Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 IV Domingo da Quaresma


03 de abril de 2011



   

«Quando ele ia passando, viu um homem que era cego de nascença. Os discípulos perguntaram: “Mestre, quem pecou, para este homem nascer cego, foi ele ou seus pais?” Jesus respondeu: “Nem ele nem seus pais, mas isso aconteceu para que as obras de Deus se manifestem nele. Devemos realizar as obras daquele que me enviou, enquanto durar o dia. Porque vem a noite e então ninguém poderá trabalhar. Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo”. Tendo falado isto, cuspiu no chão, fez um pouco de lama com a saliva e untou os olhos do cego com ela, ordenando-lhe: “Vai te lavar na piscina de Siloé” (palavra que significa Enviado). Foi, lavou-se e voltou enxergando. Os vizinhos e os que antes o conheciam como mendigo, diziam: “Não é ele que vivia sentado a mendigar?”. Uns diziam: “É ele mesmo”. Mas outros afirmavam: “Não é ele, não, e sim alguém parecido com ele”. E ele próprio afirmava: “Sou eu mesmo”. Perguntavam-lhe então: “Como foi que teus olhos se abriram?” Respondeu: “Aquele homem chamado Jesus fez um pouco de lama, untou-me os olhos com ela e me disse: ‘Vai a Siloé e lava-te’. Fui, lavei-me e comecei a enxergar”. Interrogaram-no: “Onde está ele?” Respondeu de novo: “Não sei”. Então levaram à presença dos fariseus o homem que antes tinha sido cego. Era um sábado o dia em que Jesus fez lama e abriu seus olhos. Então os fariseus lhe perguntaram como é que tinha começado a ver. O cego lhes explicou: “Ele colocou lama nos meus olhos, lavei-me, e agora enxergo”. Alguns dos fariseus diziam: “Este homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado”. Mas outros também diziam: “Como poderia um pecador fazer tais sinais?” E havia divisão de opiniões entre eles. Perguntaram ainda ao cego: “Qual é a tua opinião a respeito de quem te abriu os olhos?” Respondeu: “É um profeta!”. Os judeus não queriam acreditar que ele tinha sido cego e tivesse recuperado a vista. Por isso chamaram seus pais. E perguntaram a eles: “É este o vosso filho de quem dizeis que nasceu cego? Como é que agora enxerga?”. Os pais responderam: “Sabemos que é nosso filho e que nasceu cego. Mas não sabemos como é que está vendo agora e quem lhe abriu os olhos. Perguntai a ele. Tem idade bastante. Explique-se ele próprio a seu respeito”. Os pais diziam isto com medo dos judeus, os quais já tinham decretado que se alguém confessasse que Jesus era o Cristo, seria expulso da Sinagoga. Por isso é que seus pais disseram: “Tem idade bastante. Perguntai a ele!”. Chamaram o cego pela segunda vez e lhe impuseram: “Da glória a Deus! Nós sabemos que este homem é um pecador”. Ele respondeu: “Se é pecador, não sei. Uma coisa sei: é que eu era cego e agora vejo”. Perguntaram de novo: “O que ele te fez? Como te abriu os olhos?”. Ele respondeu: “Já o disse e não quisestes escutar. Que pretendeis ainda ouvir? Será que desejais fazer-vos também discípulos dele?”. Então os fariseus começaram a insultá-lo dizendo: “Seja tu discípulo dele. Nós somos discípulos de Moisés. Sabemos que Deus falou a Moisés. Quanto a ele, não sabemos de onde vem”. O homem se defendeu, dizendo: “Isto é espantoso! Ele me abriu os olhos e vós não sabeis de onde ele vem! Sabemos que Deus não escuta os pecadores. Mas Deus escuta quem o serve com piedade e cumpre a sua vontade. Nunca se ouviu dizer que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença. Se este homem não fosse Deus, nada poderia fazer”. Replicaram: “Tu nasceste no pecado, e pretendes ensinar a nós?” E o expulsaram. Jesus ficou sabendo que o tinham expulsado e disse, quando se encontrou com ele: “Tu acreditas no Filho do homem?”. Ele respondeu: “Quem é ele, Senhor, para que eu creia nele?”. Jesus declarou: “Tu o estás vendo: é o que fala contigo”. Ele exclamou: “Creio, Senhor!” E prostrou-se diante dele. Jesus disse: “Eu vim ao mundo para um julgamento; a fim de que vejam os que não vêem e os que vêem se tornem cegos”. Alguns dos fariseus que estavam com ele ouviram isto e perguntaram-lhe: “Por acaso também nós somos cegos?”. Jesus respondeu: “Se fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas como dizeis: nós vemos, por isso vossa culpa permanece”» (Jo. 9,1-41).

