Evangelho Comentado por Pe. Carlo Battistoni - Centro Bíblico Regnum Dei

 III Domingo de Páscoa


08 de maio de 2001



   

«Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado, chamado Emaús, distante sessenta estádios de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. Então Jesus perguntou: "O que ides conversando pelo caminho?" Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: "Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?".  Ele perguntou: "O que foi?" Os discípulos responderam: "O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu". Então Jesus lhes disse: "Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?". E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele. Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: "Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!" Jesus entrou para ficar com eles. Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. Então um disse ao outro: "Não estava ardendo o nosso coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?". Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. E estes confirmaram: "Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!". Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.» (Lc 24,13-35).

 


Poucos trechos narrativos do Evangelho de Lucas são tão carregados de significado para a comunidade de fé como o que acabamos de ler. Sem dúvida, a intenção supera de muito o fato de expor um acontecido com o intuito de fortalecer a certeza de que Jesus havia ressuscitado. Não se trata de uma narração comprobatória, visto que casos semelhantes são simplesmente mencionados de passagem em outros contextos do Novo Testamento. O evangelista Marcos, por exemplo, mais sensível à dimensão existencial e pessoal do encontro com Cristo, resume o episódio de Emaús com estas breves palavras: «Depois disto, Jesus manifestou-se em outra forma a dois deles que estavam de caminho para o campo. E, indo, eles o anunciaram aos demais, mas também a estes dois eles não deram crédito.» (Mc 16.12-13). Lucas descobriu nesse evento algo que supera o próprio fato e que se projeta no mistério da Páscoa, que ultrapassa o episódio em si. Precisaremos procurar alhures, então, o significado mais profundo dessa narrativa.

 

Sabemos que esse trecho foi usado muito na Igreja primitiva como uma das mais antigas catequeses sobre o sentido da existência da comunidade de fé após a morte de Jesus. Como em botão, aqui estão presentes fatos, sensações, atitudes, escolhas e tentações que sempre estarão presente e vivas na Igreja de todos os tempos. Ler e contemplar o trecho que a Liturgia hoje nos oferece à meditação é entrar em contato com a vida da comunidade cristã, vida que olhos estranhos não conseguem ver. Acompanharemos passo a passo os aspectos dessa narração, tendo de privilegiar somente alguns por questões óbvias.

 

Vimos que, para o evangelista Marcos, esse encontro é casual e se dá no campo, ou seja, nos arredores daquele vale verdejante que, de Jerusalém, desce para o lado norte-ocidental. A explicitação de Lucas é casual? É um simples interesse de precisão? Por que é importante mencionar a aldeia de Emaús? Podemos desde já excluir o interesse puramente descritivo e meticuloso nesse caso, pois as distâncias  referidas provocam certa dificuldade: para caminhar 60 estádios ou de 160 estádios (como em alguns manuscritos tardios) em subida, de noite, precisariam não menos de quatro horas, o que tornaria inviável a segunda parte da narração em que se diz que os discípulos voltaram «na mesma hora» para Jerusalém. Logo não se trata de um interesse descritivo. Mencionar Emaús é, para Lucas, dizer que a mesma primeira tentação que assaltou Jesus no início do seu ministério, uma proposta muito cativante do demônio, será a mesma tentação que se apresentará sempre para a comunidade cristã assim como se apresentou no coração dos dois discípulos. Com essa tentação a comunidade cristã deverá sempre conviver e, como Jesus fez, precisará continuamente saber escolher. Ora conseguirá superar, ora se deixará atrair, mas, em todo caso, Jesus estará sempre com a sua comunidade enquanto esta olhar para Ele. Tal é o sentido principal do trecho. Em que consiste essa tentação?

 

A decepção é o clímax que paira sobre os dois discípulos. Tristeza e outros sentimentos são decorrentes dessa primeira fundamental sensação de sentirem-se como que traídos por Deus, por aquele Deus no qual haviam depositado suas expectativas, no qual haviam confiado, sabendo dos grandes gestos do passado, um passado glorioso no qual Jahvé havia mostrado o seu poder diante de todas as nações. Como não imaginar que em seus corações não se encarnasse a mesma decepção do salmista quando escreveu: «De noite indago o meu íntimo e o meu espírito perscruta. Será que o Senhor nos rejeitou para sempre? Não será mais propício conosco? A sua promessa, afinal, terá falhado? ... Esta é a minha aflição: mudou a destra do Altíssimo.» (Salmo 77). Essa sensação de fracasso, da insuficiência de Deus diante do extrapoder dos fortes, da fragilidade da fé que parece revelar-se como um conjunto de ilusões, essa sensação é um sentimento que sempre estará vivo entre os que foram capazes de aderir a Deus mesmo que por um só momento. A comunidade conviverá sempre com essa sensação. Sempre, as coisas de Deus parecem “capengar”, “agoniar” (permito-me usar uma expressão do Papa Bento XVI). Diante disso, as pessoas da comunidade poderão sempre escolher como agir: permanecer ou procurar outro caminho.

