Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XII Domingo do Tempo Comum


06 de julho de 2014



   

«Naquele momento, Jesus disse: “Bendito sejas, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.» (Mt. 11,25-30)

 


 

            Frequentemente, ao ler os Evangelhos, nos confrontamos com gestos que Jesus cumpre, com palavras que ele dirige aos discípulos ou à multidão, com atitudes e decisões que toma servindo ao Reino... Muitas, muitas são as coisas que nos falam do Senhor. Desta vez o Evangelista nos faz chegar perto do seu coração, daqueles afetos da alma que não são perceptíveis a todos, principalmente se a ótica com a qual se vê Jesus é aquela de um líder religioso, de um iluminado, de um filantropo. Aos Evangelistas não interessa nada disso. O que hoje está no centro da narração de Mateus é Ele, Jesus, a sua pessoa, os seus sentimentos, seu coração. É essencial que, humildemente, nos coloquemos nesta dimensão de escuta do coração de Jesus para entendermos o que o trecho do Evangelho deseja nos transmitir; isso porque podemos dizer de amar realmente uma pessoa quando a conhecemos por inteiro, por aquilo que é lá dentro do coração, e não apenas por aquilo que ela faça ou deixe de fazer. Conhecer a Jesus é o primeiro passo para aprender a amá-Lo.

 

Vejamos, então, de nos aproximar da leitura com um pouco de cuidado pedindo ao Espírito que nos dê o dom de sentir em nosso coração o coração de Jesus.

 

            À primeira vista, o trecho se apresenta como um desabafo de Jesus, a sós com o Pai, durante daqueles momentos em que tudo o que corre ao redor de nós parece estar bem longe e o que resta é apenas a intimidade da nossa história construída com Deus. É certamente um momento de profunda intimidade, de comunhão da alma. Jesus sempre construiu a sua comunidade, educou os “seus” dirigindo-se primeiramente ao Pai, pois é Dele que, como Jesus, todos nós precisamos receber as pessoas, os projetos, as ações a realizar. A Deus se responde, de Deus se “recebe” «Tudo me foi entregue por meu Pai», é assim que Jesus penas a sua vida, o agir e o “pensar” de Deus não se antecipa com nossos projetos privados ou o modo particular de ver as coisas.

 

Aparentemente esse episódio pode parecer apenas um momento de pausa, de descanso entre inúmeras tarefas da evangelização; pode parecer algo ssemelhante ao momento em que se faz um balanço dos resultados, contudo, se apenas assim for o que se deduz é um simplório moralismo onde se exaltam alguns “pequenos” e se criticam outros “sábios”. Obviamente não podemos deixar de encontrar uma parte de verdade em tudo isso mas, se assim fosse, se se tratasse simplesmente de um balanço ou de uma constatação que Jesus fez depois de ter anunciado com palavras e atos o Reino, como se explicaria a sua exclamação? O que estaria na base daquela “surpresa” que deu origem à expressão enfática de Jesus? O texto paralelo de Lucas é ainda mais preciso quanto a isto, nele está escrito que «Jesus exultou no espírito» (Lc. 10,21). Ora, um balanço e uma constatação não justificam o modo de falar de Jesus, ainda mais se o balanço é, à primeira vista, negativo, como aparece do contexto da leitura. Deve existir algo além disso.

 

Alguns versículos anteriores desse capítulo descrevem três efeitos da pregação de Jesus os quais, com certeza, formaram o precedente que originou aquilo que acabamos de ler. Jesus havia percebido que a Sua palavra não estava sendo aceita por aqueles que, teoricamente, deviam estar mais prontos, isto é os piedosos, os homens de bem, os “exemplos” de verdadeiros Judeus. A essa decepção se acrescentava aquela da cruel dúvida que assolava o seu próprio primo, João Batista, o qual há pouco havia enviado mensageiros para perguntar: «É você “aquele que deve chegar” ou precisamos esperar mais um outro?» (Mt. 11,3). E mais ainda, até as pessoas comuns estavam insatisfeitas e desconfiadas em relação a Jesus pois, enquanto João Batista era considerado um asceta que «não come nem bebe» -o que significaria: “um tipo estranho...”- Jesus, «que come e bebe» (Mt. 11,19) e é «amigo dos pecadores», é sem dúvida um “tipo ainda mais estranho”…

 

A exclamação de Jesus se torna mais compreensível se considerarmos que o verbo usado pelo Evangelista (exomologew) para descrever o sentimento de Jesus que traduzimos comumente com «bendito sejas», na verdade significa “alegrar-se por reconhecer”. A alegria de Jesus é associada então ao fato de que Ele “reconhece” alguma coisa que O deixa feliz. O quê?