 

 

 

O riquíssimo episódio do cego de nascença que acabamos de ler assume um maior relevo se considerado no âmbito da nossa caminhada quaresmal. Esta, ao longo de quarenta dias de maior atenção ao mistério da Páscoa, visa reconduzir o cristão às suas raízes. Uma vez que isso acontece, toda a nossa vida é repensada à luz das nossas origens. Tudo assume um sentido novo quando somos convidados a relembrar o motivo e as implicações do nosso batismo. Quanto mais estiver presente em nós a motivação pela qual somos o que somos, mais forte será a consciência da nossa identidade e, com ela, também a intensidade de doação a Deus e aos homens.

 

O evangelista João costuma sintetizar por meio de encontros especiais (como a samaritana, Nicodemos, etc.) o encontro e a relação que cada discípulo pode ter com Jesus. Em cada um desses encontros o Senhor não somente ajuda o interlocutor a descobrir a sua identidade, isto é, a ver-se como é, mas também lhe diz como Deus o vê através dos olhos do Filho. O cego de nascença, por exemplo, é alguém que não se vê, que não vê o mundo, não vê a realidade por aquilo que é, apenas a imagina e faz dessa imagem uma verdade, a única verdade que conhece para poder sobreviver. É um pouco como fazemos muitas vezes: não conseguimos ver a “verdade” por inteiro e, então, para podermos “sobreviver à dúvida”, criamos uma “verdade” com a nossa mente e acreditamos nela, apenas porque não vemos outra, mas não podemos ficar sem nada. Essa é liberdade? O cego de nascença se encontra nesta situação: é um cego físico e espiritual, cego no corpo e na alma. Ele nos é apresentado hoje como o ícone do homem que “descobre a vida”, a vida que não conhecia porque preso nas amarras das trevas. É uma imagem maravilhosa do homem de todos os tempos e, creio eu, muito expressiva da situação que nos toca de modo direto se a associarmos ao drama do isolamento do qual somos vítimas numa pressuposta e mítica “sociedade da comunicação”.

 

 Como sempre, não é nossa intenção fazer uma análise do texto, vamos apenas nos deter sobre alguns pontos que nos podem ajudar a criar o contexto favorável para que Deus diga ao íntimo do nosso coração o que Ele desejar.

 

Alguns versículos anteriores ao trecho de hoje nos informam que os últimos desesperados apelos de Jesus aos fariseus para que voltassem à origem de suas raízes religiosas haviam desembocado numa tentativa de lapidação, fato pelo qual Jesus se afastou definitivamente do Templo. Estava frustrada a última tentativa de Jesus para resgatar a autenticidade e os valores que ainda estavam presentes na vida daqueles religiosos seus contemporâneos. Aqueles homens piedosos eram “cegados” por suas próprias regras, por suas próprias convicções, incapazes de ver a vida de fé que Jesus oferecia de modo novo e inovador. Ao ler o Evangelho, certamente, notamos a tristeza de Jesus ao comentar a presunção daqueles que “acham que enxergam”, daqueles que se crêem já no caminho certo e que não precisam modificar nada: «Se fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas, como dizeis: “nós vemos”, por causa disso a vossa culpa permanece». Esta é uma cegueira que, ao contrário da doença do nosso cego de nascença, é provocada pela presunção, pela dureza de coração e pela rejeição de tudo o que exige mudanças. Bem no fundo, esta atitude é uma situação “escolhida”, o que, então, faz da cegueira uma culpa. O fato de ser cego, assim como o fato de termos inúmeros limites e problemas em nossa vida é como se tivéssemos uma doença, sim, mas uma doença que se transforma em pecado quando optamos por ela, quando decidimos ficar com ela. Permanecer no nosso erro é quando escolhemos ficar onde já nos acostumamos a ficar. Todos nós, de fato, podemos nos encontrar em situações difíceis e contraditórias; passamos por situações que nos fizeram esquecer a nossa identidade, erramos, mas isso não é um impedimento para Jesus, nunca é um impedimento à sua ação que resgata o homem em qualquer situação que possa se encontrar.

