Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 I DOMINGO DE QUARESMA


13 de março de 2011



   

«Então o Espírito conduziu Jesus ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Jesus jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, e, depois disso, teve fome. Então, o tentador aproximou-se e disse a Jesus: "Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães!" Mas Jesus respondeu: "Está escrito: 'Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus'". Então o diabo levou Jesus à Cidade Santa, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo, e lhe disse: "Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo! Porque está escrito: 'Deus dará ordens aos seus anjos a teu respeito, e eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra'". Jesus lhe respondeu: "Também está escrito: 'Não tentarás o Senhor teu Deus!'". Novamente, o diabo levou Jesus para um monte muito alto. Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória, e lhe disse: "Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar". Jesus lhe disse: "Vai-te embora, Satanás, porque está escrito: 'Adorarás ao Senhor, teu Deus, e somente a ele prestarás culto'". Então o diabo se afastou. E os anjos se aproximaram e serviram a Jesus.» (Mt. 4,1-11).

 

 

Começamos hoje o caminho da Quaresma que outrora foi entendida como um período para exercitar a mortificação penitencial sobre os instintos e as necessidades do homem, com a ilusão de que este fosse o melhor caminho para se preparar ao grande evento da Páscoa que é o centro de toda a nossa fé. Evidentemente um tipo de leitura da realidade que deixa transparecer uma certa negação de tudo quanto é profundamente humano, contribuiu para que se afirmasse esta interpretação da Quaresma, o que não condiz muito com aquilo que Evangelho de hoje nos diz. Como reação a este tipo de visão, em alguns casos caímos no seu contrário, deixando de lado ou não dando o devido valor a coisas que têm uma longa história na caminhada da Igreja. Deste modo, por exemplo, a penitência foi colocada de escanteio, reduzida a um simples “acréscimo de atos de bondade” ou ao aumento de orações; em outros casos o caminho quaresmal foi identificado com um maior comprometimento em problemas sociais e humanos muito genéricos… e assim por diante. Com certeza nada disto está errado, mas é preciso se perguntar se é isto que constitui realmente o centro daquela atitude que a Igreja nos propõe para este período e que chamamos de “penitência”. Não é por acaso que a Igreja nos indica este Evangelho como a chave para entender realmente o que é a penitência. O que acabamos de ler é uma um drama, um conflito envolveu totalmente Jesus e que se travou de modo definitivo no mais íntimo do seu coração. Provavelmente é no mesmo lugar, no mais profundo do nosso coração que poderemos encontrar o significado pleno da penitência que somos chamados a reavivar neste período.  

 

Quando falamos em “opção fundamental da nossa vida”, nos referimos àquele princípio básico que norteia as decisões que cada um de nós toma no decorrer da sua existência. Sem uma linha mestre, o nosso existir fica à mercê de quaisquer forças exteriores, as quais, freqüentemente, têm objetivos escusos ou interesseiros. Não podemos não ver uma analogia com o que o Evangelho de hoje nos apresenta.  Infelizmente às vezes agimos nem sequer nos perguntar sobre qual seja a nossa opção fundamental; simplesmente em base a estímulos, quase que subjugados àquele mecanismo ateu de “ação-reação” que reduz o homem a uma peça de um jogo maior. Ter sempre diante dos olhos a nossa opção fundamental é o primeiro passo para crescermos na liberdade. 

 

O Evangelho de hoje vem nos ajudar a questionarmo-nos exatamente sobre este ponto: qual é a escolha fundamental da minha vida? Se for Deus, que lugar realmente Ele ocupa no estilo que imprimo à minha vida? Provavelmente com a indicação do trecho do Evangelho de hoje será mais fácil colocarmo-nos na atitude que a Igreja chama: disposição à “conversão” e à “penitência”. Sigamos os passos do Evangelista, sem cair na presunção de querer entender o drama de Jesus, mas fazendo deste um ícone -é assim que se propõe o Evangelista- que nos possibilite ter a mesma atitude do Senhor.

