Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO


24 de abril de 2011



   

«No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo. Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos» (Jo. 20,1-19)

 


            Passo a passo, nesta Quaresma, pudemos voltar mais uma vez a nossa atenção para o núcleo da nossa fé: caminhar com Jesus. Passando pela rejeição, pelo sofrimento, fruto da injusta soberba daqueles que detêm um pequeno ou grande poder, percorremos com Jesus o caminho que cada homem experimenta em sua vida. Contemplando e revivendo a Semana Santa com todos os seus ritos tão significativos, pudemos descobrir “como” viver aquilo que todos vivem, pudemos distinguir a diferença entre a revolta e a oferta do nosso sofrimento a Deus, como ocorreu com os dois malfeitores ao lado de Jesus.         

 

            Quando Deus revelou o seu nome a Moisés, o fez nestes termos: «Dirás aos israelitas: “Jahvé” é quem me enviou» (Ex 3,14); nome estranho cujo significado – entre outros - é: “você saberá quem eu sou”. Hoje, dia da Páscoa de Jesus, podemos finalmente dizer a Deus: “Sabemos quem é Você! Sabemos quanto Você é fiel, quanto está disposto a dar a cada um de nós; sabemos que nunca nos deixa sem resposta, mas sabemos que esta se descobre apenas no fim de um caminho para que possa iniciar um outro”.  

O nosso deus é um Deus que se descobre enquanto se caminha com Ele: nunca antes disso e nunca se deixarmos o caminho pela metade. A nossa fé não é uma ideologia ou um sistema de pensamentos morais e éticos, nem sequer uma série de ritos com os quais se pretende elevar o espírito humano. Qualquer religião é um movimento do homem que tenta se aproximar de Deus de um modo ou outro. A fé que professamos é bem outra coisa: é uma atitude de vida, que brota em nós passo a passo, enquanto se caminha com aquele Jesus que é transmitido na experiência global que os evangelistas nos deixaram. Deste modo a fé se revela como sendo uma “surpresa”, não um projeto. E uma surpresa é o conteúdo do Evangelho de hoje: a surpresa de que Deus é fiel ao homem até o impossível.

 

 

Acompanhando a ótica do evangelista, não estaremos preocupados com a descrição do acontecimento, mas sim com o que isso significou no início da comunidade de fé. Vamos percorrer seus passos.

A cena desta primeira parte da narração é descrita sem dar ênfase ao ambiente. O que importa são três personagens: Madalena, João e Pedro diante de um fato. Evidentemente o evangelista viu nos três personagens mais do que simples expectadores e, com ele, possivelmente, iremos descobrir três maneiras diferentes de se aproximar daquele acontecimento sem o qual a fé cristã se reduz a uma simples filosofia religiosa. Conforme o estilo linguístico próprio do evangelista, o trecho está cheio de simbolismo, isto porque os sentimentos mais profundos que experimentamos dificilmente conseguimos expressá-los com palavras, pois, por mais elucidadas que forem, sempre são insuficientes em relação a algo que supera a razão. É por isso que damos uma rosa vermelha, um perfume, ou até um objeto sem valor comercial, mas carregado de lembranças, valores, riquezas inexpressáveis. Assim fará o evangelista João, embelezando com muitos pequenos diamantes o trecho à nossa disposição.

 

A primeira figura é Madalena. Ela foi ao túmulo, sozinha. Estava buscando o seu amado, aquele Senhor a quem devia tanto da sua vida. Aquele que, com um gesto de amor lhe havia devolvido a dignidade e a vontade de viver. Foi sozinha: uma solidão que deixava transparecer a dor pessoal, única, própria de qualquer perda. Madalena havia perdido o seu amado, nada poderia confortar seu coração. Vários detalhes (que não podemos abordar agora) da narração nos deixam entrever em Madalena a mesma atitude da noiva de um dos mais bonitos poemas de amor que um homem conseguiu escrever: o Cântico dos Cânticos. Como a noiva do Cântico, Madalena deixava transparecer a sua angústia, aquela angústia que ia crescendo no decorrer da noite e que explodiu antes do raiar do dia: «Na minha cama, durante a noite, procurei o amado do meu coração; o procurei... mas não o encontrei. Vou levantar, percorrerei a cidade inteira, andarei pelas ruas, pelas praças! Quero encontrar o amado do meu coração!» (Ct. 3,1). Em Madalena o evangelista vê aquela dimensão da fé que é o amor apaixonado, singelo; resposta grata e sem limite a um Senhor conhecido como alguém que ama sem julgar. O dela é um amor que une intimamente, é uma fé profundamente humana, forte, carregada, intensa. Contudo, para Madalena, esta fé era ainda uma fé da “noite”, quando ainda não “há luz”; a sua fé está bem perto da “luz”, mas ainda não é “luz”. Madalena foi ao túmulo com a certeza de encontrar um cadáver, o “seu” cadáver..., mas não o encontrará, como a noiva do Cântico: «…mas não o encontrei.».

 

Este tema será desenvolvido pelo evangelista um pouco mais adiante na narração, por isso teremos que deixá-lo em suspenso.

 

 

Eis a segunda cena.

            A “quase luz” de Madalena é também a “quase luz” de toda a comunidade dos Apóstolos. Como gosta de fazer em suas narrações, o evangelista, às vezes, deixa situações em suspenso, deixa que o leitor, sozinho, se dê contas das coisas.