 

O atributo que Ele aplica ao Pai, isto é: «Senhor do céu e da terra»; isto nos coloca no caminho certo. Ao ver a reação à sua pregação, invés que cair numa atitude depressiva, negativista, própria de quem espera um resultado que não veio, Jesus se alegra porque reconhece em tudo isto, no “insucesso”, o típico modo de agir do Pai. Aquilo que para a “sabedoria comum” deveria ser interpretado como um fracasso, um desgosto carregado de insatisfação, na verdade, para quem tem comunhão profunda com Deus, é como um traço próprio do agir de Deus. Sim é desse modo que se reconhece a autêntica ação de Deus. Podemos ter a certeza de que uma situação tem raízes divinas quando não se recolhe aplauso, não se dá ostentação, quando não há nenhuma tentação de alarde a poluir a límpida ação de Deus. A sobriedade e a humildade são como que uma característica a qual indica realmente que o Reino está sendo progressivamente semeado entre as pessoas. É exatamente essa característica que diferencia o agir de Jesus eu agir do “mundo dos sábios”. A exclamação de Jesus, então, poderia perfeitamente ser expressa deste modo: “É mesmo do seu feitio tudo isto!”, “Eu te reconheço, Pai”, “É você agindo…”. É como se de repente o que não aparentava ter sentido, o adquirisse plenamente.

 

Como é difícil pensar assim para nós! Tão acostumados a julgar as coisas pelos seus resultados e, pior, conforme aquilo que nós achamos que devam ser os resultados. Jesus reconhece que é o Pai agindo quando a satisfação humana não encontra o seu apagamento, quando no coração triunfa a liberdade, liberdade também quanto aos resultados.

 

Como é difícil não estagnar na consideração do insucesso não esperado! Talvez possamos ouvir também para nós o apelo de Jesus: «aprendei»! Mas isso exige um longo, longo caminho de comunhão com Deus para podermos reconhecer a Sua ação quando tudo parece dizer o contrário. Como é difícil! Quanto o mundo dos resultados afeta o mundo do amor dado sem querer resultados, o amor com o qual Jesus nos ama! Eu imagino: se Jesus tivesse que embasar o Seu agir conforme os resultados obtidos com a nossa vida... Com a minha vida...!

 

            O que pode nos orientar nesses casos é a profunda maturidade espiritual de Paulo que se expressa com palavras como: «quando sou fraco então é que sou forte» (2Cor. 12,10) ou «Fui crucificado com Cristo, não sou mais eu quem vive, mas Cristo vive em mim» (Gal. 2,20); estamos aqui diante de um homem livre! Um coração que construiu passo a passo a comunhão com Deus, um Santo homem que aprendeu com a própria vida a saber reconhecer a “mão” de Deus de outras “mãos” assim como se sabe reconhecer um artista de um outro, um vinho de um outro… Mas isso é possível apenas com experiência, dedicação, intimidade e assiduidade na firmeza da fé. Caso contrário é extremamente difícil (se não impossível) reconhecer o “toque” de Deus.

 

            Deus é «Senhor do céu e da terra», o que significa: além do pensamento e comportamento humano. Assim é Seu estilo de conduzir as coisas. Evidentemente quando formos incapazes de construir pacientemente uma autêntica vida de amizade com Deus, os resultados negativos sempre serão tão somente resultados negativos, sem sentido, fontes de frustração e incertezas. A comunhão com Deus nos faz dizer: “é aqui que você age, Senhor. Te dou graças”, o que Jesus disse dentro de si.

 

O texto nos indica mais um elemento fundamental para o caminho da fé.