 

A primeira coisa que percebemos é que se trata do início do caminho de salvação; isto fica evidente pela menção direta do Espírito Santo que «conduz» Jesus. Jesus é conduzido no deserto da sua vida, no lugar onde está a sós cnsigo e com o Pai. É lá, naquele deserto que cada um de nós carrega dentro de si podemos fazer, com Jesus, as suas mais bonitas e livres escolhas da nossa vida. Ora, para podermos fazer opções livres e responsáveis, todos precisamos fazer isto sobre uma verdade de fundo. Eis, então que descobrimos qual é o primeiro movimento do Espírito quando começa a sua missão de “unir” os homens a Deus e Deus aos homens assim como une o mesmo Deus no seio da Trindade: ensinar a verdade. O Evangelista João dirá: «quando vier, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade» (Jo.15,13). O primeiro passo da liberdade é a verdade, a verdade sobre nós mesmos, sobre as coisas mais escondidas que carregamos, os medos, as cobiças, as invejas, a sede de reconhecimento… Como ser livres e amar livremente Deus e os homens sem conhecer e tocar a verdade? É o primeiro passo do Espírito que conduz: conduz à “tentação” onde podemos conhecer a verdade e, uma vez que isto acontece, começamos também a aprender a amar o que nos somos e o que ainda não somos. Aprendemos a usar a Palavra de Deus mais do que a nossa força, as nossas razões, porque apenas a Palavra é capaz de dar liberdade.

 

O quadro é o deserto, os personagens que conflitam são Jesus e o demônio, as armas usadas são a fragilidade do homem e a palavra de Deus. O resultado é sintetizado num único versículo: «Então o diabo se afastou» (mas não é derrotado!) e os Anjos, que no Antigo Testamento sempre são apresentados como estando ao serviço de Deus, passam a servir Jesus, em plena sintonia com o Pai.

 

A narração começa com o advérbio «Então», deste modo o Evangelista deixa transparecer o propósito de estabelecer uma continuidade entre três fatores: o Batismo de Jesus, a tentação e o início do anuncio do Reino (que começará logo depois das tentações). Tudo isto é parte de um único mistério pelo qual acontece a salvação de cada homem. A tentação, logo, não parece ser um fator casual, quase um “acidente” no percurso da fé ou a expressão de alguma fraqueza. É o contrário! O Evangelista se coloca na linha da mais singela tradição da Escritura, segundo a qual a vocação comporta imediatamente a “tentação”, aliás, o próprio chamado é “tentação” como, por exemplo, fica claro no caso de Abrão: «Deus pôs Abraão à prova (“prova” e “tentação” são o mesmo vocábulo) dizendo-lhe: “Abraão!”. Este lhe respondeu: Eis-me aqui!» (Gen. 22,1). Vemos que já no chamado existe implícita a dupla possibilidade de aderir ou não, ou seja: a opção. Quando Deus chama, coloca em jogo a parte mais íntima de nós mesmos, que é a liberdade de escolher se seguir a Ele ou seguir o nosso modo de ver as coisas. Na “prova”, no chamado, Deus apela à nossa liberdade, porque é apenas pela liberdade que conseguimos nos desvincular daquele mecanicismo chamado “causa-efeito”, pelo qual tudo depende de outra coisa. Pode valer para um certo tipo de física, mas não para o homem. Pensar que o homem age por causa-efeito é realmente degradante, é uma ofensa à dignidade da pessoa humana, pois desconsidera a sua tensão natural para o superamento de si mesmo… rumo ao infinito. O homem pode escolher algo que está acima dele. Este é o ponto fundamental da liberdade. Quando Deus propõe uma situação, qualquer esta seja, de sucesso ou fracasso, alegria ou sofrimento, está dando aquela ocasião de superar o nosso limite: esta é a “prova” na Escritura. É um profundo gesto de amor para podermos amar na verdade. Muitos são os testemunhos que a Escritura nos dá sobre esta visão positiva da “tentação” ou “prova” (o vocábulo é o mesmo). O homem que aprende a conviver com Deus a deseja, como no caso do sábio que chega a esta conclusão: «Se quiser servir ao Senhor, prepara-te para a tentação» (Ecli. 2,1). Judite, relembrando todo o caminho de Abrão, diz aos seus: «…Além do mais, agradeçamos a Deus que nos põe à prova como já fez com os nossos pais» (Jdt. 8,25). Também o Salmista reza, pedindo a Deus que lapide, que pula, o seu coração para poder caminhar com Ele: «Senhor, põe-me à prova, afina com o fogo o meu coração e a minha mente» (Sal. 26,2). O nosso texto também começa com uma visão positiva: foi «o Espírito» quem «conduziu Jesus ao deserto».