 

Era de uso ungir com perfumes mortuários, como a mirra, os cadáveres. Evidentemente - por questões religiosas - não fora possível dar uma sepultura adequada ao cadáver de Jesus; óbvio seria, como escreveram os outros evangelistas, que Madalena fosse descrita trazendo consigo esses perfumes. Mas não é assim. João a descreve numa atitude bem diferente: sem nada nas mãos. Ela não tem mais nada, só tem na mente e no coração o vazio, o vazio de uma perda, a “sua” perda.

Para ela e para toda a comunidade, ainda é “quase dia”, porque ninguém havia levado a sério as palavras do Senhor em Betânia (Jo 12,3s), quando a irmã de Lázaro ungira Jesus com o nardo (o nardo era um perfume de difícil fabricação e era elaborado por mestres perfumistas egípcios com uma raiz proveniente da Índia). Naquela ocasião, quando Judas considerou um desperdício usar aquele caríssimo perfume, Jesus disse a ele e à comunidade reunida: «Deixem que faça! Que ela guarde isto para o dia da minha sepultura» (Jo12,7). Ora, se se tratasse de mirra ou outros perfumes, seria imediatamente compreensível a expressão de Jesus que, nesses termos, significaria a sua “morte”. Mas, Ele não falou de “morte” e sim de “sepultura”, e ainda: o nardo é um perfume usado para o matrimônio, nunca para um defunto!

 

            Eis, então a lógica da narração: a Páscoa é para o evangelista, o matrimônio definitivo, matrimônio de vida sem fim entre o amado e a amada, entre o Senhor e a sua comunidade de fé. Matrimônio de fusão vivificante para a inteira humanidade; lugar onde a comunidade de fé e o Senhor são uma só coisa, para a vida do mundo, para a vida daqueles que ainda não conseguiram “ver” e conhecer o verdadeiro rosto de Deus.

É isso que o evangelista entende da experiência daquele dia.

A Páscoa de Jesus era a superação e a ruptura de todos os limites, para que o Senhor pudesse continuar agindo no mundo, não mais limitado pelo espaço e tempo, mas através da comunhão entre Ele e a sua comunidade. Através desse amor fecundo que somente pode ser comparado a um matrimônio, matrimônio eterno entre Ele e a sua comunidade de fé, o Senhor permanecerá agindo e salvando todo e cada homem, até o último.

 

            Um curioso detalhe nos faz penetrar inda mais na compreensão que João teve do acontecimento: quando “entrou, viu e acreditou”. O que ele viu, foi um túmulo vazio, lençóis e faixas. Para indicar o pano com o qual foi envolvido o cadáver de Jesus, o evangelista João usou um termo nada comum para um defunto. O pano é chamado “lençol”, ora, o substantivo com o qual é indicado o “lençol” (oqonia, em grego) não é um pano qualquer, mas indica o conjunto dos lençóis de linho usados na primeira noite de núpcias (cfr. Jz 14,13 e Os 2,7-11), lençóis perfumados com aloés e cássia.

Não era uma comum mortalha! A “morte” sequer chegou perto de Jesus, pois Ele era a vida. Morte é distância de Deus, vida é comunhão com Ele.

 

            E os nossos dois Apóstolos?

 

            Em toda a narração pode-se intuir o sentimento que João tinha em seu coração naquele dia. Pedro e João, os dois, saíram correndo juntos. De repente, João não se importou mais com Pedro, foi por sua conta, já que era mais rápido. Percebe-se, aqui, quase uma pequena revanche contra Pedro, contra aquele que havia traído o Senhor, que sequer se atreveu a entrar no pátio do Sinédrio, que tivera medo da palavra de uma serva (Mt 26,69) - palavra que, por sinal, não tinha algum valor jurídico. Naquele arranque de João, que deixava Pedro para trás, estava escondida toda a reação do discípulo que, sozinho, havia seguido Jesus até debaixo da cruz, onde ninguém se atreveu a chegar a não ser as mulheres, pois elas não seriam atingidas pela reação dos judeus… mas os Apóstolos sim. No entanto, a narração nos faz sentir uma grande pausa: de repente João deixava de lado suas rixas pessoais, sua justa razão contra Pedro e até o seu impulso pelo grande amor com o Senhor que o induziria a chegar por primeiro; assim, num profundo gesto de reconciliação e de paz, de confiança e amizade, parou… e deixou entrar aquele Pescador em que o Senhor havia depositado toda a sua confiança.

 

Tudo passa para o segundo plano quando o centro é Jesus; tudo é secundário, até as nossas razões, o caráter, os pontos de vista. Tudo encontra solução quando o centro é Jesus. Eis a comunidade de fé que “vê” o que aos outros aparece somente como um “túmulo vazio”. Essa profunda comunhão, que supera as questões pessoais, por mais justas que sejam, é a condição básica para que se realize também o “matrimônio” fecundo do Senhor com a sua comunidade de fé, para que «o mundo tenha a vida e a tenha em abundância» (Jo. 10,10).

 

            Os dois voltam juntos. Nenhuma palavra era mais necessária.

 

 

Deus te abençoe! Uma feliz Páscoa!

 

Pe. Carlo Battistoni

centrobiblicord@yahoo.com.br


Postado em: 21/04/2011 as 11:07:17





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