Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 II Domingo de Páscoa


01 de maio de 2011



   

«Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro depois do sábado, os discípulos estavam reunidos com portas fechadas, por medo dos judeus. Então Jesus entrou, ficou no meio deles, e disse: “A paz esteja convosco!”. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Quando os discípulos viram o Senhor, ficaram cheios de alegria. Então Jesus lhes disse de novo: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”. Depois destas palavras, soprou sobre eles e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; aqueles a quem retiverdes, serão retidos”. Tomé um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos lhe disseram: “Vimos o Senhor!” Mas ele respondeu: “Se não vir nas suas mãos as feridas dos pregos, se não puser nelas meu dedo e não colocar minha mão no seu lado, não acreditarei!”. Oito dias depois, os discípulos se achavam de novo na casa, e Tomé com eles. Jesus entrou, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e os cumprimentou: “A paz esteja convosco!”. Depois, disse a Tomé: “Coloca aqui teu dedo e olha minhas mãos; levanta tua mão, mete-a no meu lado e crê, e não sejas mais incrédulo!”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”. Jesus lhe disse: “Porque me viste, Tomé, acreditaste. Bem-aventurados os que acreditam sem ter visto!”. Jesus fez ainda, na presença dos discípulos, muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, acreditando, tenhais vida no seu nome» (Jo. 20,19-31).

 


            Celebrado o grande evento da Páscoa do Senhor, ao longo destes próximos domingos a liturgia nos propõe a reflexão sobre a extensão do significado da Páscoa para o homem. O que vivemos durante a Semana Santa e o maravilhoso desfecho da Ressurreição, são a síntese celebrativa de algo bem maior do que apenas a lembrança do fato que um homem, Jesus, foi morto e voltou a viver. A Páscoa é mais do que isso. A partir daquele dia uma nova situação foi instaurada, algo que imprime uma fisionomia diferente à inteira história da humanidade. Conhecemos o estilo com o qual Deus age: as coisas mais importantes que Ele faz não as realiza de modo ostensivo, assim como ninguém escuta o crescer de uma planta ou as grandes transformações que acontecem dentro do nosso coração. As realidades mais profundas da fé nunca nos são oferecidas numa bandeja de prata, mas sim de tal forma que impliquem na nossa participação. A fé não é resultado de um fato prodigioso e esmagador, é uma oferta de relacionamento livre e consciente no qual Deus busca o homem e o homem busca a Deus. De fato, nós nos envolvemos com as coisas em proporção ao amor que temos para com estas, ora, as coisas de Deus somente podem ser compreendidas ao longo de um caminho sustentado por um profundo amor que envolve e compromete.

 

As leituras de hoje, podem nos ajudar a compreender alguns aspectos do “mistério” da Páscoa. Sem alguma pretensão, tentaremos usar dos meios que a Escritura nos oferece para podermo-nos aproximar do grande dom que recebemos. Uma leitura atenta da Escritura não deve reduzir-se de modo algum a pura especulação, pois esta somente serve ao nosso orgulho, contudo, creio, quanto mais amplamente conhecemos o amor de uma pessoa e o que ela faz para nós, tanto mais nos sentimos impelidos a devolver amor com a mesma intensidade. É este intercâmbio livre de amor grato que faz crescer o homem de fé; é esta força dinâmica que dá equilíbrio e maturidade porque o amor autêntico é envolvente e participativo. 

Na manhã daquele «primeiro dia depois do sábado», começava um “novo dia” para a humanidade, para nós que aqui estamos. Esta era a persuasão do Evangelista; convicção que refletia a de todas as comunidades cristãs, como percebemos também nas cartas de São Paulo. A expressão usada: «primeiro dia depois do sábado» nos reconduz ao início da história de Deus com o homem: a criação. Foi no “sexto” dia que o homem foi feito, e com ele a criação inteira adquiriu um valor novo, mais elevado; a sua presença dignificava a inteira criação; desta se diz que é «muito boa» somente com a presença do homem, pois é ele que dá sentido a todo o resto. Contudo, por quanto seja «muito boa», a criação somente alcança a sua plenitude na harmonia do “sétimo dia”, dia de “repouso” em Deus -como diz o autor da carta aos Hebreus-. Este “sétimo dia” não pertence ao homem, é o dia de “Sabaoth”, Sábado, dia no qual Deus pode “repousar contemplando a criação” com sua obra prima que é o homem. Era bem este o desejo de Deus: que todos os homens, através da correta relação com o mundo, pudessem encontrar seu “repouso” na relação harmoniosa com o Criador. O sétimo dia, na narração de Gênesis, é o ápice da “obra” de Deus.

