Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 XVI Domingo do Tempo Comum


20 de julho de 2014



   

«Jesus contou outra parábola à multidão: “O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’O Dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’. O dono respondeu: ‘Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!”’. Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”. Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!”. Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”» (Mt 13,24-43).

 


 

 

            No domingo passado, Jesus se apresentava como um semeador cuja semente é sempre lançada, e lançada em abundância em torno de si. É uma semente que cai sobre um campo cheio de pedras, espinhos e terra dura mas que, não obstante tudo isso, tem o poder de produzir mais fruto do que o esperado. O insucesso somente se dá se a palavra é deixada ali onde cai, no tempo, esquecida. O insucesso se dá se não passar o arado sobre os espinhos, as pedras o terreno duro... Quando não passa o arado que cava fundo, que remove a terra do nosso coração, que parece “ferir” então a semente será sufocada, roubada, enfim, se perde por uma série de eventuais fatores.

 

            A parábola de hoje está ligada de modo redacional à anterior, através do conceito de semente-palavra. Desta vez, porém, o discurso é mais complexo. Estamos diante de dois problemas: o primeiro consiste no fato de que sobre a semeadura paira uma terrível dúvida quanto ao resultado, o que não existia na parábola anterior. O segundo é relativo à má semente, lançada de propósito. Obviamente, não é difícil que essa narração nos remeta à questão do bem e do mal. Quem de nós nunca se perguntou o que é “bem” e o que é “mal”? «De onde vem?» um e outro? É a mesma pergunta dos operários da parábola. O que fazer? Tolerar? Arrancar? Fingir de não ter visto? São perguntas que a cada momento difícil da nossa vida ressurgem com força e veemência sempre maior.

 

            Bem e mal sempre foram objeto da indagação do pensamento humano; isso não por uma simples curiosidade especulativa, mas sim para que fosse possível orientar o agir individual e coletivo. Conhecer o “bem e o mal” é essencial para poder sobreviver, para conseguir estabelecer relações. Na História os conceitos de “bem e mal” variaram continuamente devido às mudanças de culturas, ideologias, religião, ou convenção social. Sendo assim é lícito se perguntar se existe “um” bem e um mal ou existem interpretações sobre o bem e o mal que são relativas ao tempo, etc.

 

Evidentemente não é aqui o caso de expor as inúmeras tentativas de resposta que o homem quis dar; o que podemos constatar é que nenhuma hipótese se demonstrou suficiente para atender a esse profundo questionamento que atinge o íntimo da existência humana. Ter uma ideia ou conjeturar sobre o bem e o mal não significa de modo algum saber “como viver” o bem e o mal. Por exemplo, saber o que se passa por causa de uma doença e se preparar para isso... não significa saber viver essa mesma situação no momento em que ela aparece. Disso, todos nós fazemos experiência. Logo, o bem e o mal não são objeto de respostas ideológicas nem de soluções psicorreligiosas. A própria Escritura, bem como a história de Israel e, até o mesmo Jesus, não nos dão uma resposta sobre o que é o “bem e o mal”, nem sobre o porquê. Mesmo assim, a Escritura é muito clara quanto às consequências tanto do bem, quanto do mal. Os antigos escritores da Bíblia não se perguntavam sobre a essência do bem e do mal; no entanto, para todos eles era muito claro que o mal, não tendo consistência em si mesmo, é vazio e apenas pode ser identificado como “tudo o que não vem do bem”, ou seja, não vem de Deus. Não existe o mal como realidade consistente com uma essência própria (como, por exemplo um objeto, uma pessoa, um animal etc.), existe apenas o “não-bem”, assim como não existe – em física – a escuridão; existe apenas a falta de luz (parece uma tautologia, mas não é assim, pois a luz possui consistência própria e o frio não! A luz é composta por ondas e partículas sub-atómicas, a escuridão é apenas ausência de tudo isso). 

 

Infelizmente, ainda hoje, sentimos a influência de uma leitura do mundo que provocou muitas mortes, erros, atitudes profundamente desumanas. A divisão do mundo em “Bem e Mal”, é uma visão que nasceu em torno do ano 270 (d.C.) por obra de um certo Mani, um pensador da Pérsia. Segundo ele, o mundo, o homem, a história eram um objeto de contenção entre dois poderes, entre duas divindades, duas forças: o Bem e o Mal. Estas eram consideradas entidades divinas consistentes que conflitavam entre si: dois poderes entre os quais o homem é apenas um joguete.