 

Quando ouvimos proclamar o Evangelho nas celebrações quase sempre ouvimos esta expressão: “naquele tempo…”; nestes casos é uma introdução artificial da liturgia para dar início à leitura. No entanto não é assim para o texto de hoje, pois este começa exatamente assim: «Naquele momento». Aparentemente poderia significar a mesma coisa, tanto que alguns traduzem: “naquele tempo”; mas não é assim. A primeira expressão indica apenas um dado temporal, a segunda indica a “qualidade” do momento, ou seja, o que está por detrás do tempo, além do tempo entendido apenas como o decorrer das horas. Quando dizemos “naquele momento” supomos, ou deixamos entender, que algo diferente aconteceu, que algo mudou a partir daquele instante. Para indicar que um tempo é “prenhe”, “denso de sentido”, os Escritores do Novo Testamento usam a palavra “kairoς” (kairos). Por exemplo, foi com esta expressão que o Anjo se apresentou a Maria dando início a um novo “tempo”. Ora, aqui também podemos encontrar mais uma indicação preciosa para o nosso caminho de fé, ou seja: o tempo que nos é dado possui duas dimensões, aquela que todos veem e podem medir e aquela que nem todos podem ver e medir. Uma que fica sob o controle dos meios que o homem tem à disposição, assim como a sua razão, a sua lógica, a sua experiência.

 

No entender dos Escritos Sagrados, o tempo não é um decorrer de horas, mas sim o lugar onde Deus se deixa encontrar, é a história o lugar onde se pode fazer experiência de conhecimento de Deus. Contudo, a capacidade de ir além daquilo que os olhos veem e a razão explica, se adquire apenas quando aprendemos a arte de contemplar. A contemplação cristã é uma das mais profundas expressões de oração, pois não é um perder-se no vazio indeterminado, numa vaga e etérea sensação que nasce e morre dentro de nós mesmos. Ao contrário, é aprender a “reconhecer”, como fez Jesus fez, Deus enquanto age. É saber ver Deus enquanto vem a mim num momento “denso”, “especial”, feito de eventos históricos, fatos, e situações. É valorizar ao extremo cada situação, pois é esta circunstância, esta que está diante de mim que me faz encontrar e reconhecer Deus, e não outra imaginária ou planejada. A oração cristão não é alienação, nem fuga da realidade, ao contrário, é levar a sério o que acontece, pois é isto que faz reconhecer a presença de Deus e exultar por ter reencontrado Deus cada vez.

 

«Aprendei» torna a dizer-nos Jesus, não é algo que se improvisa!

 

Mas, como “aprender”?

 

Eis que vem em nossa ajuda mais uma expressão de Jesus, que traduzimos: «de mim». Tal modo de dizer de Jesus poderia significar que Jesus se coloca como “exemplo”, sem dúvida essa é uma leitura possível, mas não é consistente, ou seja, não tem um fundamento suficiente; além disso, se Jesus quisesse se colocar como “exemplo” faria da nossa fé apenas uma ideologia moralista, um esforço ético de imitar Jesus. Sim, isso é um valor, mas a nossa fé não se reduz apenas a isso. O que Jesus pede é um pouco mais envolvente. Creio que, para entender o que Jesus desejava, seja mais significativo e esclarecedor considerar mais atentamente a expressão que está na base daquilo que nós traduzimos com «de mim». De fato o sentido é outro, e significa (em grego: ef umaς) “através de mim”, “comigo”, “após mim”. Assim, Jesus nos sugere que se aprende a contemplar e a reconhecer a presença do Pai que age, ficando ao lado do Filho, seguindo o próprio Filho. É apenas assim que se aprende a arte da oração cristã. Caminhando se aprende a andar. Nunca se aprende a lógica divina permanecendo fechados em pensamentos e raciocínios que não conseguem sair dos critérios que nós mesmos criamos, ou que têm estes mesmos critérios como pontos últimos de referência. É uma armadilha que faz girar a nossa vida em torno daquilo que a nossa mente produz e nos prende no laço que nós mesmos armamos.

 

Estar com Jesus. Ficar com Ele, fielmente e confiantemente nos dará a sensibilidade de reconhecer quando o Pai age, mesmo aonde os “sábios” não conseguirão vê-Lo.

 

A decisão de permanecer fiel quando não se entende de imediato o sentido de uma coisa, aos poucos gera dentro do nosso coração, imperceptivelmente, os mesmos sentimentos que o Filho tem para com o Pai. Ensina uma lógica nova, incompreensível para a razão, mas cuja presença todos podem perceber.

 

Viver contemplando o mundo dos homens transforma o mundo dos homens no mundo de Deus.

 


Postado em: 06/07/2014 as 22:48:26





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