 

A Ressurreição de Jesus se dá no “primeiro dia depois do sábado”; trata-se, então de algo que supera a esfera da experiência natural, do mundo como nós o percebemos em sua aparência. Note-se que, antes de ser chamado “domingo” (“dies domini”, dia do Senhor), o dia após o sábado era chamado de “oitavo dia”, isto é, um dia novo, fora de qualquer tempo. Um tempo simplesmente eterno. Este simbolismo era muito evidente se levarmos em consideração o costume (comprovado com certeza por mais de 400 anos depois da morte de Jesus) de construir os batistérios de forma octogonal. Tal uso estabelecia uma estrita relação entre a Ressurreição do Senhor e aqueles que são batizados: são criaturas novas, como Jesus, criaturas geradas num tempo fora do tempo, que renasceram não apenas possuindo a dimensão natural, humana, mas sim sobrenatural, divina. Trata-se de um tempo eterno onde é possível reconstruir no homem relações autênticas e libertadoras consigo mesmo, com o mundo e com Deus. Para poder realizar este desejo do Pai Jesus empenhou toda a sua vida, como disse um dia aos discípulos: «o meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou para levar a cumprimento a sua obra» (Jo. 4,34) e na íntima oração com o Pai: «Eu te glorifiquei na terra, levando a cumprimento a obra que me entregaste» (Jo. 17,4).

 

Levar à plenitude a “obra” de Deus era, por Jesus, conduzir o homem ao “sétimo dia”, porque nesta condição, quando ele re-encontra a sua harmonia então possui os pressupostos para receber um dom ainda maior. Assim, Jesus mostrou o verdadeiro rosto do Pai, vivendo, acolhendo, amando mesmo os pecadores.

 

É evidente que não se quer dizer que a criação seja em si mesma deficitária de algo, mas ela é limitada por si própria; ora, a vida de Jesus e sua oferta produziram as condições pelas quais o homem não é simplesmente “tocado”, envolvido, pela presença de Deus manifestada em toda a criação, mas esta presença é participada de modo direto, real, substancial. Ou, mais simplesmente: a criação é um “modo” de se encontrar com Deus, mas não consegue fundir o homem com Deus, não consegue enriquece-lo da dimensão divina. Pela criação o homem pode ficar “perto” de Deus, mas não “em” Deus.

 

É agora que estamos diante do núcleo da nossa fé na Ressurreição: Jesus não ressurgiu em seu “espírito” mas sim com toda a sua humanidade e a trouxe consigo no íntimo da SS Trindade. Deste modo inseriu o homem na dimensão eterna em que Ele está; definitivamente, sem volta... e, de modo gratuito. Paulo dirá aos cristãos de Éfeso: «Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou nos deu vida com Cristo, embora estivéssemos mortos em nossos pecados. É pela graça que sois salvos. Juntamente com Ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar no céu em Cristo Jesus» (Ef. 1,4). É esta gratuidade misericordiosa que celebramos com a Páscoa, é o amor que perpassa a justiça humana. É o dom de termos aberta e garantida, desde já, a nossa presença ao lado de Jesus “no céu”. A Páscoa de Jesus é a antecipação da nossa Páscoa a qual, necessariamente passa não pelas nossas obras ou merecimentos adquiridos, mas pela misericórdia, pela bondade, pela “gratuidade” de Deus que ama mesmo quando não é amado! É esta atitude de Deus que Paulo chama «graça».

 

A destruição do limite da morte é somente o sinal externo pelo qual podemos perceber que algo mudou. Do mesmo modo, o gesto de Jesus que entra no cenáculo «estando as portas fechadas» não é um ato espetacular, é apenas um sinal concreto de que algo mudou em tudo. Se assim não fosse não haveria sentido falar de “pão que é modificado no corpo de Cristo Ressuscitado” pela ação da Eucaristia! É claro contudo, que permanece incompreensível o pleno alcance de tudo isto. Uma coisa, porém, está clara: quando o cristão torna-se consciente desta nova realidade que a Ressurreição gerou, não viverá mais o seu relacionamento com Deus segundo o esquema religioso pagão, pelo qual Deus e a salvação são um objetivo a ser alcançado com esforço e, às vezes, com um esforço carregado da aflição própria de quem não sabe se está conseguindo ou não, não sabe se está “perto ou longe de Deus”, não sabe se “grada ou não a Deus... etc.!  Obviamente tudo muda em mim quando eu já sei que o resultado está garantido, eu não preciso mais viver a fé como um desgaste angustioso. Acontece exatamente o contrário: minha vida e minha relação com Deus são gratas e carregadas de alegria, pois é Ele quem garantiu, desde o dia da Páscoa, a minha plena realização. Sendo assim o meu compromisso será “leve”, ainda mais se o meu agir for movido por amor que sabe reconhecer a gratuidade e responde livremente com a vontade de retribuir com o que eu puder, sem pressão, sem obrigatoriedade imposta. Tudo se torna mais sereno, até o que é incompreensível, até os dramas que vivemos.