 

Esse modo de pensar é, evidentemente, contraditório com o pensamento Bíblico, pois um dos princípios básicos da Escritura diz respeito à liberdade e à responsabilidade do homem, o qual é capaz de construir o seu mundo e é capaz de escolher qual o caminho melhor para fazê-lo, ou seja, se confiando em Deus ou não. Feitas essas premissas, vejamos mais de perto a primeira parábola.

 

            Sabemos que o que está em jogo na parábola é o Reino de Deus, expressão esta que no modo de falar de Jesus indica a condição, a situação, o contexto em que Deus reina soberano, acima de tantos outros pontos de vista humanos embasados apenas cobre critérios que desconsideram o modo de pensar de Deus. Em outras palavras a parábola parece nos perguntar: “quando” e “como” Deus reina?

 

            Não estamos diante, como dizem alguns, de uma parábola que trata do juízo universal e do fim do mundo. A parábola visa evidenciar “como” o Reino de Deus acontece, hoje e sempre e, assim como hoje, acontecerá no momento definitivo da história pessoal e coletiva, do indivíduo e da humanidade.

 

A analogia da parábola é feita primeiramente com «um homem», sem maiores definições; a parábola anterior nos induz a pensar que esse «homem» seja o próprio Jesus que semeia. Contudo, em seguida, se opera um salto, o «homem» é chamado «dono» do campo e da semente. Ora, a tradição bíblica nos leva a ver o campo como “o Israel de Deus”, o povo que Ele adquiriu. O que podemos deduzir desses dois elementos é um ensinamento importante: Deus Pai é o dono daquela Palavra (Jesus) que é capaz de produzir alimento, trigo, de dar uma resposta à fome das pessoas num campo que Ele lavrou. É «dono» porque a Ele pertence a história e o sentido último daquilo que existe. Num certo momento da narração, não conseguimos mais distinguir o «homem» que semeia do «dono» do campo. Obviamente nunca poderemos separar o agir de Jesus-Deus e o Pai-Deus! Além disso, na hora do resultado final, entra em jogo mais um outro personagem ao qual cabe o julgamento: é o «Filho do homem». Com essa estranha expressão tirada do livro de Daniel (cap. 7) se entende um “alguém” cujas origens «estão no Céu» (Dan. 7,14ss). Desse modo, a parábola se faz entender como sendo uma descrição da salvação em ato, isto é: o que hoje está acontecendo. O Pai é a origem o «dono», Jesus é ao mesmo tempo o homem que semeia e a Semente da Palavra que o Pai “diz” à humanidade; quem recolhe é o próprio Jesus, dessa vez não apenas na sua condição de homem de Nazaré, mas na condição de Cristo Ressuscitado, sentado “à direita do Pai” como  «Filho do homem».

 

            A questão principal surge no momento em que os operários percebem que algo não está acontecendo como previsto ou imaginado. A salvação e o projeto de Deus não parecem acontecer através de procedimentos esperados.

 

Será tão difícil ver nesses agricultores um pouco da nossa mentalidade? A atitude deles, porventura, não é semelhante a quando a nossa decisão de servir a Deus, trabalhando com generosidade no seu campo, é associada implicitamente a uma ou outra expectativa?

 

E, se essa expectativa que temos, de repente parece corresponder à realidade que constatamos com o nosso olhar, como reagimos?

 

É tão fácil cair no engano de achar que o trabalho para o Reino tenha que correr como nós imaginamos, de acordo com as ideias que criamos dentro de nós e, ainda mais, pelos meios que “consideramos” certos! A parábola vem nos dizer que essa maneira de ver as coisas não coincide nem um pouco com a maneira com a qual Deus age.

 

Todo agricultor judeu sabia perfeitamente que, antes ou depois, no meio do trigo apareceria o joio, do mesmo modo que nós também sabemos e colocamos no “orçamento” do nosso caminho com Deus a possibilidade de situações negativas, nocivas, etc. Como para nós, também para o agricultor judeu isso não era o problema. O fato novo narrado foi a surpresa em relação à quantia de joio. Foi isso que levou os operários a questionar o «dono», bem como fazemos nós quando algo inesperado acontece, algo que não estava no “orçamento” daquilo que estamos dispostos a “dar” a Deus ou do caminho que estamos dispostos a percorrer.

