempo Comum


19 de agosto de 2012   -   Assunção de Maria ao Céu


12 de agosto de 2012   -   XIX Domingo do Tempo Comum


05 de agosto de 2012   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


29 de julho de 2012   -   XVII Domingo do Tempo Comum


22 de julho de 2012   -   XVI Domingo do Tempo Comum


15 de julho de 2012   -   XV Domingo do Tempo Comum


08 de julho de 2012   -   XIV Domingo do Tempo Comum


01 de julho de 2012   -   São Pedro e São Paulo


24 de junho de 2012   -   Nascimento de João Batista


17 de junho de 2012   -   XI Domingo do Tempo Comum


10 de junho de 2012   -   X Domingo do Tempo Comum


07 de junho de 2012   -   Corpus Christi‏


03 de junho de 2012   -   Festa da Santíssima Trindade


27 de maio de 2012   -   Domingo de Pentecostes


20 de maio de 2012   -   Ascensão de Nosso Senhor


13 de maio de 2012   -   VI Domingo de Páscoa


06 de maio de 2012   -   V Domingo de Páscoa


29 de abril de 2012   -   IV Domingo de Páscoa


22 de abril de 2012   -   III Domingo de Páscoa


15 de abril de 2012   -   II Domingo de Páscoa


08 de abril de 2012   -   Domingo de Páscoa


01 de abril de 2012   -   Domingo de Ramos


25 de março de 2011   -   V Domingo da Quaresma


18 de março de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


11 de março de 2012   -   III Domingo da Quaresma


04 de março de 2012   -   II Domingo da Quaresma


26 de fevereiro de 2012   -   I Domingo de Quaresma


19 de fevereiro de 2012   -   VII Domingo do Tempo Comum


12 de fevereiro de 2012   -   VI Domingo do Tempo Comum


05 de fevereiro de 2012   -   V Domingo do Tempo Comum


29 de janeiro de 2012   -   IV Domingo do Tempo Comum


22 de janeiro de 2012   -   III Domingo do Tempo Comum


15 de janeiro de 2011   -   II Domingo do Tempo Comum


25 de dezembro de 2011   -   Natal do Senhor


18 de dezembro de 2011   -   IV Domingo do Advento


11 de dezembro de 2011   -   III Domingo do Advento


04 de dezembro de 2011   -   II Domingo de Advento


27 de novembro de 2011   -   I Domingo do Advento


20 de novembro de 2011   -   Festa de Cristo Rei


13 de novembro de 2011   -   XXXIII Domingo do Tempo Comum


30 de outubro de 2011   -   XXXI Domingo do Tempo Comum


23 de outubro de 2011   -   XXX Domingo do Tempo Comum


16 de outubro de 2011   -   XXIX Domingo do Tempo Comum


09 de outubro de 2011   -   XXVIII Domingo do Tempo Comum


02 de outubro de 2011   -   XXVII Domingo do Tempo Comum


25 de setembro de 2011   -   XXVI Domingo do Tempo Comum


15 de setembro de 2011   -   XXV Domingo do Tempo Comum


11 de setembro de 2011   -   XXIV Domingo do Tempo Comum


04 de setembro de 2011   -   XXIII Domingo do Tempo Comum


28 de agosto de 2011   -   XXII Domingo do Tempo Comum


21 de agosto de 2011   -   Assunção de Nossa Senhora


14 de agosto de 2011   -   20° Domingo do Tempo Comum


07 de agosto de 2011   -   XIX Domingo de Tempo Comum


31 de julho de 2011   -   XVIII Domingo do Tempo Comum


24 de julho de 2011   -   XVII Domingo do Tempo Comum


17 de julho de 2011   -   XVI Domingo do Tempo Comum


10 de julho de 2011   -   XV Domingo do Tempo Comum


03 de julho de 2011   -   São Pedro e São Paulo


26 de junho de 2011   -   XIII Domingo do Tempo Comum


19 de junho de 2011   -   FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE


12 de junho de 2011   -   Domingo de Pentecostes


05 de junho de 2011   -   Ascensão do Senhor


29 de maio de 2011   -   VI Domingo de Páscoa


22 de maio de 2011   -   V Domingo de Páscoa


15 de maio de 2011   -   IV Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001   -   III Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011   -   II Domingo de Páscoa


24 de abril de 2011   -   PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


17 de abril de 2011   -   Domingo de Ramos


10 de abril de 2011   -   V Domingo de Quaresma


03 de abril de 2011   -   IV Domingo da Quaresma


27 de março de 2011   -   III Domingo da Quaresma


20 de março de 2011   -   II Domingo da Quaresma


13 de março de 2011   -   I DOMINGO DE QUARESMA


06 de março de 2011   -   IX Domingo tempo comum


27 de fevereiro de 2011   -   VIII Domingo do Tempo Comum


20 de fevereiro de 2011   -   VII Domingo do Tempo Comum


13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





Pesquisar no Site


  • Newsletter

  • Paróquia São Pedro e São Paulo - Diocese de Ponta Grossa - Telêmaco Borba - Paraná
    Sociedade Beneficiente São Pedro - Fone: (42)3272 8557 / (42) 3272 8930 - pascom@pspsp.com.br
    Está obra de evangelização não possui fins lucrativos e é custeada através do dinheiro do dízimo
    Desenvolvido por Rinaldo M. Heil