 

Se é verdade que a compreensão da Páscoa é difícil, por outro lado, Jesus nos deixou a condição fazer experiência da nova realidade que entrou definitivamente na história do homem; nos dá as condições para “sentir” o que significa, mais do que “saber” o que significa. O texto do Evangelho de hoje nos indica uma entre as condições privilegiadas para que a realidade do homem novo, do filho de Deus, possa se tornar evidente em nós. Com quanta maior intensidade formos capazes de fazer esta experiência, tanto maior será a força de continuar na alegria o trajeto da vida.

 

 

O primeiro indício está nas palavras do Evangelista: «os discípulos estavam reunidos», não é só uma constatação narrativa. Assim como cada um se foi por sua conta no momento da paixão e morte de Jesus poderiam perfeitamente continuar cada um por si, mas não foi assim, os discípulos conseguiram operar um salto qualitativo, superar aquela condição de morte, de isolamento, para reencontrar na comunidade a própria identidade, para realizar o desejo de Jesus: «quantas vezes desejei reunir os teus filhos, Jerusalém» (Mt. 23,37). Esqueceram de si mesmos para deixar-se conduzir pela lembrança do Senhor.

 

A comunidade reunida apesar de tudo, apesar dos erros de cada um, não é um sinal de amor para com Jesus e a sua “obra”? É um “sair” de si mesmo e projetar-se no projeto de Deus. Sim, a comunidade na qual Jesus “entra” –como diz o Evangelista- não tem do quê se vangloriar, não é eficiente, forte, poderosa, numerosa; é, antes de tudo, uma comunidade de “perdoados”. São os mesmos que haviam deixado Jesus à mercê dos fortes, os mesmos que ainda hoje vivem contradições e falhas, pecados e fidelidade. É nas dinâmicas do perdão que se faz a experiência mais clara do que significa ser “filho de Deus”. Tanto aquele que perdoa quanto aquele que se deixa perdoar, sente em si uma maior alegria do que a satisfação de “ter razão”: fazem experiência de algo que é mais do que humano. O perdão é divino, é o que faz o nosso agir mais semelhante ao agir de Deus. Nem todos sabem fazer grandes coisas, nem todos conseguem viver uma vida exemplar... mas todos sabem e podem perdoar.

 

Então, é justamente a estes discípulos, pessoas, necessitadas de perdão, que sabem o que significa ter errado, que conhecem a vergonha de ter abandonado o seu Senhor, é justamente a estes discípulos que Jesus dá a força e a condição de não chorar sobre si mesmas e sobre os próprios erros, mas transformá-los em fonte de perdão para todos. Nasce o ministério da misericórdia que vem de Deus e se faz conhecer agindo nos homens.

 

É preciso encontrar-se com a misericórdia de Deus para poder falar de Deus.

 

Se isto não acontecer, as pessoas não poderão fazer experiência da Páscoa, do homem novo. Assim, a expressão de Jesus: «aqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados; aqueles a quem retiverdes, serão retidos», soa como um último apelo de Jesus aos seus: “se vocês não fizerem experimentar o que significa o perdão” – parece dizer – “quem o fará? Como as pessoas sentirão que Deus está perto? Irão continuar percebendo-se distantes (a palavra “pecado” significa distância) e esta distância será um peso sobre eles”.

 

O perdão, recebido e doado com alegria é o que mais eficazmente diz a nós mesmos que somos filhos de Deus e aos outros o que significa ser homem novo, pois o perdão é possível apenas quando somos capazes de estabelecer relações autênticas, maduras: relações de liberdade.

 

Um bom Domingo da Misericórdia!

Pe. Carlo

 

 


Postado em: 29/04/2011 as 12:04:28





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