 

A plantinha que chamamos “joio” era popularmente chamada de “falso trigo”. Suas raízes se entrelaçam com as do trigo; a aparência da planta é tão semelhante à do trigo que se percebe a diferença somente quando a espiga já está desenvolvida. E mais, o grão produzido ainda pode ser confundido com o de trigo; a diferença se perceberá claramente quando esse grão for moído junto com o trigo, pois dará um sabor amargo à farinha.

 

            Precisamos de elementos mais significativos?

 

O próprio fato de que os operários foram questionar o dono, diz algo importante para o nosso caminho de fé, ou seja eles se deram conta que “o trigo está crescendo”, o Reino já está presente, está crescendo e é facilmente reconhecível. O Reino de Deus não é uma utopia fantasiosa mas sim uma realidade já em ato no mundo. Se estamos percebendo o joio, isto é “o mal”, é porque já estamos percebendo no campo de Deus também o trigo desenvolvido, mesmo que esse ainda não esteja maduro!

 

Assim sendo, podemos deduzir que tudo aquilo que, corretamente ou não, chamamos “mal”, se considerado de um outro ponto de vista, nos dá a certeza de que a semente que sacia a fome do mundo já está plantada e está crescendo. Tanto quanto o joio. Mas, afinal, resta uma pergunta de fundo: será que o que chamamos de “mal” é somente e absolutamente “mal”? Afinal, quantas pessoas foram capazes de chegar a altos sentimentos de amor e abertura ao outro apenas depois de ter feito experiências que muitos rotulariam apenas com a palavra “mal”? Claro, aqui não estamos confundindo uma coisa com outra, mas, por outro lado, o que me garante que um “mal” de hoje não seja um “bem” amanhã? Não foi assim por um ladrão crucificado ao lado de Jesus? Não foi assim por Madalena?

 

Essa é a certeza básica que a parábola quer dar àqueles que correm o risco de agir precipitadamente e conforme o próprio instinto somente porque, de repente, se encontram com algo que não haviam previsto. É o aviso de que o julgamento definitivo não pode ser dado por nós até que todo o processo seja terminado. E apenas Deus sabe quando o processo estará cumprido.

 

O “falso trigo” nos reconduz àquela ilusão que é uma característica própria do “inimigo”, isto é de confundir o falso com o verdadeiro. O Inimigo de Deus esconde o falso, usando o que é verdadeiro, misturando o “falso trigo” com o “verdadeiro trigo”.

 

O “mal” real, o “inimigo” do Bem, se manifesta sempre e se reconhece pela sua ambiguidade. Sim, aqui chegamos à verdadeira definição do “maligno” e do seu fruto, o “mal”, é a meia-verdade, a ambiguidade..., é isso que não pertence a Deus! Os erros das pessoas, as suas atitudes momentaneamente fora do projeto de Deus, enfim, tudo isso nunca foi um problema para Jesus, a redenção é um princípio extremanete simples, é transformar aquilo que todos chamam de “mal” em “bem”, fazer das situções por mais deshumanas essas forem, um momento de encontro com Deus, é o Jesus fez e continua fazendo. Ora, a ambiguidade, a meia-verdade isso não, isso não pertence ao dono da semente, mas sim ao inimigo, e é isso que será lançado ao fogo, como diria Isaías: «Ai daqueles que chamam o mal de bem e o bem de mal. Que trocam a luz em trevas e as trevas em luz; que trocam o amargo em doce e o doce em amargo» (Is 5,20). Essas pessoas que distorcem os verdadeiros valores camuflando uma coisa com outra, esse sim são os filhos do maligno, e esses terão a sorte do maligno que será aniquilado pela verdade, que sempre será verdade, independentemente do nome ou atributo que se lhe dê.