 

Os dois haviam escolhido o outro caminho, contrariamente aos onze que, mesmo vivendo os mesmos sentimentos deles, continuavam «reunidos». Que caminho haviam escolhido? Emaús era uma aldeia-símbolo: ali Judas Macabeu, 166 anos antes de Cristo, derrotou Gorgia, o grande general do rei Antíoco, (1Mac 3-4) o qual havia imposto a Israel a religião e os costumes gregos, sufocando no sangue as tradições e a religiosidade dos judeus. E mais, ali, no ano 4 a.C., Athrongius comandou uma revolta contra os romanos com todas as características messiânicas. É lícito supor que aquele Bar-abbas (“Filho do Pai”, nome de batalha messiânico) que a multidão escolheu em lugar de Jesus, tivesse participado da mesma revolta. Eis então a decisão a ser tomada: continuamos com Deus e com a sua lógica incompreensível, que não parece surtir efeitos, que não muda nada ou...? Esse era o objeto da conversa e discussão entre os dois. Conversavam, discutiam, mas, bem no fundo, já haviam feito a própria escolha... Ainda uma vez: Jesus ou Bar-abbas? A lógica de Deus ou a lógica humana?

 

Voltar a Emaús significa escolher “agir” onde Deus parece fracassar.

 

É a tentação de construir com as nossas mãos o nosso mundo já que Deus parece não resolver os nossos problemas de fome, guerras, injustiças, violência contra a dignidade da pessoa humana. É a tentação da proposta do homem em contraposição ao agir de Deus: já que Deus não resolve os nossos problemas com os seus projetos e caminhos, então faremos nós, de outro modo, do nosso jeito. É um messianismo que reaparece ciclicamente em muitas épocas da nossa história, sob as formas mais mistificadas.

 

Às vezes passo diante de uma estátua, escura, dominante, que deixa um ar sombrio em torno de si. E percebi que o povo, as pessoas comuns, não se sentem à vontade perto do tal monumento que retrata o homem esculpindo a si mesmo com marreta e talhadeira. É cabível perguntar: o que pretendemos esculpir se não conhecemos quem nós mesmos somos?

 

Emaús era a tentação dos dois e de todos os discípulos que veem o aparente insucesso de Deus como a justificativa para substituir-se a Ele, mesmo com o intento de “fazer o bem”, esquecendo que para Deus o resultado é insignificante, o que conta é o processo e o que acontece durante o processo para alcançar uma meta. Como os dois pensavam, hoje, podemos nós também dizer: “Afinal, o que Jesus trouxe, se o mundo novo que prometeu não aconteceu, se as pessoas continuam se matando, se o interesse particular continua sendo a norma de tudo, se o Estado ainda se impõe com a sua injustiça “justificada” e formalizada...?”. “Façamos com as nossas mãos e deixemos que Deus fique lá onde está! Nós sabemos o que é bom para nós”. Essa é a tentação de sempre. Mas, realmente, sabemos o que é bom para nós? Qual é um “bom” universal e permanente e qual é o “meu bom” agora, deste momento e aqui? Quais foram os grandes resultados prognosticados pela Revolução Francesa que se apresentava como uma mudança radical de liberdade para a humanidade inteira? Ou as “grandes” revoluções, como a Industrial, a Bolchevista, a Maoísta, a Capitalista, a da New Age...? Foram realmente  capazes de trazer mais felicidade ao homem, que deve percorrer passo a passo o caminho da sua existência? Ou foram desculpas para substituir um poder por outro?

 

A tentação do messianismo bate sempre às portas e convive com a pessoa que não vê, mas quer resultados imediatos, com a pessoa cujos olhos são «como que cegos», do mesmo modo que os dois discípulos. Pessoas que andam, andam, discutem, usam até as Escrituras, encontram nelas certo «calor», mas não conseguem dar um passo além, não são capazes de ver que, dentro da realidade que experimentam, existe já uma outra que caminha lado a lado, capaz de preencher o vazio que sentem. Enquanto discutiam não ouviam, não viam.

 

Discutir é sempre mais fácil que ouvir e contemplar.

 

Perceber e sentir a nova maneira como o Ressuscitado está vivendo com a comunidade para a qual se dedicou sem limites não é algo tão óbvio.

 

Contudo, mesmo que vencidos pela tentação, Jesus não permite que a sua comunidade se perca, decide ficar até o fim, dar ainda a sua vida na comunhão e na fração do pão. Decide responder à última possibilidade que os discípulos ainda têm, assim como a tem qualquer pessoa, mesmo que esmagada pela decepção e pelo sofrimento. Sempre, qualquer um de nós pode pedir: «Fica conosco», “fica comigo no meu vazio, na minha solidão. Senhor, fica comigo quando a vida parece não ter mais sentido. Fica comigo.

 

... E «Jesus entrou, para ficar com eles», para ficar conosco para sempre, em cada momento, partindo o pão da “consolação”, o pão que, segundo Jeremias, é destinado àquele que fica sozinho, que sente medo do futuro, que não encontra mais em si a força para continuar. «E eles reconheceram Jesus» ao partir o pão do amor que não deixa ninguém desamparado.

 

Um bom domingo a todos!

Pe. Carlo Batistoni


Postado em: 06/05/2011 as 12:05:04





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