 

 O problema surge quando escolhemos não sair, porque, bem no fundo, nos é cômodo; é a solução mais fácil, que menos exige esforço. É uma decisão que se concretiza toda vez que dizemos: “Tanto... é assim mesmo!”. Quando escolhemos cristalizar a situação em que estamos, embora escura, quando a tornamos “boa para nós”, a nossa decisão transforma uma situação, que é negativa por contingências, em situação de pecado. Pecado é escolher a distância de Deus, que é em si mesmo dinâmica, caminho sempre aberto e novo, perspectiva infinita e força para alcançar o infinito. Estagnar a fluência da vida é a morte.

 

Fora do recinto do Templo estava um cego, ele se tornou objeto dos questionamentos dos discípulos. A pergunta que eles fazem a Jesus não tem somente um caráter de curiosidade sobre as razões do mal e das doenças que nos afligem, mas quer tocar a nova lógica que Jesus oferece, procura ver, praticamente, como se aplica a nova proposta de Jesus sobre a figura de um Deus que «faz chover sobre os bons e sobre os maus» (Mt. 5,45), que convida para o seu banquete «bons e maus» (Mt. 22,10). Onde está a justiça desse Deus que não castiga os maus?

 

Acreditava-se que as doenças e a pobreza fossem resultados diretos do castigo de Deus ou, de algum modo, que estivessem relacionadas a uma punição. Mais ou menos a idéia era a seguinte: “Se eu me comporto bem com Deus, faço tudo o que Ele quer, com certeza, Ele não vai me trair, e, se é justo como se diz, fará para mim o que eu pedir como eu faço o que Ele pede”. É um raciocínio tão lógico que ainda hoje, bem no fundo, às vezes, também nós o fazemos. No caso do nosso homem que nasceu cego, com certeza, não podia ser encontrada uma motivação em seus gestos. Os discípulos, para se darem uma explicação, apelaram a um trecho da Lei que dizia de Jahvé: «Sou um Deus que castiga a iniqüidade dos pais nos filhos e nos filhos dos filhos, até a terceira e quarta geração» (Ex. 34,7). Mas isso não parecia convencer; não podia ser esse mecanismo, frio e rígido, a imagem das atitudes daquele Deus cujo amor Jesus estava manifestando. Como entender, então o sofrimento quando não somos diretamente responsáveis?

 

Às vezes, entre os judeus, se acreditava que Deus “mandasse” alguns sofrimentos para as pessoas, a fim de que se redimissem de suas vidas, mas, nesse caso, o cego nem conhecia a vida fora de seu pequeno mundo. Era um homem que sequer sabia o que fosse a vida além da “sua” vida. Percebia que existia algo além de seu estrito recinto feito de sensações, vozes, ruídos que não podiam ser identificados com coisas. Como são os rostos das pessoas? O que regula o tempo? E que sentido ele tem? O cego não conhecia a vida, só intuía a presença dela ao seu redor, mas nunca pôde penetrar nela. O cego é a imagem do homem às margens de uma vida que corre à sua volta, sem que essa tenha um significado para ele. É a imagem de todos que não vêem sentido, lógica, direção para própria existência.

 

À pergunta dos discípulos sobre quem era culpado, Jesus não dá uma resposta satisfatória, não usa um dos parâmetros para dar explicações, isso porque o caminho que os discípulos achavam ser o certo não o era, Deus não se julga com o critério do homem, caso contrário, o homem estaria presumindo sentar-se no lugar de Deus.