 

A má semente se esconde, é verdade, mas se esconde até certo ponto após o qual é impossível ser confundida. Eis então o bom operário, que sabe reconhecer onde está a verdade das coisas, que zela pela colheita do seu Senhor, que não quer deixar uma ponta de amargura no alimento destinado a saciar a fome das pessoas. A intenção de arrancar o joio é boa, nasce do zelo pelo senhor da messe; nessa altura, porém, é fácil cometer um erro: pretender que o mundo seja dividido em bons e maus, em certo e errado, em “joio” e “trigo”... quando não é assim. Não convivem perfeitamente em nós a generosidade e o apego desnecessário? A doçura e a rigidez? A capacidade de compreender e a insensibilidade? E mais, não é um exagero pretender que o Reino de Deus se afirme com sinais puramente positivos e que o negativo seja tão somente um empecilho, um tropeço no percurso, um obstáculo que deve ser removido?

 

Jesus seguia outra lógica. A parábola de hoje nos coloca nessa “outra lógica”.

 

Para o «dono» do campo, querer arrancar o “mal” do seu campo, é um ato insensato. Joio e trigo “devem” crescer juntos no campo e também na nossa vida, na nossa história, para que se afirme que Deus é realmente “soberano”, é Rei. Joio e trigo crescem paralelamente para que possam ser distinguidos. Quanto mais cresce o “mal”, tanto mais cresce o “bem”. Eliminar um pode significar eliminar o outro. Afinal: quantas pessoas se encontraram com Deus depois de ter percorrido o caminho de mal?! O «dono» tem consciência da presença do mal e de toda a sua abrangência; sabe que esse se insinua até nas raízes do bem; mas Ele não deixa de apostar na sua semente e no seu campo, na força da sua palavra e no coração do homem. O dono acredita que a colheita será superior ao dano provocado pelo joio. O dono acredita e sabe. O operário precisa aprender a acreditar e esperar, precisa aprender a não agir desconsideradamente, pois, às vezes, o que chamamos mal é até usado por Deus para fazer descobrir o valor do bem. Não é assim para nós mesmos quando aprendemos profundamente o sentido do amor de Deus depois de ter feito alguma penosa experiência de desamor?

 

O campo é de Deus, e Deus é Deus, «não homem» (Os 11,9).

 

Quantas vezes vi desperdiçar dons belíssimos que Deus havia preparado em favor de muitos, de pessoas boas e generosas, as quais, no entanto, foram incapazes de esperar, de se colocar no devido lugar. Pessoas que confundiram o próprio modo de ver com a maneira de Deus agir. Quantas belezas foram arrancadas fora com o trigo que poderia dar frutos e saciar a fome de outros homens! Tudo isso porque, frequentemente, nos esquecemos de que o campo não é nosso e assim julgamos e agimos sem esperar paciente e confiantemente.

 

Deus não deixa pela metade o que inicia em nossa vida.

 

Paradoxalmente, a parábola nos deixa entender que o mal não estraga o bem, mas contribui para o pleno triunfo do bem. O mal se insinua aos poucos, é um parasita que sempre se encontra nos campos de cereais, sua semente é amarga e pode estragar a farinha, sim, mas a má semente se esconde até certo ponto. O dono da messe sabe do problema do joio, mas, mesmo assim, aposta na riqueza da colheita que supera o possível dano causado pelo joio. Vale a pena esperar a colheita.

 

A chegada do Reino não se manifesta apenas por sinais positivos.

 

Pe. Carlo

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 19/07/2014 as 07:15:50





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13 de fevereiro de 2011   -   VI Domingo do Tempo Comum


06 de fevereiro de 2011   -   V DOMINGO DO TEMPO COMUM


30 de janeiro de 2011   -   IV DOMINGO DO TEMPO COMUM


23 de janeiro de 2011   -   III DOMINGO DO TEMPO COMUM


16 de janeiro de 2011   -   II DOMINGO DO TEMPO COMUM


09 de janeiro de 2011   -   BATISMO DO SENHOR


02 de janeiro de 2011   -   EPIFANIA DE NOSSO SENHOR


25 de dezembro de 2010   -   Natal do Senhor


19 de dezembro de 2010   -   IV DOMINGO DE ADVENTO


12 de dezembro de 2010   -   III DOMINGO DE ADVENTO


05 de dezembro de 2010   -   II DOMINGO DE ADVENTO


28 de novembro de 2010   -   I DOMINGO DE ADVENTO


21 de novembro de 2010   -   FESTA DE CRISTO REI


07 de novembro de 2010   -   XXXII Domingo do Tempo Comum


31 de outubro de 2010   -   XXXI Domingo do Tempo Comum





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