 

No Antigo Testamento, quando Deus começou a sua história com Israel, Abrão foi convocado para que deixasse a sua rotina de vida e se lançasse fora do seu mundo restrito em direção a outra “terra”. Em Jesus temos algo semelhante, quem impulsiona é o Espírito Divino, isto é, Aquele infinito desejo de comunhão entre o Pai e o Filho que, a partir do seu interior, sempre conduz um em direção do outro. Todo cristão é conduzido da mesma forma que Jesus e pelos mesmos caminhos. Entende-se assim como, em Jesus, o que acontece no deserto é implicitamente oriundo daquela tensão amorosa de comunhão que exige plena liberdade e total clareza. O que, de fato, é necessário também para a nossa vida com Deus. Nada pode impedir uma radical decisão de aderir a Deus, movidos apenas por um desejo de comunhão; é isto que sintetiza o trecho do nosso Evangelho.

 

Porquanto houver impedimentos e incompreensões, sempre o criatão poderá dizer na máxima liberdade: “É isto que escolhi para mi!” O Batizado sabe perfeitamente que toda a sua caminhada é um processo no qual deverá exercer sempre a sua liberdade com um coração sempre mais “afinado”, “polido”, “purificado” pela ação de Deus. Assim sendo, o tempo que Deus nos dá à disposição é uma continua re-afirmação da boa disposição do nosso coração a que Deus possa agir, transformando-o à imagem do coração de Jesus. Esta é a penitência, é um deixar a Deus purificar o nosso coração para uni-lo, pelo Espírito, a Si mesmo. É um dizer cada dia como Abrão, como Maria: «Eis-me aqui!». Esta é conversão, esta é penitência, a “mudança de mentalidade”! Pensar com o pensamento de Deus, sentir com o coração de Deus do modo como o vemos em Jesus.

 

Já que o apelo de Deus é um exercício da liberdade, é possível também que se faça a escolha errada, é por isso que Jesus nos pediu de repetir ao Pai: «Não nos deixes cair» na opção errada erro quando estivermos diante daquela terrível posibilidade de escolher entre a nossa mentalidade e a mentalidade de Deus, o que chamamos “tentação”.

 