 

«Nem ele nem seus pais, mas isso aconteceu para que as obras de Deus se manifestem nele», respondeu Jesus, quase sugerindo que cada situação, por mais incompreensível que seja, não é insignificante nem vazia; nela está algo que pode e deve ser “manifestado”: Deus que age. Tudo tem sentido, tudo é lugar de encontro salvífico com Deus uma vez que estamos dispostos a nos colocar no rastro de sua lógica, e uma lógica que não nos pertence.

 

A resposta de Jesus se coloca num outro plano: o evangelista a associa aos sacramentos, os quais, por meio de gestos e palavras, nos colocam em contato com Ele e, contemporaneamente, conseguem “manifestar” a presença de Deus que age sem necessariamente passar por justificativas. Jesus não explica: “entra em contato” com o cego por meio de um gesto e de uma palavra. Esse contato é o que salva. É assim também que age conosco. Faz-se sentir e toca o nosso coração.

 

O gesto que Jesus faz merece uma demorada consideração que não vem ao caso agora, contudo parece recordar a figura do homem criado com o barro: Jesus pega o barro da terra, da condição em que vive o homem, da condição de insuficiência própria de quem não enxerga e o permeia com sua “saliva” (note-se que na época acreditava-se que os “humores”, isto é os líquidos - húmus, umidade - das pessoas continham as propriedades da mesma pessoa). Gesto simbólico, então, que nos recorda que a frágil condição de cada um de nós é a base sobre a qual Jesus se apóia para conduzir-nos a enxergar de fato como estão as coisas, para que vejamos a realidade, não o mundo “das trevas”, geradas pelos limites das sensações imediatas e construído com a nossa fantasia. Essa não é a vida. A vida existe fora e além das imediatas sensações. Jesus nos conduz a ela passando pela fragilidade do barro permeado de sua saliva, de si mesmo. Nem sempre o que não gostaríamos de viver, a situação que consideramos negativa é de fato é assim. Na maioria das vezes, é exatamente essa que Jesus usa para permeá-la de si mesmo a fim de que possamos ver o que antes não víamos.

 

Como a mudança de vida do cego, também a nossa vida sacramental é uma experiência de dom e resposta recíproca, capaz de realizar coisas novas. O cego é um “homem novo”, um homem “re-criado” pela presença de Jesus. Todo ato salvífico é um ato de reciprocidade, um duplo encontro, isso explica porque Jesus pede um ato de confiança antes que se realize o milagre, sem promessa alguma e sem gerar nenhuma expectativa. Simplesmente pede: «“Vai te lavar na piscina de Siloé” (palavra que significa Enviado)». Como por um jogo de palavras, o evangelista nos sugere que a visão pode ser recuperada, que o mundo pode ser visto como realmente é quando, humilde e confiantemente, decidirmos dar um crédito à palavra que Jesus nos endereça com os meios que Ele escolhe e, uma vez que ouvimos com todo o nosso ser a sua Palavra, decidimos deixar-nos “lavar”, decidimos deixar-nos regar por ela, escolhemos mergulhar na “piscina do Enviado”: é o mergulho na água que Jesus dá, é sua vida em nós. É o Batismo, um batismo que é uma atitude antes de ser um gesto.  O trecho de estrada percorrido entre o Templo e a piscina de Siloé é a nossa vida, na qual caminhamos ainda não enxergando plenamente, mas já com a “saliva” a “vida” de Jesus nos olhos; caminhamos sabendo que é possível ver o que nunca vimos se tivermos esta atitude de confiança e obediência.

 

O resultado é um homem novo, capaz de ver o mundo como é, um homem que não corre mais atrás da sua imaginação que, como o cego, construía um mundo fictício e não saía de si mesmo. O resultado é um homem que conhece Jesus e a Ele adere, assumindo toda a responsabilidade e riscos que isso comporta. O cego, também, como Jesus, foi expulso do Templo, mas isso já não era mais tão importante para ele que havia visto a vida com seus próprios olhos. Agora era um homem livre, maduro em seu amor, que se deixa envolver e dá testemunho. Isto é um ato de amor: perder algo por Jesus. 

 

Um ótimo caminho quaresmal ao encontro com Jesus.

Pe. Carlo

 

 


Postado em: 01/04/2011 as 13:38:47





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