O problema se põe com toda a sua força quando nos damos conta de que Deus age de modo imprevisível; este comportamento é evidente na grande parte da Escritura. Quando prossupomos que Deus aja de um modo… Ele age de outro, e isto nos deixa atordoados. A “tentação” de Israel consiste justamente nisto. Freqüentemente descobrimos que a resposta de Israel é pecaminosa: quando tenta compreender o agir de Deus, procura faze-lo reduzindo a lógica do Altíssimo à sua lógica (cfr. o caso de Davi e Natã em 2Sam.7). E mais, quando Israel não se abre para poder superar o impasse, atribui ao demônio uma ação que “estimula”, “provoca” etc. simplesmente para fugir da responsabilidade de ter feito uma opção desconforme à vocação recebida (veja-se, por exemplo, o caso narrado de dois modos diferentes em 2Sam.24,1ss e 1Cron. 21,1ss). É como se dissesse: “a culpa é do diabo que me empurrou, não é a minha”. Esta atitude fez crescer um certo dualismo segundo o qual num lado estão as potências do mal e do outro está Deus. Desta forma, porém, o homem é como um joguete nas mãos de duas potências que contendem. Nos escritos de Qumrã encontramos: “Por causa do Anjo das trevas é que os filhos da justiça perdem o caminho; todos os seus pecados suas iniqüidades, seus erros, suas obras de rebelião são devidas a ele” (1QS III), “Sobre eles domina o espírito de Belial” (CD XII). Nota-se perfeitamente a distorção: o homem não é mais o responsável de seus atos mas sim o demônio. O trecho de hoje vem dizer exatamente o contrário: mesmo nas maiores dificuldades, naquelas em que com maior veemência percebemos quanto somos frágeis (as três principais tentações do homem), mesmo ali ninguém é escravo; mesmo ali encontrará a sua possibilidade de dizer “sim” a Deus, como fez Jesus, mas apenas se saberá colocar no lugar certo a Palavra de vida.

 

Qual é o “lado sombrio” da tentação? Qual obscura verdade sobre nós mesmos a tentação pode mostrar?

 

Talvez a etimologia da palavra possa nos ajudar, uma vez que as palavras foram criadas em função de sentimentos, atitudes etc. Tanto a língua grega quanto a latina, nos ajudam para compreender como uma situação nascida positivamente, como oferta de Deus, possa originar uma atitude negativa na qual o homem se afasta Dele.

 

Na língua grega o verbo (peiraw, do qual vem “tentar” ) indica a “ânsia de ir além”, “querer examinar”, “querer testar”, com atitude de concorrência, de rivalidade. É assim que no livro de Gênese o autor chama o pecado radical do homem, pecado que é “origem” de tudo: pensar Deus como rival, concorrente. Este é o lado sombrio da tentação, quando pensamos que Deus esteja “testando”, como se Ele não soubesse de antemão quem somos e como somos feitos! Quando é assim, termina a relação de confiança, a qual é substituída por atos de auto-afirmação diante de um Deus não reconhecido mais como amigo. Quando Deus não é tido mais como “amigo” o homem começa a procurar o “seu modo”, o “seu caminho” para realizar aquilo em que crê, e o faz prescindindo do caminho que Deus propõe. O mesmo sentido é dado pela língua latina onde o verbo “tempto” -do qual deriva “tentação”- indica “tocar com as próprias mãos” (port. “tatear”). Mais uma vez é realçada a atitude do homem que não confia e, conseqüentemente só age depois de ter constatado com as próprias mãos. Eis o pecado: desconfiar que Deus conseguirá levar a cumprimento a promessa de felicidade autêntica para todo homem e para cada um dos homens, não obstante os caminhos mais estranhos e imprevisíveis que Ele possa percorrer.

 

A Jesus o demônio propôs exatamente este dilema. Que é o nosso também.

 

Confiar ou querer “testar”?

 

Os desejos do Pai eram os mesmos de Jesus, como tantas vezes nos acontece também: temos os mesmos desejos e objetivos de Deus. Mas qual é o caminho? Fazer com as nossas próprias mãos o que achamos certo ou trilhar um itinerário desconhecido que, às vezes, não nos parece “certo”? O engano ao qual a tentação pode induzir é o de abandonar o modo de proceder de Deus para escolher “outro” modo de obter o resultado!

 

De uma opção confiante, renovada a cada dia, pode renascer sempre um coração capaz de se converter a Deus. Tudo, absolutamente tudo deve passar em segunda linha em confrontação com esta certeza: Deus me ama! Somente isto poderá dar-me a força de dizer, mais uma vez: «Eis-me aqui», a mais bonita e amorosa das respostas que nasce da penitência. 

 

Um bom início de Quaresma a todos, na graça de Deus!

Pe. Carlo Batistoni


Postado em: 10/03/2011 as 15:52:22





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